musica con sentido e sentimiento

segunda-feira, abril 08, 2013

WikiLeaks: Rey Juan Carlos fue 'el mejor informante de EEUU

El rey de España, Juan Carlos de Borbón, durante los últimos años de la dictadura del general Francisco Franco (1936-1975), fue “el mejor informante de EE.UU.”.

Así lo ha revelado este lunes el diario español Público.es, basándose en información de los cables diplomáticos estadounidenses compilados por WikiLeaks.

"El heredero del dictador se convirtió en aquel momento crucial de la historia de España en el mejor informante de EE.UU. con la esperanza de que con su lealtad se ganaría el respaldo de Washington tras la muerte de Franco", ha afirmado el rotativo.

Según los datos brindados por WikiLeaks, Juan Carlos, quien era el entonces príncipe de España, informó a Estados Unidos los detalles de la crisis cardíaca de Franco el 16 de octubre de 1975.

En ese momento, Juan Carlos pidió el respaldo del embajador norteamericano en Madrid, la capital española, Wells Stabler, para hacer que Franco firmara su renuncia antes de la muerte, aunque ya en 1969 había nombrado a Juan Carlos como su sucesor, añade Público.es.

Por su parte, el entonces secretario de Estado de EE.UU., Henry Kissinger, en reiteradas ocasiones enfatizó a Stabler que sus contactos con Juan Carlos “deben ser tratados con la mayor discreción”, ya que “estos informes tienen un grandísimo valor para EE.UU.”

Los datos revelados también sacan a luz la disposición del Gobierno estadounidense para apoyar al sucesor de Franco en vías de la democratización con el fin de impedir que "los comunistas y los extremistas de todos los colores jugaran un papel determinante" en el país europeo.

WikiLeaks ha divulgado este lunes más de 1,7 millones de archivos confidenciales norteamericanos que incluyen las comunicaciones diplomáticas o informes entre todos los países del mundo, durante la década del 70.

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quarta-feira, abril 03, 2013

Wikileaks revela gravíssima sabotagem dos EUA contra Brasil com aval de FHC



Telegramas revelam intenções de veto e ações dos EUA contra o desenvolvimento tecnológico brasileiro com interesses de diversos agentes que ocupam ou ocuparam o poder em ambos os países

wikileaks tecnologia sabotagem brasilOs telegramas da diplomacia dos EUA revelados pelo Wikileaks revelaram que a Casa Branca toma ações concretas para impedir, dificultar e sabotar o desenvolvimento tecnológico brasileiro em duas áreas estratégicas: energia nuclear e tecnologia espacial. Em ambos os casos, observa-se o papel anti-nacional da grande mídia brasileira, bem como escancara-se, também sem surpresa, a função desempenhada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, colhido em uma exuberante sintonia com os interesses estratégicos do Departamento de Estado dos EUA, ao tempo em que exibe problemática posição em relação à independência tecnológica brasileira. Segue o artigo do jornalista Beto Almeida.
O primeiro dos telegramas divulgados, datado de 2009, conta que o governo dos EUA pressionou autoridades ucranianas para emperrar o desenvolvimento do projeto conjunto Brasil-Ucrânia de implantação da plataforma de lançamento dos foguetes Cyclone-4 – de fabricação ucraniana – no Centro de Lançamentos de Alcântara , no Maranhão.

Veto imperial

O telegrama do diplomata americano no Brasil, Clifford Sobel, enviado aos EUA em fevereiro daquele ano, relata que os representantes ucranianos, através de sua embaixada no Brasil, fizeram gestões para que o governo americano revisse a posição de boicote ao uso de Alcântara para o lançamento de qualquer satélite fabricado nos EUA. A resposta americana foi clara. A missão em Brasília deveria comunicar ao embaixador ucraniano, Volodymyr Lakomov, que os EUA “não quer” nenhuma transferência de tecnologia espacial para o Brasil.

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“Queremos lembrar às autoridades ucranianas que os EUA não se opõem ao estabelecimento de uma plataforma de lançamentos em Alcântara, contanto que tal atividade não resulte na transferência de tecnologias de foguetes ao Brasil”, diz um trecho do telegrama.
Em outra parte do documento, o representante americano é ainda mais explícito com Lokomov: “Embora os EUA estejam preparados para apoiar o projeto conjunto ucraniano-brasileiro, uma vez que o TSA (acordo de salvaguardas Brasil-EUA) entre em vigor, não apoiamos o programa nativo dos veículos de lançamento espacial do Brasil”.

Guinada na política externa

O Acordo de Salvaguardas Brasil-EUA (TSA) foi firmado em 2000 por Fernando Henrique Cardoso, mas foi rejeitado pelo Senado Brasileiro após a chegada de Lula ao Planalto e a guinada registrada na política externa brasileira, a mesma que muito contribuiu para enterrar a ALCA. Na sua rejeição o parlamento brasileiro considerou que seus termos constituíam uma “afronta à Soberania Nacional”. Pelo documento, o Brasil cederia áreas de Alcântara para uso exclusivo dos EUA sem permitir nenhum acesso de brasileiros. Além da ocupação da área e da proibição de qualquer engenheiro ou técnico brasileiro nas áreas de lançamento, o tratado previa inspeções americanas à base sem aviso prévio.
Os telegramas diplomáticos divulgados pelo Wikileaks falam do veto norte-americano ao desenvolvimento de tecnologia brasileira para foguetes, bem como indicam a cândida esperança mantida ainda pela Casa Branca, de que o TSA seja, finalmente, implementado como pretendia o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Mas, não apenas a Casa Branca e o antigo mandatário esforçaram-se pela grave limitação do Programa Espacial Brasileiro, pois neste esforço algumas ONGs, normalmente financiadas por programas internacionais dirigidos por mentalidade colonizadora, atuaram para travar o indispensável salto tecnológico brasileiro para entrar no seleto e fechadíssimo clube dos países com capacidade para a exploração econômica do espaço sideral e para o lançamento de satélites. Junte-se a eles, a mídia nacional que não destacou a gravíssima confissão de sabotagem norte-americana contra o Brasil, provavelmente porque tal atitude contraria sua linha editorial historicamente refratária aos esforços nacionais para a conquista de independência tecnológica, em qualquer área que seja. Especialmente naquelas em que mais desagradam as metrópoles.

Bomba! Bomba!

O outro telegrama da diplomacia norte-americana divulgado pelo Wikileaks e que também revela intenções de veto e ações contra o desenvolvimento tecnológico brasileiro veio a tona de forma torta pela Revista Veja, e fala da preocupação gringa sobre o trabalho de um físico brasileiro, o cearense Dalton Girão Barroso, do Instituto Militar de Engenharia, do Exército. Giráo publicou um livro com simulações por ele mesmo desenvolvidas, que teriam decifrado os mecanismos da mais potente bomba nuclear dos EUA, a W87, cuja tecnologia é guardada a 7 chaves.
A primeira suspeita revelada nos telegramas diplomáticos era de espionagem. E também, face à precisão dos cálculos de Girão, de que haveria no Brasil um programa nuclear secreto, contrariando, segundo a ótica dos EUA, endossada pela revista, o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, firmado pelo Brasil em 1998, Tal como o Acordo de Salvaguardas Brasil-EUA, sobre o uso da Base de Alcântara, o TNP foi firmado por Fernando Henrique. Baseado apenas em uma imperial desconfiança de que as fórmulas usadas pelo cientista brasileiro poderiam ser utilizadas por terroristas , os EUA, pressionaram a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) que exigiu explicações do governo Brasil , chegando mesmo a propor o recolhimento-censura do livro “A física dos explosivos nucleares”. Exigência considerada pelas autoridades militares brasileiras como “intromissão indevida da AIEA em atividades acadêmicas de uma instituição subordinada ao Exército Brasileiro”.
Como é conhecido, o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, vocalizando posição do setor militar contrária a ingerências indevidas, opõe-se a assinatura do protocolo adicional do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, que daria à AIEA, controlada pelas potências nucleares, o direito de acesso irrestrito às instalações nucleares brasileiras. Acesso que não permitem às suas próprias instalações, mesmo sendo claro o descumprimento, há anos, de uma meta central do TNP, que não determina apenas a não proliferação, mas também o desarmamento nuclear dos países que estão armados, o que não está ocorrendo.

Desarmamento unilateral

A revista publica providencial declaração do físico José Goldemberg, obviamente, em sustentação à sua linha editorial de desarmamento unilateral e de renúncia ao desenvolvimento tecnológico nuclear soberano, tal como vem sendo alcançado por outros países, entre eles Israel, jamais alvo de sanções por parte da AIEA ou da ONU, como se faz contra o Irã. Segundo Goldemberg, que já foi secretário de ciência e tecnologia, é quase impossível que o Brasil não tenha em andamento algum projeto que poderia ser facilmente direcionado para a produção de uma bomba atômica. Tudo o que os EUA querem ouvir para reforçar a linha de vetos e constrangimentos tecnológicos ao Brasil, como mostram os telegramas divulgados pelo Wikileaks. Por outro lado, tudo o que os EUA querem esconder do mundo é a proposta que Mahmud Ajmadinejad , presidente do Irà, apresentou à Assembléia Geral da ONU, para que fosse levada a debate e implementação: “Energia nuclear para todos, armas nucleares para ninguém”. Até agora, rigorosamente sonegada à opinião pública mundial.

Intervencionismo crescente

O semanário também publica franca e reveladora declaração do ex-presidente Cardoso : “Não havendo inimigos externos nuclearizados, nem o Brasil pretendendo assumir uma política regional belicosa, para que a bomba?” Com o tesouro energético que possui no fundo do mar, ou na biodiversidade, com os minerais estratégicos abundantes que possui no subsolo e diante do crescimento dos orçamentos bélicos das grandes potências, seguido do intervencionismo imperial em várias partes do mundo, desconhecendo leis ou fronteiras, a declaração do ex-presidente é, digamos, de um candura formidável.
São conhecidas as sintonias entre a política externa da década anterior e a linha editorial da grande mídia em sustentação às diretrizes emanadas pela Casa Branca. Por isso esses pólos midiáticos do unilateralismo em processo de desencanto e crise se encontram tão embaraçados diante da nova política externa brasileira que adquire, a cada dia, forte dose de justeza e razoabilidade quanto mais telegramas da diplomacia imperial como os acima mencionados são divulgados pelo Wikileaks.

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Perfeito Raio-X do cidadão norte-americano


Numa época em que os norte-americanos viviam um grande desenvolvimento material e os seus sentimentos nacionalistas faziam crer que grande parte desse progresso era resultado de um esforço autóctone, o antropólogo Ralph Linton escreveu um admirável texto sobre o começo do dia do homem americano. Confira abaixo:

bitolados americanos eua
A autosuficiência é mentira repetida
LINTON, Ralph. O homem: Uma introdução à antropologia. 3ed.
– O cidadão norte-americano desperta num leito construído segundo padrão originário do Oriente Próximo, mas modificado na Europa Setentrional, antes de ser transmitido à América. Sai debaixo de cobertas feitas de algodão, cuja planta se tornou doméstica na Índia; ou de linho ou de lã de carneiro, um e outro domesticados no Oriente Próximo; ou de seda, cujo emprego foi descoberto na China. Todos esses materiais foram fiados e tecidos por processos inventados no Oriente Próximo. Ao levantar da cama faz uso dos “mocassins” que foram inventados pelos índios das florestas do Leste dos Estados Unidos e entra no quarto de banho cujos aparelhos são uma mistura de invenções européias e norte-americanas, umas e outras recentes. Tira o pijama, que é vestiário inventado na Índia e lava-se com sabão que foi inventado pelos antigos gauleses, faz a barba que é um rito masoquístico que parece provir dos sumerianos ou do antigo Egito.
Voltando ao quarto, o cidadão toma as roupas que estão sobre uma cadeira do tipo europeu meridional e veste-se. As peças de seu vestuário tem a forma das vestes de pele originais dos nômades das estepes asiáticas; seus sapatos são feitos de peles curtidas por um processo inventado no antigo Egito e cortadas segundo um padrão proveniente das civilizações clássicas do Mediterrâneo; a tira de pano de cores vivas que amarra ao pescoço é sobrevivência dos xales usados aos ombros pelos croatas do séc. XVII. Antes de ir tomar o seu breakfast, ele olha ele olha a rua através da vidraça feita de vidro inventado no Egito; e, se estiver chovendo, calça galochas de borracha descoberta pelos índios da América Central e toma um guarda-chuva inventado no sudoeste da Ásia. Seu chapéu é feito de feltro, material inventado nas estepes asiáticas.
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De caminho para o breakfast, pára para comprar um jornal, pagando-o com moedas, invenção da Líbia antiga. No restaurante, toda uma série de elementos tomados de empréstimo o espera. O prato é feito de uma espécie de cerâmica inventada na China. A faca é de aço, liga feita pela primeira vez na Índia do Sul; o garfo é inventado na Itália medieval; a colher vem de um original romano. Começa o seu breakfast, com uma laranja vinda do Mediterrâneo Oriental, melão da Pérsia, ou talvez uma fatia de melancia africana. Toma café, planta abssínia, com nata e açúcar.
A domesticação do gado bovino e a idéia de aproveitar o seu leite são originárias do Oriente Próximo, ao passo que o açúcar foi feito pela primeira vez na Índia. Depois das frutas e do café vêm waffles, os quais são bolinhos fabricados segundo uma técnica escandinava, empregando como matéria prima o trigo, que se tornou planta doméstica na Ásia Menor. Rega-se com xarope de maple inventado pelos índios das florestas do leste dos Estados Unidos. Como prato adicional talvez coma o ovo de alguma espécie de ave domesticada na Indochina ou delgadas fatias de carne de um animal domesticado na Ásia Oriental, salgada e defumada por um processo desenvolvido no Norte da Europa.
Acabando de comer, nosso amigo se recosta para fumar, hábito implantado pelos índios americanos e que consome uma planta originária do Brasil; fuma cachimbo, que procede dos índios da Virgínia, ou cigarro, proveniente do México. Se for fumante valente, pode ser que fume mesmo um charuto, transmitido à América do Norte pelas Antilhas, por intermédio da Espanha. Enquanto fuma, lê notícias do dia, impressas em caracteres inventados pelos antigos semitas, em material inventado na China e por um processo inventado na Alemanha. Ao inteirar-se das narrativas dos problemas estrangeiros, se for bom cidadão conservador, agradecerá a uma divindade hebraica, numa língua indo-européia, o fato de ser cem por cento americano.

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segunda-feira, março 18, 2013

Com arquivos e áudios da Casa Branca, filme revela apoio dos EUA ao golpe de 64

“O Dia que Durou 21 anos” revela conversas de Kennedy e Lyndon Johnson sobre o Brasil. Embaixador Lincoln Gordon coordenou com governo e CIA ações de desestabilização de Goulart e o envio de força-tarefa naval para ajudar conspiradores

O filme “O Dia que Durou 21 anos”, de Camilo Tavares, revela como os Estados Unidos colaboraram para o golpe militar de 1964, que derrubou o presidente brasileiro João Goulart, com base em documentos sigilosos de arquivos norte-americanos e áudios originais da Casa Branca. O documentário, que será lançado dia 29, apresenta áudios de conversas dos presidentes John F. Kennedy e Lyndon Johnson com assessores sobre o Brasil e mostra como os vizinhos do norte apoiaram os conspiradores, com ações de desestabilização e até militares.

O embaixador dos Estados Unidos no Brasil no início dos anos 1960, o intelectual brasilianista de Harvard Lincoln Gordon, aparece como quase um vilão, com seus alarmantes telegramas para os presidentes John F. Kennedy e Lyndon Johnson, em que apontava o risco iminente de o Brasil seguir Cuba em direção ao comunismo. “Se o Brasil for perdido, não será outra Cuba, mas outra China, em nosso hemisfério ocidental.” No contexto da Guerra Fria da época, pouco após Cuba se tornar socialista, esse era o pior pesadelo dos americanos.

Em conversa com Kennedy, cujo áudio é reproduzido, Gordon avalia que o presidente brasileiro poderia ser um “ditador populista”, nos moldes do argentino Juan Perón. Em novembro de 1963, Lyndon Johnson afirma que não vai “permitir o estabelecimento de outro governo comunista no hemisfério ocidental”.

EUA bancaram ações de propaganda e desestabilização do governo Goulart

João Goulart ao lado de um de seus algozes, o embaixador Lincoln Gordon

O documentário mostra, então, as ações de propaganda dos EUA, coordenadas por Gordon, para desestabilizar o governo brasileiro. Cita a criação e o financiamento de supostos institutos de pesquisa anti-Goulart, como o IBAD (Instituto Brasileiro de Ação Democrática) e o IPES (Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais) para bancar “pesquisas” e campanhas de 250 candidatos a deputados, oito a governador e 600 a deputado estadual no País. Além disso, o estímulo de greves e artigos na imprensa contra o governo eram o “feijão com arroz” de “ações encobertas” da CIA (Agência Central de Inteligência) onde pretendia derrubar regimes, como explica o coordenador do Arquivo de Segurança Nacional dos EUA, Peter Kornbluh.

Em telegrama para Washington, Gordon admite: “Estamos tomando medidas complementares para fortalecer as forças de resistência contra Goulart. Ações sigilosas incluem manifestações de rua pró-democracia, para encorajar o sentimento anticomunismo no Congresso, nas Forças Armadas, imprensa e grupos da igreja e no mundo dos negócios.” Entrevistado, o assessor de Gordon na embaixada, Robert Bentley, não nega o financiamento americano, apenas sorri, cala e diz: “Isso era uma polêmica quando cheguei [ao Brasil].”

O filme reitera ainda a importância do adido militar da embaixada Vernon Walters, amigo de oficiais brasileiros desde a 2ª Guerra Mundial, como o general Castelo Branco, que viriam a ser fundamentais na derrubada de Goulart. Cabia a Walters identificar insatisfeitos entre militares. O oficial descreve Castelo Branco, então chefe do Estado-Maior do Exército, como “altamente competente, oficial respeitado, católico devotado e admira papel dos EUA como defensores da liberdade”. Segundo Bentley, “havia muita confiança em Castelo Branco”, o “homem para sanear a situação, do ponto de vista dos interesses americanos”.

Força-tarefa naval para apoiar o golpe pedido de ajuda de militares brasileiros

Força-tarefa naval, com porta-aviões, foi autorizada a ser enviada ao Brasil para apoiar o golpe de 64


Quando a situação esquenta, os EUA concordam em mandar navios de guerra para a costa brasileira, na chamada Operação Brother Sam, com o objetivo de intimidar e dissuadir o governo de resistir ao golpe. O presidente norte-americano autoriza, em áudio, a fazer “tudo o que precisarmos fazer. Vamos pôr nosso pescoço para fora (nos arriscar).”

Um telegrama do Departamento de Estado dos EUA para Gordon descreve as medidas tomadas para “estar em posição de dar assistência no momento adequado a forças anti-Goulart, se decidido que isso seja feito”. A operação Brother Sam incluía enviar “uma força-tarefa naval, com um porta-aviões, quatro destróieres (contratorpedeiros) e navios-tanques para exercícios ostensivos na costa do Brasil”, além de 110 toneladas de munição e outros equipamentos leves, incluindo gás lacrimogêneo, para controle de distúrbios por avião.

Um telegrama “top secret” da CIA, de 30 de março – véspera da eclosão do movimento – mostra como os americanos estavam bem informados e articulados com os conspiradores. No documento intitulado “Planos de Revolucionários em Minas Gerais”, os espiões dizem que “Goulart deve ser removido imediatamente. Os governadores de São Paulo e Minas Gerais chegaram definitivamente a um acordo. A ignição será uma revolta militar liderada pelo general Mourão Filho. As tropas vão marchar para o Rio de Janeiro.”

Documento assinado pelo secretário de Estado dos EUA, Dean Rusk confirma que os golpistas pediram apoio militar aos EUA. “Pela primeira vez, os golpistas brasileiros pediram se a Marinha americana poderia chegar rapidamente à costa sul brasileira.” Para o professor de História da UFRJ Carlos Fico, a retaguarda da Brother Sam foi fundamental para dar segurança aos militares que derrubariam o regime. Apesar dos documentos e de forma pouco convincente, o diplomata Bentley, nega ter ouvido falar na operação.

Newton Cruz: “Toda revolução, para começar, tem um maluco. O Mourão saiu!”


João Goulart, no comício da Central do Brasil, às vésperas de ser deposto

O filme tem ainda momentos engraçados. “Toda revolução, para começar, tem um maluco. O Mourão [general Olympio Mourão Filho, que liderou as tropas de Juiz de Fora em direção ao Rio] saiu!”, ri o general Newton Cruz, ex-chefe do SNI (Serviço Nacional de Informações). A filha do general Mourão Filho, Laurita Mourão, diz que o pai chamou de “covarde” Castelo Branco, o primeiro presidente militar após o movimento, ao ser criticado por suposta precipitação ao mover tropas em direção ao Rio. “Castelo Branco, você é um medroso, é um…” Nas palavras da filha, ele também “foi entregar a Revolução a Costa e Silva [posteriormente também presidente do regime], que estava dormindo, de cuecas.”

Após o sucesso da iniciativa, Gordon escreve aos EUA. “Tenho o enorme prazer de dizer que a eliminação de Goulart representa uma grande vitória para o mundo livre”. Robert Bentley conta que participou, no gabinete vazio de Goulart, de reunião sobre a posse do novo regime em que estava o presidente do Supremo Tribunal Federal. Ao telefone para o embaixador, foi perguntado se a posse do novo regime tinha sido legal, e respondeu: “’Parece que foi legal, não sei dizer’. Acordei 12h depois e [os EUA] tinham reconhecido o governo.”

“Acho que há certas pessoas que precisam ser presas mesmo”, disse Lyndon Johnson

Filme estreia dia 29

Poucos dias após o golpe, em um interessante áudio, o presidente Johnson debate com o assessor de Segurança McGeorge Bundy o tom da mensagem para o novo presidente do Brasil.

- Há uma diferença entre Gordon, que quer ser muito caloroso, e nossa visão da Casa Branca, de que o sr. deveria ser um pouco cauteloso, porque estão prendendo um monte de gente.

- Eu acho que há certas pessoas que precisam ser presas mesmo. Não vou fazer nenhuma cruzada contra eles, mas eu não quero… Eu gostaria que tivessem colocado alguns na prisão alguns antes que Cuba fosse tomada – responde Johnson.

- Uma mensagem mais rotineira seria desejável neste momento.

- Eu seria um pouco caloroso – diz o presidente.

- É mesmo? Isso vai ser publicado.

- Eu sei, mas eu estou me lixando!, finaliza o presidente.

Juracy Magalhães: “O que é bom para os EUA é bom para o Brasil”

O filme avança, mostrando o Ato Institucional nº 1, que cassa os direitos políticos e mandatos de parlamentares e de militares. Um deputado chora sobre a mesa, na Câmara. E lembra, para ilustrar a proximidade do regime militar brasileiro com os EUA, a célebre frase que marcou o militar Juracy Magalhães, embaixador do Brasil em Washington: “O que é bom para os EUA é bom para o Brasil”.

Projeto familiar

Kennedy recebe o embaixador no Brasil, Gordon

O documentário é também um projeto familiar e uma homenagem do diretor, Camilo Tavares, ao pai, o jornalista e ativista político Flávio Tavares – um dos 15 presos trocados pelo embaixador americano Charles Elbrick, sequestrado no Rio em 1969.

Flávio aparece na famosa foto dos presos (abaixo) diante do avião que os levaria ao exílio, no México – onde o diretor nasceria, em 71 –, e em um flash rápido, em lista de “procurados”, com o nome de Flávio Aristides. É também Flávio Tavares quem faz as entrevistas, ficando frente a frente com ex-adversários, o diplomata Bentley e Jarbas Passarinho, ministro que assinou sua extradição. A mulher de Camilo, Karla Ladeia, é produtora-executiva.

Para o embaixador Elbrick, seu sequestro foi uma tentativa de “constranger os governos brasileiro e norte-americano”. Mas há outros momentos de constrangimento americano no filme. Após aparecer a foto de um homem pendurado em um pau-de-arara, Bentley é questionado sobre as violações a direitos humanos. “É difícil de justificar oficialmente. Mas lamento… lamento (ri), de qualquer maneira.” À época, entretanto, as mensagens internas do governo americano pregavam a discrição. “Embora não busquemos justificar atos extra-legais ou excessos do governo, concluí que nossa melhor decisão é nos aproximarmos ao máximo do silêncio de ouro”, recomenda Gordon.

O filme surpreende ainda com depoimentos inusitados e críticos de protagonistas do regime, como o general Newton Cruz, chefe do SNI. “Quando a Revolução nasceu era para fazer uma arrumação da casa. Ninguém passa 20 anjos para arrumar a casa!”

O filme conclui com uma frase ácida do coordenador do Arquivo de Segurança Nacional, o norte-americano Peter Kornbluh. “Tudo isso foi feito em nome da democracia, supostamente.”

Presos libertados pelo sequestro do embaixador Charles Elbrick, dos EUA. Flávio Tavares, pai do diretor, é o primeiro à direita, agachado


sexta-feira, fevereiro 15, 2013

parabens povo argentino


Siete represores argentinos, condenados a cadena perpetua
 
El Tribunal Oral Federal de Mar del Plata ha condenado este viernes a cadena perpetua a siete represores argentinos acusados por delitos de lesa humanidad cometidos durante la última dictadura (1976-1983), ha anunciado la Corte Internacional de Justicia.

Los detenidos Alfredo Manuel Arrillaga, Juan José Lombardo, Raúl Alberto Marino, Roberto Pertusio, Rafael Alberto Guiñazú, José Omar Lodigiani y Mario José Osvaldo Forbice, fueron declarados culpables en cuanto a los delitos de homicidio, entre ellos, privación ilegítima de la libertad e imposición de tormentos agravados.

Respecto a los restantes seis imputados: Justo Alberto Ignacio Ortiz, Juan Eduardo Mosqueda y Julio Cesar Falcke , Ángel Narciso Racedo, Ariel Macedonio Silva y Juan Carlos Guyot, el tribunal compuesto por Nelson Javier Jarazo, Jorge Aníbal Michelli y Alejandro Daniel Esmoris, impuso penas de entre 3 a 25 años de cárcel.

La causa investigó las denuncias en los centros clandestinos de detención instalados en la Base Naval de Mar del Plata, en la Escuela de Suboficiales de Infantería de Marina y en la sede de Prefectura Naval Argentina en aquella ciudad.

El periodo de la dictadura cívico-militar de Argentina o autodenominado Proceso de Reorganización Nacional, se inició tras un golpe de Estado que depuso al Gobierno constitucional de la presidenta María Estela Martínez de Perón en el año 1976, gobierno de facto que continuó hasta el año 1983, considerándose como una de las etapas más sangrientas de la historia argentina.

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PS :  O brasil precisa aprender da argentina, que uma verdadeira democracia somente punindo severamente aos represores, aos torturadores, aos ditarores que  persegueram aos trabalhadores e estudantes por suas ideais, sua idelogia. e assesinaram miles de cidadaos, qual foi o  pecado destes ultimos? foi lutar por um pais mais justo e a igualdade de oportunidades pra todos, que ainda nao temos. O governo de facto repressor, deveriam ser acusados como traição a patria, posto que trabalharam sobre a bandeira de interesses do imperialismo.

A grandeza de um pais nao é medido pelo PBI, mas bem pelo indice de desenvolvimento humano, neste ponto argentina esta na frente de quase todos os paises das americas, inclusive do brasil.

domingo, dezembro 23, 2012

saiu na folha online

Comandante de grupo de elite da Marinha dos EUA morre no Afeganistão

 

Segundo a emissora CNN, porém, que citou um oficial com conhecimento direto dos fatos, a Marinha americana está investigando a morte do oficial como um aparente suicídio. 

comentarios:

maria armerinda oliveira (172)
Nesse caso, o suicídio é uma auto-punição totalmente justificada pelas barbaridades cometidas no Afeganistão.
O suicida tenta limpar sua consciência e ao mesmo tempo dar o exemplo aos soldados subordinados.

assino em baixo (muito bem dito!)

terça-feira, dezembro 18, 2012

brutalidad sionista



cual es la medida de la tamaña brutalidad y odio de un estado (israel), que lleva a   agredir a una mujer palestina?



sábado, dezembro 01, 2012

EE UU financiou o genocidio silencioso de Fujimori


EUA pagaram para Fujimori esterilizar 314 mil mulheres

NOVA YORK — O Peru comunicou nesta semana à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, em Washington, a decisão de reabrir a investigação sobre os casos de 2.074 mulheres esterilizadas sem consentimento em um programa de controle populacional realizado pela ditadura Alberto Fujimori durante os anos 90.
O inquérito já tem 14.357 folhas, em 23 volumes, e há 12 anos adormecia em um arquivo do Ministério Público, em Lima. Desde outubro do ano passado essa comissão da Organização dos Estados Americanos pressionava o governo Ollanta Humala pela reabertura do caso.
Elas não foram as únicas vítimas desse capítulo ainda pouco conhecido da etapa de barbárie política que prevaleceu na América do Sul na segunda metade do século XX. O governo Fujimori esterilizou, por cirurgia de ligadura de trompas, 314.605 mulheres com idade entre 15 e 49 anos, na maioria pobres e analfabetas, indígenas residentes em áreas remotas da selva amazônica. É o que indicam documentos do Plano Populacional, iniciado em meados de 1990. Nessa época, as mulheres em idade fértil representavam 41% da população rural peruana e eram comuns as famílias com mais de cinco filhos.
Fujimori instituiu uma política de Estado, executada no sistema público de saúde e direcionada a ao estrato populacional mais pobre. O governo atuou “sem consentimento informado, ou mediante assédio e promessas enganosas” - constatou o Comitê da América Latina e Caribe para Defesa dos Direitos da Mulher, sediado em Bogotá, que há uma década batalha para levar os responsáveis a julgamento por crime contra a humanidade.
Durante uma década hospitais e ambulatórios públicos das áreas periféricas foram compelidos pelo Ministério da Saúde a cumprir metas mensais de esterilização feminina - e Fujimori fazia questão de comandar as reuniões de avaliação.
Médicos e agentes de saúde foram mobilizados, inclusive com remuneração extra, para atuar em áreas distantes da região metropolitana de Lima oferecendo um “programa de saúde básica integral” (com ligadura de trompas compulsória) em troca de alimentos. Em algumas escolas públicas, como na Universidade Nacional de Tumbes, no norte do Peru, estudantes que cadastravam mulheres aptas à "Ação Cirúrgica Voluntária" eram premiados com três pontos percentuais na nota final do curso.
Aos 74 anos, Fujimori vive nos arredores de Lima, cumprindo pena de 25 anos por corrupção em uma prisão dos sonhos para mensaleiros condenados: 10 mil metros quadrados de área exclusiva, com cozinha equipada, nutricionista, sala de estar, biblioteca, estúdio de pintura e escultura, anfiteatro, gabinete médico, jardim, horta, sala para recepções e estacionamento com vagas demarcadas para visitas e militantes do seu partido, o principal do bloco oposicionista.
A reabertura dessa investigação, com o objetivo de responsabilizá-lo por por crimes contra a humanidade, representa também uma saia-justa para o governo dos Estados Unidos e para a Organização das Nações Unidas.
Os EUA foram os principais financiadores do programa de esterilizações em massa comandado por Fujimori. Fomentaram essa política com US$ 180 milhões, em valores de hoje. O patrocínio começou no governo do republicano George H. W. Bush, 70 anos - hospitalizado nesta semana aparentemente por causa de uma bronquite -, e prosseguiu na administração Bill Clinton, 66 anos. A ONU chancelou, via Fundo para a População que ironicamente fora criado para reduzir a pobreza e promover os direitos das mulheres e de minorias.
O respaldo financeiro dos EUA só foi suspenso em 1999, quando o senador Christopher H. Smith, 59 anos, republicano de Nova Jersey, recebeu farta documentação do Comitê da América Latina e Caribe para Defesa dos Direitos da Mulher, e percebeu a dimensão da enrascada em que Washington se metera: contribuintes americanos estavam financiando uma ditadura civil que adotava um sistema de controle populacional compulsório, com o objetivo de eliminar a pobreza. Na essência, uma forma de genocídio.
Smith mobilizou o Congresso, garantiu apoio da bancada democrata e as remessas de recursos ao programa peruano foram excluídas do orçamento, já no segundo mandato de Clinton. Na época o senador lembrou que os EUA não eram "imunes a esse sistema" de eliminação de pobres, evocando episódio ainda recente na memória americana: o caso Cyanamid.
Em 1978, o grupo American Cyanamid instituiu uma "política de proteção fetal" para trabalhadoras em idade fértil. Anunciou que quem quisesse manter o emprego no Departamento de Pigmentos de Chumbo, onde pagava mais que em outras áreas, deveria se submeter a um processo de esterilização oferecido pela empresa. A escolha das trabalhadoras era perder renda ou continuar ali, mas ficar estéril pelo resto da vida depois de um procedimento cirúrgico, pago pela empresa. Cinco mulheres foram vítimas. Em 1991, a Corte Suprema condenou a Cyanamid por violação dos direitos civis, proibindo ações do gênero.
A catarse de indignação que a Cyanamid provocou acabou perpetuada pelo cérebro e mãos de um jovem artista plástico, Hans Haackee, ativista que em 1969 liderou um internacional boicote à Bienal de São Paulo, em protesto contra a ditadura militar brasileira.
Mordaz e ferino, Haacke produziu um anúncio: “American Cyanamid …Onde as mulheres têm uma escolha”. A obra pode ser vista na fascinante exposição que o museu Metropolitan mantém até 31 de dezembro sobre o efeito Andy Warhol nas artes no último meio século. São 50 quadros e objetos de Warhol e de outros 59 artistas, entre eles o brasileiro Vick Muniz.



ps: saiu uma nota  veridica no journal da globo.. em fim

sexta-feira, novembro 02, 2012

Poema a TUpac Amaru, en quechua por Arguedas



la voz de los pobres, los olvidados, los  despreciados, los verdaderos duños de los andes

El Maestro Jose maria Arguedas, recopilaciones



Tambobambino majatari = O jovem de Tambobamba = El joven de de Tambobamba.



Alverja saruy = Pisando as arvejas= Pisando las arvejas

PS:  es una actividade comun en las comunidades andinas de  Ayacucho, apurimac, etc, donde la cosecha de las arbejas se realiza como uma fiesta en el campo. se junta la planta seca junto a los frutos, en un lugar plano y los jovens danzan en circulo al rededor de la misma, separando el grano de la cascara. A esta forma de trabajo colectivo y musical, junto a canticos especiales relativos al evento, se llama de Alverja saruy.




Lorochay= Lorito (diminutivo de Loro)



el canto coral a tupac amaru, nuestro primer revolucionario, la lucha continua...

segunda-feira, outubro 22, 2012

CIA planea derrotar a Correa en elecciones presidenciales

El exembajador del Reino Unido en Uzbekistán, Craig Murray, destacó el lunes que Estados Unidos está tratando de derrotar al actual mandatario ecuatoriano, Rafael Correa, en las próximas elecciones presidenciales de este país.

Murray informó en su página Web que la Agencia Central de Inteligencia de EE.UU (CIA, por sus siglas en inglés), invierte unos 87 millones de dólares para perturbar estos comicios.

De acuerdo el exdiplomático británico, esta cantidad de dinero que destina el país norteamericano en Ecuador “han sido triplicados” después de que se determinaron los resultados electorales en Venezuela.

En medio de que los altos funcionarios estadounidenses no esperaban la reelección del presidente de Venezuela, Hugo Chávez, -presidenciales del pasado 7 de octubre- la CIA ha multiplicado sus esfuerzos para que no se comete “el mismo error” en Ecuador, en las elecciones que se celebrarán el 17 de febrero de 2013.

“Esto va a abrir el camino a la campaña de la oposición para sobornar y chantajear a los medios y a funcionarios oficiales. Se espera una ola de escándalos mediáticos y picaduras de corrupción contra el Gobierno de Correa en las próximas semanas”, ha precisado Craig Murray.

A juicio del exembajador británico, no está claro que si Rafael Correa será reelecto o no, también, no se sabe si la oposición ecuatoriana está colaborando con EE.UU o no, pero una cosa está muy clara y eso es el deseo del país norteamericano de que el jefe de Estado de Ecuador pierda estas elecciones.

Murray recordó que en el caso de que un líder pro-estadounidense llegue al poder en el país suramericano, el asilo político que dio Ecuador al fundador de Wikileaks, Julian Assange, sería cancelado, y los británicos podrán tener accesibilidad a él para extraditarlo a Suecia, donde se le acusa de delitos sexuales y, posteriormente, a EE.UU., donde se podría enfrentar cargos de espionaje por publicar cientos de miles de documentos clasificados de este país en relación a la guerra de Afganistán.

Esto se produjo en momentos que casi todos los sondeos muestran que Rafael Correa es el favorito en las próximas elecciones presidenciales. 



ps: equador que se prepare, porque a batalha vai ser  dura, la vem os abuitres

quinta-feira, outubro 18, 2012

Hoje, no STF- urgente

Hoje, no STF, na condição de Ministro Revisor, ele está absolvendo um dos corruptos do mensalão... com extensa e bem preparada oratória de defesa do Sr. João Paulo Cunha, recebedor de propina de R$ 50mil do Valerioduto.
 
O juiz mais pilantra e corrupto do judiciário brasileiro.
 
Lembrem-se, a internet tem um poder fantástico! É o famoso ditado a união faz a força, na prática virtual!
 
O juiz mais pilantra e corrupto do Judiciário brasileiro.
 
Descrição: cid:ADBD655787EF45AF8263A6CA34464603@user010e7a6852
 
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski é o juiz mais pilantra e corrupto do judiciário brasileiro.
 
Mandou interromper uma investigação na qual juízes são acusados de receber R$ 700.000,00 de auxílio moradia. (ah ele também recebeu...).
 
Atualmente está tentando adiar o processo do mensalão até que os crimes prescrevam.
 
Ajude a combater a corrupção no Brasil, divulgue.
 
Só podemos contar com você.
 
Eu repassei para muitos, veja quantos você consegue.

sábado, outubro 06, 2012

Asedio moral electorero de Capriles via telefonia

por Renata Mielli, de Caracas *
A disputa eleitoral na Venezuela está acirrada. Depois de 14 anos à frente do governo, é natural que Chávez enfrente desgastes em alguns setores. Mostra disso é o fato de a oposição ter acumulado posições desde a última eleição, em 2010, quando o PSUV – Partido Socialista Unido da Venezuela elegeu 95 deputados para a Assembleia Nacional, contra 61 da oposição, perdendo a maioria qualificada da Assembleia, mas mantendo a maioria simples.
O candidato Henrique Capriles se aproveita dos desgastes do governo, usa um discurso pretensamente de esquerda para tentar ganhar apoio de setores populares, dizendo que vai manter os programas sociais e, ao mesmo tempo, acena para os setores econômicos apontando para o fim do “socialismo do século XXI”. Conta explicitamente com o apoio de grandes empresas multinacionais e usa de todos os meios possíveis para tentar uma vitória no dia 07. Vale assediar venezuelanos e não venezuelanos.
Chávez se apoia na mobilização popular com brigadas em cada esquina distribuindo materiais de campanha e convocando o povo a defender as conquistas da revolução bolivariana. Filas se formam nas barracas para pegar materiais e cartazes do comandante.
Assédio eleitoral, um depoimento particular
No segundo dia de minha estada em Caracas, habilitei um chip para celular da Movistar, a empresa da Telefônica na Venezuela. Para isso, fiz um cadastro com nome, endereço e como sou estrangeira com passaporte e contatos no Brasil. Recebi um número de telefone. No dia seguinte, menos de 24 horas depois de estar com o telefone habilitado, recebi a seguinte mensagem: Quieres ser voluntario de Capriles Radonski? Envia SMS al 212 com *HCAPRILES + Cedula + Correo-e Ya sabes! VOTA SEGURO por Primero Justicia Abajo a la Izquierda. (foto ao lado)
Fiquei passada. Isso que é assédio eleitoral! A noite, assistindo ao noticiário no hotel, vi que pipocavam denúncias das pessoas que estavam recebendo mensagens de vários tipos vindas da campanha de Capriles. Não só mensagens, mas também chamadas telefônicas, algumas até de madrugada.
Bom, está claro que as grandes empresas de Telecomunicação estão apoiando a campanha de Capriles. Ok. Mas o esquema eleitoral do candidato da oposição vai muito além.
Depois de muito trabalho para postar um web-jornal no youtube com entrevistas feitas aqui, passados alguns minutos apareceu um banner publicitário no meu canal do youtube com uma campanha de Capriles. Como não creio em coincidências, logo entendi o motivo. Ao postar o vídeo, selecionei palavras chaves, entre elas Venezuela e eleições, que foram reconhecidas pela publicidade do candidato oposicionista.
Estes dois episódios podem dar um pouquinho da dimensão do acirramento da disputa eleitoral na Venezuela e da ofensiva da candidatura de Capriles. No Brasil, esse tipo de propaganda é totalmente irregular segundo a Justiça Eleitoral. E os meios de comunicação acusam justo o governo de Hugo Chavéz de promover um atentado à liberdade de expressão!
Chávez ocupa as ruas
Nesta quinta-feira, dia de encerramento da campanha eleitoral, o presidente Hugo Chávez faz uma grande marcha em Caracas. A meta do comando chavista é ocupar as 7 principais avenidas da cidade e levar muito mais gente à rua do que seu opositor levou no último domingo.

fonte(blog de Rodrigo Vianna).

terça-feira, setembro 18, 2012

sábado, julho 07, 2012

cobardia de um soldado sionista




nehuma palavra, frase, justifica agresão física contra uma criança

domingo, junho 17, 2012

Corte parisina: Llamamiento a boicotear productos israelíes no es ilegal

Pese a los continuos esfuerzos realizados por el Lobby israelí en Francia, la corte de Apelaciones de París ha reconocido que las imágenes de video divulgadas, en las que se apoya el boicot a los productos fabricados por el régimen de Tel Aviv, distribuidos en el país galo, no promocionan la violencia y la extravagancia de manera alguna.

La corte de Apelaciones ha atendido el pleito presentado por un grupo de judíos, en el que condenan el llamamiento a boicotear los productos israelíes en Francia, y ha subrayado que la critica pacífica hacia las políticas del régimen de Israel no contraponen las leyes, siempre y cuando esté basada en los criterios establecidos por el Tribunal de Derechos Humanos en Europa.

En junio de 2011, otra Corte reconoció la legitimidad de este tipo de procedimientos.

En este llamamiento, un grupo de franceses, defensores del oprimido pueblo palestino, boicotean los productos israelíes en unos grandes almacenes franceses.

Olivia Zemor, una de las promotoras de esta propaganda contra los productos israelíes, ha señalado que el objetivo principal de esta iniciativa es sancionar todos los productos que se fabrican en los territorios ocupados de Palestina y los asentamientos israelíes a manos del régimen usurpador de Israel, a fin de que sean reconocidos por la comunidad internacional.

Boicoteando los productos israelíes, los activistas franceses intentan golpear la economía del régimen de Tel Aviv y, así, provocar un despertar en la comunidad internacional.

África del Sur y varios países europeos también han boicoteado los productos israelíes hechos en los asentamientos ilegales de los territorios ocupados palestinos, en Cisjordania.



quinta-feira, junho 07, 2012

contaminación con metales pesados en Espinar es verídica

La congresista renunciante a Gana Perú, Verónika Mendoza Frisch, hizo público en conferencia de prensa el informe del Ministerio de Salud (Minsa) que corrobora la veracidad de las afirmaciones que realizara en torno a la contaminación de las aguas con metales pesados en comunidades de la provincia de Espinar, en Cusco, áreas de influencia de la minera Xstrata Tintaya. “En el documento se confirma que se ha excedido el límite máximo de arsénico y mercurio, en la misma zona donde está la minera Xstrata Tintaya. Se halló una cantidad superior a la permitida de metales pesados en el agua de consumo humano”, precisó Mendoza. Expresó que de esta manera “queda claro que la demanda de la población de Espinar en cuanto a la contaminación ambiental es real y legítima”. Subrayó que el documento del Minsa señala que, si bien hay esa contaminación, no puede precisar su origen, por lo que recomienda se profundicen las investigaciones a fin de determinarlo. La parlamentaria señaló que la propia Oficina General de Comunicaciones del Ministerio de Salud, “por fin se dignó en precisar que sí existe ese informe”, por lo que solicitará que quienes la acusaron de falsedad se rectifiquen. “He demostrado con los documentos en mano que nunca falté a la verdad y sobre todo que la demanda de la población en Espinar es real y legítima”, enfatizó.



 Ps: El gobierno de humala, despues de los casos de represion en cajamarca y espinar contra pobladores que defiendes con justicia los interes legítimos de : respeto a la vida, salud, de todos los pobladores; pierde legimitdad. El gobierno muestra su verdade face, la face del continuismo en la politica neoliberal, de fujimori, alan garcia, toledo. Todos ellos dando las espaldas a la unidad sudamericana, y formando una corriente conservadora junto com chile, colombia e mexico, bajo la tutela de los yanquis de aplicacion de politicas economicas obsoletas, anti-democráticas, represivas, que afianza la diferencia de clases sociales y la miseria en la region. El PBI no tiene ningun mérito, si se olvida el desenvolvimiento humano, cientifico y tecnologico.

domingo, maio 20, 2012

occupy wall street

(clike aqui)
resistencia contra o sistema

terça-feira, maio 15, 2012