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quarta-feira, setembro 30, 2015

Russia desmacara, intençoes dos gringos no oriente medio e asia.



O problema dos refugiados sírios vinha amadurecendo lenta e continuadamente e teria sido o pretexto perfeito para uma 'intervenção humanitária' comandada pelos EUA ["Bombardear para Proteger"] na Síria.  Mas a Rússia chegou antes, e o róseo plano norte-americano pode ter gorado. - See more at: http://port.pravda.ru/russa/17-09-2015/39487-russia_expoe-0/#sthash.jBOxT7Oi.dpuf



As políticas dos EUA para o Oriente Médio vêm-se mantendo obcecadamente fixas em 'mudança de regime' na Síria há pelo menos uma década, desde a invasão do Iraque em 2003. (A agenda neoconservadora original planejava 'mudar' regimes no Iraque, Irã e Síria, mas deu em nada, quando os campos de matança no Iraque começaram a ditar a geopolítica.)

Não é difícil entender e acreditar que a inteligência russa, sim, pôs fim à trama diabólica dos EUA para criar um fato consumado em solo, na Síria. O pactofaustiano entre Washington e a Turquia e a autorização do presidente Barack Obama para ataques aéreos na Síria (inclusive contra o Exército Árabe Sírio), o frenesi com que Grã-Bretanha e Austrália uniram-se às missões de bombardeios norte-americanos contra a Síria, declarações da OTAN, os incansáveis esforços dos EUA, por baixo dos panos, para minar o trabalho de Moscou para iniciar e pôr em andamento um processo de paz entre os próprios sírios - de todos os lados abundavam os indícios daquele sinistro plano político-militar.

Mas o suspense subiu à estratosfera, quando a inteligência russa entrou claramente em cena. Numa rara cena de 'revelação', domingo à noite, durante entrevista ao canal estatal de televisão - provavelmente pré-arranjada deliberadamente - o ministro de Relações Exteriores da Rússia semeou 'pistas' crucialmente importantes sobre a agenda norte-americana clandestina para a Síria escondida por trás da chamada luta para 'degradar e derrotar' o Estado Islâmico. Disse Lavrov:
  • "Espero não estar cometendo alguma indiscrição, se disser que alguns de nossos contrapartes, membros da coalizão, dizem que às vezes recebem informação sobre as posições de alguns grupos do Estado Islâmico, mas o comandante da coalizão - nos EUA, naturalmente - nunca entende que seja boa hora para atacar.
  • Ou nossos contrapartes norte-americanos, nunca, desde o início, contaram com coalizão muito coesa, ou, na verdade sempre quiseram atingir outros alvos, diferentes dos declarados. A coalizão formou-se de modo muito espontâneo: em apenas uns poucos dias, declararam que estava tudo pronto, alguns países já se haviam unido, e começaram alguns ataques.
  • Quem analise a aviação da coalizão verá coisas bem estranhas. O que suspeitamos é que, à parte os objetivos declarados de dar combate ao Estado Islâmico, há algo mais nos planos da coalizão. Não quero oferecer conclusões precipitadas - ainda não se entende claramente que impressões, informações ou superiores ideias o comandante acalenta - mas há sinais desse tipo e não param de chegar.

Lavrov é diplomata experiente e brilhantíssimo. De modo algum teria feito esses comentários movido por impulso instantâneo. Verdade é que a guerra à distância dos EUA contra a Síria ganhou um toque de terrível beleza.

Lavrov disse aos EUA, polidamente, que desistam de tentar impedir a Rússia de saltar na jugular do Estado Islâmico. E que, se não desistirem, choverá lama na cabeça de Obama.

Em palavras simples, Lavrov sinalizou a Washington que Moscou já sabe sobre o plano dos EUA de meter os terroristas do Estado Islâmico como sua pata de gato, mais dia menos dia, no baixo ventre macio da Rússia na Ásia Central e no norte do Cáucaso.

É claro que a inteligência russa sabe que centenas de combatentes viajaram da Rússia para se unirem ao EI. (De fato, Abu Omar Shishani, checheno étnico, é alto comandante do EI.) Dada essa sombria realidade, Moscou decidiu traçar sua linha vermelha. Concluiu que o EI é ameaça significativa às regiões russas de maioria muçulmana no norte do Cáucaso.

A seriedade com que Moscou está tratando a ameaça incipiente à sua segurança nacional está evidente na decisão do presidente Vladimir Putin de ir à Assembleia Geral da ONU no final desse mês, para fazer conclamação planetária a favor de os países cooperarem para derrotar o EI.

As duas vias paralelas - aprofundar o envolvimento militar na Síria também em solo e abrir uma via diplomática até o pódio da ONU - visam a derrotar a ação dos EUA que tenta repetir a estratégia da guerra fria, de blindar Washington e jogar o Islã militante contra a Rússia.

A diplomacia russa no passado recente trabalhou para desenvolver extensiva rede pelo Oriente Médio muçulmano. O esforço parece ter valido a pena. Interessante: Lavrov praticamente revelou, durante a entrevista pela televisão, ontem, em Moscou, que os aliados regionais dos EUA no Oriente Médio, eles mesmos, também já suspeitam das reais intenções de Washington quanto ao EI. É revelação deveras espantosa.

Lavrov também ergueu outra pontinha do véu, ao fazer saber aos norte-americanos que a inteligência militar russa está não apenas monitorando as operações da força aérea militar norte-americana no Iraque, mas, além disso, já analisou cientificamente os planos de voo dos aviões dos EUA e coisa-e-tal. Em resumo, os russos parecem já ter cacife de inteligência para comprovar algo que os iranianos dizem há muito tempo, a saber - que a aviação norte-americana está regularmente fornecendo suprimentos para o Estado Islâmico.

Fato é que o firme movimento militar russo na Síria colheu Washington de surpresa. A menos que ponha coturnos norte-americanos em solo sírio, as opções de Washington para forçar os russos a recuar são mínimas. Grécia e Irã já fizeram saber aos russos que garantirão direito de trânsito aéreo aos aviões russos em voo para a Síria. (Washington fez de tudo para que Atenas não autorizasse o trânsito dos aviões russos.)

Mas o mais duro golpe que está sofrendo a estratégia norte-americana de contenção contra a Rússia na Síria está vindo da dramática mudança na opinião pública de países europeus, obrigados a lidar com a questão dos refugiados sírios. O sistema de vistos Schengen, que era orgulho e símbolo da União Europeia, foi engavetado do dia para a noite, e reapareceram os postos de controle de fronteira
 (Ver aqui e aqui).

A conclamação feita pela chanceler alemã Angela Merkel de que Europa e Rússia devem cooperar no caso da Síria é sinal claro do que está por vir. Obviamente, Moscou deve estar sentindo que o humor europeu vai-se tornando cada dia mais desfavorável a que os EUA mantenham a estratégia para conter a Rússia - e não só na Síria, como também na Ucrânia (Vide no meu blog Ukraine tensions easing, but EUA won't let go easily [Diminuem as tensões na Ucrânia, mas EUA não admitirão facilmente nenhuma solução].)

O ponto é que os europeus não podem aceitar que estejam sendo convocados pelos EUA para dar conta dos cacos que voam para todos os lados do que restou da estratégia dos EUA de fomentar e insuflar uma guerra civil para derrubar o governo estável e democrático do presidente Bashar Al-Assad na Síria. O presidente Obama tem planos para preparar os EUA para aceitarem quota de 10 mil refugiados sírios no próximo ano - mas é menos que uma gota no oceano, considerando que 4 milhões de pessoas, 1/5 da população síria, foi obrigada a deixar o país desde o início da guerra em 2011.

Tudo isso parece estar-se convertendo no maior desastre de política exterior de toda a presidência de Obama. Os EUA estão presos entre a espada e o paredão. A Rússia dificilmente mudará um passo, apesar dos EUA, porque há interesses centrais da segurança nacional russa envolvidos na luta contra o EI, luta para a qual a Rússia precisa da participação da força militar do governo sírio.

Por outro lado, os aliados regionais dos EUA e os neoconservadores em casa pressionam Obama a 'fazer alguma coisa', ao mesmo tempo em que os aliados europeus já deixaram claro que querem o imediato fim do conflito na Síria.

A única via aberta para os EUA seria detonar, de vez, o EI; e enterrar o projeto de manipular grupos militantes islamistas como se fossem ferramentas naturais das políticas dos EUA na região e recursos para inflar estratégias de contenção contra a Rússia. Mas... cortar na carne da própria carne não há de ser assim tão fácil.
*****
14/9/2015, MK Bhadrakumar, Indian Punchline 
Ler original
 
http://blogs.rediff.com/mkbhadrakumar/2015/09/14/Rússia-exposes-EUA-hidden-agenda-in-syria/

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sábado, agosto 31, 2013

armas químicas y los estados unidos


El flamante premio nobel de la paz barack obama (quien diría, con que meritos?)  decidió realizar un ataque militar a siria un país estratégico geográficamente, muy cerca de irán y  Rusia. Cuáles son las disculpas?  Un supuesto ataque del dictador de siria a un grupo de ciudadanos de su propio país con armas químicas.

Supuestos  motivos.
Según el periódico, la voz de Rusia, los satélites  indican que el ataque partió de un barrio dominado por rebeldes, rebeldes que tienen apoyo militar de la rede al quaeda, mercenarios financiado pela otan y estados unidos.
Cuál sería el objetivo del dictador sirio de realizar una matanza de niños y familiares sirios en un momento crucial, cuando está realizando victorias militares frente a los rebeldes?. Esto  no tiene sentido. Esto es más una indicación que el supuesto ataque fue proposital sino por ordenes de agentes occidentales para dar un motivo a una intervención militar inmediata en una guerra civil  entre el gobierno sirio (aliado de Irán), y los rebeldes constituidos por “pro” occidentales y miembros de la rede (enemiga?) de estados unidos , la red alqaeda .
Está claro que, la alianza entre estados unidos y  la red alqaeda es estratégica, solo vale hasta el  momento de la caída del dictador sirio, o hasta el momento en que este grupo sirva a los intereses norteamericanos, caso contrario serán también eliminados.
Esta historia no  es nueva, ya se vio en Afganistán, cuanto el caudillo osama bin laden  era llamado cariñosamente de “el guerrero de la libertad”, desde que este luchaba contra el invasor soviético. Pero cuando estados unidos decidió permanecer en Afganistán y en arabia saudita, osama bin laden  estuvo contra esta decisión , para él, fue un magnicidio observar que las botas ianques  estuvieran andando en su tierra natal, como si fuese el jardín trasero de los estados unidos. Entonces  es allí que se volvió el enemigo número uno y fue eliminado sin derecho  a hablar una palabra, claro podría dar mucha información sobre la complicidad en el pasado, y así fue, una quema de archivo.
Los verdaderos motivos.
Ya se sabe que por medios políticos y puniciones militares  e económicas  no  se puede detener más la soberanía  y el avance técnico militar  de Irán.  Irán avanza bien en su deseo por la independencia  militar y económica y política, y a cada día realiza suceso en su deseo de controlar  la fisión nuclear, que ellos dicen ser para aplicaciones  pacificas, y no militares ( y si  fuese?, ellos  son soberanos). Es esto que incomoda al gobierno  de estados unidos. Aun existe más un motivo, controlar siria  con un gobierno títere y realizar un ataque definitivo a Irán y cercar por el occidente  a Rusia  un enemigo declarado de la actual administración de la casa blanca.
Rusia sabe de esto, y está dispuesto a disuadir al occidente para que  estados unidos no esté tan cerca de su frontera.


Armas químicas.
Estados unidos, no se importó cuando Saddam Hussein (asesinado por los ianques=quema de  archivo)  en Irak realizo ataques químicos a los kurdos, no solo esto,  agentes americanos asesoran militarmente y entregaron estar armas al dictador Saddam Hussein, siendo así, los norteamericanos son cómplices de la aplicación de armas de destrucción en masa contra población civil.
En la guerra irán Irak existen pruebas que estados unidos participó en el ataque químico de Irak contra de irán. (http://www.hispantv.com/DisplayNews.aspx?id=238231 )
Es claro,  a la ONU dominada por pros americanos, esto no interesa, mucho  menos la salud  y la muerte de millares de kurdos por armas químicas . Se sabe que muchos países son coaccionados para votar en apoyo a estados unidos.
Sin sentido.
Porque  estados unidos se importaría  tanto con la muerte de  centenas de niños y mujeres en la siria?
Que dice la historia?
Como se ve, a lo largo de la historia, a los estados unidos y la ONU  nunca les interesó la población civil. Así fue en Vietnam, para derrotar a los vietcong de Ho chi min, no dudaron en lanzar napalm a población civil, campos de cultivos , en un acto cobarde y deshumano por parte de militares norteamericanos.
En la propia segunda guerra mundial, la guerra estaba ganada por parte de los aliados, pero utilizaron mismo así las dos bombas nucleares, para demonstrar que ahora ellos iban a decidir los destinos del mundo.

El ex dictador Hosni Mubarak (hoy  hospitalizado)  mato millares de jóvenes y padres de familia, pero, por que no  estados unidos  movió un dedo en defensa de esta gente? Porque ese dictador fue un aliado de estados unidos.
La actual junta militar que derrumbo al gobierno egipcio, asesino ya millares de opositores y  miembros de la hermanad musulmana ya fueron muertos e detenidos, de nuevo hacemos la pregunta, porque estados unidos no punió al actual régimen de facto  de Egipto? De nuevo la respuesta, en realidad al gobierno norteamericano, no les interesa la vida de esta gente, lo que importa es que Egipto continúe  siendo un aliado militar en la región, y por esto la entrega de millones de dólares al régimen,  por parte del gobierno  de casa blanca continua.

Doble moral(inmoralidad)
El discurso de la casa blanca continúa siendo una apología a la inmoralidad, a la manipulación de su propia población,  y  de los ciudadanos del mundo, desde que ellos tienen el control de  los medios de información digital.  Por un lado  supuestamente hablan de libertad de expresión, hablan de democracia, hablan de justicia, pero todo lo que hacen en la práctica,  y que hoy en día salen a luz, hasta evento de hace 50 años atrás, indica que esto es solo discurso, ellos apoyaron y apoyan todo tipo de gobiernos, todo tipo de régimen, en su mayoría dictaduras que jamás respetaron vidas, poblaciones, justicia, democracia, mucho menos la libertad de se expresar de opinar.  La lista es enorme.
Desde que voces de otros países están realizando contra información a la información controlada por estados unidos, ellos  decidieron actuar. Y claramente ha avanzado para limitar voces discordantes provenientes de otras partes del mundo. La transmisión de canales   televisivos y digitales Iranianas fue cancelada año pasado por parte de satélites occidentales, quien ordeno? Claramente Israel y los estados unidos.  (http://www.hispantv.com/DisplayNews.aspx?id=234658, http://www.hispantv.com/DisplayNews.aspx?id=237278 )
Y ahora ultimo esta semana, fue cancelada la transmisión de un canal  ruso en los estados unidos (http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_08_30/EUA-bloqueiam-canal-Russia-Today-7092/).
Como en toda guerra, para quien hace la guerra, en realidad no importa cuántos niños o familias murieron. En realidad están  aprovechando una oportunidad para aplicar sus planes geopolíticos, como debilitar el gobierno de siria, o colocar un gobierno pro-americano y finalmente hacer el ataque a irán, y cercar a su archi enemigo Rusia
Finalmente
Porque estados unidos se siente con el derecho de hablar a  nombre de toda la humanidad?
Porque estados unidos tiene con el derecho de pasar fronteras, invadir la privacidad  de personas de todo el mundo?.
La respuesta es clara, ellos no tienen derecho,  nadie le dio ese poder, ese  derecho.
Puede hablar solamente a nombre de su país, inclusive hay mucha gente dentro de estados unidos  en contra de esta actitud  beligerante, acaso será los manotazos de un imperio en decadencia?.

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foto: el  napalm  en la poblacion civil vietnamita, quien hizo esto? los norteamericanos.

fotos nefastas=obra dos ianques