musica con sentido e sentimiento

terça-feira, julho 01, 2008

sexta-feira, junho 27, 2008




"La memoria"



Letra y música: León Gieco


Los viejos amores que no están,
la ilusión de los que perdieron,
todas las promesas que se van,
y los que en cualquier guerra se cayeron.

Todo está guardado en la memoria,
sueño de la vida y de la historia.

El engaño y la complicidad
de los genocidas que están sueltos,
el indulto y el punto final
a las bestias de aquel infierno.

Todo está guardado en la memoria,
sueño de la vida y de la historia.

La memoria despierta para herir
a los pueblos dormidos
que no la dejan vivir
libre como el viento.

Los desaparecidos que se buscan
con el color de sus nacimientos,
el hambre y la abundancia que se juntan,
el mal trato con su mal recuerdo.

Todo está clavado en la memoria,
espina de la vida y de la historia.

Dos mil comerían por un año
con lo que cuesta un minuto militar
Cuántos dejarían de ser esclavos
por el precio de una bomba al mar.

Todo está clavado en la memoria,
espina de la vida y de la historia.

La memoria pincha hasta sangrar,
a los pueblos que la amarran
y no la dejan andar
libre como el viento.

Todos los muertos de la A.M.I.A.
y los de la Embajada de Israel,
el poder secreto de las armas,
la justicia que mira y no ve.

Todo está escondido en la memoria,
refugio de la vida y de la historia.

Fue cuando se callaron las iglesias,
fue cuando el fútbol se lo comió todo,
que los padres palotinos y Angelelli
dejaron su sangre en el lodo.

Todo está escondido en la memoria,
refugio de la vida y de la historia.

La memoria estalla hasta vencer
a los pueblos que la aplastan
y que no la dejan ser
libre como el viento.

La bala a Chico Méndez en Brasil,
150.000 guatemaltecos,
los mineros que enfrentan al fusil,
represión estudiantil en México.

Todo está cargado en la memoria,
arma de la vida y de la historia.

América con almas destruidas,
los chicos que mata el escuadrón,
suplicio de Mugica por las villas,
dignidad de Rodolfo Walsh.

Todo está cargado en la memoria,
arma de la vida y de la historia.

La memoria apunta hasta matar
a los pueblos que la callan
y no la dejan volar
libre como el viento.


los genocidas a que refiere la musica, serian : los invasores españoles, las diversas dictaduras apoyadas por los yanquis: anastacio somoza, pinochet, la triple AAA, los uribes y sus fuerzas paramilitares, los garcias perez....
hastan cuando?

quarta-feira, junho 25, 2008

terça-feira, junho 24, 2008

Uribe: bombas, glifosato e manipulação (parte I)


Os contínuos bombardeios que a Força Aérea da Colômbia realiza para destruir os acampamentos das Forças Armadas Revolucionária da Colômbia (FARC) e do Exército de Libertação Nacional (ELN) já não são mais noticia de destaque para a grande imprensa. Diferentemente do que aconteceu durante a Guerra do Vietnã, hoje, a maioria das reportagens sobre o conflito colombiano são extremamente genéricas, evitando falar se o exército está usando as famigeradas bombas cluster ou as de fragmentação ou os novos artefatos químicos “inteligentes”. Nada dizem sobre as fumigações de glifosato. Quando o assunto são os bombardeios efetuados pela Força Aérea colombiana o silêncio da mídia é praticamente absoluto.

De tempos em tempos, alguns destemidos defensores dos direitos humanos conseguem quebrar o “status quo” apresentando as provas mortíferas dos bombardeios. Porém, são raras as vezes que a televisão veicula tais conteúdos.

A verdade é que as TVs colombianas conseguiram promover, nos habitantes de Bogotá e de cidades importantes como Medellin, Cali, Bucaramanga, Barranquilla, Monteira e Palmira, um sentimento de saturação com todas as questões relacionadas à guerra. Quando a mídia veicula o assassinato ou o seqüestro de um parlamentar, um sindicalista ou um líder de entidade popular, a maioria das pessoas entrevistadas respondem de forma aleatória ou se torna indiretamente cúmplice, ao dizer:”....Se os paramilitares fizeram aquilo, é porque ele devia estar ligado aos terroristas das FARC!....Se ele foi seqüestrado é por que devia ser um potencial terrorista!.... Se o mataram é porque era um informante da narco-guerrilha!”.

Guerra psicológica

O principal objetivo da guerra psicológica desenhada pelos Estados Unidos, a partir do ano 2000, para interferir na guerra contra as FARC (fundadas por Manuel Marulanda - falecido no mês de maio - como grupo de auto-defesa dos camponeses) e o ELN (que, por um certo período e até sua morte em combate, foi liderado por Camilo Torres e, depois, pelo padre, Manuel Perez) era ganhar a confiança de amplos setores populares das grandes cidades.

Para isso, os estrategistas da contra-insurgência decidiram que era prioritário acabar com a guerra de gangues pelo controle dos postos de venda de cocaína nas favelas. A seguir, as campanhas começaram a apresentar nas TVs as gangues de narco-traficantes das favelas como aliados das FARC e do ELN em luta contra os grupos para-militares (AUC) - empenhados, ao lado do exército, nas operações de contra-insurgência no interior do país.

Este projeto midiático foi determinante para a reeleição do presidente Alvaro Uribe e para impor a emenda constitucional que permite o terceiro mandato a partir de 2010.

Na verdade, os diferentes planos de Uribe financiados com o dinheiro do Banco Mundial e do Banco Interamericano de Desenvolvimento, previam não só a repressão, mas, a transformação dos sobreviventes das gangues de narcos em “vigilantes”dos pontos nevrálgicos das favelas, com salários pagos pelo Ministério do Interior.

Guerra de novo tipo

Na Colômbia, os bombardeios aéreos são iguais aos que os generais estadunidenses planejam no Iraque para “limpar o terreno de insurgentes”. E, na linguagem militar “limpar o terreno” significa bombardear um retângulo virtual onde os satélites interceptaram uma certa quantidade de ondas magnéticas, a partir das quais os especialistas identificam as aéreas de emissão/recepção de sinais para celulares ou de modem wireless dos laptops.

Por isso, desde o início do Plano Colômbia, a presença de militares e civis ligados ao controle aéreo e, sobretudo, aos serviços de “interceptação das telecomunicações” foi sempre executado em pleno “Top Secret” e com o monitoramento dos oficiais estadunidenses especializados em lutas contra-insurgentes.

Desde o ano 2000, os centros de interceptação sempre foram operados pelos especialistas das “empresas civis estadunidenses” que, como a MPRI e a Dyn Corp.., dão “assessoria para questões logísticas e de comunicações” ao Ministério da Defesa da Colômbia.

A guerra psicológica que os EUA começaram a combater na Colômbia contra as FARC e o ELN foi associada à guerra tecnológica. Esse novo produto da “arte militar” é a conseqüência de uma recente estratégia coerente com a intervenção de baixa intensidade na América Latina, por parte dos Estados Unidos. Contexto que integra um processo de militarização constante das aéreas de interesses estratégico com o programa de expansão do neoliberalismo, articulado com as políticas do FMI (Fundo Monetário Internacional) e do Banco Mundial.

Contra-insurgência

Não foi por acaso que o Plano Colômbia necessitou de quase dois anos de organização para entrar em ação e da super-visão de dois especialistas em planejamento da luta de contra-insurgência como o Brigadeiro Keith M. Huber e o general Peter Pace, ambos do Comando Sul estadunidense.

De fato, o Brigadeiro Huber — que já serviu em 1987 em El Salvador, para depois dirigir no Oriente Médio o aparato “de ação cívica para ganhar toda a mente e o coração das populações civis”—, chegou na Colômbia assessorado por 97 instrutores estadunidenses, e em 2001 acabou o treinamento dos primeiros três batalhões contra-insurgentes (6.000 homens). Depois passou a treinar três divisões com aproximadamente 36.000 homens (incluindo as unidades complementares e de apóio logístico) equipadas com 100 helicópteros, entre os quais 74 do tipo UH-1H Huey e 30 modernos Blackhawacks.

Por sua parte, o general Pace, foi responsável pela construção da base aérea de combate “anti-narcóticos” de Larandia, no departamento de Caquetá, onde operam os aviões de reconhecimento e espionagem utilizados pelos “especialistas” estadunidenses, o “centro de inteligência” das telecomunicações e o armazém as bombas mais sofisticadas (cluster, fragmentação e fósforo).

Esta poderosa máquina de guerra criada com o Plano Colômbia concentrou seus efetivos em “operações de limpesa” nas regiões ocupadas pela guerrilha: Putumayo e Caquetá (FARC), Arauca e Madalena (ELN) e Bolívar (FARC e ELN). Para isso foi montada uma permanente operação de interceptação das telecomunicações que, ao longo dos primeiros cinco anos, permitiu ao Exército colombiano de desenhar o mapa operativo e logístico da guerrilha, e contra a qual foram lançadas impiedosas operações de bombardeios que, de fato, desarticularam vário Comandos regionais das FARC e do ELN.

fonte portal popular

segunda-feira, junho 23, 2008

terça-feira, junho 17, 2008

ENTREVISTA

periodista de un diario de Lima, entrevista a personajes de bolivia, en bolivia)

“La llegada al poder de Evo en Bolivia ha sido muy positiva” Exfuncionario del gobierno de Sánchez de Losada y profesor universitario, Alfonzo Román, nacido en Santa Cruz, es autor de Cambas y Collas. Los paradigmas de una nueva nación, verdadero best-seller en Bolivia que tiene seis ediciones en menos de cuatro años.

Entrevista de Alfredo Vanini

¿Qué diferencia un colla de un camba?

Hay diferencias de orden étnico, cultural y geográfico. El colla es de la zona andina y habita la zona altiplánica (aymaras) y los valles (quechuas). Los quechuas son los directos descendientes de los Incas y son los más flexibles. Se adaptan fácilmente, son muy laboriosos y nobles. A pesar de su humildad se plantean metas y tratan de alcanzarlas a través de sus hijos o nietos.

Image
El pueblo aymara, al contrario, se quedó muy metido en las montañas, en el altiplano. Son muy cerrados. No es culpa de ellos: los distintos gobiernos, desde el principio de la República, no les ofrecieron proyectos de integración. Solo se les utilizó como guerreros para las revoluciones o los golpes de estado.

Es recién tras la revolución de 1952 que se inició un proceso de integración en nuestro país sobre la idea de construir una cultura mestiza. De hecho los aymaras son mestizos porque hablan castellano e interactúan entre el campo y la ciudad, entre lo rural y lo urbano. Viven en las zonas periféricas de La Paz, y han construido una ciudad, El Alto, gran zona franca donde venden de todo.

En los últimos cuarenta años hubo un fuerte flujo migratorio que difumina las identidades regionales en Bolivia.

Sí, después de la revolución se construye la carretera entre La Paz, Cochabamba y Santa Cruz. Se trató de vincular al pueblo aymara mestizo castellano hablante de La Paz, con el quechua cochabambino, igualmente mestizo, y con Santa Cruz de la Sierra.

La gran carretera La Paz-Cochabamba-Santa Cruz vertebró al país y eso produjo una fuerte migración quechuaaymara de occidente al oriente. Llegaron hace 50 años a cortar caña y ahora son dueños del comercio y del transporte público. Son los grandes gremialistas del comercio minoritario. En los últimos veinte años la burguesía colla de casi todos los departamentos de la zona andina se ha trasladado a Santa Cruz.

¿Es legítimo entonces hablar de una “nación camba” homogenea?

Cambas son los nativos. Hace veinte años era despectivo. Era como decir “cholo” o “roto”. Hoy, las elites cruceñas se lo han apropiado por necesidad de una afirmación identitaria. Estas elites nunca se preocuparon de construir una identidad, viéndola solo en términos folklóricos (comida, baile, etc.) y no desde una cosmovisión, o de una idiosincrasia. Ojo, estamos hablando del Santa Cruz urbano y de la zona del norte agro-industrial.

Porque hay cuatro regiones: el pueblo chiquitano, que tiene un mestizaje distinto, el pueblo vallegrandino, una especie de pueblo quechua y de judíos sefarditas que se refugiaron en esa zona. Y también está la zona del chaco boliviano muy vinculada al pueblo guaraní del Paraguay. Etnias muy diferentes y determinadas culturalmente por su geografía.

Esta diversidad es también, más o menos, característica del Perú, donde no tenemos sin embargo conflictos regionales.

El problema de Bolivia es que nunca hubo un proyecto de construcción nacional. Lo intentó la revolución del 52 pero fracasó en ese momento por oposición del pueblo quechua y aymara: querían vivir de acuerdo a sus tradiciones, costumbres y lengua. Desde esa fecha los distintos gobiernos no quisieron complicarse electoralmente y abandonaron el proyecto de Nación en Bolivia.

¿Cómo surge el conflicto reciente?

Santa Cruz de la Sierra nunca fue un pueblo que pelee por una reivindicación autonómica. En 1958 hubo demanda por obtener el 11% de regalías petroleras. Y se obtuvo. Y en la década de los 90 se habló de descentralización y el gobierno de Sánchez de Losada lanzó “la participación popular”, proyecto que se implementa en Bolivia con mucho éxito. En 1995 se iniciaron las grandes reformas estructurales para vincular a Bolivia con la economía mundial y una fuerte capitalización permitió construir el gran gaseoducto desde Santa Cruz y Tarija hasta Brasil.

Se inicia el proceso neoliberal que exige un conjunto de valores, códigos y principios para los que no estábamos preparados. Desde 1952 tuvimos un Estado paternalista, protector. Se forjó una estructura mental de dependencia del Estado.

Cuando vienen las reformas estructurales se genera un shock y a medida que éstas fueron avanzando, la clase empresarial boliviana, que se había acostumbrado a las subvenciones del Estado y a los favores políticos, se da cuenta que no podía vivir sin el Estado. Y es así que sacan de debajo de la manga la carta de autonomía, para construir una especie de “Estado para sí” en los departamentos.

Image
El enfoque autonómico que nace en los comités cívicos es más económico que cultural. El objetivo es hacerse del dinero del gas que se exporta para sobrevivir como sector económico y mantener la fuerza política.

¿Qué tanto se modifican las estructuras mentales de los bolivianos a la llegada de Evo Morales al poder?

La llegada de Evo Morales al poder es muy positiva porque nos ayudó a encontrarnos con la verdadera Bolivia, esa que siempre escondimos y que nunca quisimos aceptar. Y ha significado iniciar un proceso democrático cuya principal característica es la inclusión.

Esto no es una revolución socialista, sino una demanda democrática del ciudadano común por ejercer su ciudadanía a parte entera. Por otro lado hay esta corriente autonomista que el pueblo en parte ha asumido pero que tiene un origen absolutamente estratégico-político.

No forma parte de una cultura de reivindicación de Santa Cruz como pueblo. Se trata más bien de una bandera contestataria para generar equilibrio y contrapeso de poderes respecto al proyecto del MAS y es liderada por los prefectos y los comités cívicos de la llamada media luna.

¿Tienen verdadera fuerza estos comités cívicos y los prefectos regionales? ¿Cuál es la situación actual?

Hay una presión de países amigos, Argentina y Brasil principalmente, que no quieren que en Bolivia se produzca un descalabro social, político y económico que desencadenaría inevitablemente una gran inmigración a Argentina (donde ya existen un millón de bolivianos) y una hecatombe en Sao Paulo, que depende del gas boliviano.

Al mismo tiempo, estamos en los primeros pasos de una reconciliación nacional liderada muy inteligentemente por Evo Morales. Los partidos políticos que apoyaban desde la oposición los proyectos autonómicos, están empezando a desvincularse de los prefectos porque se han dado cuenta que es muy peligroso entregar poder a políticos personalistas.

La visión que tenemos desde Lima, a causa de cierta prensa ideologizada, es que Santa Cruz no tiene nada que ver con la zona occidental de Bolivia: una ciudad moderna, próspera, de gente blanca. Vistas de dentro las cosas son muy diferentes: ni tan blancos ni tan prósperos.

El problema es que nosotros hemos construido mitos. Y el que usted dice es uno de ellos: blancos, ricos, que hablamos un castellano distinto. Ve usted que no es así. Hay sí una gran inmigración asentada acá a Santa Cruz de la Sierra que ha producido un cruce cultural muy grande: inmigración cochabambina, potosina, paceña, pero hay también menonitas, japoneses, brasileros. Este es un pueblo que en realidad expresa el crisol de la nacionalidad boliviana.

Es una ciudad poblada por ciudadanos que ya no son ni cambas ni collas, sino camba-collas. Ni blancoides ni ricos: somos una sociedad que quiere crecer, avanzar, integrarse en la idea de Nación boliviana.

quinta-feira, junho 12, 2008



En el video, los jóvenes consiguen hacer canchita (pipoca) con 4 celulares funcionando al mismo tiempo, las pruebas son impresionantes!!, es decir, con la radiación en juego en la captacion de la señal en la llamada telefónica, los celulares se comportan como si fuese un horno de micro-ondas.
literalmente cocinando al maíz. existen evidencias que esta señal de radiación puede afectar al sistema auditivo y posiblemente al sistema nervioso, e quien sabe hasta las neuronas
quien se candidata para colocar su cabeza en la mesa, y en los lados 4 celulares recibiendo llamadas telefónicas, para ver si consigue cocinar su cerebro????? algun valiente que le gusta tanto charlar con el celular?

quarta-feira, junho 11, 2008


El gobierno peruano, cual sartrapra de estados unidos, primero negando descaradamento la presencia de militares norteamericanos en el peru, y luego afirmando que están si, pero realizando acciones humanitarias. Tal parece que en el gobierno todos son tan incompetentes que hasta llevar unos cuantos kilos de comida y remedios (?) a los andes es tan difícil que precisan de los gringos totalmente ajeno al país. Entre tanto el "indigena" morales, intenta un gobierno realmente por los intereses de los suyos. Es urgente un descendiente de tupac amaru II en el peru, lo precisa.

terça-feira, junho 10, 2008


1. “Ni tan blanca ni tan próspera”. Primera conclusión en mi primer día –serían seis- mientras recorro las calles de Santa Cruz de la Sierra, ciudad del Oriente boliviano que junto a Beni, Pando y Tarija, constituye lo que se llama la “media luna” conocida a causa de la guerra abierta que sostienen contra el gobierno de Evo Morales por la autonomía.

Otra cosa llamó fuertemente mi atención: la cantidad de camionetas 4x4 con lunas polarizadas que circulan por el casco urbano. Recordaba a Gabriela Oviedo, miss Bolivia 2004, quien para indignación general, declaró desde sus largas piernas: “En Bolivia no todos somos bajitos ni oscuros.

En la parte oriental somos blancos, altos y hablamos inglés”. Curiosa afirmación: Santa Cruz no es muy distinta de cualquier ciudad del norte peruano y poquísimos cruceños vi que midieran más de uno ochenta. El primer mito acerca de Santa Cruz"a la blanca” había caído.

“Yo nací acá señor, pero mis padres son de Cochabamba”, me dice Flor, 28 años cocinera del Hotel en el que me hospedé. Tiene el rostro pétreo y habla con los ojos bajos, sin mirar directamente, acostumbrada sin duda al trato extremadamente jerárquico y carente de afecto que acá dispensan al servicio doméstico.

“¿Votó usted en el referéndum Flor?”. “No señor, me responde, debía trabajar todo el día. No pude”. Insisto: “Pero ¿está usted a favor de la autonomía o no?”. Silencio. Flor voltea dos veces la tortilla en la sartén. La coloca en un plato y se aleja. Ni un solo gesto. Mi pregunta, por el momento, queda flotando en el aire.

2. La guerra de las cifras. Santa Cruz tiene casi dos millones de habitantes, 946 mil se inscribieron para el referéndum, en opinión de muchos absolutamente informal (la gendarmería municipal se hizo cargo de la custodia del material electoral, cosa que generó mucha suspicacia). De esos 946 mil, 266 mil no votaron. Y 110 mil votaron por el No.

De lo que resulta que de casi dos millones (restemos a los niños y a los ancianos), menos de un tercio quiere la autonomía. Curiosa noción de triunfo tiene el Comité Cívico Pro-Santa Cruz, que lidera la ola autonómica. Con este mapa social-cultural difícilmente las autoridades locales podrán imponer ley alguna. Para legislar, el gobernante debe gozar del favor popular. Y no es el caso de Raúl Costas, prefecto de Santa Cruz.

“El proyecto autonómico está copiado del separatismo vasco”, me dice Julián, 25 años, estudiante de filosofía a quien conocí en una librería llamada “El garaje”. “Pero el discurso de los comités no habla de separatismo sino de autonomía”, lo increpo. “Pero el proyecto está copiado de los vascos, me insiste. Yo no tengo la menor duda que las logias quieren el separatismo absoluto, solo que no lo dicen por prudencia”.

Le digo que si ese fuera el caso, los Comités estarían llevando a Santa Cruz al suicidio porque no tendrían ni los recursos necesarios ni la capacidad administrativa suficiente como para constituirse en Nación. “No les importa, me dice convencido.

Cualquier cosa para las logias es mejor que aceptar a Evo Morales como presidente. Los blancoides no asimilarán nunca la llegada de un indígena al poder”.

3. La guerra de las pintas. Están por toda la ciudad. “Pasaporte a los collas”, “Fuera collas de Santa Cruz”, “Evo, chola de Chávez” y una muy familiar: “Cholos de mierda”. En Bolivia se libra básicamente una lucha económica entre grupos de poder locales y el gobierno central. Pero los viejos prejuicios racistas han aflorado hasta la náusea.

Sin embargo la población no parece afectada por esta peste: uno ve cruceños de diverso fenotipo convivir en relaciones cotidianas horizontales y democráticas. Son más bien ciertas autoridades quienes destilan odio racial: no hace mucho, un alcalde de Santa Cruz, Percy Canales, dijo: “Uno tendría que ponerse plumas en la cabeza para hacerse respetar en este país”.

Pregunto a los transeúntes quién hace estas pintas: “Son las logias señor” El cruceño de a píe llama logias a los grupos de poder económico, de origen croata en su mayoría, propietarios del sector agro-industrial de la región y virtualmente los dueños de Santa Cruz. Su rostro más visible: Branco Marinkovic, presidente del Comité cívico pro-Santa Cruz, propietario de una gran empresa de aceite, artículo de primera necesidad, que el año pasado, elevó su precio en un 20%. Las “logias” son dueñas de los diarios y del canal de TV más visto en Santa Cruz, Unitel.

4. El Generalísimo a la boliviana. En una librería de viejo compro un libro de título sorprendente: Ideología y mito. Los orígenes del Fascismo boliviano, de Marcos Domich Ruiz, intelectual y médico marxista. Primera edición de 1978, último año de la dictadura del cruceño Hugo Banzer. ¿Fascismo boliviano? Sí señor, existe.

La elección de Evo Morales y reformas llevadas a cabo han reavivado los extremismos de derecha. Una de las figuras emblemáticas del fascismo cruceño y fervoroso partidario de la autonomía, es el beniano Carlos Valverde Barbery, 77 años, conocido como “el loco Valverde” militante de la Falange Socialista Boliviana (FSB), fundada en 1937. En 1957 Valverde organiza la Unión Juvenil cruceñista, especie de grupo de choque inspirado por la falange franquista que hoy constituiría el brazo armado del Comité Cívico Pro-Santa Cruz.

Este personaje declara que uno debe “estar dispuesto a matar por su patria” y llama abiertamente a la lucha armada contra los “quechuas y aymaras”.

“Hay otro grupo de extrema derecha aún peor, me asegura Julián. El MNCL”. El Movimiento Nación Camba de Liberación, abiertamente anti-indianista y anti-colla que aspira a crear su propio Estado federal boliviano en oposición a esta “especie de Tibet sudamericano constituido por étnias quechua-aymaras miserables y retrasadas” (página web dixit).


El MNCL tendría también su brazo armado los quere

mbas (guerreros, en guaraní), quienes bajo la consigna, irónicamente guevarista, de ¡Patria camba o muerte! mantiene estrechos vínculos con la Unión Juvenil Cruceñista. “Todos estos grupos comparten los mismos enemigos que denominan “hegemonía paceña”, “centralismo paceño” o más genéricamente “collas” y “altoperuanos”, concluye Julián.

5. Hidrocarburos y desigualdad social. Una anécdota se contaba en Santa Cruz durante mi estadía: convocados todos los grandes empresarios cruceños por el Comité cívico, una de ellas, mujer, habría puesto el parche apenas comenzada la reunión. “Si es para aumentar el sueldo mínimo, no cuenten conmigo”.

Los demás la increparon: “¿Pero no es usted autonomista”? Y la dama respondió: “Soy autonomista pero no tonta. Tengo un tren de vida alto, si pago más, ya no podré sostenerlo”. Promesa electoral de Costas: elevar el sueldo mínimo a mil bolivianos.

Hoy es de 550, es decir, 75 dólares al mes. Tras el “triunfo” del Sí, lograr el consenso entre los empresarios respecto a este asunto se ha vuelto algo utópico. “Aquí hay familias que son dueñas de tierras del tamaño de todo París” me dice un ingeniero español afincado en Santa Cruz hace años. Y aunque no pude constatarlo, lo que sí vi fueron enormes fincas de una ostentación vulgar (enormes estatuas plateadas de dioses griegos en las fachadas) que nunca antes vi.

Las desigualdades son tan grandes que uno se pregunta si el referéndum no es sino una reacción al proyecto de Evo Morales de acortarlas (por cierto, son fuertes los rumores acerca de la existencia de guaraníes en condición de esclavitud en las haciendas cruceñas de Alto Parapeto).

Otro mito falso: las supuestas nacionalizaciones de los recursos naturales. En realidad, desde su llegada al poder, Evo Morales ha renegociado 44 contratos petroleros, lo que ha aumentado los ingresos fiscales casi 20 veces más que en el 2005. El tema de los hidrocarburos es otro mito: la

principal riqueza de Santa Cruz es la producción agro-industrial de soya, subsidiada por el Estado. Está también el gas, ciertamente, pero se necesita diesel –que Bolivia no produce- para la maquinaria. Y el diesel, que Bolivia compra a Venezuela y a Argentina, es también subsidiado por el gobierno central a la “media luna”. Santa Cruz sola no podría asumir estos costos ni lejanamente.

comentario:El periodista insiste en saber a respuesta de la trabajadora del hotel,ella finalmente responde.

Es mi oportunidad: “Contésteme usted ahora Flor ¿está a favor de la autonomía o no?”. La veo dudar por un instante y sostengo su mirada y su sonrisa lo más afectuosamente que puedo. “Señor, yo soy boliviana. Mis padres nacieron en Bolivia y mis raíces están en Bolivia. Y trabajo acá, en Bolivia. Mi patria es Bolivia”. Esta respuesta acaso sea la mejor expresión de esperanza de unidad de este país hermano, sin duda en un momento difícil, pero trascendental.

Posteriormente a segunda parte de este reportaje de un periodista de un diario de Lima, un diario alias, muy próximo al gobierno peruano. Mas este reportaje de la misma ciudad de santa cruz, desvenda las muchas mentiras propalados por los periódicos bolivianos, del Peru(incluido la republica en ediciones anteriores) y del mundo sobre los alcances de tal referendum en santa cruz. Por lo que se ve en este reportaje la elite blanca santacruceña esta engañando ao pueblo de santa cruz, con las cifras y aun más, es imposible conducir autonomia teniendo que depender de otros departamentos para su existencia. El pueblo de santa cruz tarde o temprano se dará cuenta de esto.

la version completa aqui


comentario final

Estuve en santa cruz hace algun tiempo, cuando pregunté a alguien si gustaban de los kjarkas (afamado grupo de musica boliviana, que usualmente realiza viajes a peru, ecuador, europa etc), algunos decían que no conocían; esto ya me pareció extraño, pero luego entendí que efectivamente existencia pre-concepto racial. Solo algunos conocian y gustaban las musica de los kjarkas que tiene como base la cultura aymara e quechua. Otra sorpresa, en los lugares de diversion como video-pubs, discotecas, restaurantes, tocaba mucho la musica mexicana!! las rancheras y los boleros! como?, Mas parecia una ciudad de Mexico, Nada de huayño, saya, sicuris etc. Tocaban bastante cumbias y músicas brasileñas. Comenze a entender que era una ciudad con muchos imigrantes y mismo los descendientes de aymaras y quechuas renegaban de su origen, de su cultura ancestral; cosa que tambien sucede con algunos peruanos de lima.

En los periodicos de Bolivia, en particular santa cruz, efectivamente, en la seccion de "sociedade" están la vida cotidiana y de fiesta expresada en fotos de señoras e señores de ojos claros, piel blanca; aquella elite blanca que se enquistó en bolivia, y hoy es dueño de hoteles, de haciendas de monocultivo, de periódicos, de emisoras de TV y vendió al mejor postor los recursos naturales de bolivia para provecho propio. Es esa clase oligarquica que engaña a la mayoria "oscura" (frase miserable, acuñada por una miss bolivia ) de santa cruz y otras regiones para continuar en el poder, y usa el pre-concepto para aglutinar personas para su causa. No podemos admitir que en un pais de muchas etnias, de imigrantes, de mayoria quechua aymara, existe division por causa de colores y creencias. Peor aun, no podemos admitir que una minoria oligaquica( de mayoria blanca) decida los destino de todo un pais por conveniencia propia a custas de la mayoria que continua en la miseria y fuera de los lucros de recursos que produce la tierra boliviana.





segunda-feira, junho 09, 2008

O Nobel de Literatura Harold Pinter e a ativista de direitos humanos Bianca Jagger chamaram George W. Bush de "criminoso de guerra" em carta contra a visita do presidente dos EUA ao Reino Unido.
Segundo informou nesta segunda-feira a coalizão em prol da paz Stop the War, Pinter e Jagger (ex-mulher do cantor dos Rolling Stones, Mick Jagger) integram uma lista de 22 signatários que apresentaram críticas sobre Bush.
"Não há um candidato mais apropriado para [o título de] principal criminoso de guerra que George W. Bush. O único que se aproxima disso é Tony Blair (ex-primeiro-ministro do Reino Unido). Ambos são desprezíveis", afirma Pinter.

Segundo o dramaturgo britânico, Bush "deveria ser detido e enviado a Guantánamo --base e prisão dos EUA em Cuba-- onde apodreceria para sempre".

Bianca Jagger disse ainda que o presidente americano "é responsável por flagrantes violações dos direitos humanos e das normas internacionais".

comentario:

nas mesma entranha do capitalismo, existem voces fortes e corajosas que denunciam a perversidade do sistema.




quinta-feira, junho 05, 2008



el sonido producido por las alas de un colibri (brasil)


la frecuencia del batimiento de las alas del colibri es mas o menos de de 70 a 80 veces
por segundo



en los andes existen varios tipos de colibrí, como dice en este reportaje

pero en especial hay un colibrí de tamaño aproximadamente de 10cm y con el pico de 12cm !!.
exactamente esta ave es útil para polinizar una flor que solo crece en los andes, con un formato tal que solo este colibri de pico largo consigue polinizarlo, increible!

repare enel video sobre este colibri!!



soprano en los andes

quarta-feira, junho 04, 2008


el agro-exportador, surfeando en las ondas de la alta de precios, esa es la moral de sistema neo liberal.
menos tierras para el productor local, menos dinero en el bolsillo del obrero, menos alimentos para sua familia.
Porque américa latina tiene que producir más con afan de satisfazer las necesidade de consumo de estados unidos y europa?. America latina tiene que producir principalmente y fundamentalmente para satisfacer las necesidades de existencia de la región, si sobrar, que se venda a otros mercados, y que tenga el precio que merece, en tal sentido el costo por la carencia de agua, de tierra, tiene que pagar el comprador europeo o norteamericano, y nó el consumidor de la región. En ultima instancia quien tiene mayo responsabilidad por las mudanzas climáticas son ellos, estados unidos, europa, japón, china y otros paises industrializados.


flor Pucarina, interprete ya fallecida de la música huanca


Falsia

La vida es una falsia
el mundo es ancho y ajeno
justicia, justicia no hay en la tierra
justicia solo en el "cielo" donde no hay
ni ricos ni pobres....



Género: Huayno
Autor: Víctor Alberto Gil Mallma
Intérprete: Picaflor de los Andes (Víctor Alberto Gil Mallma)

Mi dulce amor dónde estarás
necesito de tu aliento.
Mi dulce amor dónde estarás
necesito de tus besos.

Soy un clavel que se muere sin rocío,
soy el día que en la tarde desfallece.

Voz de Picaflor de los Andes:
Sin tus besos, sin tu aliento mi vida es un tormento sin destino.
Dulce ilusión dónde andarás
necesito de tu aliento.
Dulce ilusión dónde andarás
necesito de tu aliento.

Siento morir por la angustia de no verte
Poco a poco se termina mi existencia.

Fuga:
Sin tus besos, sin tu aliento, alma mía

terça-feira, junho 03, 2008



haydee raymundo, la voz telurica de los andes de huancayo-peru




flor sinqueña, interprete de musica peruana
de la parte central andina del peru



los puquiales de Puqio, la tierra de grandes artistas de peru andino

Puquio: lugar de donde brota el agua

sábado, maio 31, 2008



aguila negra

aguila negra prestame tus alas
para seguir a mi palomita
ella se fue dejando su nido
sin que le diera ningun motivo (bis)

cruzando montes se fue volando
y en esa casa se halla prisionera
todo me dicen que devo rescatarla
dejando prenda vida y corazon (bis)


si tu me quieres mandame una carta
y en esa carta mandame tu retrato
entonces si sabre que me quieres..
con toda el alma vida y corazon (bis)


estudiantina peru

la musica del peru profundo, no fué hecho para crear iconos, para crear famosos y famosas de TV, o para satisfazer intereses de gravadoras, fué hecho para
cantar penas, alegrias e esperanzas de un pueblo con arte en la venas

como dijo vallejo, todo acto o voz genial viene del pueblo y va hacie él.

terça-feira, maio 27, 2008




León Gieco - "Cinco siglos igual"

Soledad sobre ruinas, sangre en el trigo rojo y amarillo…

Manantial del veneno, escudo, heridas; cinco siglos igual…

Libertad sin galopes, banderas rotas, soberbia y mentiras…

Medallas de oro y plata, contra esperanza; cinco siglos igual…

En esta parte de la Tierra la historia se cayó, como se caen las piedras;

aún las que tocan el cielo o están cerca del sol…

Desamor, desencuentro; perdón y olvido; cuerpo con mineral…

Pueblos trabajadores, infancias pobres, cinco siglos igual…

Lealtad sobre tumbas, piedra sagrada, Dios no alcanzó a llorar…

Sueño largo del mal, hijos de nadie, cinco siglos igual…

Muerte contra la vida, gloria de un pueblo desaparecido…

Es comienzo, es final, leyenda perdida, cinco siglos igual…

En esta parte de la Tierra la historia se cayó, como se caen las piedras;

aún las que tocan el cielo o están cerca del sol…

Es tinieblas con flores, revoluciones, y aunque muchos no están…

Nunca nadie pensó besarte los pies, cinco siglos igual…






Benavides, ministro de agricultura de garcia
un banquero blanco y oligarca, que nada tiene de andino ni de campesino, actuó así en cumplimiento de la orden presidencial de tomar medidas prontas y efectivas para darle más popularidad a su administración.
Esto es lo que se llama de gobierno populista.

Mientras desde lima, el gobierno entrega las tierras, la selva a trans-nacionales para el monocultivo, mientras continua el problema de la educación, de la salud, falta de mínimas condiciones de trabajadores para millares de personas, mientras no hay ciencia e tecnologia propia. mientras tropas imperiales andan libremente en algunos departamentos del peru,
y mientras continua bajando la popularidad del gobierno autoritario; ellos creen que disfrazándose de campesinas el pueblo andino se quedará contento y su popularidad va aumentar. La postración el abandono y la discriminación continúa, hoy peor que antes. vestirse de campesina es totalmente ridiculo y ofende a la mujer andina. Aquella mujer que trabaja de sol a sol para dar de comer a sus hijos, para le brindar un poco de honestidad y carácter a sus hijos, que el sistema nó se los ofrece. Aquella mujer que parió hombres de coraje y principios que tentan mudar el destino de sus pueblos. Aquella mujer que es madre, padre, cozinera, trabajadora, y lucha dia a dia para sobrevivir en este sistema injusto impuesto por la misma clase social al cual pertenece el fanfarron de benavides. Apuesto que este individuo, no sabe hablar quechua, no sabe como es de dificil e sacrificado fabricar las mantas, el vestuario de la mujer andina.

fuente

TLC-alca

sexta-feira, maio 16, 2008

Einstein em relação a Deus.

Uma carta do brilhante Físico A. Einstein para um colega Filosofo, foi revelada, nela o Físico revela descrença em Deus e o papel das religiões no mundo em particular opina sobre a religião judaica, e a crença arcaica que Israel seria o povo escolhido de Deus.

a tradução:

"A palavra Deus para mim é nada mais que a expressão e produto da fraqueza humana, a Bíblia é uma colecção de lendas honradas, mas ainda assim primitivas, que são bastante infantis"

"Para mim, a religião judaica, como todas as outras, é a encarnação de algumas das superstições mais infantis. E o povo judeu, ao qual tenho o prazer de pertencer e com cuja mentalidade tenho grande afinidade, não tem qualquer diferença de qualidade para mim em relação aos outros povos."

"Até onde vai minha experiência, eles não são melhores que nenhum outro grupo de humanos, apesar de estarem protegidos dos piores canceres por falta de poder. Mas além disso, não consigo ver nada de 'escolhido' sobre eles".

comentário: aquela velha discussão de que A. Einstein acreditava em Deus, pelo fato ele ter comentado que "Deus não jogaria aos dados" caie por terra. Esta carta confirma o que verdadeiramente ele pensava, e aquela frase nada mais foi uma frase metafórica: ele quis dizer que não acreditava que a natureza seja totalmente a-causal ou aleatória, no contexto do surgimento da mecânica quântica para entender a natureza de pequenas partículas e suas integrações.
Algumas religiões usam essa famosa frase de A. Einstein para ganhar mais adeptos, considerando erradamente que um dos melhores cientistas do século passado acreditava em Deus.

em relação ao fato que os judeus ortodoxos pensem que eles são a raça escolhida por Deus, junto com a sua religião; pelos acontecimentos nos últimos 60 anos, e principalmente hoje quando a cada dia em nome do estado judaico de Israel se asse-sina, se mata famílias, crianças, se castiga com fome, falta de agua e de luz a povos inteiros nos territórios árabes, é loucura,insensatez e fascista pensar que os judeus é a raça escolhida por Deus. Se ele existisse como poderia permitir tais atrocidades.
Na verdade a religião foi criada na maioria das culturas para poder dominar povos inteiros, e assim se manter no poder por longos períodos. Marx, falou que a religião é o opio do povo, que não lês permite tomar os seus destino na suas mãos. Por ultimo a moralidade não é atributo exclusivo das religiões, nem muito menos a fé e atributo exclusivo das religiões. mesmo os não crentes em Deus acreditamos que a fé move montanhas. Na historia temos muitas provas de isso. A grande derrota do império americano pelos aguerridos vietnamitas demonstra que quando se tem fé, se tem uma ideologia se tem uma pátria, uma família e um destino por construir nada é impossível.



Cada vez que un país es rico por su posición estratégica y sus recursos, se coaligan una potencia imperial con una oligarquía local para secesionarlo y confiscar sus bienes.

cada ves que um país é rico por sua posição estratégica e seus recursos, se juntam uma potencia imperial com a oligarquia local para dividir-o e confiscar seus bens.

terça-feira, maio 13, 2008



Mulher rendera (portugues) - mujer hilandera (espannhol)

na voz e no ritmo do grupo de cumbia "juaneco y su combo"

la cancion transformadora

ei aqui a razão da existencia e aprofundamento da diferenças de classes sociais.

porque ser dono das maquinas da direito a nao trabalhar e ganhar mais?

la cumbre de la continuidad

se continuará exportando riquezas naturales
a precios infimos a cambio de nada, es decir, importacion de productos tecnologicos
sin ninguna transferencia de tecnologia e conocimiento.

segunda-feira, maio 12, 2008


ya comenzó la falta de alimentos y la subida de precios de los productos alimenticios!!!

quarta-feira, maio 07, 2008


Segundo novos resultados de pesquisas feitos pelo departamento de ciencia e engenheria
do MIT, muito antes da chegada dos europeios a America, ja tinha balsas de vela surcando as aguas do oceano pacifico equatorial. estas balsas percorriam miles de kilometros, transportando produtos comerciais entre zonas que hoje são chile e o occidente do Mexico.Este comercio maritimo funcionaba faz mas de mil anos. Este resultado interessante se baseia em analise de similitude de tecnologia metalurgica e vestigios de produtos comercializados. Existem alguns relatos de parte de espanhois portugueses e holandeses que inclue descrições e relatos sobre a existencia de balsas da civilizacao andina.

segunda-feira, maio 05, 2008

Referendum de santa cruz

del total de electores posibles participaron solamente 60% !. Se entiende que los otros 40 % automaticamente consideran que el proceso es ilegal y anticonstitucional

considerando que de los participantes, el 14.4 % votaron por el NO, y el 85.6% votaron por el SI
tenemos:

Rechazo al proceso separatista : 14.4+ 40 = 54.4 %
apoyo al proceso separatista : 45.6 %

quien gano? Una bolivia unificada multietnica y sin latifundiaros!!

sábado, maio 03, 2008


Una coleccion de piezas pre-colombinas, está retenida en alemania, varios paises reclaman ser dueño de esta colección de arte de las americas que vale en el orden de 64 millones de euros segun "los especialistas".
hasta españa (pais que invadió y agredió ferozmente a las culturas existentes en las america hasta los años 1532) se atribuye el derecho de reclamar el pose de estas piezas. Es obvio que estas piezas no pertenece a españa o a algun pais europeo, mucho menos a alguna empresa o museo particular. Los pueblos amerindios tuvieron habilidad particular para crear arte en todas sus perspectivas, en cuanto europa caia en el oscurantismo. Un estudio amplio, como datacion con carbono 14, estudio comparativo de tecnicas y colores deve de algun modo definir el origen de estas piezas valiosas. Valiosas por estas piezas son vestigios del arte y el avanze tecnologico que tenian los pueblos pre-hispanicos y no porque individuos o instituciones le dan valor monetario para tener en sus manos y lucrar con ellos.
El hecho que hasta inclusive instituciones privadas se dan el derecho de reclamar pose de estas piezas, muestra la codicia aun existente en paises y invididuos que desde siglos vienen usurpando del trabajo, creatividad y el arte de pueblos que fueron destruidos bajo el titulo funesto de incivilizados. Como se explica que, en una época donde existen palabras como "derechos autorales", "pirateria"; una epoca donde cualquier producto del capitalismo tiene derecho a cobrar en dolares por derechos de invencion, de creación; esas mismas instituciones y gobiernos tengan la soberbia de reclamar el derecho a pose de productos artisticos de otros pueblos y culturas?. "Dos pesos, dos medidas" es ésa la orden mundial lejos de convivencia pacifica y el respeto a cada pais ó a cada cultura en el mundo de hoy.

sexta-feira, maio 02, 2008






dos marchas, dos destinos :
en estados unidos la marcha por mejores condiciones de vida y de trabajo
en cuba, una marcha por los logros conquistados en los ultimos 50 años



















1 de mayo en el peru, rechazo a la politica neoliberal del gobierno actual


homenaje al dia internacional de los proletarios del mundo

quarta-feira, abril 30, 2008



Sobre el poder mediatico

discusion y encuentro de jovenes en la UNMSM, sobre el poder de la midia en la vida del cuidadano. entienda de como el gobierno actual conseguió comprar a los principales medios de informacion privado.
Videos sobre la discusion deste asunto muy actual en la UNMSM-lima-Peru

A implementacion de un gobierno dictatorial de alan garcia y la cupula aprista en el peru.
Mayores informaciones en el diario la primera.

la criminalizacion de las manifestaciones por aumentos salariales, la aparicion de grupos paramilitares, en el gobierno actual (de forma similiar, en el primer gobierno de alan garcia del año 85, el gobierno aprista y un sector de la cupula militar ligado a este partido crearon el grupo paramilitar denominado comando rodrigo franco, que realizó asesinato de dirigentes sindicales y periodistas opositores al regimen aprista). La detencion de esudiantes, en particular de una poetisa simpatizando del movimiento bolivariano, la muerte de ciudadados participantes en las movilizaciones sociales en cuzco y ayacucho por parte de infiltrados pertenecientes al grupo paralimitar nuevo. La donacion del territorio para bases militares de otros paises, específicamente la creacion de una base militar norteamericana, mas allá de constituir traicion a la patria es una clara muestra del papel servil del gobierno actual a los intereses geopoliticos de estados unidos en la region. Claramente constituye tambien la implantacion de un gobierno dictatorial totalitario, que no satisfecho de comprar casi todos los medios de comunicacion, persigue a los periodistas detractores del regimen y criminaliza todo tipo de manifestacion de derecho a justicia, trabajo e dignidad de vida en el peru.

terça-feira, abril 22, 2008



una musica bella de, luis abanto morales
Movimientos populares realizan marcha contra la pretension separatista
de santa cruz. Ver imagenes y video


A través de un comunicado, el Pueblo Mapuche de Chile también expresó su solidaridad al Gobierno del presidente Evo Morales y convocó a los pueblos indígenas del mundo a manifestarse de distintas maneras el próximo 30 de abril.
- Evo Morales pidió en Nueva York la democratización de la ONU

La Conferederación de Pueblos Indígenas del Oriente Boliviano (Cidob) manifestó este lunes su intención de realizar una marcha hacia el departamento de Santa Cruz (este), para rechazar los referendos separatistas que organizan sectores opositores al Gobierno del presidente Evo Morales.

El vicepresidente de la Cidob, Pedro Nuni, indicó que indígenas provenientes de los diferentes pueblos originarios empezaron a concentrarse desde el fin de semana en la localidad cruceña de San Román para, en los próximos días, movilizarse en repudio a los referendos ilegales que impulsan las autoridades departamentales.

"Con ello estamos diciendo al país que no estamos de acuerdo y no vamos a legitimar un estatuto ilegal que no sirve para nosotros, que no es más que una consulta, una encuesta", sostuvo.

Nuni comentó que los pueblos indígenas no están de acuerdo con los estatutos autonómicos impulsados por prefectos y cívicos de Santa Cruz (este), Beni, Pando y Tarija (noreste), de la llamada "media luna" y "eso lo vamos a demostrar el día que estemos partiendo desde San Román".

El dirigente indicó que sostuvo una reunión con los indígenas del departamento de Beni, donde abordaron el tema de los referendos separatistas de la "media luna".

Al respecto dijo que "nuestros hermanos indígenas del Gran Moxos se han declarado autónomos y han desafiado a la autonomía ilegal que propugnan los prefectos, no van a permitir la entrada de una sola ánfora, no van a participar de ese referéndum porque no se puede tolerar".

"El hecho de declararse autónomos implica que son los únicos los que deciden qué hacer dentro de su territorio y sus propias comunidades", dijo.

A pesar de que la Corte Nacional Electoral (CNE) de Bolivia ha calificado las consultas como ilegales, el primer referendo autonómico está convocado, de manera unilateral, para el 4 de mayo, en Santa Cruz; el primero de junio, en Beni y Pando; y el 22 de junio en Tarija.

El pasado jueves, el ministro de Gobierno de Bolivia, Alfredo Rada, reiteró la inconstitucionalidad de las consultas y llamó a los sectores opositores a dejar de lado la intransigencia y a desistir de sus intentos.

"Cuando señalamos intransigencia estamos hablando que hay sectores cívicos y empresariales que llevados por un afán político de oposición al gobierno de Evo Morales, insisten en una convocatoria ilegal a un acto no vinculante", dijo Rada.

Mapuches se solidarizan

A través de un comunicado, el Pueblo Mapuche de Chile expresó su solidaridad al Gobierno del presidente Evo Morales y convocó a los pueblos indígenas del mundo a manifestarse de distintas maneras el próximo 30 de abril.

"Hacemos un llamado urgente a solidarizarse con el Gobierno de (Evo) Morales Ayma, quien se encuentra amenazado por grupos económicos de Santa Cruz, Beni, Pando, Cochabamba y Tarija", reseña el texto emitido por el pueblo indígena chileno.

El pueblo Mapuche advierte que las acciones de desestabilización en contra de la gestión del Ejecutivo constituye un caso ejemplar del racismo y discriminación persistente en contra de los pueblos indígenas y sus derechos.

"Reiteramos el llamado a efectuar diversas iniciativas políticas el día 30 de abril, para que los gobiernos de América y del mundo exhorten a la comunidad internacional a mantener un respeto pleno al Gobierno del presidente Evo Morales", reitera.

Asimismo, el pronunciamiento destaca que ese día el Pueblo Mapuche, junto a un grupo de parlamentarios, organizaciones sociales y políticas de Chile, solicitará a la presidenta de ese país, Michelle Bachelet, exprese un pronunciamiento de "respeto a la voluntad del pueblo de Bolivia representado en el Gobierno del presidente Morales".

Propuestas sin respaldo

La Asamblea de Pueblos Guaraníes (APG) y la Coordinadora del Pueblo Étnico de Santa Cruz manifestaron, este lunes, que no participarán en la consulta del estatuto cruceño a realizarse el 4 de mayo.

El presidente de la APG, Wilson Changaray, expresó. "Hemos determinado no participar de esa consulta en Santa Cruz, ya que es un estatuto anticonstitucional que no tiene la aprobación de los sectores sociales. Nosotros somos el pulmón de Bolivia", aseguró.

De igual forma, el ejecutivo de la Coordinadora del Pueblo Étnico de Santa Cruz (CPESC), Diego Faldín, se sumó a la medida e indicó:"No participaremos de esta consulta que es un desacato a la Constitución y las leyes, ya que ni el Prefecto (Rubén Costas) ni los cívicos tienen ninguna potestad para convocar a esta consulta".

Por otra parte, según el senador por el departamento de Pando, Abraham Cuellar, las autoridades de ese departamento analizaron la posibilidad de suspender la consulta sobre ese estatuto para que el mismo sea consensuado y enmarcado en la ley, tras comprobar que no cuenta con el apoyo de la población.

Cuellar dijo que "por lo menos el 60 por ciento de los pandinos no estarían de acuerdo con los estatutos, porque no está enmarcado en la Constitución actual (de Bolivia), ni en la nueva Constitución Política del Estado", sancionada por la Asamblea Constituyente a finales de 2007.

fuente: telesur TV

segunda-feira, abril 21, 2008

Cual seria o motivo del viaje del papa benito a estados unidos y al marco cero donde antes existía las flamantes y simbólicas torres gemelas ?

En un momento que está candentes las elecciones en los estados unidos, la ida del papa a estados unidos fue muy conveniente para los republicanos del señor bush en su intento de mantener el poder en ese pais.
No fué solamente para pedir perdones a todos sus fieles por las tantas veces que los padres catolicos ofendieron con actos insanos y repudiables de pedofilia. Después de tantos años de ocultar, de proteger a sus padres corruptos; de obstruir a la justicia y a las diversas comunidades para condenar a aquellos padres que violentaron a muchísimos niños y adolescentes.

A pesar que la politica externa norteamericana no mudará mismo con la presencia de barack obama ni mucho menos con hillary clinton. Pues de hecho la politica ambiciosa y prepotente de estados unidos tanto por republicanos e democratas siempre fue igual, solo muda en forma y nó en contenido. Posiblemente en cuestiones de politica interna podria haber algun cambio.
Pero de todos modos, algunas cosas sucias en cuestiones economicas, corrupcion en la transferencia de dinero para una supuesta re-construccion de irak, etc saldrán al tapete.

Por tanto es importantísimo para el conservadorismo norte americano que ellos mantegan el poder en la casa blanca. La visita del papa benito, de hecho puede influir en algunos votos a favor de bush, mas aun con su presencia en el lugar donde existió las simbolicas torres gemelas (donde antes volara el hombre araña : dónde estaba cuando los aviones se chocaron contra ella?). Hasta ahora el gobierno norteamericano defiende contra viento y marea que el gobierno de sadam hussein era peligroso, esto es como pensar que un rana venenosa que vive en africa pueda afectar la sobrevivencia de un puma que vive en los antes. Recordar las victimas del atentato contra este simbolo del poder norte americano con una visión unilateral de justicia es nada más que incentivar el nacionalismo norteamericano y así favorecer a que el electorado norteamericano den carta blanca a todo tipo de acciones legales e principalmente ilegales que el gobierno norteamericano realiza y que pretende continuar realizando. El papa benito no condenó a la violencia cotidiana del gobierno sionista de israel que realiza contra el pueblo de arabe. no condenó con la misma behemencia a los miles de muertos en irak por causa de los ataques norteamericanos. Si queremos paz y convivencia pacifica, tenemos que luchar contra las causas de esta violencia, una de ella por ejemplo es la invasion norteamericana a irak. El dia que estados unidos salga de irak, habra menos violencia que ahora; el dia que israel devuelva el territorio apropiado de los arabes, habra menos violencia. el dia que estados unidos salga de colombia, del peru, de paraguay habrá menos violencia. El dia que estados unidos no esté tentando dividir paises, por provecho geopolitico, habra menos violencia como en el tibet.
De hecho el papa benito hoy en dia tiene una posicion uni-lateral, está al compás de la politica hegemonica e prepotente de estados unidos. La convivencia pacifica solo con un trato soberano entre norte-sur, entre este-oeste. entre paises industrializados y paises fuentes de agotables recursos naturales.

sexta-feira, abril 18, 2008

Muerte al amanecer

Hace 25 años, un día del cual tengo el cruel recuerdo, murió Juan Gonzalo Rose, el poeta que puso en las palabras una música que canta desde lejos.

Anoche, en el homenaje que estudiantes de Administración de la Universidad Nacional Mayor de San Marcos rindieron en la Casona a Melissa Patiño, la joven poeta injustamente encarcelada, recordé los días en que nuestra juventud fue herida por la prisión y las torturas, y por el destierro. Recordé asimismo que las dictaduras pasan, pero que la lucha por el pan, la justicia y la libertad no se apagan.

Por eso mismo, mi mejor homenaje a Juan Gonzalo Rose es protestar contra el crimen que se comete contra Melissa y sus compañeros de prisión.

Yo les grito a los tiranos de hoy: ¡no enturbien el alma de los jóvenes! ¡no castiguen sus sueños ni sus cantos!

El día en que la muerte nos ­arrebató a Juan Gonzalo escribí una crónica en que recordé estos versos de Heinrich Heine, el genial poeta alemán: Aus meinem grosse Schmerzen / mach ich die kleine Liedern (= De mis grandes dolores hago pequeños cantos).

Lo castigaron, nos castigaron. Como ahora, los amos de turno tenían miedo a las ideas, a la inteligencia, a los artistas, a la lucha del pueblo. Metieron presos, y hubo más luchadores. Metieron bala (como en Ayacucho estos días), y las masas se envalentonaron.

A Juan Gonzalo le siguen teniendo miedo. Como Vallejo, sigue siendo incómodo. En enero último, cuando el Instituto Nacional de Cultura presentó su edición de las obras completas del poeta, precisé que no eran completas. Entre los poemas faltaba el incandescente “Voz de Orden” y entre las letras de canciones se había omitido la que dedicó a la guerrilla de Luis de la Puente, y al cual Manuel Acosta Ojeda ha transmutado en hermoso yaraví.

Con todo desparpajo, leí entonces el poema omitido y entoné la olvidada canción. ¿Olvidada? En la Casona sanmarquina la entonó ­anoche Margot Palomino, quien recordó que yo se la he enseñado. Escuchando esa voz hermosa y firme, pensé: Juan Gonzalo, los tiranos pasan, las canciones se alojan en el corazón del pueblo, que es eterno.

En una entrevista para el semanario Marka planteé a Rose un cuestionario basado en versos de René Char. ¿Qué te suscitan, le dije, estas palabras: El poema es el amor realizado del deseo que sigue siendo deseo? Su respuesta fue rápida como un relámpago: “Me recuerda algo que yo siempre he pensado: La esperanza es lo último que se pierde, una vez que se ha perdido toda esperanza”.

Había escrito: “Llegado será el día / en que pueda decirse: / frío como la nieve / y feliz como el hombre.”

Toda la poesía de Rose es una antorcha de congoja, amor y esperanza. Su juventud de cárcel, destierro, pobreza, nos grita: ¡no a la injusticia! ¡no a la represión! (La represión es el otro nombre de la injusticia).

fuente

quinta-feira, abril 03, 2008

O Paraíso

Os verdugos costumam ser católicos
crêem na santíssima trindade
e martirizam o próximo como um meio
de combater o anticristo
mas quando morrem não vão para o céu
pois ali não são aceitos assassinos

suas vítimas porém são mártires
e poderiam até ser anjos ou santos
preferem ser destruídos a traidores
mas também não vão para o céu
pois não acreditam que haja um céu

mario benedetti uruguay



Canto a la mujer de mi pueblo

Niña de las trenzas negras
niña de la soledad
morena piel de montañas y
pueblos perdidos
Luz del fogon que lleva
fuego de amor que se aviva

Del cielo de tu mirada
viene sonrisas de sol
y tus manitas morenas
caricias de tierra

Quien velará tus sueños
quien peinará tus trenzas
mujercita tus penas se iran
al despertar en tu vida el amor
y mil secretos la vida abrirá
muchos que el tiempo guardó

Cuentan que entre los maizales
su canto se oye al pasar
y por montañas y cerros se lleva
los vientos
tierno canto de esperanza
llevas ternura del valle

Mujercita tus penas se iran
al despertar en tu vida el amor
y mil secretos la vida abrirá
muchos que el tiempo guardó

terça-feira, abril 01, 2008




homenaje a victor jara, um roto que vale el peso de una montaña, que trascendio con su canto las fronteras de la america latina.