musica con sentido e sentimiento

quinta-feira, abril 12, 2012

Uma mostra do museu do arte de Lima (google art)




Lass foto anteriores correspondem al acervo cultural del museu de arte de Lima.

Una muestra fotográfica del acervo cultural del museu de arte de lima-Peru se encuentra en el google art.

esta es la página del museu de arte.

sábado, março 24, 2012

el lider de los humildes-kjarkas




Letra de "El Lider De Los Humildes":

un dia salio un hombre
en busca de libertad
con sus hermanos de clase
el mundo quizo cambiar

alzando contra el imperio
a los pobres del lugar
librara su guerra de hambre
trtas muerte y rebelion

luchando contra un sistema
que quisieron derrunbar
muchos obreros cayeron
defendiendo su verdad

con los pobres y oprimidos
con los hijos sin fututro
buscaban para los justos
la vida con dignidad

en los tiempos de cambiar
los sueños tienen lugar
vamos vamos
vamos buscando el mundo ideal
forjando sueños a los hijos que vendran

luchanod contra el imperio
no dejaron de soñar
ahora los de la miseria
no quisieron renunciar

acusado perseguido
por los todo poderosos
estuvo siempre dispuesto
a morir sin claudicar

en los tiempos de cambiar
los sueños tienen lugar
vamos vamos vamos buscando
buscando el mundo ideal
vamos vamos forjando sueños
a los hijos que vendran

quarta-feira, fevereiro 29, 2012

desinformação da globo

segundo a globo: Irã recebe ouro por petróleo
Sanções económicas impostas por EUA e Europa dificultam transacções em dólar para compra de produtos iraniano.

segundo o jornal hispanet é o governo iraniano que decidiu não usar mais a moeda norte americana para realizar transacções comerciais, como resposta as sanções económicas.

mais uma vês o globo engana ao usuário brasileiro.

terça-feira, fevereiro 28, 2012

manifestantes chinos contra la ingerencia del BM

Un grupo de manifestantes chinos ha irrumpido este martes en un recinto en China donde el presidente del Banco Mundial (BM), Robert Zoellick, daba una rueda de prensa.

Los opositores de la política financiera del BM durante su protesta han afirmado que los planes de la entidad internacional son como un veneno para la economía china y han reclamado la anulación de esos planes.

Du Jianguo, uno de los que no está de acuerdo con las políticas de BM, ha manifestado que está seguro de que China implementará las políticas de este organismo financiero, cuyo objetivo es que Pekín persiga el mismo patrón económico de EE.UU.

Los planes del BM "destruirán la economía china y permitirán que Wall Street y sólo unos pocos chinos aplasten a otros, por lo que China se convertirá en una sociedad injusta entre un 1 y un 99 por ciento", ha agregado.

Uno de los planes que Zoellick, en su visita de tres días a China intenta impulsar, es la privatización empresarial de sectores dominados por el Estado en el país gigantesco asiático.

Los opositores consideran que "políticas que han fracasado en Occidente, como promover la privatización de bancos y empresas estatales, están siendo incentivadas por el Banco Mundial".

fonte

quien es el verdadero enemigo de la soberania de las naciones

sexta-feira, fevereiro 24, 2012

Mistério do túmulo do último imperador inca a um passo de ser desvendado

Muito procurado, mas nunca descoberto, o túmulo de Atahualpa, o último imperador inca, se mantém no centro de muitas especulações ao longo dos anos; mas, desta vez, o enigma parece ter sido desvendado no Equador, bem no meio dos Andes.

Fortalezas, palácios e santuários do antigo império pré-colombiano se espalham na região de Sigchos, a 70 km ao sul de Quito, no sopé ocidental da cordilheira, e seus segredos ainda são numerosos.

A historiadora equatoriana Tamara Estupiñan acha que desvendou um desses mistérios, localizando, em junho de 2010, após dez anos de trabalhos, um "sítio arqueológico inca", não muito longe do legendário vulcão Cotopaxi.

Para esta pesquisadora, do Instituto francês de Estudos Andinos (Ifea), ninguém duvida que neste amontoado de pedras, junto às margens do rio Machay, no território Malqui, se esconda a última morada de Atahualpa.

"Machay significa gruta, santuário e Malqui, corpo ou múmia de um ancestral, no idioma do povo histórico. Então, Malqui Machay significaria o local onde foi enterrado seu corpo", explica ela à AFP, recorrendo à linguística.

A hipótese toma cada vez mais corpo, com a descoberta de um monumento arquitetural composto de várias salas retangulares, construído com pedras talhadas e polidas.

A entrada da cidade desemboca num "ushno", espécie de pirâmide truncada onde ficaria o trono do imperador, perto de uma pequena cascata que garantiria o "banho do inca".

Último Tupac, ou imperador do império inca, domínio que se espalhou pela Colômbia atual até o Chile e a Argentina, Atahualpa foi executado pelos colonizadores espanhóis em 1533, mas sua múmia nunca foi encontrada.

O terreno, antes sagrado, pertence atualmente a um criador de galos de briga, uma tradição local. E alguns gostam de destacar as coincidências da história. Conta a lenda, por exemplo, que um galo se pôs a cantar após a morte de Atahualpa.

CONSERVAÇÃO FENOMENAL

As autoridades parecem também acreditar na tese da descoberta do túmulo do último rei dos incas, pelo que declararam o local zona protegida de escavações futuras.

O diretor do Ifea, Georges Lomné, compartilha a certeza da arqueóloga equatoriana, lembrando que o território fazia parte do "domínio pessoal" de Atahualpa. Quanto à sua múmia, "é possível que tenha passado por aí ou tenha permanecido um tempo no santuário", disse ele à AFP.

"É uma descoberta capital na história da arqueologia do Equador e da região", afirma à AFP a ministra equatoriana do Patrimônio, Maria Fernanda Espinosa.

A arqueóloga americana Tamara Brau, da Universidade Wayne State no Michigan, que participa também das pesquisas de Sigchos, parece também convencida. O sítio apresenta "um estado de conservação fenomenal, além de possuir uma importância científica considerável", disse ela.


os ultimos dias de atahualpa







as fotos, segundo o cronista huaman poma de ayala, que deu retratro falado aos acontecimentos na epoca da conquista do tahuantinsuyo

terça-feira, janeiro 31, 2012

municiones ratiactivas norteamericana afecta el pueblo afegano


Las municiones radioactivas producidas en Estados Unidos que se utilizan en Afganistán afectan negativamente a la salud de las personas y mutilan el futuro genético de este país asiático.

El Dr. Mohammad Daud Miraki, autor de Afganistán Después de la Democracia: La Historia no Contada a través de Imágenes Fotográficas, afirmó el lunes en Kabul, capital afgana, que EE.UU. ha cometido crímenes horribles contra los ciudadanos afganos, informa Press TV.

Según Miraki, EE.UU. usó uranio empobrecido en Afganistán lo que causa que los bebés afganos nazcan con graves deformidades, daños genéticos, malformaciones congénitas, cáncer, diabetes, daño al sistema inmunológico y otros problemas endémicos e salud.

Miraki calificó de “genocidio” el empleo de esta sustancia en el país asiático y agregó que esto da una idea de la severidad de la vida bajo la ocupación estadounidense.

En su libro, testimonia haber visto a personas que mueren de manera extraña y también mencionó el caso de varias aves fundidas en los árboles.

Miraki aseguró que el gobierno norteamericano sigue utilizando, desde finales de 2001, una masiva cantidad de armas de uranio empobrecido en Afganistán.

De acuerdo con el libro de Miraki, la guerra de EE.UU. en Afganistán, iniciada el 2001, so pretexto de establecer la democracia es una “mentira”. Asimismo acusa al gobierno de Washington de traicionar al pueblo afgano.



fonte

quinta-feira, janeiro 19, 2012

brasil: enmenda constitucional

Manifesto

Peço a cada destinatário para encaminhar este e-mail a um mínimo de
vinte pessoas em sua lista de endereços, por sua vez, pedir a cada um
daqueles a fazer o mesmo.

Em três dias, a maioria das pessoas no Brasil terá esta mensagem. Esta
é uma idéia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo.

Lei de Reforma do Congresso de 2012 (emenda da Constituição do Brasil)

1. O congressista receberá salario somente durante o mandato. E não
terá direito a aposentadoria diferenciada em decorrência do mandato.

2. O Congresso contribui para o INSS. Todo o fundo (passado, presente
e futuro) atual no fundo de aposentadoria do Congresso passará para o
regime do INSS imediatamente. O Congressista participa dos benefícios
dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O
fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.

3. Congressista deve pagar para seu plano de aposentadoria, assim como
todos os brasileiros.

4. Congresso deixa de votar seu próprio aumento de salário, que será objeto de plebiscito.

5. Congressista perde seu seguro atual de saúde e participa do mesmo
sistema de saúde como o povo brasileiro.

6. Congressista está sujeito às mesmas leis que o povo brasileiro.

7. Servir no Congresso é uma honra, não uma carreira. Parlamentares
devem servir os seus termos (não mais de 2), depois ir para casa e
procurar emprego. Ex-congressista não pode ser um lobista.

8. Todos os votos serão obrigatoriamente abertos, permitindo que os
eleitores fiscalizem o real desempenho dos congressistas.

Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas,
em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem.

A hora para esta emenda na Constituição é AGORA.

É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR O CONGRESSO. Se você concorda com o
exposto, REPASSE, Se não, basta apagar

Você é um dos meus + 20. Por favor, mantenha esta mensagem CIRCULANDO..

terça-feira, janeiro 03, 2012

“A Grande Estratégia” depois da Guerra Perpétua do 11 de Setembro

Um década depois dos atentados do 11 de Setembro, os EUA e os seus aliados europeus estão presos num pântano. Tirando a retórica de Obama, pouco divide esta administração da sua predecessora.


'Um soberano é aquele que decide em caso de excepção,' escreveu Carl Schmitt em tempos diferentes, quase há um século, quando os impérios e exércitos europeus dominavam a maioria dos continentes e os EUA desfrutavam de um sol isolacionista. O que o teórico conservador queria dizer com 'excepção' era um estado de emergência, necessário devido a cataclismos económicos ou políticos, que requeriam a suspensão da Constituição, repressão interna e guerra no estrangeiro.

Um década depois dos atentados do 11 de Setembro, os EUA e os seus aliados europeus estão presos num pântano. Os eventos daquele ano foram usados como um pretexto para refazer o mundo e punir os que não obedecessem. Hoje, enquanto a maioria dos cidadão euro-americanos vagueia por um deserto moral, infelizes com as guerras, propagandeadas como algo diferente do que realmente são: uma estratégia imperial abrangente, o General Petraeus (actualmente a comandar a CIA) diz-nos: “Temos de reconhecer também que não que vamos ganhar esta guerra. Penso que continuaremos a lutar. É um pouco como o Iraque, na verdade... Sim, tem havido enormes progressos no Iraque. Mas ainda existem ataques horríveis, e temos de continuar vigilantes. Temos de ficar depois de acontecerem. Este é o tipo de luta em que estamos para o resto das nossas vidas e provavelmente das vidas dos nossos filhos.” Assim fala a voz do poder soberano, determinando que, neste caso, a excepção é a regra.

Embora não concorde com a sua resposta, o filósofo alemão Jürgen Habermas colocou uma questão importante: 'Será que o universalismo que nós atribuímos aos direitos humanos apenas esconde um instrumento subtil e enganador da dominação Ocidental?' 'Subtil' poderia ser apagado. As experiências nos territórios ocupados falam por si próprias. Dez anos de guerra contínua no Afeganistão, um impasse sangrento e brutal com um regime marionete e corrupto cujo presidente e sua família enchem os bolsos com ganhos duvidosos e um exército EUA/NATO incapaz de derrotar os insurrectos. Agora, estes atacam à vontade, assassinando o irmão corrupto de Karzai, acabando com os seus principais colaboradores e atingindo pessoal-chave da inteligência da NATO via terrorismo suicida ou derrubando helicópteros. Entretanto, nos bastidores, sessões prolongadas de negociações entre os EUA e os neo-taliban têm ocorrido desde há vários anos. O objectivo revela desespero. A NATO e Karzai estão desesperados por recrutar os taliban para um novo governo nacional.

Políticos conservadores e liberais euro-americanos que formam a estrutura das elites governantes e declaram acreditar em moderação, tolerância e fazer guerras para impor os mesmos valores nos Estados re-colonizados ainda estão cegos pela sua situação e não conseguem ver o que está escrito na parede. Não obstante a sua piedosa renúncia à violência terrorista, não têm problemas em defender a tortura, as prisões ilegais, o assassínio de indivíduos, estados de excepção ilegítimos para que possam prender qualquer um indefinidamente e sem julgamento. Entretanto, os bons cidadãos da Euro-América que se opõem às guerras feitas pelos seus governos evitam olhar para os mortos, feridos e órfãos do Iraque e do Afeganistão, da Líbia e do Paquistão... a lista continua a crescer.

A guerra – jus beli – é agora um instrumento legítimo conquanto seja usado com a aprovação dos EUA e de preferência usado pelas suas tropas. Hoje em dia, é apresentada como uma necessidade “humanitária”: um lado está ocupado a cometer crimes, o lado moralmente superior está simplesmente a administrar a punição necessária; e nega-se a soberania ao Estado a derrotar. A sua substituição é cautelosamente policiada tanto através de bases militares como através de uma combinação de ONGs e dinheiro. Esta colonização ou dominação do século XXI é auxiliada pelas redes de média globais, um pilar essencial para conduzir operações políticas e militares.

Comecemos pela segurança interna nos EUA. Contrariamente ao que muitos liberais imaginavam em Novembro de 2008, a degradação da cultura política americana continua rapidamente. Em vez de inverter a tendência, o advogado-presidente e a sua equipa aceleraram o processo. Houve mais deportações de imigrantes do que no mandato de Bush; poucos prisioneiros detidos sem julgamento foram libertados de Guantánamo, uma instituição que o advogado-presidente prometeu encerrar; o Patriot Act e o seu conteúdo sobre o que constitui um amigo ou inimigo foi renovado, começou uma nova guerra na Líbia sem a aprovação do Congresso, utilizando como desculpa o facto de os bombardeamentos sobre um Estado soberano não constituírem um acto hostil; os denunciadores estão a ser vigorosamente perseguidos e por aí adiante – a lista cresce a cada dia que passa.

A política e o poder apagam tudo o resto. Os liberais que ainda acreditam que a administração Bush transcendeu a lei enquanto que os Democratas são exemplo de conduta estão cegos pelo tribalismo político. Tirando a retórica de Obama, pouco divide esta administração da sua predecessora. Ignorem, por um momento, o poder dos políticos e dos propangadistas para impor os seus tabus e preconceitos sobre a sociedade americana em geral, um poder muitas vezes usado agressiva e vindicativamente para calar a oposição em qualquer lado – Bradley Manning, Thomas Drake (libertado após uma grande indignação dos média liberais), Julian Assange, Stephen Kim, que estão a ser tratados como criminosos, inimigos públicos, sabem melhor do que ninguém.

Nada mostra melhor esta degradação do que o assassinato de Osama Bin Laden em Abbotabad. Poderia ter sido capturado e levado a tribunal, mas essa nunca foi a intenção. O humor liberal foi espelhado pelos cântico ouvidos em Nova Iorque: U-S-A. U-S-A. Obama apanhou Osama. Obama apanhou Osama. Não podes derrotar-nos (aplausos). Não podes derrotar-nos. Lixem o bin-laden. Lixem o bin La-den.

Isto foi repetido numa linguagem mais diplomática pelos líderes da Europa, parceiros júniores na família imperial das nações, incapaz de auto-determinação. Vénias e hipocrisia tornaram-se o cunho da cultura política.

Vejamos o exemplo da Líbia, o último caso da 'intervenção humanitária'. A intervenção EUA-NATO na Líbia, com a cobertura do Conselho de Segurança das Nações Unidas, é parte de um resposta orquestrada para demonstrar apoio a um movimento contra um ditador em particular e assim terminar as rebeliões árabes, colocando-as sob controlo ocidental, confiscando a sua impetuosidade e espontaneidade e tentando restaurar o status quo ante. Como é agora evidente, os britânicos e os franceses gabam-se do seu sucesso e que controlarão as reservas de petróleo líbias como pagamento de seis meses de campanha de bombardeamentos.

Entretanto, os aliados de Obama no mundo árabe prometeram trabalhar arduamente para implementar a democracia.

Os sauditas entraram no Bahrein, onde a população está a ser tiranizada e onde estão a acontecer prisões em larga escala. Isto não está a ser muito divulgado pela al-Jazeera. Pergunto-me porquê? A estação parece ter sido posta na ordem e em sintonia com a política dos seus fundadores. Tudo isto com o apoio dos EUA. O déspota no Iémene, odiado pela maioria do seu povo, continua a matá-lo todos os dias através de controlo remoto a partir da sua base saudita. Nem mesmo um embargo de armas, quando mais uma “zona de exclusão aérea” lhe é imposta. A Líbia é mais um caso da vigilância selectiva pelos norte-americanos e pelos seus cães de ataque no Ocidente. O facto de os Verdes alemães, que estão entre os mais ardentes defensores europeus do neo-liberalismo e da guerra, quererem fazer parte desta companhia revela mais sobre a sua própria evolução do que os méritos ou deméritos da intervenção.

As fronteiras do esquálido protectorado que o Oeste vai criar estão a ser decididas em Washington. Mesmo aqueles líbios que, em desespero, apoiaram o jactos da NATO, poderão – como o seu equivalente iraquiano – arrepender-se.

Tudo isto despoletará uma terceira fase a qualquer altura: uma crescente raiva nacionalista que chegará à Arábia Saudita e aí, sem dúvida, Washington fará tudo o que for necessário para manter a família real saudita no poder. Perder a Arábia Saudita significa perder todos os Estados do Golfo. O assalto à Líbia, fortemente ajudado pela imbecilidade de Khadafi em todas as frentes, foi desenhado para retirar a iniciativa das ruas, parecendo ser uma defesa dos direitos civis. Os bahreinianos, os egípcios, os tunisinos, os sauditas e os iemenitas não serão convencidos, e mesmo na Euro-America mais estão a opor-se a esta última aventura do que a apoiá-la. As lutas não estão terminadas.

O poeta alemão de século XIX Theodor Däubler, escreveu:

“O inimigo é a nossa questão encarnada

Ele perseguir-nos-á, e nós persegui-lo-emos com o mesmo propósito.”

O problema desta visão, hoje em dia, é que esta categoria de inimigo, determinada pelas necessidades políticas dos EUA, muda demasiadas vezes. Ontem Saddam e Khadafi eram amigos, regularmente ajudados pelas agências ocidentais de informações para lidar com os seus próprios inimigos. O último tornou-se amigo quando o primeiro se tornou inimigo. E assim continua a desordem mundial. O assassinato de Osama Bin Laden foi aplaudido pelos líderes Europeus como algo que faria do mundo um lugar mais seguro. Digam isso às fadas.

Publicado no Counterpunch

Tradução de Sofia Gomes para o Esquerda.net

sábado, dezembro 24, 2011

o livro chegou ao cinema: privataria tucana

A Privataria Tucana - O Filme from Cloaca News on Vimeo.







a guerra media chegou!!





reportaje de record news.


ps: las privatizaciones fraudulentas y la corrupcion en el gobierno de fernando henrique cardoso (PSDB), son detallados en un libro lanzando este año en el brasil
con el titulo de "privataria tucana" de un periodista de nombre Amaury.

Pues bien, todo indica que que la eterna candidatura de la oligarquia y de los medios de comunicacion golpista del brasil(folha do brasil, o globo, estadao, veja, etc), la candidatura del señor jose serra, esta enterrada. En el mejor de los casos, minimamente, si se trata de honestidad, deve pasar años intentando explicar sobre las acusaciones fuertes lanzadas en el libro contra el psdb y el señor jose serra. En el peor de los casos, le sobra el silencio, silencio complice con eses medios de comunicacion que están intentando ocultar el lanzamiento del libro y todo la información contenida en ella. Para el pueblo latinoamericano la derrota de psdb y de jose serra quiere decir vientos de esperanza.

quarta-feira, dezembro 14, 2011

invasion a panama

Ayer CNN se ocupó por tiempo prolongado del arribo a Panamá del General Manuel Antonio Noriega. CNN fue abundante en señalar al ex-presidente como criminal y dictador.

No hizo ni una sola pudorosa referencia a la invasión Norteamericana, previa a la captura del General, que significó la muerte de cerca de 7 mil panameños e incluyo la destrucción de “Chorrillos” y otros barrios, donde perecieron, sin discriminación, mujeres, ancianos, niños y personal civil.

Las imágenes de aquella criminal y cobarde agresión son ignoradas en Panamá por los medios de comunicación escrita, radiales y televisivos. Miré en Telesur un reportaje sobre aquellos siniestros hechos que producen horror. Las tropas yanquis ejecutaban a civiles y militares sin razón alguna, tan solo para satisfacer un odio por los demás inexplicable.

Así lo hicieron en Nicaragua. Son famosos los recuerdos del Teniente Lee que se divertía lanzando niños al aire para que cayeran en la bayoneta, como famosos son las emboscadas victoriosas de Sandino que terminó expulsando a las tropas invasoras. Así lo hicieron en la República Dominicana y en Irak y así lo están haciendo en Afganistán y lo harán, si nos descuidamos, en otros países.

Noriega no puede ser juzgado más. Su captura fue ilegal -igual cualquier juicio- porque se produjo en el marco de una invasión. Estuvo más de 20 años en cárceles norteamericanas, sufrió un derrame cerebral y salió convertido en un ser humano decrépito, con un pie en el sepulcro. Aun en esas condiciones los asesinos de 7 mil panameños – y sus cómplices- lo masacran con insultos y aseveraciones por completo obsoletas. Me consta –lo sabemos muy bien y lo digo con toda responsabilidad - Noriega fue capturado porque se negó a ser cómplice en la agresión norteamericana contra Nicaragua.

CNN y otros medios de comunicación, de aquí y de allá y de todas partes, son mentirosos, criminales, subjetivos. Todavía no he podido encontrar en el repulsivo océano de la derecha – dominan, para desgracia del género humano, en todas partes, incluso en aquellos donde hay regímenes revolucionarios o progresistas- un solo periodista decente, con una mínima dosis de objetividad. Mienten, calumnias, despotrican, además, con una alegría infinita y con inaudito acento de convicción.

En lo de Panamá y en todo, jamás criticaron a Bush y si, a veces, critican a Obama es porque este tiene la mala suerte de ser negro, con todo y que es, demagogo y digno representante del imperio. Bush era tan maldito, es decir tan torpe y malvado, que a lo sumo es objeto, ahora, de uno que otro chiste perdona la vida.

Lo más curioso es que el poder de los medios es tan grande que la gente ni siquiera se entera de sus deformaciones, ellos tienen la capacidad de mentir y aparecer como ovejas transparentes, lúcidas y sinceras. Algún día, señor, abriremos los ojos. La invasión de Panamá no existió, los 7 mil muertos están vivos o, a lo mejor ocultos en fosas que jamás vamos a descubrir.

CNN es, por otra parte mezquina. Le llaman a Noriega dictador en presente y ex general en pasado. Para cualquiera con un mínimo de conocimiento y decencia los grados militares son permanentes. No se sabe como tratarán a Noriega. Casi no importa. Esta víctima del imperio y de la oligarquía local está a punto de decirnos adiós. El recuerdo de la invasión a Panamá, al parecer, no le importa a nadie. No será enjuiciada en ningún tribunal, salvo en aquel, ignorado por la mayoría de medios y gobiernos, que se llama “la historia”.


fonte(embajador da republica de nicaragua)

sábado, dezembro 10, 2011

mis recuerdos



manuelcha prado, el guitarrero de ayacucho




jaime guardia, grande charanguista de ayacucho



el hombre- ranulfo fuentes




yerba silvestre-martina portocarrero (interprete)



que encanto tienen tus ojos- martina portocarrero



sonia villanueva- voz hermosa de coracora-ayacucho



los puquiales.....




los herrantes de chuqubamba-arequipa



falsia-picaflor de los andes.



flor sinqueña- mi diccionario.


amanda portales- vaso de cristal


otra vez me quivoque-gaytan castro




sonco mayu- yawar



justo dia de libertad-yawar



chuqlla-illapas



quillapas- el indio nunca muere



quillapas- baca barrosa



quillapas- donde estaran



del cancionero ecuatoriano-quillapas.

segunda-feira, dezembro 05, 2011

¿Cuando se interesará el TPI a los asesinos de América Latina que encubre EEUU?

El Tribunal Penal Internacional, fiel servidor de EE.UU., de las potencias europeas y de la OTAN a la hora de perseguir a quien molestó sus intereses, padece de ceguera crónica cuando Washington, mientras denuncia al terrorismo, hospeda en su territorio connotados autores de crímenes contra la humanidad.

Hace unos días, el Gobierno de Estados Unidos expresó que se comprometía a descongelar el trámite de extradición del ex presidente boliviano Gonzalo “Goni” Sánchez de Lozada, solicitado hace más de tres años por el Gobierno boliviano para ser sometido a proceso judicial por actos de genocidio.
Bolivia reclama a “Goni” desde que huyó en octubre de 2003 a Estados Unidos, donde recibió de inmediato la protección del Departamento de Estado, tras la muerte en la ciudad de El Alto de 67 campesinos en una verdadera masacre que también dejó centenares de heridos.
Hasta ahora, Washington ni contestaba a las solicitudes de extradición. Con las conversaciones sobre el “acuerdo marco” que normaliza las relaciones con Bolivia, la potencia imperial consintió a renunciar a su mutismo criminal y eventualmente a “estudiar el caso”. Sin más.
El caso de Sánchez de Lozada es sólo uno de los numerosos casos de protección otorgada por Washington a autores de actos de terrorismo de Estado mientras publica una llamada “lista de patrocinadores del terrorismo” que utiliza para difamar a quien se niega a arrodillarse ante su poder hegemónico.
Un caso saturado de pruebas
En Caracas, cajas y cajas de documentos conservados en los archivos de la Fiscalía nacional demuestran la absoluta culpabilidad de Luis Posada Carriles, como autor intelectual, con el fallecido Orlando Bosch, de la destrucción en pleno vuelo de un avion cubano, en 1973, que provocó la muerte de 76 personas.
Un crimen ocurrido mientras George Bush padre se encontraba de jefe de la CIA, comparable al atentado aéreo de Lockerbie, ocurrido mientras el mismo Bush era vicepresidente de Estados Unidos encargado de seguridad nacional, y del cual se acusará a Libia...y a la CIA.
EE.UU. no sólo sigue negándose a enjuiciar por terrorismo o a extraditar a Posada, a pesar de las repetidas solicitudes presentadas por José Pertierra, el abogado que representa a Venezuela en el caso, sino que sus funcionarios, encabezados por el activista de extrema derecha Roger Noriega, le fabricó un caso judicial que llevó a su virtual absolución de sus crímenes por un jurado tejano.
“Ex” agente de la CIA, Posada fue formado en la School of the Americas (SOA), institución militar del Gobierno norteamericano dedicada a enseñar técnicas que hicieron de este psicópata caracterizado un terrorista en serie y un represor, torturador y asesino de élite. Sus crímenes están ahora documentados no sólo en Venezuela, sino también en El Salvador, en Guatemala, en Honduras y en Panamá.
El vertedero de Miami
En toda América, la responsabilidad de Estados Unidos en actos terroristas es proporcional a la actividad de sus servicios de inteligencia.
La CIA mantiene desde décadas en Miami una verdadera base de operación, un auténtico vertedero de sicarios desde que se gastó, en los años 60, cientos de millones en operaciones de inteligencia y terrorismo destinadas a provocar la destrucción de la Revolución cubana.
En esta ciudad enfermiza donde un enorme clan de matones, ex mercenarios formados para matar, sueña de una hecatombe que reduciría en polvo la isla de Cuba, ni se denuncia a los crímenes de estos herederos de la dictadura cubana de Fulgencio Batista, sino que se rinde homenaje. .
A esta tropa innumerable de veteranos cubanoamericanos, se ha aglomerado en el curso de los años, un número indeterminado de “refugiados políticos” procedentes de regímenes dictatoriales latinoamericanos cuya paternidad, aunque patente, Washington se niega a reconocer.
Las décadas no borran los crímenes. Son innumerables los casos de asesinos de Estado que viven en territorio norteamericano, incluso con la protección de la ley. A título de ejemplo, sigue radicado Michael Townley, ex-agente de la policía secreta de la dictadura de Augusto Pinochet, y asesino confeso del ex canciller chileno Orlando Letellier, quién dirigió la operación criminal ejecutada por cubanoamericanos luego indultados por George Bush hijo.
Vive en Miami, Roberto Guillermo Bravo, militar argentino, quién se encargó de rematar a 16 jovenes revolucionarios en lo que después se llamó la Masacre de Trelew. Los tribunales de la ciudad mafiosa siempre encontraron la vuelta para proteger a este asesino de una eventual extradición al país donde sus cómplices tuvieron que responder de sus crímenes.
Miami santuario de conspiradores
Fue en Miami que se conformó el intento de golpe de Estado contra el presidente ecuatoriano Rafael Correa, al margen de un foro donde se exhibió en septiembre de 2010 el ex presidente golpista al lado del prófugo cubano Carlos Alberto Montaner, con documentado pasado terrorista, y del torturador Gustavo Lemus.
Siguen protegidos en Miami los conspiradores del asesinato del fiscal venezolano Danilo Anderson, ejecutado con una bomba bajo su vehículo según la técnica CIA privilegiada por el terrorismo norteamericano. Ahí están no sólo los conspiradores golpistas Patricia Poleo y Nelson Mezerhane que encabezaron la conspiración sino los ex poli. Mientras viola con frecuencia la soberanía de otros países bajo el pretexto de “los derechos humanos” y se niega a someter a sus ciudadanos a procesamiento ante el Tribunal Penal Internacional por crímenes de guerra, Estados Unidos encubre a criminales - que buscaron refugio o que invitó a radicarse en su territorio.cias que confeccionaron el artefacto destructor.
En Miami están hospedados y protegidos por el Departamento de Estado, golpistas tales como Joaquim Chaffardet -el ex represor de la DISIP asesina- y el golpista Salvador Romani, que mantienen al lado de Posada Carriles su disponibilidad para “operaciones” magnicidas contra líderes progresistas.
El 11 de julio pasado, cuatro senadores demócratas estadounidenses enviaron una carta a la secretaria de Estado, Hillary Clinton, en la que solicitan al gobierno de Barack Obama, que ubique a uno de los asesinos que buscaron refugio en EE.UU., en el caso de los seis jesuitas ejecutados en El Salvador.
¿Cuántos ex represores salvadoreños o guatemaltecos, responsables de las masacres genocidas que marcaron la historia de Centroamérica, reciben protección en territorio estadounidense? ¿Cuando se interesará el TPI en los “derechos humanos” violados por Estados Unidos en el continente que considera su patio y que pretende dominar? ¿Cuando se interesará el TPI en los asesinos en América Latina que Estados Unidos preparó, orientó, financio, y encubrió?
¿Hará falta que América Latina, con su soberanía nuevamente expresada, tenga sus propios medios para juzgar a aquellos delincuentes que, orientados por poderes ajenos, la desprecian y la ofenden?

fonte: Jean-Guy Allard / teleSUR

domingo, novembro 27, 2011

cajamarca defiende su biodiversidad, sus manantiales, (sin agua no hay vida)




Aproximadamente 10 mil comuneros de las provincias de Hualgayoc, Celendín y del distrito Encañada (Cajamarca) se trasladan hasta la laguna Perol, punto de concentración que, según manifiestan, es el lugar que afecta el proyecto minero Conga.

Los manifestantes junto al presidente regional Gregorio Santos Guerrero, quien se moviliza montado en un caballo debido a la larga distancia y la ausencia de vehículos, se concentrarán en este sector.

Allí se realizará una manifestación contra el mencionado proyecto minero, por el cual han paralizado sus labores de forma indefinida.


ps: no se puede permitir que empresas privadas (corporaciones trans-nacionales) puede apropiarse de fuentes naturales de agua, aquellos pocos que aun tenemos; esta en juego la biodiversidade en el entorno de las lagunas, esta en juego el derecho al agua fundamental para la sobrevivencia de los propios pueblos. Lo mejor seria declarar la region como zona intangible para exploraciones mineras, una reserva protegida por ley.

el gobierno central lamentablemente esta a favor de la empresa minera, historicamente estas empresas vienen explotando riquezas minerales, contaminando rios, lagunas en toda la sierra centro-norte e sur. Mas una vez el gobierno se coloca a espaldas de los intereses del pueblo.

el derecho al agua potable, la preservacion de fuentes naturales de agua deve ser defendido con todas las fuerzas, eso no se negocia.


"sin agua no hay vida"




sábado, novembro 19, 2011

Estados unidos comienza temer a su gente

Nuestro vecino del norte se ha convertido en un Estado cada vez más antidemocrático y represivo también dentro de su territorio. Así lo confirma el brutal arrasamiento policiaco en los últimos días de muchos de los campamentos surgidos en importantes ciudades a raíz de la chispa encendida por Ocupa Wall Street. El movimiento parecía débil y solitario cuando comenzó con unas 200 personas en el Parque Zucotti (rebautizado de la Libertad) pero pronto ganó el apoyo de la mayoría de los newyorkinos, de sindicatos, intelectuales heterogéneos, artistas y empresarios medianos y pequeños. En menos de dos meses se ha extendido http://www.blogger.com/img/blank.gifa más de cien ciudades, ha duplicado la popularidad del Tea Party y cambiado la agenda del debate político nacional. Temas tabú como desigualdad de ingresos, dominación de la sociedad por las corporaciones, codicia capitalista y los crímenes del imperio ahora se discuten en la sala de muchas casas y en las páginas editoriales.

¿Por qué ha surgido este movimiento, tan temido por el poder que no ha cesado de reprimirlo, hasta desalojarlo de su acampada más emblemática muy cerca de Wall Street? Como respuesta intentaré resumir los cuestionamientos del movimiento Ocupa al sistema imperante en Estados Unidos.

Estados Unidos atraviesa una colosal crisis económica a la que no se le ve final a consecuencia de la avaricia capitalista, el gobierno del dinero y las constantes guerras. El desempleo alcanza a 25 millones, entre ellos muchos jóvenes. El país que más riqueza ha acumulado tiene cincuenta millones en pobreza, un número mayor sin seguro de salud y las escuelas públicas están en ruinas. Millones han perdido sus casas, el patrimonio de toda la vida. Mientras tanto, según datos oficiales, la riqueza de los más ricos ha crecido 275 por ciento.

Pero también existe una crisis de valores que hace que el pueblo crea cada vez menos en los políticos y en las instituciones. No siente que estos lo representen ya que están al servicio de las grandes corporaciones y los bancos, que pagan sus campañas políticas y los colman de privilegios, se trate del presidente Barak Obama y la rama ejecutiva del gobierno o de los integrantes de ambas cámaras del Congreso. Los últimos nunca habían tenido un nivel más bajo de aceptación en la opinión pública. Están en crisis los designios de hegemonizar el mundo y el ciclo de guerras imperialistas en que se ha empantanado la potencia y ya no puede sostener. Este sólo ha exacerbado y extendido los conflictos que supuestamente solucionaría. A ello está unida la amenaza de incendiar a la humanidad en un holocausto nuclear si los gobernantes mediocres y oportunistas de la Casa Blanca y sus capitales aliadas insisten en su plan de atacar a Irán(Aquí una afirmación muy personal: si se quiere encontrar hoy ejemplares de esa especie en extinción conocida alguna vez como hombres .y mujeres- de Estado búsqueselos primero en los países latinoamericanos que han tomado un rumbo independiente).

La crisis estadounidense se extiende desde la forma implacable y ya intolerable de explotación y pillaje de una gran mayoría (el 99 por ciento de su propia población) y de inmensos contingentes humanos en el mundo por una ínfima minoría(el 1 por ciento) hasta el paradigma de producción y consumo consolidado en los años cincuentas y sesentas con el desarrollo pleno del consumismo. Una medida de la tragedia a que ha conducido este fenómeno es el hecho de que si los 7 mil millones de seres humanos que hemos llegado a ser en la Tierra alcanzáramos el percápita de consumo de Estados Unidos, únicamente podríamos sobrevivir si contáramos con los recursos naturales de ¡no menos de cinco planetas¡ iguales que el nuestro. Ello es la causa del calentamiento global que origina ya hambrunas, más intensos y cada vez más frecuentes trastornos del clima y está terminando a gran velocidad con numerosos ecosistemas indispensables para la supervivencia del ser humano. También del envenenamiento de los ríos y mares, donde en unas décadas más no quedará vida. Nada de lo anterior puede continuar igual y es necesario cambiarlo radicalmente. Lo primero que hay que cambiar es que todas las decisiones que los afectan deben tomarlas los ciudadanos y no el capital y los políticos, que son sus empleados. Todo esto y más dicen los ocupas.

Frente a la represión, que seguro continuará, Ocupa Wall Street ha respondido sabiamente: “no puedes desalojar una idea cuyo momento ha llegado”.

Fuente: http://www.rebelion.org/noticia.php?id=139507

represão no wall street