musica con sentido e sentimiento

quinta-feira, janeiro 15, 2009

objetos de consciencia

Objectores de consciência (refusenik) israelitas recusam-se a integrar o exército sionista de ocupação e são presos pela sua decisão corajosa


Entre a população israelita popularizou-se o termo refusenik (sarvanim, סרבנים, en hebreo ) para denominar os objectores e objectoras de consciência que se recusam a incorporar-se no Tsahal, o exército sionista de Israel, enquanto este continuar a ser um exército de ocupação, ou quando são enviados para os territórios palestinianos ocupados.

Claro que existem vários outros grupos, da mais variada natureza, que recusam a ocupação e a guerra movidos pelos seus princípios pacifistas. Mas o mais interessante é mesmo saber que uma quata parte dos jovens israelitas escapam, sob os mais diversos pretextos e subterfúgios, ao serviço militar, algumas vezes, com custos para a sua própria vida, ou da sua liberdade.


Quem são os Shministim?

Shministim significa jovens graduados em hebreu. O serviço militar é obrigatório após o ensino superior para os jovens israelitas. O Shministim são jovens israelitas que se recusam a servir no exército por causa dos 40 anos de ocupação de Israel sobre as terras palestinianas. Em 2008 estima-se que o seu n´mero tenha sido de uma centena, o que tem, normalmente, por consequência, a sua prisão. E aqueles que se recusam a vestir o uniforme militar dentro da prisão são metidos sózinhos em celas em isolamento absoluto. Depois de cumprida a punição, voltem a casa, e se recusarem a alistarem-se, pela segunda vez, são novamente detidos, e assim sucessivamente, conforme a vontade arbitrária das autoridades militares do exército israelita.

Jesse Bacon (justicelovejesse@gmail.com ) forma parte do "Shministim" que se recusam a entrar na máquina militar israelita. Ela própria afirma: « Estou muito orgulhosa da minha decisão em recusar-se a servir um exército que se diz humanitário e que tem fins defensivos, mas que faz sofrer diariamente um povo inteiro. Fui parar à prisão no dia 23 de Setembro. Cumpri 35 dias de detenção. Quando lerem as minhas palavras, o mais certo é eu estar novamente na prisão, junto de outros amigos, que serão detidos depois de estarem uma semana em casa, e voltarem a recusar a sua incorporação no exército.

Apoia os objectores de consciência israelitas enviando cartas de apoio dirigidas ao ministro israelita da defesa, tais como a que podes encontrar em,

WWW.December18th.ORG


Apoia os objectores de consciência israelitas

Outro refusenik é Michel Weksler (mweksler@gmail.com ) que declarou: "Eu era um comandante de tanques no exército israelita. Estive na prisão porque me neguei a ir para Gaza em 2002. Senti que era meu dever recusar ordens que eram claramente ilegais. Aliás, penso que as práticas de ocupação do exército israelita são nitidamente ilegais. Não é de admirar que o Tribunal Supremo Israelita tenha evitado sistemanticamente a pronunciar-se sobre o caso dos refuseniks. Os ataques com foguetes em Gaza são um erro, mas é ridículo da parte de Israel fazer-se de vítima em todo este círculo vicioso. Israel violou a lei internacional, mas também a lei israelita, com a forma como trata dos territórios ocupados. Note-se que essas pessoas vivem num limbo legal. Não são israelitas, nem pertencem a um Estado independente. Ainda por cima Israel está-lhes a negar os seus direitos como povo ocupado, como está previsto na Convenção de Genebra. O governo israelita tenta encobrir esta realidade referindo-se a essas pessoas como «cidadãos de Gaza», só que o povo bombardeado de Gaza não é cidadão de nenhum sítio, e esse é que é o problema: são pessoas sem estado e isto tem que terminar.

Outro caso ainda é o do capitão da Forças Aéreas israelitas, na reserva, Yonatan Shapira, que em 2003 liderou um grupo de pilotos da Força Aérea israelita que se negaram a participar em missões de ataque aos territórios palestinianos. É co-fundador dos Combatentes pelas Paz. Também ele declara: «Os grandes meios de comunicação estão empenhados a não dar uma visão real da situação. As pessoas precissam de ouvir, ver e ler os meios de comunicação alternativos. Se olhares o número de pessoas assassinadas em Gaza, o número de palestinianos mortos é enorme, mais de 400 em Gaza. Não podem sar, procurar alimentação, não têm água potável nem electricidade. Ainda por cima a Força Aéra israelita bombardei-os matando pessoas e crianças inocentes. Os mass media não falam disto. Apenas relatam que o Hamas lança foguetes contra cidades israelitas, o que pode matar pessoas.Mas as represálias israelitas e todo esse aparato não nos vai trazer mais segurança, mas antes pelo contrário. A raiz e a causa do conflito está sim no desenvolvimento da ocupação e na atitude do governo israelita em negociar com o Hamas a fim de acordar para uma completa retirada das fronteiras de 1967. Aliás, não noto da parte do governo israelita qualquer vontade de resolver o porblema. Por isso, quero gritar tão alto quanto possa e pedir ao mundo para que se una nesta luta a fim de evitar mais derramamento de sangue entre palestinianos e israelitas. Digo isto como judeu e israelita que quer continuar a viver neste maravilhoso mas triste pedaço de terra.»

www.CombatantsForPeace.org



Name: Raz Bar-David Varon
Age: 18
Why I am one of the Shministim:
“I wasn’t born to serve as a soldier who occupies another, and the struggle against the occupation is mine too. It is a struggle for hope, for a reality that sometimes feels so far away. I have a responsibility for this society. My responsibility is to refuse.”
First Sentence: 3rd - 21st Nov. 2008 (18 days)
Second Sentence: 24th Nov. - 30th Nov. 2008 (currently in prison)


In a brief statement made on the day of her arrest, Raz said:

“I have witnessed this army demolishing, shooting and humiliating people whom I did not know, but have learnt to respect for their ability to go on dealing with these horrors on a daily basis. There’s supposed to be a good reason for all of this. This reason is supposed to be my defense. I feel like screaming: ‘This does not defend me! It hurts me!’ It hurts me when people, Palestinians, are being so brutally assaulted, and it hurts me when they later turn their hatred towards me because of it. I wasn’t born to serve as a soldier who occupies another, and the struggle against the occupation is mine too. It is a struggle for hope, for a reality that sometimes feels so far away. I have a responsibility for this society. My responsibility is to refuse.”

http://december18th.org/2008/11/24/raz-bar-david-varon/#more-56




Name: Omer Goldman
Age: 19
Location: Tel-Aviv
Why I am one of the Shministim:
“I believe in service to the society I am part of, and that is precisely why I refuse to take part in the war crimes committed by my country. Violence will not bring any kind of solution, and I shall not commit violence, come what may.”
First Sentence: 22nd Sept. - 10th Oct. 2008 (18 days)
Second Sentence: 12th - 24th Oct. 2008 (10 days)


Omer Goldman, has had to confront the values of her own family. She is the daughter of the former deputy head of Mossad, the Israeli intelligence service and who is still considered one of the most powerful men in the Israeli security system. Omer, without her father’s permission visited a Palestinian town in the West Bank and at a check-point, alongside Palestinians, her supposed enemies, was fired upon by Israeli soldiers, “We were sitting by the roadside talking and soldiers came along and after a few seconds they received an order and fired gas grenades and rubber bullets at us. Then it struck me, to my astonishment, that the soldiers were following an order without thinking. For the first time in my life, an Israeli soldier raised his weapon and fired at me.”

Although, not surprisingly, her father does not support her decision to refuse, he still supports her as a daughter. “He and I have very similar characters. I, too, fight to the end for what I believe in. But we are opposites ideologically.”

In her declaration of refusal she stated:

“I refuse to enlist in the Israeli military. I shall not be part of an army that needlessly implements a violent policy and violates the most basic human rights on a daily basis.

Like most of my peers, I too have not dared to question the ethics of the Israeli military. But when I visited the Occupied Territories I realized I see a completely different reality, a violent, oppressive, extreme reality that must be ended.

I believe in service to the society I am part of, and that is precisely why I refuse to take part in the war crimes committed by my country. Violence will not bring any kind of solution, and I shall not commit violence, come what may. “


Name: Sahar Vardi
Age: 18
Location: Jerusalem
Why I am one of the Shministim:
“I realize that the soldier at the checkpoint is not responsible for the wretched policy of the oppressor towards civilians, I am unable to relieve that soldier of responsibility for his conduct … I mean the human responsibility of not causing another human being to suffer.”
First Sentence: 25th - 31st Aug. 2008 (6 days)
Second Sentence: 12th - 30th Oct. (18 days)
Third Sentence: 3rd - 21st Nov. 2008 (18 days)


Sahar was the third conscientious objector, and the first woman, to be imprisoned among this years group of high school seniors, who signed a collective declaration of refusal to serve in the Israeli army of occupation.

While she stresses the importance of resisting the occupation of Palestine as a motive for her refusal, Sahar’s conscientious objection is also rooted in a wider pacifist position.

During her sentence Sahar refused to wear a military uniform in prison, and subsequently spent the duration of her detention in solitary confinement. The Isolation Wards of military prisons in Israel are often the cite of various minor or less minor forms of abuse, so Sahar needs your support.

In a letter to the Minister of Defense, declaring her refusal to serve in the military, She wrote:

“I have been to the occupied Palestinian territory many times, and even though I realize that the soldier at the checkpoint is not responsible for the wretched policy of the oppressor towards civilians, I am unable to relieve that soldier of responsibility for his conduct … I mean the human responsibility of not causing another human being to suffer.

The bloody times in which I live (consisting of assassinations, aggression, bombings, shootings) results in increasing numbers of victims on both sides. It is a vicious circle that emanates from the fact that both sides elect to engage in violence. This choice I refuse to take part in.”

A peaceful demonstration was organized in support of Sahar before her first sentence in military prison on August 25, 2008. About 80 people joined the demonstration, and were met by a small counter-demonstration organized by a pro-military group. The pro-military group confronted the original protesters aggressively and head-butted one of the demonstrators and drove a motorcycle into the crowd.

http://december18th.org/2008/11/23/shministim-statement-1/#more-5














domingo, janeiro 11, 2009

sionismo quiere borrar del mapa a palestina


¿En qué momento un movimiento se convierte en su contrario? Tenemos ejemplos muy cercanos de partidos que pasaron de la lucha heroica contra la oligarquía y el imperialismo a la mansedumbre más abyecta.

La finalidad es borrar a Palestina del mapa. Convertir el territorio ocupado en un ente sin personalidad política para acabar todo reclamo de un Estado palestino, ocupando y colonizando “una tierra sin pueblo”. Muchos perseguidos de ayer han pasado a ser los perseguidores de hoy. Este es el caso de los sionistas, que utilizaron las persecuciones del pueblo judío en Europa y Rusia para impulsar una ideología racista que ha llevado a la actual tragedia en Gaza, en particular, y en Medio Oriente en general.

Los sionistas utilizan argumentos aparentemente racionales en cada ocasión, incluso desde antes de la creación del Estado de Israel.

Actualmente, aseveran que la invasión de Gaza se debe a que ningún país puede vivir con el lanzamiento de cohetes a su territorio efectuado por “la banda terrorista” de Hamas.

Pero mienten descaradamente. No dicen que ellos bloquearon sucesivas negociaciones sostenidas con Yasser Arafat para crear un Estado palestino laico, distinto al islámico que promueven Hamas y otros grupos similares. Y que las bloquearon al negarse a entregar los territorios ocupados palestinos (Gaza, Cisjordania y Jerusalén Oriental).

Los israelíes tampoco vieron con buenos ojos el triunfo de Hamas en las elecciones del 2006 para partir en dos la Autoridad Palestina.

Ofensiva planificada
El lanzamiento de cohetes caseros por Hamas fue, en realidad, la respuesta a una política de exterminio contra los palestinos en Gaza, tanto por el hambre como por la agresión directa en la que murieron 2,400 civiles en poco más de 15 meses.

Según el diario israelí ‘Haaretz’, la actual operación comenzó, en realidad, a prepararse hace dos años, luego del fracaso de la invasión al Líbano. Fue una ofensiva planificada.

Shlomo Ben-Ami, el ex canciller israelí que avanzó mucho en las conversaciones entre el Estado sionista y los palestinos, informó al diario español ‘El País’ que “la operación actual no es una reacción impulsiva desencadenada por un inesperado casus belli: es una decisión que pretende cambiar la ecuación estratégica entre Israel y el régimen de Hamas en Gaza”.

El alto mando sionista entrenó a sus soldados para combatir cuerpo a cuerpo en Gaza, construyendo réplicas de sus calles en el desierto de Neghev, y recogiendo “información de inteligencia” por medio de satélites, aviones espía y en el propio terreno acerca de los grupos palestinos, sus instalaciones, depósitos y domicilios de sus dirigentes.

¿Qué pretende realmente Israel? No es acabar con los ataques con cohetes de Hamas, como dice la propaganda sionista; ni siquiera terminar con el gobierno de este grupo político islamista.

La finalidad es evitar que exista cualquier régimen político en Gaza y, luego, en Cisjordania, para borrar a Palestina del mapa. Convertir el territorio ocupado en un ente sin personalidad política. Con ello se acabaría todo reclamo de un Estado palestino, ocupando y colonizando “una tierra sin pueblo”.

Judíos oprimidos
No siempre fue así. La opresión contra los judíos en Europa es histórica y no comienza con el nazismo. En 1215, el Concilio de Letrán, convocado por el papa Inocencio III, ordenó que todos los judíos usaran insignias distintivas. En algunas ciudades los obligaron a vivir en áreas especiales, llamadas juderías.

Durante los siglos XIII y XIV, varios reyes llenaron sus arcas después de confiscar las propiedades de los judíos y expulsarlos de sus países. Cuando apareció la peste negra (siglo XIV), fueron masacrados al culpárseles de haber envenenado los pozos de agua.

Ante estas persecuciones, miles de judíos emigraron hacia Europa del Este. En 1648 la comunidad judía, en Polonia, se había convertido en el centro de la cultura judía.

Pero poco después vinieron los ataques liderados por los cosacos ucranianos. Al estar prohibidos de ejercer profesiones liberales, poseer propiedades agrícolas y grandes empresas, tuvieron que dedicarse al pequeño comercio.

Con la Revolución Francesa esto cambió. En 1791, la Asamblea Nacional francesa concedió a los judíos el derecho al voto y a la ciudadanía. Posteriormente, Napoleón Bonaparte otorgó la igualdad de derechos a las comunidades judías en la mayoría de Europa.

Las persecuciones tuvieron casi siempre motivaciones políticas. Así, el gobierno imperial ruso financió los pogromos (ataques contra las comunidades judías), para desviar el descontento y el rechazo popular del sistema feudal que imperaba en Rusia a finales del siglo XIX. Unos 2 millones de judíos rusos emigraron a Estados Unidos entre 1890 y finales de la I Guerra Mundial.

Holocaustos y fascistas
El Holocausto nazi fue una barbarie que contó con el apoyo de políticos racistas británicos e incluso de la Iglesia católica a través de su ideología de un pueblo manchado por el deicidio. Pero el sionismo pretende que fue solo y excepcionalmente contra los judíos. ¿Acaso el pueblo gitano no sufrió un holocausto aún mayor a manos del nazismo si revisamos el porcentaje de su población fallecida? ¿Y qué de los aborígenes en Estados Unidos, los kiliwa en México, la política de exterminio del general Roca contra los pueblos originarios argentinos, el genocidio turco contra los armenios, las matanzas en Ruanda?

El sionismo intenta separar a los judíos de las víctimas y los sobrevivientes de otros genocidios, como si ellos fueran el pueblo elegido. Y se lo creen. Se basan en la Biblia para plantear que la tierra prometida por Jehová es el Eretz Israel, que llega a los ríos Eufrates y Tigris. O sea: Iraq.

Ahora bien: ¿se puede ser judío, fascista y hasta nazi? Parece imposible, ¿verdad? Pero Vladimir Jabotinsky, un sionista ucraniano opuesto al socialismo, fundó el grupo Betar, milicias juveniles que vestían camisas pardas como los nazis y que fueron organizadas al estilo de los squadristi fascistas.

Benito Mussolini lo llamaba “el ciudadano fascista”. El ‘Duce’ señalaba que “las condiciones necesarias para el éxito del movimiento sionista son poseer un Estado judío con una bandera y lengua judía. Hay una persona que conoce esto muy bien y es el ciudadano fascista Jabotinsky”.

Enemigo mortal del socialismo, fue su crítico más feroz cuando el sionismo socialista ganó la hegemonía del sionismo mundial. David Ben Gurión, fundador del Estado judío, lo apodaba irónicamente “Vladimir Hitler”.

Opresores y genocidas
Como todo psiquiatra podría indicar, creerse único y haber alcanzado el respeto de sus antiguos enemigos son dos aspectos que pueden transformar a una persona, antes humillada y oprimida, en una persona violenta y opresora para mantener su estatus.

Los antisemitas mataron judíos por ser banqueros que supuestamente controlaban el mundo y por ser subversivos comunistas.

Ahora los antisemitas israelíes presentan a los árabes como ignorantes domesticadores de camellos, dueños de los mercados de petróleo, y como violentos terroristas armados de armas nucleares, químicas y biológicas.

El Estado sionista es racista y discriminador. Margina y explota a su propio pueblo, los mizrahi, simplemente por no ser blancos. Y a los árabes israelíes.

Es un movimiento de conquista. Segrega a las personas, les confisca la tierra, y aplica la limpieza étnica.

¿Qué pasó? ¿Por qué tantos judíos oprimidos se volvieron reaccionarios? Lenin nos puede dar la respuesta. En 1907, el Bund, un movimiento de trabajadores judíos rusos, pedía el derecho a la autodeterminación cultural y nacional dentro de la futura revolución soviética. Lenin les exigió que marchasen junto a todos los trabajadores. No aceptaba el nacionalismo judío por ser segregador y reaccionario. Respaldaba el derecho de las naciones oprimidas a desarrollar sus entidades nacionales, pero estaba contra todo nacionalismo intolerante y estrecho.

Ese nacionalismo intolerante es protagonizado por el Estado sionista, quien hoy persigue y asesina civiles palestinos como antes lo hicieron con los judíos.





DETALLE

Resoluciones de la ONU nunca aplicadas por Israel

Desde 1947 a la fecha, Naciones Unidas aprobaron numerosas resoluciones que nunca fueron aplicadas por el Estado judío, aprovechando el apoyo de Estados Unidos.

La resolución 194, adoptada en 1948, rechazó la expulsión forzada de centenares de miles de palestinos.

La resolución 242, de 1967, exigió la retirada del Ejército israelí de los territorios ocupados durante el reciente conflicto, en referencia a la Guerra de los Seis Días.
La resolución 3236, de 1974, reafirma el derecho inalienable de los palestinos a regresar a sus hogares y recuperar sus bienes, y el derecho de la autodeterminación del pueblo palestino.

La resolución 1322, de 2000, condena el recurso al uso excesivo de la fuerza contra los palestinos y deplora el acto de provocación (de Ariel Sharon) cometido en Jerusalén.


fuente(diario la primera)



sábado, janeiro 10, 2009

Todos somos palestina, todos somos palestino


Todos fuimos, somos, podríamos ser execrados por alguna imaginaria pertenencia étnica o alguna verídica adscripción cultural o política y seleccionados por ella para el gueto, el campo de exterminio, el Holocausto.

Todos fuimos, somos, podríamos ser vejados en nuestra propia tierra, discriminados en nuestra cuna, heridos constantemente por la mirada, la pedrada, el culatazo, el escupitajo de quienes se creen superiores por ser distintos y distintos por ser bestiales.

Todos fuimos, somos, podríamos ser expulsados de nuestro país y reducidos a hileras de pasos que deambulan de uno a otro campo de refugiados sin más horizonte que el alambre de púas.

Todos fuimos, somos, podríamos ser el hambre sin pan, la sed sin agua, la intemperie sin paisaje, la memoria sin recuerdos, la enfermedad sin medicina, la herida sin venda, la quemadura sin analgésico, la amputación sin anestésico, el dolor sin justicia, la muerte sin sentido.

Todos fuimos, somos, podríamos ser víctimas de la limpieza étnica, de los bombardeos contra la población civil, de las bombas de racimo, de la fosa común, de las guerras relámpago que oponen nuestra carne a los carros blindados y nuestros ojos a la invasión de la muerte.

Todos fuimos, somos, podríamos ser los huérfanos, los deudos, los sobrevivientes, los solitarios, los acorralados, sin más compañía que el recuerdo, sin más familia que la lágrima ni más hijo que el alarido ni más hermandad que el desvelo.

Todos somos, podríamos ser, fuimos, los amedrentados por el alarido de las sirenas y el anonimato de las maquinarias de la guerra, los soldados desconocidos, las bajas estimadas, los cuerpos contados o las tumbas sin nombres.

Todos somos, podríamos ser, fuimos, Noche y Niebla, pero también Plomo Fundido.

Todos fuimos, podríamos ser, somos, los culpables de vivir, los ejecutados por el crimen de tener razón, los muertos en aras del espacio vital, los sentenciados por los dividendos, los condenados en las rebatiñas por la energía fósil, los degollados en nombre del Dios del Amor, los satanizados por lo medios, los agredidos representados como agresores, los borrados por el eufemismo, los daños colaterales, los desechables, los prescindibles.

Todos fuimos, somos, podríamos ser los monstruos que ejecutan las atrocidades o que dicen vengar atrocidades cometiéndolas contra inocentes o las consagran con la indiferencia, la inactividad, la pasividad, la complicidad, el silencio.

fuente

quarta-feira, janeiro 07, 2009








Gaza é "campo de concentração", diz cardeal do Vaticano

O cardeal responsável por questões de justiça e paz no Vaticano apresentou na quarta-feira a mais dura crítica da Igreja Católica contra Israel até agora na atual crise do Oriente Médio, ao qualificar Gaza como "um grande campo de concentração".




Política de extermínio na Palestina

O conflito entre Israel e Palestina chega a mais uma fase lamentável. Depois do fim da trégua - que venceu em dezembro do último ano - e a retomada de lançamento de foguetes palestinos no sul de Israel, a faixa de Gaza está sendo novamente ataca pelo exército israelense. Até agora, mais de 500 palestinos foram mortos e o número de feridos ultrapassa os 2,5 mil.

Apesar da crescente pressão internacional, Israel se nega em cessar fogo e conta com apoio do governo dos Estados Unidos (EUA). Os lideres israelenses afirmam que o ataque só cessará quando o Hamas for destruído.

Em entrevista à Radioagência NP, a professora e especialista em cultura árabe da Universidade de São Paulo (USP), Alerne Clemesha, fala sobre o histórico do conflito entre os dois povos e mostra como, ao contrário do que a grande mídia insiste em desmentir, a ação de Israel que denota uma política de segregação e extermínio.

Radioagência NP: Alerne. Fale sobre a origem deste conflito.
Alerne Clemesha: O que está acontecendo em Gaza é nada mais que a continuidade do que a política israelense desde que surgiu o estado de Israel, em 1948. Neste ano, assim que a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou a partilha da chamada "Palestina histórica" (engloba Israel, Cisjordânia e faixa de Gaza), as forças sionistas começaram a realizar ataques a vilarejos palestinos de toda a região, forçando a população palestina a fugir. Os israelenses realizaram massacres e fuzilamentos. De 800 vilarejos da Palestina histórica, foram destruídos um total de 530.

Mas há registros de todo esse massacre? E qual a razão desse sionismo?
Isto está muito bem registrado pela chamada nova historiografia israelense. Esse esforço do sionismo era para criar um Estado que fosse puramente judeu. Não havia interesse nenhum na aceitação de diferentes etnias e religiões. Está comprovado que aquilo que aconteceu em 1948 não foi conseqüência de uma guerra. Esses 800 mil palestinos expulsos, do que hoje é a terra de Israel, deixaram para trás tudo que gerações construíram e que fazia parte de sua vida. Hoje a população da faixa de Gaza é de 1,5 milhão, sendo que 1,1 milhão são refugiados. Ou seja, descentes daqueles que foram expulsos em 1948. Esses também foram para Cisjordânia, para os países árabes ao redor e também para o mundo todo. A partir daí os palestinos passaram a se espalhar sem ter um Estado próprio, e sem ter, até hoje, uma representação própria.

A que você explica essa falta de ação das potências mundiais e organismos competentes em intervir para resolver de vez este conflito?
A própria criação do Estado de Israel teve mais que um fator motivador. Nós comentamos aqui da necessidade de reparar os judeus pelo crime do holocausto, agora outro motivador, provavelmente mais importante porque antecedeu esse, foi o de usar o sionismo como aliado para a dominação dentro do Oriente Médio. Foi assim que começou o apoio britânico ao sionismo antes da Segunda Guerra Mundial. Esse fator continuou ao longo da segunda metade do século XX. Israel continuou a ser o grande aliado dos EUA, depois de ser da Inglaterra, e isso faz com que os EUA agora dêem um apoio incondicional ao Estado de Israel. E essa aliança política de interesses é o que impede a ONU se encarregue da situação de fato, porque a Assembléia Geral [da ONU] sempre votou que Israel terminasse essa ocupação dos territórios palestinos.

É exagero dizer que há uma política de extermínio do povo palestino?
Não há mais como negar que há um extermínio do povo palestino. Ali você tem uma política de segregação racial que cria um estado de apartheid, além de criar esses bolsões que são hoje guetos palestinos murados, e veja que quando eu uso esse termo não é um exagero. Se você pegar a cidade de Belém, na Palestina, [Cisjordânia] essa cidade tem um muro dando a volta nela. Não tem como entrar e sair de Belém sem a permissão do exército israelense. E depois de toda essa política paulatina de segregação cada vez maior, há a possibilidade absoluta de realizar um massacre.

Como você analisa a figura do Hamas nesse conflito?
O Hamas é um partido político. Independentemente da sua casta de fundação ou teor religioso do partido, o Hamas vem declarando – e a imprensa não divulga – que gostaria de realizar conversas para reconhecer o Estado de Israel. Isto não está escrito na sua carta [do partido], mas eles têm dado declarações. Mas por que não colocam isso na carta? Porque seria com entregar para Israel a única troca que o Hamas teria. Israel ainda não reconhece direito ao Estado palestino. Por mais que se possa criticar o Hamas por seu aspecto religioso, trata-se de um partido. Imagine só se fosse o governo palestino, por exemplo, dizendo que o governo eleito do Likud [partido do ex-primeiro ministro israelense Ariel Sharon] deve ser derrubado por ele ser religioso. Ninguém aceitaria, mas seria exatamente a mesma coisa. Só se aceita isso porque existe na cabeça das pessoas toda uma preparação ideológica para aceitar que o árabe é terrorista.

O Hamas tem apoio da população palestina?
A população palestina não é majoritariamente a favor de um Estado islâmico. Trata-se de uma população laica que até há alguns anos atrás, 96% dela era a favor de um Estado laico e não de um religioso, mas o boicote ao governo eleito do Hamas apenas o fortalece. A grande maioria dos palestinos em Gaza que não eram favoráveis ao Hamas, passam a ser, pois enxergam o seu apoio ao Hamas como uma resistência à Israel.

fonte(entrevista a professora USP)

ajuda humanitaria da europa e a complicidade ianque


o rosto do desespero e a dor

ação do estado de israel contra o povo da franja de gaza. a ação militar com apoio do armamento moderno dos estados unidos, não tem comparação com os fogetes da resistencia arabe, que geralmente cai no campo e com pouco poder de ação.
Tudo indica que israel deliberdamente esta matando crianças e maes de familia.

quarta-feira, dezembro 31, 2008

yo te nombro : libertad

hoy mas que nunca, esta poesia hecha canción cobra realismo, vigencia
(en apoyo al pueblo arabe que lucha contra el invasor sionista de israel)

Yo te nombro, libertad

Por el pájaro enjaulado, por el pez en la pecera,
por mi amigo que está preso porque ha dicho lo que piensa.
Por las flores arrancadas, por la hierba pisoteada,
por los árboles podados, por los cuerpos torturados.
Yo te nombro, libertad.
Por los dientes apretados, por la rabia contenida,
por el nudo en la garganta, por las bocas que no cantan.
Por el verso clandestino, por el verso censurado,por el joven exilado, por los nombres prohibidos.Yo te nombro, libertad.
Te nombro en nombre de todos, por tu nombre verdadero;
te nombro cuando oscurece y cuando nadie me ve.

Escribo tu nombre en las paredes de mi ciudad:tu nombre verdadero,tu nombre y otros nombres que no nombro por temor.
Por la idea perseguida, por los golpes recibidos,por aquel que no resiste,
por aquellos que se esconden.
Por el miedo que te tienen, por tus pasos que vigilan,
por la forma en que te atacan, por los hijos que te matan.
Yo te nombro, libertad.
Por las tierras invadidas, por los pueblos conquistados,
por la gente sometida, por los hombres explotados.
Por los muertos en la hoguera, por el justo ajusticiado,
por el héroe asesinado por los fuegos apagados.
Yo te nombro, libertad.Te nombro en nombre de todos, por tu nombre verdadero;
te nombro cuando oscurece y cuando nadie me ve.
Escribo tu nombre en las paredes de mi ciudad: tu nombre verdadero,tu nombre y otros nombres que no nombro por temor.
Yo te nombro, libertad.


El neo-nazismo de israel ataca






(1) Una enorme masa de gente levanta el cadáver de una niña palestina muerta durante los bombardeos israelíes. (2) Judíos polacos muertos en Auschwitz. (3) El primer ministro y el presidente israelí celebran la ‘victoria militar’.

Un día más de los atroces bombardeos israelíes en la Franja de Gaza. El número de cadáveres palestinos crece hora tras hora. La operación ‘Plomo Lanzado’ ha asesinado, desde el sábado, al menos a 360 personas, entre ellas se cuentan 21 niños.

El relator especial de Naciones Unidas para los territorios palestinos, Richard Faulk, ha afirmado que Israel está cometiendo “una espeluznante serie de atrocidades, utilizando armamentos modernos contra una población indefensa y atacando a una población que ha estado sufriendo un severo bloqueo durante muchos meses”.

Faulk dijo sentirse estupefacto por el hecho de que la comunidad internacional no haya tomado medidas más decisivas como respuesta ante lo que está ocurriendo.

Asimismo, Vittorio Arrigoni, del diario Il Manifesto, ha indicado que “el silencio del ‘mundo civilizado’ es más ensordecedor que las explosiones que cubren la ciudad como un manto de muerte y terror”.

Y es cierto. La comunidad internacional ha callado frente a este genocidio o ha caído en el chantaje sionista de llevar el debate a si tiene derecho a defenderse de las agresiones "terroristas". Se lamenta la ‘desproporción’ del ataque pero no la ofensiva en sí.

La propaganda israelí culpa a Hamas por la sangrienta intervención bajo la excusa de que hace meses que este movimiento islámico dispara misiles Qassam contra su territorio. Pero ¿cuántos israelíes han muerto durante esos meses y cuántos palestinos en estos días? La disparidad es manifiesta.

Cínicamente, los gobernantes israelíes han nombrado la sangrienta intervención en forma poética.

‘Plomo Lanzado’ es la adaptación de un poema de Haim Nachman Bialik, quien vivió y murió poéticamente antes que Israel fuera fundada sobre un 78% de territorio palestino.

En una de sus obras, Bialik habla de un “trompo lanzado de plomo sólido”, un juguete que ahora lanzan los sionistas sobre Gaza.

Ocultando la historia
Muchos historiadores occidentales e inclusive pensadores judíos no sionistas han sido marginados y catalogados como antisemitas sólo por buscar verdades que han sido ocultadas sistemáticamente por el Estado sionista.

La primera de ellas es que el Holocausto judío existió efectivamente y fue una barbarie sistemática planificada por los nazis. De igual modo, que en campos de exterminio como Auschwitz- Biurkenau o Treblinka murieron cientos de miles de personas consideradas inferiores, principalmente judíos.

Sólo en Auschwitz murieron aproximadamente un millón de judíos. También murieron 75,000 polacos no judíos, unos 18,000 gitanos, 15,000 prisioneros de guerra soviéticos y miles de homosexuales, discapacitados, y hasta testigos de Jehová.

Resulta paradójico pero los nazis a cargo de los campos de exterminio llamaban “musulmanes” a aquellas personas de color cetrino que, por debilidad, no podían realizar trabajos físicos y sólo esperaban la muerte.

Lo que encubre el sionismo es que gran parte de los judíos confinados en estos campos eran miembros de la resistencia secreta contra el nazismo. Los otros miembros de la resistencia usualmente lograban escapar para unirse a los partisanos.

El levantamiento del gueto de Varsovia, donde los judíos lanzaron una lucha armada desigual, fue un símbolo de valentía y el primer levantamiento armado contra el gobierno nazi en toda Europa.

Esa resistencia es la misma que los palestinos vienen librando hace 60 años contra la ocupación israelí, en forma secreta y pública, de modo pacífico y armado, para reconquistar Cisjordania y fundar un Estado independiente, cuya capital sería Jerusalén oriental.

Sionismo en Palestina
La propaganda sionista pretende que Palestina era un territorio abandonado en el cual le correspondía, por tener ahí sus raíces históricas, construir su Estado. Afirman que “ocho olas de inmigración transformaron la tierra de Israel, de una franja de tierra abandonada del imperio otomano, a un asentamiento judío fructífero y desarrollado”.

Mienten. ¿Por qué, sino, buscaron antes otros territorios como Uganda y Argentina donde emigrar?

Y cuando se funda el Estado israelí en 1948, ya vivían allí cientos de miles de árabes palestinos, los que fueron expulsados de sus hogares y tierras.

Luego, Israel se adueñó de los territorios de Cisjordania y Gaza y la parte oriental de Jerusalén. Pese a que el Consejo de Seguridad de la ONU ha exigido que abandone los territorios ocupados, Israel se ha negado a hacerlo, con la complicidad de Estados Unidos.

En dichas condiciones, el régimen corrupto de Al Fatah que gastaba a manos llenas el dinero que recibía de las financieras europeas, fue vencido en las urnas por el islámico Hamas. Europa y Estados Unidos se rasgaron las vestiduras y dieron su apoyo al domesticado Mahmoud Abbas, de Al Fatah. Israel había logrado, así, un objetivo estratégico: romper el movimiento de liberación palestino.

Además, en esta guerra de ocupación, Israel ha instalado a millares de sus colonos en Jerusalén Oriental y Cisjordania. Colonos que pertenecen a la más dura derecha y que amenazan a los palestinos con pintas como “¡Árabes a las cámaras de gas!”.

Gaza es actualmente una zona en la que sus habitantes pueden ser hambreados y asesinados impunemente.

Un Estado indigente
Karen Koenig AbuZayd, jefa de la agencia de la ONU para refugiados palestinos, UNRWA, escribió este año: “Gaza está siendo reducida intencionalmente a un estado de abyecta indigencia, con el conocimiento, la aquiescencia y –algunos dirían– el aliento de la comunidad internacional”.

El escritor Ali Abunimah relata: ‘En barriadas y sobre estercoleros, viven un millón y medio de palestinos. Israel les impide entrar o salir del territorio, les raciona el agua, la electricidad, los alimentos y las medicinas… Y los bombardea cuando es menester’.

¿Cuándo reaccionará el mundo ante esta matanza? ¿Cuándo pasará de las palabras a los hechos?

El asesinado dirigente israelí Yitzhak Rabin dijo: ‘Suficiente de sangre y lágrimas. ¡Suficiente!’ Y Yasser Arafat le habría respondido simplemente, en su idioma, ‘Salaam’ (Paz).

Piden sanciones
El presidente de la Asamblea General de la ONU, el sacerdote nicaragüense Miguel D'Escoto Brockmann, comparó recientemente el cerco de Gaza por Israel, con “el apartheid de los primeros tiempos en otro continente”. Como escribiera Nelson Mandela, con la excepción del genocidio nazi, “no hay un mal que haya sido tan condenado por todo el mundo como el apartheid”.

Y recordó que fueron las sanciones internacionales las que ayudaron a terminar con este flagelo, agregando: “Deberíamos considerar ponernos a la cabeza de una similar campaña no violenta de boicot, desinversión y sanciones para presionar a Israel...”

fuente: diario la primera

sexta-feira, dezembro 26, 2008

el beso del adios



el beso del adios para el genocida


"este es el beso del adios, perro!! "
"este é o beijo do adeus, seu cachorro"

terça-feira, dezembro 16, 2008

Declaración de Bahía



Representantes de organizaciones y movimientos sociales de América Latina y el Caribe, reunidos a raíz de la histórica realización de cinco cumbres simultáneas de presidentes de MERCOSUR, UNASUR, ALADI, del Grupo de Rio y de América Latina y Caribe en Salvador, Bahía.

Asumiendo el rumbo que marcan los resultados de las Cumbres de los Pueblos realizadas en Posadas 2008, Lima 2008, Santiago de Chile 2007, Cochabamba 2006 y Mar del Plata 2005.

Reafirmando que los hombres y mujeres de América Latina y Caribe venimos construyendo la integración desde los pueblos, avanzando en la disputa por la profunda transformación del modelo productivo actual en una perspectiva soberana, sustentable y justa.

Teniendo en cuenta los cambios que se están realizando en el escenario mundial a raíz del desencadenamiento de la crisis económica del sistema capitalista que es producto de las políticas neoliberales de la globalización que han sumido a la humanidad en una profunda crisis energética, alimentaria, climática y social y que ahora se expresan en la crisis económica y financiera.

Observando que bajo la conducción del actual gobierno de Estados Unidos se busca dividir la región, reeditar la fracasada propuesta del ALCA y profundizar los esquemas de libre comercio, apertura a las inversiones, endeudamiento en varios países y militarización, y que la Unión Europea busca impulsar políticas similares en nuestra región.

Reconociendo no obstante, que algunos gobiernos de la región han iniciado caminos alternativos de desarrollo planteando nuevas formas de organización económica, constatamos el mantenimiento de las políticas neoliberales que han conducido a muchos pueblos a escala global a la profundización de la pobreza, la discriminación y el abandono de la capacidad de los estados de promover el desarrollo económico y social.

Declaramos:

Asumir el compromiso de profundizar la integración desde los pueblos, en este momento histórico de lucha y movilización de América Latina y el Caribe, construyendo la soberanía popular.

Por eso consideramos que la salida a la crisis económica global debe tener como respuesta estratégica la integración soberana de los países de la región y la construcción de un nuevo orden internacional económico, financiero, basado en la solidaridad, la justicia y el respeto a la naturaleza, que valorice el trabajo y que incentive el derecho al desarrollo sustentable de los Países del Sur. Las Américas que queremos construir en la perspectiva de los pueblos deben fundarse en los valores de solidaridad, superación del patriarcado, y ser necesariamente anti-racista, respetuosa de las culturas de los pueblos originarios y de la diversidad como un valor a ser defendido. En este sentido saludamos y nos solidarizamos con los procesos constitucionales en curso en Bolivia y en Ecuador.

Asi vemos con satisfacción que en la región se impulse la autonomía, el fortalecimiento de los mercados internos, el abandono del dólar como referente en los cambios internacionales, el dotarse de una capacidad financiera propia y el replanteo de los esquemas ilegítimos de endeudamiento, como lo ilustra el caso de la auditoria en Ecuador. Así como a fortalecer la democracia, y la autodeterminación, la no injerencia en los asuntos de otros estados y la búsqueda de una relación respetuosa y fraterna entre las naciones.

Señalamos con agrado que han surgido propuestas de integración que reflejan el sentimiento popular de aumentar los lazos solidarios, la cooperación, el intercambio mutuamente beneficioso y la superación de las inequidades.

Al mismo tiempo vemos con preocupación que en buena medida se mantienen los esquemas neoliberales y el modelo depredatorio, monoproductivo, orientado a la exportación de recursos naturales y basado en la construcción de megaproyectos dirigidos a la consolidación de este modelo el cual produce incalculables daños a los pueblos originarios, las mujeres, las comunidades campesinas, las fuentes de agua, el medio ambiente y el desarrollo social, así como se mantiene un modelo energético no sostenible.

Señalamos que el mantenimiento de las políticas de libre comercio es obstáculo para la integración de los pueblos, la justicia social, la soberanía y la democracia y cualquier esfuerzo para retomar las negociaciones de liberalización en la OMC contribuirá a mantener el injusto orden internacional contribuyendo a profundizar la crisis alimentaria y climática, asi como también los TLCs y el ASPAN que precisan ser rechazados para que la integración que queremos pueda avanzar.

Por estas razones proponemos como alternativas desde los pueblos:

1. Ligar el proceso de integración al cambio en el modelo productivo asegurando la soberanía alimentaria, que solo puede alcanzarse con la profundización de una Reforma Agraria, que permita planificar y controlar la producción de alimentos para atender a las necesidades de los pueblos, revalorizando la cultura agroalimentaria de los mismos, en una nueva organización de la vida y de las relaciones entre el campo y la ciudad. La integración debe incluir también la complementariedad de las economías y el fomento a la producción sustentable. La biodiversidad y el conocimiento tradicional son patrimonio de nuestros pueblos, por ello exigimos el cumplimiento del convenio 169 de OIT y la Declaración Universal de Derechos de los Pueblos Indígenas. Asegurar que el uso humano y la preservación de las fuentes y acuíferos vitales al abastecimiento público estén en primer lugar en el ordenamiento jurídico y administrativo de nuestros países; que sea efectivizado un Comité Latinoamericano y Caribeño para el monitoreo y enfrentamiento de las causas y consecuencias del calentamiento global; y que se garantice a los pueblos originarios y tradicionales respeto en los procesos de desarrollo y prioridad en la aplicación de los fondos para la reparación de las injusticias climáticas que afectan nuestros países.

2. Garantizar la soberanía de los países sobre los bienes naturales y sus fuentes energéticas, que no podrá ser alcanzada en detrimento de la soberanía alimentaria y del medio ambiente, y que permita alcanzar el bienestar de sus pueblos. Llamamos a los gobiernos de la región a buscar soluciones dentro de marcos de justicia y solidaridad frente a la demanda del pueblo paraguayo en torno a la renegociación de los tratados de Itaipu y Yaciretá.

3. Asegurar la primacía de los derechos humanos, la vigencia y exigibilidad de los derechos económicos, sociales, culturales y ambientales, adoptando los instrumentos legales para ello. Exigimos garantizar los derechos de las y los migrantes y la libre circulación de personas y no solamente el flujo del capital y las mercancias. Demandamos el compromiso de los gobiernos en ratificar los Convenios 97 y 143 de la OIT y la Convención de la ONU sobre los Derechos de los Trabajadores Migrantes y sus Famílias.

4. Considerando que los trabajadores y las trabajadoras son duramente afectados por la actual crisis del capitalismo, con despidos en masa, reducción de salarios y flexibilización de derechos, exigimos medidas que protejan los intereses del trabajo y hagan que los ricos paguen el precio de la crisis. Defendemos la reducción de la jornada de trabajo sin reducción de salarios, condicionar la liberación de recursos públicos para empresas con dificultades para mantener el nivel de empleo, ampliar el seguro de desempleo, ratificar y aplicar la Convención 158 de la OIT, y prohibir los despidos en masa.

5. Denunciar la criminalización de las mujeres en su lucha por la autonomía y el derecho a decidir sobre sus cuerpos y sus vidas en la lucha por la legalización del aborto.

6. Por entender que el acceso a la salud pública de calidad es un derecho de todos y todas, reivindicamos que los medicamentos y la propiedad intelectual no sean incluidos en la agenda de la OMC. Deseamos que los países tengan la posibilidad de construir un modelo alternativo de patentes que sirva a sus pueblos, y mecanismos de transferencia de tecnología al servicio de la soberanía popular.

7. El modelo capitalista actual no es capaz de ofrecer tierra urbana y vivienda en una localización segura a los trabajadores y trabajadoras; denunciamos que el financiamiento del Banco Mundial y del BID en las ciudades ataca el derecho de la población al medio ambiente. Necesitamos de la democratización de los espacios públicos de las ciudades, con políticas intersectoriales de saneamiento, deporte y recreación; además de la redefinición de las prioridades del gasto público orientado a políticas redistributivas.

8. Es necesario el fortalecimiento de la educación como un bien público, social, un derecho universal y un deber del estado. Exigimos el retiro de la educación de los acuerdos de la OMC. Reafirmamos la necesidad de una cooperación e integración tecnológica y científica, basada en valores solidarios, justos y soberanos.

9. Demandamos la democratización de los medios de comunicación de América Latina e Caribe.

10. Se advierte sobre el peligro que entraña la IV Flota (imperial) de los Estados Unidos que amenaza la paz de la región, ante lo cual, expresamos nuestro más categórico rechazo a la presencia del Comando Sur en nuestro continente. Nos sumamos a la exigencia del pueblo haitiano para el inmediato proceso de retiro de todas las fuerzas armadas extranjeras. Celebramos la ratificación de Ecuador para el retiro definitivo de la Base de Manta y su auditoria, y demandamos que no se desloque la base de Ecuador a Perú. Denunciamos la creciente criminalización y judicialización de la protesta social, como así también la implementación de las llamadas leyes antiterroristas y advertimos al mismo tiempo una nueva ofensiva estadounidense para homologar nuestro marco jurídico regional con la Ley Patriota norteamericana.

11. Las instituciones financieras multilaterales son las principales responsables de las actuales crisis económica, climática, alimentaria y energética. Los pueblos necesitamos de otras instituciones; su sola reforma significará la profundización de las crisis y resultará en una nueva etapa de endeudamiento ilegitimo para nuestros países. Reclamamos a los gobiernos de América Latina y el Caribe que se retiren de estas instituciones, incluyendo al CIADI; una simple reforma en el sistema de poder de decisión no va a superar su lógica. Las deudas ilegitimas que se reclaman a nuestros países ya fueron pagadas varias veces y representan un mecanismo de dominación. Exigimos el reconocimiento del derecho al no pago y el compromiso de los gobiernos de priorizar los derechos de los pueblos y la naturaleza sobre el pago de una deuda financiera ilegítima. Saludamos el no pago de la deuda decidido por el gobierno ecuatoriano, respaldado por un proceso integral de auditoria, y nos solidarizamos con la intención de iniciar nuevos procesos en Paraguay, Bolivia, Venezuela y la creación de la CPI de la deuda en Brasil. Conclamamos a los demas gobiernos de la región y del mundo a respaldar la acción soberana del gobierno ecuatoriano, a emprender iniciativas similares y avanzar en la creación de nuevas instituciones, como el Banco del Sur, que pueden contribuir en la construcción de una nueva arquitectura financiera regional y global.

12. Demandamos que los gobiernos reconozcan la deuda ecológica y que destinen recursos para la necesaria reparación ambiental.

13. Fortalecer y dotar de herramientas eficaces y equitativas a los procesos de integración en curso, buscando su convergencia y superando sus deficiencias, especialmente en lo que se refiere a dotarlos de una institucionalidad operante, garantías para la superación de las asimetrías, resolución de los conflictos por medio del diálogo y teniendo como mira permanente el beneficio de la población.

14. Pedimos el pleno reintegro de Cuba a la comunidad latino americana y caribeña y la eliminación del bloqueo a la isla y la libertad para los cinco patriotas cubanos presos injustamente en las cárceles de EUA.

15. Exigimos la libertad y el fin de la persecución de las feministas nicaragüenses presas por defender los derechos sexuales y reproductivos de las muje

16. Exigimos el fin de la criminalización de los movimientos sociales en nuestra región.

Llamamos a los pueblos de América Latina y el Caribe a la movilización para avanzar en la integración regional y la preservación de las conquistas realizadas y de la democracia, construyendo alternativas de cambio social que nos permitan la realización de una sociedad más justa, equitativa y soberana.

Salvador, Bahia, Brasil

14 de diciembre de 2008

quinta-feira, dezembro 04, 2008

El humo sobre Buenos aires, recuerdan?, era intencional

El segundo poder Hoy se presenta en el Centro Cultural de la Universidad Nacional Mayor de San Marcos, a las 6:30 p.m., el libro Poder Mediático, que coloca al periodismo de hoy en el centro de la escena, sometido al reflector enérgico de la crítica.

Los autores son César Hildebrandt, Alberto Adrianzén, Héctor Bejar, Juan Gargurevich, Gorki Tapia, Winston Orrillo y César Lévano.

Los textos son transcripción de las intervenciones de los periodistas mencionados en el Foro sobre el Poder Mediático que se llevó a cabo el 29 de abril último.

El Foro tuvo concurrencia masiva y vibrante, y durante meses, desde centros académicos y periodísticos del Perú y el exterior, habían pedido grabaciones o vídeos de ese certamen.

La demanda social ha sido satisfecha ahora, gracias a la Universidad de Ciencias y Humanidades, que decidió editar los materiales.

No voy a examinar, en este corto espacio, el libro en su conjunto. Extraigo algunas notas expresivas.

Alberto Adrianzén abordó al tema “Manipulación ideológica y poder”. “Hace unos días”, dijo en su exposición, “ustedes habrán visto esa gran nube de humo que envolvió a la ciudad de Buenos Aires. Realmente, ha sido un acontecimiento importante, pero lo que no se dice en la información que uno ve en la televisión es que dicha nube de humo tiene que ver con la discusión que hay en la Argentina, no solamente por el impuesto a la soya que quiso poner la presidenta Cristina Fernández, sino con el continuo avance de los cultivos de soya, que hoy día llegan a tener más o menos el 70 % de la extensión cultivable”.

Adrianzén precisó que ese incendio fue intencional, para quemar el pasto que alimenta a las vacas y sustituirlo por soya.

Pero esa información, que es clave, no está en los datos de la televisión. Y entonces Adrianzén precisa el rol del conglomerado Clarín, que edita el diario de ese nombre y es dueño de un conjunto de televisoras, radios y diarios de Argentina.

Luego, ¡oh sorpresa! Adrianzén nos entera de que el Grupo Clarín pertenece al Fondo de Inversiones estadounidense Goldman Sachs, uno de los gigantes que ahora tambalean.

El autor precisa: “hay una relación entre la información y los propietarios. Y la tendencia que existe a nivel mundial es, en mi opinión, hiperconcentradora”.

La intervención de César Hildebrandt, así como la esgrima con que se lució en la estación de preguntas, sólo necesita un comentario: hay que leerla y pensarla. Igual se puede decir de los demás expositores.

Un capítulo interesante es la reflexión de Gorki Tapia sobre si el periodismo es, en la sociedad contemporánea, el segundo poder (siendo el primero, como cree Ignacio Ramonet, el económico-financiero). O si es ya, en fusión orgánica con el gran capital, el primer poder.

Hay en Poder Mediático mucha materia para meditar.

quinta-feira, novembro 27, 2008

Aduana boliviana incauta media tonelada de municiones de EE.UU.

 El cargamento presenta altas similitudes con los proyectiles utilizados en la masacre de Pando, que dejó un saldo de 18 campesinos muertos el pasado 11 de septiembre.(Foto: Abn)
El cargamento presenta altas similitudes con los proyectiles utilizados en la masacre de Pando, que dejó un saldo de 18 campesinos muertos el pasado 11 de septiembre.











Este organismo recuerda que el pasado 28 de agosto también incautó en un operativo realizado en la zona franca comercial de El Alto (ciudad aledaña a La Paz y donde está uno de los aeropuertos internacionales de Bolivia) un cargamento de cascos y material bélico destinado al municipio de Santa Cruz (este).



La Aduana boliviana incautó este miércoles en la ciudad de Cochabamba (centro) media tonelada de municiones procedente de Estados Unidos (EE.UU.), las cuales, son del mismo calibre con las que "fueron asesinados campesinos" en la masacre de Pando el pasado 11 de septiembre, informó el organismo.

Según indicó el general Wilfredo Vargas, presidente de la Aduana Nacional de Bolivia (ABN), se decomisaron 22 mil 500 cartuchos de calibre 22, diez mil cartuchos para escopeta, 36 mil fulminantes y más de 111 mil balines de la categoría 5,5, así como vainas vacías recargables.

Vargas recordó que el Gobierno de Evo Morales denunció afanes sediciosos en el país. "Evidentemente faltaban algunas pruebas y este es el caso", añadió la autoridad aduanera.

Asimismo, el presidente aduanero destacó la "peligrosidad" de este cargamento con origen estadounidense, al cual se le considera contrabando porque llegó a Bolivia "camuflado en calidad de enseres personales" y sin la preceptiva licencia del Ministerio de Defensa.

Por otra parte, mostró su preocupación por la posibilidad de que estén en camino cargamentos similares. A raíz de estas sospechas la Aduana ha desplegado a su personal especializado para detectar eventuales embarques sospechosos.

La Aduana Nacional conoce la denominación de la empresa importadora de la munición incautada y los datos de la persona a cuyo nombre se declaró el cargamento, si bien no los ha dado a conocer.

Este organismo recuerda que el pasado 28 de agosto también incautó en un operativo realizado en la zona franca comercial de El Alto (ciudad aledaña a La Paz y donde está uno de los aeropuertos internacionales de Bolivia) un cargamento de cascos y material bélico destinado al municipio de Santa Cruz (este).

domingo, novembro 16, 2008

sábado, novembro 15, 2008

Allard: ''Estados Unidos tiene el record en espionaje, subversión y terrorismo''

En su intervención Allard denunció que Estados Unidos dispone además de ''la red de espías más extensa de la historia, cuyo involucramiento en una larga sucesión de conspiraciones secuestros asesinatos y actos de terrorismo y subversión, está ampliamente demostrado"


El periodista canadiense, Jean Guy Allard, expresó que Estados Unidos "es el país que más uso hace del tema de los Derechos Humanos para calumniar a los que se oponen a sus planes de dominio".

En el marco de la Conferencia Internacional de Revolución e Intervención en América Latina que se realiza en Venezuela este viernes resaltó que "en términos de números Washington detenta el record mundial absoluto de la actividad de inteligencia, y su presupuesto se calcula, de manera muy conservadora en no menos de 30 mil millones de dolares, una cantidad muy superior a los ingresos de varios países del tercer mundo".

Allard enumeró las agencias de espionaje que más injerencia tienen en Latinoamérica y sus funciones específicas entre las que sobresalen la CIA, la DEA, la Agencia de Seguridad Nacional, la Agencia de Inteligencia y Defensa, el Departamento de Seguridad de la Patria y el FBI.

De la DEA indicó que "no le hace falta presentación, ésta maquinaria de espionaje a escala industrial con sus decenas de miles de funcionarios y oficiales es autor de una innumerable cantidad de crímenes cuyos relatos marcan las páginas más sangrientas de la historia reciente del continente".

"Bush responsabilizó a la CIA de todo lo que es la recolección de la llamada 'inteligencia humana', es de decir, las informaciones recogidas de manera clandestina , por cualquier medio así sea fraternizando con funcionarios o políticos corruptos o torturando a presos en cárceles clandestinas", enfatizó Allard.

El periodista canadiense explicó que la CIA se encarga de las llamadas operaciones psicológicas y paramilitares y que su división de actividades especiales se consagra, específicamente, a operaciones totalmente ilegales en territorio ajeno, realizadas por agentes, casi siempre extranjeros, manejados por oficiales radicados en cada embajada norteamericana.

"El caso de posada carriles quien vivió en Venezuela durante casi 20 años es típica de estos asesinos camaleones cuya vinculación con la CIA serán siempre negadas a pesar de las numerosas evidencias y de los documentos desclasificados falsos o verdaderos" indicó Allard.

Jean Guy Allard expresó que al margen de la CIA varias otras agencias amplían de manera considerable el espectro de penetración del poder imperial la National Security Agency busca captar la información detenida por otros países, amigos o enemigos, con el uso de la información digital que intercepta legal e ilegalmente.

Con relación al FBI puntualizó que "es la policía política imperial, la Gestapo, que te visita al trabajo, te rompe la puerta a las cinco de la mañana, mientras filtra todas sus comunicaciones por tener usted ideas de izquierda. Este aparato de seguridad del estado es especialmente el responsable de identificar a las presuntas amenazas, falsas o verdaderas, a la seguridad nacional y de penetrar las redes nacionales y transnacionales que tienen deseo y capacidad de hacer daño a los Estados Unidos".

El periodista canadiense hizo especial mención a la DEA, de la que dijo que "pretende combatir el tráfico de narcóticos en nombre del país que más drogas consume en el mundo, donde más dinero de la droga se lava secretamente, y donde preferiblemente se arresta al delincuente de la esquina priorizando al negro y al latino".

Según los datos suministrados por el periodista canadiense, la DEA dispone oficialmente de mas de 5 mil oficiales en mas de 86 oficinas de injerencia en 62 países con un presupuesto de casi tres mil millones de dolares.

La Agencia para el Desarrollo, que Allard catalogó como"uno de los elementos más peligrosos del enorme aparato de espionajes, se esconde bajo la cobertura de proyectos supuestamente humanitarios y participa en la búsqueda de información, en la propagación de falsas noticias, en la subversión, captación de agentes, creación de grupos opositores, mercenarios, golpes de estados y toda una serie de tareas destinadas a desarrollar, extender y apoyar los planes injerencistas del poder imperial en estrecha colaboración con la CIA y en total dependencia del Departamento de Estado Norteamericano.

De igual manera Jean Guy Allard hizo mención de las ONG que funcionan en Latinoamerica, como "Reporteros Sin Fronteras, cuyo fundador acaba de renunciar para ir a trabajar en los Emiratos como director de un proyecto estatal de comunicación".

Especial atención recibió la Sociedad Interamericana de Prensa, "mafia de los dueños de los principales medios de comunicación que sofocan el continente con una propaganda escrupulosamente alineada sobre el plan imperial de injerencia y cuyas claves emite la Agencia Central de Inteligencia".

En su intervención Allard sugirió crear un observatorio latinoamericano de las actividades de la inteligencia norteamericanas, en todas sus formas posibles, con el objetivo de inventariarlas, analizarlas, "desenmarscararlas, denunciarlas y aniquilarlas con la fuerza de la verdad y de la comunicación alternativa", enfatizó.

fonte(telesur)

quarta-feira, novembro 12, 2008

cachorro quente (hot dog)



A temperatura media es mas alta que en los otros tipos de perros, para compensar la falta de pelos, lo que torna un verdadero perro caliente ou cachorro quente
















el perro sin pelo ya existia en las culturas pre-colombinas, del peru








entrevista a tariq ali

TARIQ ALI

Grandes expectativas: o que é possível esperar de Obama?

O significado histórico da eleição de Obama não deve ser subestimado. Basta lembrar que ocorreu em um país onde a Ku-Klux-Klan chegou a ter milhões de membros capazes de executar uma campanha de terror e morte contra cidadãos negros com o apoio de um sistema jurídico discriminatório. É um momento horroroso para ser eleito presidente, mas também é um desafio. Que tipo de mudanças podemos esperar com Obama que assume um país em processo de desindustrialização e fortemente dependente das finanças globais?

A vitória de Barack Obama supõe uma mudança geracional e sociológica decisiva na política dos Estados Unidos. É difícil, nestes momentos, predizer seu impacto, mas as expectativas suscitadas entre a gente jovem que impulsionou Obama seguem sendo grandes. Talvez não tenha sido uma vitória arrasadora, mas foi suficientemente ampla para permitir que os democratas ficassem com mais de 50% do eleitorado (62,4 milhões de votantes) e colocassem uma família negra na Casa Branca.

O significado histórico deste fato não deveria ser subestimado. Basta lembrar o que ocorreu no país em que a Ku-Klux-Klan chegou a ter milhões de membros capazes de executar uma campanha de terror e morte contra cidadãos negros com o apoio de um sistema jurídico discriminatório. Como esquecer aquelas fotos de afroamericanos linchados diante do olhar complacente de famílias brancas que desfrutavam seus piqueniques enquanto contemplavam – para dizê-lo na voz memorável de Billie Holliday – “corpos negros balançando-se com a brisa do sul, um fruto estanho pendurado nos álamos”?

Mais tarde, as lutas dos anos 60 pelos direitos civis forçaram a reversão da segregação e impulsionaram as campanhas a favor do voto negro, mas também conduziram ao assassinato de Martin Luther King e de Malcom X ( justo quando este começava a insistir na unidade dos brancos e negros contra um sistema que oprimia a ambos). Tornou-se um lugar comum assinalar que Obama não faz parte desta lista. Não é assim, contudo, como mostram os 96% de afroamericanos que saíram de casa para votar nele. Pode ser que se desiludam, mas por enquanto celebram a vitória e ninguém pode culpá-los por isso.

Há apenas duas décadas, Bill Clinton advertia seu rival, o progressista governador de Nova York, Mario Cuomo, que os Estados Unidos não estavam preparados para eleger a um presidente cujo nome acabasse em “o” ou em “i”. Há apenas alguns meses, os Clinton cediam abertamente ao racismo insistindo que os votantes da classe trabalhadora rechaçariam a Obama, lembrando aos democratas que Jesse Jackson também tinha ido bem nas primárias. Uma nova geração de eleitores demonstrou que eles estavam equivocados: cerca de 66% dos que tinham entre 18 e 29 anos, ou seja, 18% do eleitorado, votou por Obama; 52% dos que tinham entre 30 e 44 – uns 37% do eleitorado – fez o mesmo.

A crise do capitalismo desregulado e de livre mercado fez disparar os apoios a Obama em estados até então considerados território republicano ou de democratas brancos, acelerando o processo que derrotaria a dupla Bush/Cheney e seu bando de neo-cons. No entanto, o fato de que a dupla McCain/Palin obteve, apesar de tudo, 55 milhões de votos, é uma lembrança da força que a direita estadunidense ainda conserva. Os Clinton, Joe Biden, Nancy Pelosi e muitos outros pesos pesados do Partido Democrata utilizaram este dado para pressionar Obama a fim de que ele permanecesse fiel ao roteiro que lhe permitiu ganhar a eleição. Não obstante, os slogans bem-intencionados e anódinos não serão suficientes para garantir um segundo mandato. A crise avançou demasiado e as questões que preocupam aos cidadãos estadunidenses (como pude comprovar estando lá, há algumas semanas) têm a ver com o emprego, a saúde (40 milhões de cidadãos sem seguro de saúde) e a habitação.

Só com retórica não é possível enfrentar a queda da economia: as dívidas do setor financeiro superam a casa de um trilhão de dólares e ainda ameaçam gigantes bancários; o declínio da indústria automobilística gerará desemprego em uma escala mais ampla e seguirão os efeitos do salto ao vazio ao qual Wall Street hipotecou as futuras gerações de norte-americanos. As medidas adotadas, em meio ao pânico, pela administração Bush, medidas desenhadas e adotados pelo amigo dos banqueiros e secretário do Tesouro Paulson, privilegiaram uns poucos bancos e foram subsidiadas com fundos públicos.

Os democratas e Obama apoiaram os acordos e será difícil para eles desdizer-se e mover-se em outra direção. O aprofundamento da crise, no entanto, pode forçá-los a fazê-lo. As medidas de austeridade sempre atingem aos menos privilegiados, e a maneira como o novo presidente e sua equipe enfrentarão o novo cenário será determinante para seu futuro.

É um momento horroroso para ser eleito presidente, mas também é um desafio. Franklin Roosevelt aceitou esse desafio nos anos 30 e impôs um regime social-democrata de regulação da economia, baseado em empregos públicos e em um apelo imaginativo à cultura popular. A existência de um forte movimento operário e a esquerda estadunidense contribuíram decisivamente para o surgimento do New Deal. E a existência dos Reagan-Clinto-Bush para liquidar seu legado. O que há agora, portanto,é uma economia nova, um país desindustrializado e fortemente dependente das finanças globais.

Terá Obama a visão ou a força para voltar ao tempo e avançar ao mesmo tempo? Em matéria de política externa, a posição de Obama/Biden não diferiu muito da de Bush ou Mc Cain. Um New Deal para o resto do mundo exigiria uma saída rápida do Iraque e Afeganistão e um ponto final a estas aventuras em qualquer outra região do planeta. Biden, praticamente, se comprometeu com a balcanização do Iraque. Mas esta alternativa resulta cada vez mais improvável: o resto do país, o Irã e a Turquia se opõem, se bem que por razões diferentes, à criação de um protetorado norte-americano-israelense no norte do Iraque com bases permanentes dos EUA. Na verdade, alguém deveria aconselhar Obama a anunciar uma retirada rápida e completa. Sobretudo levando em conta que, com a crise, os custos de permanecer no Iraque tornaram-se proibitivos.

O mesmo se pode dizer de um eventual deslocamento de tropas do Iraque para o Afeganistão: só recriaria o mesmo problema em outro lugar. Como numerosos especialistas em inteligência, militares e diplomatas britânicos advertiram, a guerra no sul da Ásia está perdida. Sem dúvida, Washington está consciente disso. Daí as negociações, propiciadas pelo medo, com os neo-talibãs. Só resta esperar que os conselheiros de Obama em matéria de política externa forcem uma retirada também nesta frente.

E o que dizer da América do Sul? Seguramente Obama deveria imitar a viagem de Nixon a Beijing, voar a Havana e acabar com o bloqueio diplomático e econômico a Cuba. Inclusive Colin Powell deu-se conta de que o regime havia feito muito por sua gente. Será difícil para Obama predicar as virtudes do livre mercado, mas, em troca, os cubanos poderiam ajudá-lo a estabelecer um sistema de saúde decente nos EUA. Essa é uma mudança que a maioria dos estadunidenses desejaria. Outros países da América do Sul que previram a crise do capitalismo neoliberal e começaram a reconstruir suas economias há uma década também poderiam oferecer algumas lições.

Se a mudança acabar em nenhuma mudança, então poderá ocorrer que, passados alguns anos, quem apoiou Obama para a Casa Branca decida que a criação de um partido progressista nos Estados Unidos tornou-se uma necessidade.

Tariq Ali é membro do conselho editorial de Sin Permiso. Seu último livro publicado é “The Duel: Pakistan on the Flight Path of American Power”.

quarta-feira, novembro 05, 2008

Bush se largo por la puerta trasera




organismos internacionales de derechos humanos procuran a bush por genocidio : mas de 1 millon dos cientos mil irakianos muertos en la guerra del golfo. mas de 4000 soldados muertos, decenas de miles con trauma psicologico de vuelta a estados unidos, otros tantos con deficiencia física.











irak resiste al invasor








Foto reconstruida con los mas de 4000 soldados muertos en la invasion de irak. ese es el legado de bush.






















bush fue un los presidentes mas mentirosos de EUA. existe un site que contabiliza mas de 600 mentiras contadas ante la prensa local y mundial, todo para proseguir con sus guerras insanas










algunos piensan que bush es el eslabon perdido entre los monos y los primeros humanoides













bush mirando al alvo con binoculos tapados,
algunos afirman que bush fué uno de los presidentes mas burros de la historia de eua.










de hecho la victoria de obama significa una derrota para el conservadorismo y fundamentalismo americano, que decian que la invasion a otros paises como irak afganistan es una guerra divina=guerra santa.

un negro en la casa blanca

Por la primera vez en la historia estados unidos tendrá a un negro como presidente. En un pais donde existe racismo, discriminacion racial contra imigrantes y afro descendiente; un pais donde la mayoria avasalladora de prisioneros en las carceles son negros!. Un pais que lleva negros y mercenarios del mundo como punta de lanza en sus guerra en el mundo entero.


considerando que la votacion no es obligatoria

2004 : solamente 43.6 % de los aptos para votar, participaron efectivamente !!!
56.4 % no creyeron ni en democratas ni republicanos, o simplemente no acreditaron en el sistema !!!

mas un indicativo que el gobierno bush nunca fue representativo, porque no represento a la mayoria de la poblacion, governo para una minoria conservadora.

2008: acudieron 66% de los aptos para votar. de hecho torna a obama con mayor representatividad por tener mayor porcentaje de electores participantes.

Que paso con los 44% restantes da poblacion ??

terça-feira, novembro 04, 2008

musica casi-tradicional de los antes en argentina

sikuris, arte coletivo por esencia

musica, canto, danza en un acto artistico

musica tradicional del norte del peru



el indio mayta y su musica picara para su amada carolina


aqui podemos ouvir outras musicas deste artista popular
http://hd.fulltono.com/I/indio-mayta/

Carolina Carolina Eres linda carolina
Carolina carolina eres linda carolina

Si sera tu pelo
Si sera tu boca
Si seran tus ojos
Que me tienen loco

No se que decirte
No se como hablarte
Las cosas tan raras
que siento al mirarte

Eres, Eres Divina, eres Linda carolina
Eres, Eres Tan Divina, Eres linda carolna

Es Tu pelo negro
es tu boca roja
son tus grandes ojos que
que enciende mi alma

Es Tu pelo negro
es tu boca roja
son tus ojos grandes
que enciende mi alma

musica tradicional peru-ayacucho(las prendas del corazon)



sufrir y llorar (las prendas del corazon)

Las prendas del corazón
las dejo en tu poder.
Si no las conservas tú
yo las sabré mantener,
porque ya no he de volver.

Mañana cuando me vaya
llorarás si me has querido
Te alegrarás de mi ausencia
si tú me has aborrecido,
porque ya no he de volver.

Todo miro, sufro y callo
porque tan desgraciado soy,
pero tan conforme estoy
con este mal tan injusto,
porque ya no he de volver.

Manas imaychu, chay ingrataqa
Ya no es nada mío, esa ingrata
Manas imaychu, chay ingrataqa
Ya no es nada mío, esa ingrata.

Qaynacha imaypas karqa
Antes algo mío habrá sido
manachas kunantawanchu
pero ya no en este tiempo
manachas kunantawanchu.
pero ya no en este tiempo.

Qaynacha imaypas karqa
Antes algo mío habrá sido
manachas kunantawanchu.
pero ya no en este tiempo.

Te dejo libre, libre te dejo.
Te dejo libre, libre te dejo.
Acciones borran pasiones.

¿Por qué me has pagado mal?
¿Por qué me has pagado mal?

Acciones borran pasiones.

¿Por qué me has pagado mal?
¿Por qué me has pagado mal?

quinta-feira, outubro 30, 2008

ONG colombianas denuncian 535 casos de ejecuciones extrajudiciales

El documento se elaboró en el foro ''Ejecuciones extrajudiciales: una realidad inocultable'', realizado este miércoles en Colombia, el cual adiciona que las cifras de ejecutados supone en promedio, una víctima diaria, de las cuales un 58 por ciento eran menores de 30 años.



Organizaciones No Gubernamentales (ONG) de Colombia, denuncian que 535 personas fueron ejecutadas extrajudicialmente en el país, desde el 1 de enero de 2007 al 30 de junio de 2008, información que difundieron este miércoles, a través de un informe.

El documento se elaboró en el foro ''Ejecuciones extrajudiciales: una realidad inocultable'', realizado este miércoles en Colombia, el cual adiciona que las cifras de ejecutados supone en promedio, una víctima diaria, de las cuales un 58 por ciento eran menores de 30 años.

La divulgación de estos datos coincidió con el anuncio del presidente colombiano, Álvaro Uribe, de retirar del servicio a 27 oficiales, entre ellos tres generales, por la desaparición de 20 jóvenes que habían sido dados por muertos en combate, cuando en realidad fueron reclutados y ejecutados por "las fuerzas del orden".

El informe sobre ejecuciones extrajudiciales fue elaborado por 13 juristas, periodistas, antropólogos forenses y expertos en derechos humanos de Alemania, España, Estados Unidos, Francia y el Reino Unido.

El estudio agrega que el departamento de Norte de Santander, fronterizo con Venezuela, es en el que se registró el mayor número de casos (67), seguido de Antioquia (65).

"Resulta preocupante constatar que estas regiones, prácticamente, coinciden con las regiones en donde se han localizado las principales acciones del Plan Colombia", reseña el documento.

El Plan Colombia es un proyecto internacional entre los gobiernos de Colombia y Estados Unidos que, en principio se presentaba como un mecanismo para disminuir el tráfico de drogas y resolver el conflicto armado de la nación suramericana, no obstante, sus métodos y resultados no han sido claros para la nación.

El informe continúa anunciando que el Ejército colombiano es el mayor responsable de las denuncias sobre ejecuciones extrajudiciales, pues se le atribuye el 93,7 por ciento de los casos, que representa 443 víctimas.

A la Policía se le atribuyen el 5,1 por ciento de las muertes y la Armada Nacional sería responsable de seis.

Del total, 58 por ciento era menor de 30 años. El estudio agrega que las nuevas modalidades de ejecuciones ahora involucran a jóvenes de sectores marginados que desaparecen y después les quitan la vida en lugares lejanos a sus hogares.

Ese fue el caso de los 20 jóvenes de la localidad de Soacha, por cuyo caso fu