musica con sentido e sentimiento

terça-feira, março 22, 2011

sexta-feira, março 18, 2011



Protesto realizado na noite de quinta-feira (17) contra o aumento da tarifa de ônibus, no centro de São Paulo. É claro que o kassab esta fazendo farra para o empresariado do setor de transporte em detrimento dos estudantes da grande SP.

quinta-feira, março 17, 2011

obama no centro do rio de janeiro: para que??

IMPRUDÊNCIA DIPLOMÁTICA

É preciso romper o silêncio da amabilidade para estranhar o pronunciamento público que o presidente Obama fará, da sacada do Teatro Municipal, diante da histórica Cinelândia. Afinal, é de se indagar por que a um chefe de Estado estrangeiro se permite realizar um comício – porque de comício se trata – em nosso país. Apesar das especulações, não se sabe o que ele pretende dizer exatamente aos brasileiros que, a convite da Embaixada dos Estados Unidos – é bom que se frise – irão se reunir em um local tão estreitamente vinculado ao sentimento nacionalista do nosso povo.
É da boa praxe das relações internacionais que os chefes de estado estrangeiros sejam recebidos no Parlamento e, por intermédio dos representantes da nação, se dirijam ao povo que eles visitam. Seria aceitável que Mr. Obama, a exemplo do que fez no Cairo, pronunciasse conferência em alguma universidade brasileira. Ele poderia dizer o que pensa das relações entre os Estados Unidos e a América Latina, e seria de sua conveniência atualizar a Doutrina Monroe, dando-lhe significado diferente daquele que lhe deu o presidente Ted Roosevelt, em 1904. Na mensagem que então enviou ao Congresso dos Estados Unidos, o presidente declarou o direito de os Estados Unidos policiarem o mundo, ao mesmo tempo em que instruiu seus emissários à América Latina a se valerem do provérbio africano que recomenda falar macio, mas carregar um porrete grande.
Se a ideia desse ato público foi de Washington, deveríamos ter ponderado, com toda a elegância diplomática, a sua inconveniência. Se a sugestão partiu do Itamaraty ou do Planalto, devemos lamentar a imprudência. Com todos os seus méritos, a presidência Obama ainda não conseguiu amenizar o sentimento de animosidade de grande parte do povo brasileiro com relação aos Estados Unidos.

Afinal, nossa memória guarda fatos como os golpes de 64, no Brasil, de 1973, no Chile, e ação ianque em El Salvador, em 1981, e as cenas de Guantánamo e Abu Ghraid.
O Rio de Janeiro é uma cidade singular, que, desde a noite das
garrafadas, em 13 de Março de 1831, costuma desatar seu inconformismo em protestos fortes Depois do fim do Estado Novo, foi o lugar preferido das forças políticas nacionalistas e de esquerda, para os grandes comícios. A Cinelândia assistiu, da mesma forma, aos protestos históricos do povo carioca, quando do assassinato do estudante Edson Luis, ocorrido também em março (1968). Da Cinelândia partiu a passeata dos cem mil, no grande ato contra a ditadura militar, em 26 de junho do mesmo ano.
Não é, convenhamos, lugar politicamente adequado para o pronunciamento público do presidente dos Estados Unidos. É ingenuidade não esperar manifestações de descontentamento contra a visita de Obama. Além disso – e é o mais grave – será difícil impedir que agentes provocadores, destacados pela extrema-direita dos Estados Unidos,
atuem, a fim de criar perigosos incidentes durante o ato. Outra questão importante: a segurança mais próxima do presidente Obama será exercida por agentes norte-americanos, como é natural nessas visitas. Se houver qualquer incidente entre um guarda-costas de Obama e um cidadão brasileiro, as conseqüências serão inimagináveis.
Argumenta-se que não só Obama, como Kennedy, discursaram em público em Berlim. A situação é diferente. A Alemanha tem a sua soberania limitada pela derrota de 1945, e ainda hoje se encontra sob ocupação militar americana.
Finalmente, podemos perguntar se a presidente Dilma, ao visitar os Estados Unidos, poderá falar diretamente aos novaiorquinos, em palanque armado no Times Square.
Mauro
Santayana.

ps: se deve lembrar que a politica externa do governo norte americano a nível mundial somente mudou em forma, porque na esencia continua sendo a mesma. Obama com um discurso propositalmente ambíguo, manso, comparado com o discurso do governo de bush, por um lado, continua a apoiar ditadores, Reis déspotas no meio oriente desde estes sejam ser-viciais aos interesses geopolíticos dos estados unidos de norte américa e por outro lado, desestabiliza em alguns países para ganhar hegemonia e na tentativa de rachar a fortaleza de Irá, china.

não devemos esquecer também que eles criaram uma frota norteamericana para patrulhar o atlântico sul, se for necessário eles vão usar essas armas contra o Brasil, eles estão de olho no pré-sal.

na politica continuista da casa branca, na minha visão é que Obama vai se opor alguma modificação efectiva do conselho de segurança da ONU. A meu ver este conselho deve ser eliminada e se deve dar poder real à assembleia geral da ONU, e que esta passe a tomar decisões importantes numa sociedade de nações soberanas e não simplesmente ser um órgão de discursos animosos e nada mais.

terça-feira, março 15, 2011

pequeñas voces



Un filme que retrata la situación difícil que pasan muchos niños colombianos (principalmente del campo y en las barriadas de las grandes ciudades), por causa da guerra civil colombiana. Es claro que los niños de la clase dominante no son afectado en grande medida por estas dificultades que se muestra en la película. mas una ves se observa que las clases populares son los que mas sufren en este proceso de guerra civil.
Todos son participes, todos son culpados, el ejercito y los paramilitares por un lado y las farc e ELN por otro, pero también los que creen que esa guerra es de los otros, de los indiferentes. El problema es que un dia menos esperado la guerra toca la puerta de sus casas, o se atraviesa en el camino.....

Pero todos sabemos que si el estado colombiano dejase de ser un estado servil a los intereses de estados unidos, si se eliminase todas las bases militares americanas y trabaje para una verdadera redistribución de las riquezas económicas, y finalmente se junten al projecto de una comunidad de naciones de América del sur ; no habría motivo para un levante en armas contra ese gobierno. Esto resolvería también el problema social psicológico que afecta a los niños de Colombia (que trata este filme).

quinta-feira, março 10, 2011

terça-feira, março 08, 2011

LIBIA Y LA IZQUIERDA: PRINCIPIOS E INCERTIDUMBRE

Written by Santiago Alba Rico y Alma Allende

1. Las teorías de la conspiración son convincentes porque siempre tienen un asidero en la realidad: las conspiraciones existen. La CIA, la OTAN, el Pentágono, la UE están conspirando ininterrumpidamente para asegurar sus intereses en todas las regiones del planeta. También conspira Rusia y China y Turquía y Paquistán y la India. También Cuba y Venezuela. Todo el mundo conspira porque la conspiración es uno de los instrumentos indisociables de la relación entre los Estados-Nación en un marco de luchas imperialistas, antimperialistas e interimperialistas.

2. Nadie puede poner en duda, pues, que el imperialismo está conspirando en estos mismos momentos contra todos los movimientos populares y contra los que los representan. Las conspiraciones imperialistas conspiran también con el propósito de volver paranoicos a los revolucionarios; es decir, para que acaben completamente absorbidos en la idea no revolucionaria de la omnipotencia del enemigo. La diferencia entre una teoría de la conspiración y una teoría de la revolución es que ésta considera justamente que si el imperialismo conspira es porque no controla todas las fuerzas y que eso que llamamos “pueblo” mantiene siempre su potencia “residual” respecto de todas las conspiraciones. Ese “residuo”, incluso como conciencia deformada o imprecisa, tiene que ver con la realidad misma: la pobreza, el dolor, la frustración, la represión. Mohamed Bouazizi no se quemó en Sidi Bouzid el 17 de diciembre de 2010 manipulado por la CIA sino humillado por un aliado suyo. Las teorías de la conspiración son hegelianas: el curso del imperialismo coincide con el de la realidad. Las revolucionarias son más bien leibnizianas: el imperialismo tiene que poner constantemente en hora el reloj del mundo. Al paranoico se le podría decir: “tienes toda la razón; el imperialismo lo manipula y controla todo; la prueba eres tú”.

3. Los EEUU, la UE, la OTAN hubieran preferido que no hubiese ocurrido nada de cuanto ha ocurrido en el mundo árabe. Así lo demuestran las primeras declaraciones de sostén a los dictadores amigos y sus maniobras para aplazar su caída. También en Libia hubiesen preferido mantener el estatus quo, aunque sólo fuese por no comprometer a Italia como potencia ex-colonial: al contrario de lo que pretenden algunos analistas de memoria corta, basta consultar las hemerotecas para confirmar que primero hubo silencio, luego declaraciones ambiguas, después condenas tibias y por fin escándalo moral. Las potencias neocoloniales conspiraron para que no cambiaran las cosas y, cuando no han podido evitar los derrocamientos, conspiran para tratar de utilizar los cambios en su favor. Les hubiera resultado más difícil, también en Libia, si desde el principio todas las fuerzas de izquierda hubieran hecho una declaración conjunta a favor de las revoluciones y los pueblos árabes y de su anhelo anticolonial de democracia y libertad. Los que no lo hacen así no sólo se distancian sideralmente del pulso de la calle en esta zona del mundo sino que permiten que los mismos que disparan contra la multitud en Iraq, bombardean Pakistán y Afganistán y colaboran en la aniquilación de Palestina, se presenten de nuevo -la hipocresía funciona siempre cuando se tienen medios de comunicación y de destrucción suficientes- como paladines de los DDHH y la democracia.

4. Por supuesto la OTAN quiere meter su zarpa en Libia ahora que la revuelta está en marcha y deriva hacia la guerra civil. Gadafi, al contrario que los otros canallas derrocados, no es fiable; es caprichoso, inestable, no se deja manejar y, ya seriamente amenazado y en cualquier caso descartado como interlocutor, habrá que aprovechar la ocasión para meter una cuña militar entre Túnez y Egipto, dos países de alto riesgo, y controlar directamente los recursos petrolíferos. La opinión general entre la izquierda y la población del mundo árabe es la de que no habrá invasión: estamos hablando de una de las zonas más anti-imperialistas del mundo en la que Palestina e Iraq están siempre presentes como prueba de la hipocresía criminal de las potencias occidentales. Si EEUU quiere “democratizar” el Medio Oriente y el Magreb a su manera, sería una gran estupidez correr ese riesgo. La retórica y las sanciones, junto a la división en el campo anti-imperialista, introducen ya un efecto suficientemente favorable a sus intereses. Sin descartar ninguna posibilidad, no parece, sin embargo, que de momento les convenga aspirar a más.

5. Lo que prueban las amenazas de la OTAN y EEUU, en todo caso, no es que occidente no controle a Gadafi sino que no controla a la oposición. EEUU no invadió Iraq porque Sadam Hussein fuese fuerte sino porque era débil; era débil militar y políticamente; en ese momento se estaban produciendo fuertes presiones dentro del régimen -y negociaciones con la oposición de izquierdas en el exilio- para una reforma interna que llevase a una verdadera democratización: eso no podía permitirlo EEUU. EEUU teme a los pueblos. Y el propósito de EEUU es siempre el de impedir que sean los pueblos los que acaben con sus dictadores y tomen las riendas de su destino. Lo estamos viendo: cuanto más cerca está de caer Gadafi más aumentan las amenazas; cuanto más existe el riesgo de que el pueblo acabe con Gadafi más probable es la intervención de la OTAN.

6. Las amenazas de invasión son una apuesta segura para el imperialismo. La OTAN invade países, o amenaza con invadirlos, siempre con dos propósitos: uno impedir las luchas de los pueblos. El otro obligar a los anti-imperialistas a contraerse y apoyar dictadores que no se ajustan ni a nuestros intereses ni a nuestros principios. Aquí la manipulación de los medios coopera con éxito: cuando más malo sea Gadafi más se desprestigian los que lo apoyan. Pero nosotros no debemos caer en la trampa del simplismo binario imperialista y de sus fórmulas primitivas: si atacan a Gadafi entonces es que Gadafi es bueno; si los medios ahora manipulan abyectamente es que nada ha ocurrido en Libia y todo es un montaje de la CIA. Nos gustaría que las cosas fuesen así de sencillas y los medios hegemónicos nos sirvieran de infalible brújula invertida, pero la obligación de la izquierda, junto a la de denunciar y combatir cualquier intervención, es la de abordar la situación en toda su complejidad. La imaginación, decía Pascal, es tanto más mentirosa cuanto que no miente siempre; el imperialismo es tanto más peligroso cuanto más incoherente. Lo que no nos parece aceptable como ética revolucionaria y se nos antoja contraproducente desde el punto de vista propagandístico es esta decisión: entre un dictador que no nos acaba de gustar del todo y un pueblo que no nos acaba de convencer del todo, acabamos eligiendo, imitando en esto a los imperialistas, al amigo dictador. La trampa es perfecta y una vez hemos caído en ella: para ser antimperialistas, se nos quiere obligar a no ser comunistas.

7. Por todos los motivos ya señalados, nadie mínimamente de izquierdas puede apoyar, justificar o permanecer callado ante una intervención de EEUU. Esto hay que decirlo alto y claro. Pero no menos alto y claro hay que decir que la situación nueva del mundo árabe entraña riesgos y que habrá que escoger uno de ellos. Los riesgos son tres: una intervención de la OTAN, una victoria de Gadafi y una victoria del pueblo en armas contra él. La intervención de la OTAN entraña el riesgo mayor, pero no porque pueda derrocar a “nuestro amigo” Gadafi sino porque, aparte la catástrofe humana, impugnaría el derecho inalienable del pueblo libio a derrocarlo él mismo, amenazando al mismo tiempo a todos los pueblos hermanos de la zona. En orden descendente, el segundo mayor riesgo sería una victoria de Gadafi; a la terrible represión de su pueblo habría que añadir el efecto que eso tendría sobre la región, especialmente sobre Túnez y Egipto, países vecinos cuyos procesos de cambio se podrían ver paralizados e incluso invertidos (sin descartar, como ya ha ocurrido de hecho, una intervención más o menos directa de “nuestro amigo” dictador en ellos). El tercer riesgo es grande, muy grande, pero es el menor. Es el verdadero “mal menor”: dejar a un pueblo del que sabemos muy poco que arregle cuentas con sus gobernantes en un espacio muy abierto, muy nuevo, muy inestable, en el que, en cualquier caso, también nosotros podremos conspirar. Apoyemos a ese pueblo y conspiremos con él. El temor a los pueblos es reaccionario y de derechas y, procedente de la América Latina revolucionaria, hace llegar el mensaje de una inquietante vulnerabilidad que también podría intentar aprovechar el imperialismo. Al defenderse defendiendo a un dictador, los gobiernos emancipatorios latinoamericanos se señalan absurdamente a sí mismos y llaman la atención sobre una afinidad inexistente. Sólo podemos sentir melancolía al comprobar que el imperialismo, que teme a los pueblos, acaba invocando su nombre contra los que realmente quieren defenderlo, los cuales, por eso mismo, debilitan su posición en el mundo y en los países donde gobiernan. Los levantamientos en el mundo árabe han hecho fluctuar todas las pocas referencias que nos quedaban tras el final de la guerra fría y nos ponen en dificultades a todos. Los imperialistas están reaccionando mejor. Quizás son mas fuertes, pero también son más listos. Si fuesen además justos, serían ellos los verdaderos socialistas. Por el momento, la victoria propagandística es suya: han demostrado que los socialistas no somos ni fuertes ni listos ni justos.

8. Ojalá el pueblo libio acabe con el régimen de Gadafi antes de que la intervención de los EEUU nos obligue a defender al criminal para defender a ese pueblo que se ha alzado contra él y que no aceptará ninguna intervención extranjera que le prive de su derecho a derrocarlo.

florianopolis: santa catarina: carnaval 2011

A escola da comunidade da Lagoa da Conceição, União da Ilha da Magia, de Florianópolis (SC), trouxe para avenida um tema recheado de polêmica. O enredo "Cuba sim. Em nome da verdade", ousou retratar os EUA como "monstros" e os guerrilheiros de Che e Fidel como ícones da liberdade.

Política à parte, o desfile encantou os jurados e trouxe o primeiro título para a agremiação em apenas três anos de história. A União deixou para trás escolas tradicionais da cidade, como a Copa Lord, atual campeã, e a Protegidos da Princesa, fundada em 1948 e detentora de 24 campeonatos. Unidos da Coloninha e Consulado do Samba ficaram na quarta e quinta posição, respectivamente.

As três primeiras colocadas voltarão à passarela nesta terça-feira (8) para o desfile das campeãs. A filha de Che, Aleida Guevara, permanece em Florianópolis para uma série de palestras na quarta e quinta-feira, mas ainda não confirmou presença no novo desfile.

Em uma proposta ousada, causando grande expectativa na sociedade, a escola conseguiu fazer um desfile impecável e conquistar boas notas em quase todos os quesitos. A escola ganhou com 264,8 pontos. Em segundo lugar ficou a Embaixada Copa Lord, com 261,5 pontos, e, em terceiro a Protegidos da Princesa com 261,3 pontos.

A médica e revolucionária cubana Aleida Guevara foi destaque na passarela e participou da apuração na arquibancada ao lado da comunidade da Lagoa da Conceição. A cada nota dez recebida a comunidade se levantava e comemorava a aproximação do título.

Aleida também comemorou a vitória e saudou a coragem da escola e a homenagem feita a seu povo e sua revolução. O enredo da União da Ilha da Magia (UIM) foi cantado por todos, e palavras de ordem como "Cuba sim, yankees não. Viva Fidel e a revolução" também foram ecoadas.

O destaque na pontuação foi também para a Comissão de Frente, que na Passarela Nego Quirido montou um mosaico com o rosto de Che Guevara, e para a bateria UIM, com todos os seus integrantes vestidos de guerrilheiros revolucionários.

continua protestas en el norte de eeuu

Las protestas de trabajadores y estudiantes de Wisconsin (norte de Estados Unidos) se extendieron este miércoles a los estados vecinos de Indiana y Ohio, donde también se prevé someter a votación leyes que limitarían los derechos laborales adquiridos para reducir millones de dólares en déficit estatales.

El martes miles de manifestantes salieron a las calles de Indianápolis, capital de Indiana, y se reunieron en la sede del Poder Legislativo del Estado para exigir que la mayoría republicana deje de promover el proyecto de ley presupuestaria que priva a los sindicatos de muchos de los derechos adquiridos por los trabajadores.

De aprobarse la norma, ayudaría al estado a ahorrar millones de dólares en los próximos dos años. El martes comenzaron los debates y se espera que la votación se demore algunos días.

La víspera los sindicatos llegaron a su séptimo día de protestas en Madison, capital de Wisconsin, donde miles de personas han salido a la calle para protestar por la medida propuesta por el gobernador, el republicano Scott Walker.

La autoridad amenazó con el inicio de despidos de empleados públicos la próxima semana si no cesan las protestas contra el proyecto de ley.

Para este miércoles, las fuerzas policiales aumentaron la vigilancia y anunciaron que restringirán el ingreso del público a la Cámara de Representantes, donde se realizan los debates.

La enviada especial de teleSUR en Estados Unidos, Aurora Samperio, comentó en su reporte que la discusión volvió al pleno del Senado del capitolio de Madison, Wisconsin.

Los catorce legisladores demócratas que se habían trasladado el martes al vecino estado de Illinois para impedir que hubiera el quórum necesario, volvieron este miércoles con al menos cien enmiendas para que se discutan en las sesiones plenarias.

"Los demócratas no están dispuestos a una negociación más que la que ellos proponen", informó Samperio y sostuvo que tampoco quieren ceder espacio.

"Esta batalla se prevé que tome varios días, en las calles hay manifestaciones y se incrementaron las medidas de seguridad. En otros estados hay protestas en apoyo a los trabajadores de Wisconsin", dijo.

Por su parte, Sara Sloan, coordinadora nacional de la coalición Answer explicó que el gobernador Scott Walker representa a los contribuyentes de mayores ingresos por lo que ellos serían los beneficiados de esta propuesta

domingo, março 06, 2011

Fallece Alberto Granado el compañero de viaje del Ché


Mientras dormía en su residencia de La Habana, Cuba falleció este sábado en horas de la mañana, el escritor argentino Alberto Granado Romero, quien fue compañero de viaje del desaparecido Ernesto Che Guevara, con quien colaboró en la organización de la Revolución cubana.

Para este día se organizan los actos fúnebres del también científico fallecido a los 88 años de edad.

Atendiendo a su voluntad, cuerpo de Alberto Granado será cremado y sus cenizas serán esparcidas en Cuba, Argentina y en Venezuela.

Nació en la localidad de Hernando en la central provincia de Córdoba, Argentina, el 8 de agosto de 1922.

Luego de cumplir 30 años de edad, el escritor decidió partir de su Argentina natal para dedicarse a viajar por toda Latinoamérica en compañía de su amigo Ernesto Che Guevara.

El ya célebre viaje por Sudamérica empezó en diciembre de 1951, a bordo de "La Poderosa", una motocicleta Norton de 1939.

Nueves meses después se separaron en Venezuela, cuando el Che regresó a Buenos Aires a dar sus últimas materias de Medicina. Granado, que ya era bioquímico, consiguió trabajo en un hospital. Conoció a Delia y se casó. En 1960, después de la Revolución, los amigos se reencontraron en La Habana.

Granado Romero vivió en Cuba desde el 23 de marzo de 1961, donde dirigió un departamento de Genética hasta su retiro, en 1994.

en la foto: alberto granado y "la poderosa"

telesurtv(mas detalles)

quinta-feira, março 03, 2011

alborada










alborada 2006



un estilo de fusion andina:
idioma quechua,
letra: originaria de los andes del peru
arreglo musical: andina+new age+...musica indigena norteamericana
vestuario: indios norteamericanos, vestuario inca

ecuadormanta= desde ecuador

domingo, fevereiro 27, 2011

Obama’s War (ver videos)

During his presidential campaign, President Obama pledged more troops, ground intrusions and drone attacks to end the war in Afghanistan. This is a promise he has kept, but it won’t work. In this lecture Tariq Ali talks about why the war is unwinnable and can only lead to a bloody stalemate.

The eruption of Eyjafjallajökull prevented Tariq Ali from delivering this lecture at the School of Visual Arts in New York on 19 April as planned; it was instead broadcast from a studio in London.



sábado, fevereiro 26, 2011

Milhares protestam nos EUA contra projeto para sindicatos



Milhares de pessoas se reuniram em cidades dos Estados Unidos neste sábado contra um projeto do estado de Wisconsin de reduzir o poder dos sindicatos do setor público, que tem provocado esforços governamentais semelhantes em outros Estados.

Os protestantes veem as propostas como uma tentativa de tentar enfraquecer o movimento trabalhista. Outros estados que consideram propostas similares incluem Ohio, Tennessee, Idaho, Indiana, Iowa e Kansas.

"Nós estamos apoiando o povo de Wisconsin e em todo o país onde o trabalho está sendo ameaçado, e nós sabemos que a real agenda do governo (de Wisconsin) e outros é somente destruir os sindicatos, disse Judith Barbanel, de Nova York.

As pessoas mostravam cartazes que diziam "Cortem bônus, não professores", "Os sindicatos nos tornam fortes" e "Wall Street está destruindo a América", e usavam adesivos que diziam "Todos somos Wisconsin".

A Assembleia de Wisconsin aprovou na sexta-feira a proposta do governador republicano Scott Walker de retirar os sindicatos do setor público da maioria das negociações coletivas. O plano agora precisa de aprovação do Senado, mas os senadores democratas podem impedir a votação.

O plano dos republicanos de Wisconsin para tentar equilibrar o orçamento do estado revisando leis trabalhistas se transformou em um impasse nacional com os republicanos e os interesses comerciais de um lado, e os democratas e sindicatos do outro.

Mais de um terço dos funcionários públicos do Estados Unidos, incluindo professores, policiais e trabalhadores de serviços civis, pertencem a sindicatos. Apenas cerca de seis por cento dos trabalhadores privados são sindicalizados.


fonte: folha online


ps: o povo arabe acordou da sua letargia, esta tentando derrumbar governos tiranicos. Tomara que isto se espalhe pelo resto do mundo occidental. Um primeiro exemplo, uma faizca! esta acontecendo nos estados unidos, o povo saiu as rua para reclamar por seus direitos, direito a sindicalização, direito a se manifestar. Ao final o verdadeiro poder esta nas mãos do povo!!!!

quinta-feira, fevereiro 24, 2011

aranha cara de mau


A Philodromus margaritatus não é uma aranha qualquer. É um aracnídeo raro que foi encontrado em uma reserva natural da Inglaterra. Mas a graça dela é que ela tem um rosto de gente - no traseiro.

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Israel arrasa otra aldea beduina palestina en Cisjordania

Una nueva aldea de beduinos palestinos fue derribada el pasado martes por autoridades del Estado de Israel en la ciudad cisjordana de Hebrón, acción que fue apoyada por fuerzas militares israelíes sobre territorios ocupados.

El movimiento de Equipos Cristianos de Pacificación denunció que los israelíes emplearon maquinaria pesada para reducir a escombros las improvisadas viviendas de los beduinos y sepultar sus plantaciones y fuentes de abastecimiento de agua en la pequeña comunidad de Amniyr.

El referido lugar se ubica en el norte de la aldea de Susiya, a su vez situada en el sur de las colinas de Hebrón, en la ocupada Cisjordania o Ribera Occidental del río Jordán.

La demolición comenzó poco antes del amanecer con la destrucción de las tiendas, tras lo cual rellenaron de tierra y arena un pozo y una cisterna de agua.

"Ellos arrancaron varios árboles de olivo y los enterraron", describió un testigo al añadir que las 50 personas perjudicadas quedaron sin los albergues a los que se habían movido durante el invierno debido al acoso de colonos judíos en otro campamento cercano.

Recordó que hace años el mismo hostigamiento de colonos extremistas los había forzado a trasladarse a Amniyr.

Según miembros de la referida instancia de paz, lo único que quedó de la comunidad fue una cueva donde los residentes se habían refugiado durante la demolición, y un pequeño horno de piedra para hacer pan.

Los moradores afectados aseguraron que volverán a reconstruir sus precarias casas y solicitarán al Comité Internacional de la Cruz Roja que les suministre tiendas de campaña, pese a que las autoridades de la Administración Civil israelí esgrimieron supuestas ilegalidades.

El gobierno israelí habitualmente sotiene que las comunidades de beduinos palestinos viven en terrenos estatales y les giran órdenes de evacuación, a pesar de que éstos aseguran tener papeles de propiedad.

Los israelíes habían entregado el 15 de febrero órdenes de demolición en Amniyr, pero el pasado domingo el coordinador residente para Asuntos Humanitarios de la Organización de las Naciones Unidas (ONU), Maxwell Gaylard, condenó un desalojo forzado similar en la aldea de Khirbet Tana.

Pobladores de esa localidad del norte de Cisjordania sufrieron el derribo de sus casas por cuarta vez desde enero de este año, una situación que Gaylard calificó de "inhumana" y reprobó por el "impacto devastador sobre comunidades palestinas vulnerables".


ps: israel continua expadiendo su territorio aniquilando todo vestigio de vida de los pueblos arabes. Es hora que egipto esté finalmente al lado de los suyos.

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

o segredo do salto das pulgas

Cientistas da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, resolveram o mistério de como pulgas saltam tão longe e tão rápido.

Estudos anteriores já haviam revelado que a energia necessária para catapultar uma pulga a uma distância 200 vezes maior do que o comprimento do seu corpo tinha sua origem em uma estrutura elástica, semelhante a uma mola, presente no organismo do inseto.

Mas os especialistas não entendiam como as pulgas conseguem aplicar um impulso tão rápido no chão para realizar o salto.

Filmagens feitas com câmeras capazes de capturar objetos se movendo em alta velocidade revelaram que o segredo está na forma como as pulgas usam suas pernas traseiras - como alavancas de múltiplas partes.

Esse "efeito alavanca" permite que as pulgas pressionem suas patas no chão e a liberação repentina da "mola enrolada" projeta o inseto para a frente e para cima, afirmam os cientistas na revista científica Journal of Experimental Biology.

Um dos cientistas envolvidos no trabalho espera poder utilizar mecanismos semelhantes ao da pulga na construção de máquinas.




segunda-feira, janeiro 24, 2011

la podredumbre y corrupcion en el banco de américa

¿Qué sabe WikiLeaks sobre Bank of America?
BofA hace grandes esfuerzos para controlar los daños: creó una "sala de guerra" y compró cientos de nombres de dominio derogatorios en Internet, incluyendo BankofAmericaSucks.com y BrianMoynihanblows.com (refiriéndose al presidente y director general de BofA).
Por: Mary Bottari

El fundador de WikiLeaks, Julian Assange, promete revelar un paquete de documentos secretos del disco duro de un ejecutivo de un gran megabanco estadounidense. En 2009, dijo a Computer World que ese banco es el Bank of America (BofA). En 2010 dijo a Forbes que la información era suficientemente importante para “derribar a uno o dos bancos”, pero que necesitaba tiempo para presentar la información en un formato más fácil de usar.

Nuevos informes recientes sugieren que BofA hace grandes esfuerzos para controlar los daños: creó una “sala de guerra” y compró cientos de nombres de dominio derogatorios en Internet, incluyendo BankofAmericaSucks.com y BrianMoynihanblows.com (refiriéndose al presidente y director general de BofA).

Antes de que los grandes bancos comiencen a pedir que se interne a Assange en Guantánamo, la pregunta que vale la pena considerar es ¿Qué sabe WikiLeaks del mayor banco de EE.UU.?

Responsabilidad legal por hipotecas “tóxicas”

BofA ya está bajo presión, defendiéndose contra múltiples demandas de inversores privados, así como de Fannie y Freddie [compañías gigantescas auspiciadas por el gobierno federal que poseían o garantizaban cerca de la mitad de los títulos hipotecarios en EE.UU., N. del T.] exigiendo que el banco vuelva a comprar miles de millones de dólares en valores respaldados por hipotecas tóxicas. La firma dejó de otorgar hipotecas de alto riesgo [subprime] en 2001, pero siguió asumiendo la responsabilidad financiera de valores respaldados por hipotecas subprime durante muchos años. En septiembre de 2009, por ejemplo, BofA garantizó 239 millones de dólares de valores respaldados por préstamos subprime. BofA reservó solo 4.400 millones de dólares para esos procesos legales “aplazados”. Si Assange tiene correos electrónicos que muestran que altos ejecutivos de BofA sabían que estaban vendiendo inmundicia tóxica a inversionistas, sacudiría a la firma y entregaría una tremenda munición al ejército de abogados que ya golpean a la puerta de BofA.

Desahucios temerarios e ilegales

BofA está en el centro del escándalo de robo-signing [firmas robotizadas] y ha desahuciado injustamente a innumerables familias estadounidenses. Una pobre mujer volvió a una casa de vacaciones, la encontró cerrada y todas sus posesiones habían desaparecido –incluidas las cenizas de su difunto marido-. ¿Cómo se pudo cometer un error semejante? Una empleada de BofA removida de su cargo en febrero de 2010 dijo que ella había firmado hasta 8.000 documentos de ejecución hipotecaria al mes sin examinarlos, en violación de la ley. El aumento de preguntas sobre las prácticas fraudulentas e ilegales de embargos en los grandes bancos y en las compañías de servicios hipotecarios llevaron a BofA a detener los embargos en todo el país en octubre de 2010. Si WikiLeaks puede documentar que los altos funcionarios de BofA muestran un cruel desdén por los procesos legales y los derechos de propiedad protegidos por la Constitución, puede que la creciente responsabilidad legal de BofA se haga insostenible.

Dolores de cabeza heredados de Countrywide

En 2008, BofA adquirió Countrywide, una de las entidades crediticias más agresivas y fraudulentas durante la burbuja de la vivienda. El resultado fue una catástrofe de responsabilidad legal y procesos para el megabanco que ahora tiene 1.300.000 clientes embargados. Para resolver los procesos por préstamos depredadores con Illinois, California y otros ocho Estados, BofA presentó un plan de alivio de préstamos de 8.400 millones de dólares para los poseedores de hipotecas de Countrywide. En junio de 2010, BofA pagó 108 millones de dólares para resolver un caso ante la Comisión Federal de Comercio que acusaba a Countrywide de haber cobrado honorarios excesivos a prestatarios que iban a ser embargados. BofA pagó 600 millones de dólares en agosto de 2010 para resolver demandas de accionistas a quienes Countrywide había ocultado los riesgos de su política crediticia. No hay fin a la vista para este tipo de demandas, y más. En junio de 2010, el Estado de Illinois volvió a demandar a Countrywide, esta vez por discriminación en sus prácticas prestatarias. WikiLeaks podría tener más documentación sobre las prácticas ilegales y temerarias de financiación o de fraude en curso en BofA.

Bonificaciones ilegales pagadas por los contribuyentes

Bank of America compró la empresa de corretaje Merrill Lynch por 50.000 millones de dólares en enero de 2009. El gobierno de EE.UU. favoreció la fusión con un préstamo de rescate de 20.000 millones de dólares para ayudar a BofA. Una vez que tuvo lugar la adquisición se reveló que Merrill Lynch había perdido 15.800 millones de dólares en el último trimestre de 2008 y que se habían pagado por adelantado 3.600 millones en bonificaciones a los altos ejecutivo en Merrill. Entre los beneficiarios del riego de bonificaciones estuvo el presidente-director general de Merrill John Thain, quien gastó sin freno un millón de dólares para redecorar su oficina durante el clímax de la crisis. Después del trato el Fiscal General de Nueva York Andrew Cuomo dijo: “Una pregunta inquietante que deben responder es si Merrill Lynch y Bank of America calcularon la oportunidad de las bonificaciones de manera que se obligara a los contribuyentes a pagar por ellas a través del financiamiento del acuerdo”. Si WikiLeaks tiene correos electrónicos que muestran que los altos ejecutivos utilizaron a sabiendas los dólares del rescate para bonificaciones, se podría reabrir este desagradable capítulo en la historia, provocando investigaciones del Congreso y más reacciones violentas contra el rescate.

Demasiado grande para quebrar

Aparte de los 25.000 millones de dólares en dinero del programa de rescate TARP y de los 20.000 millones de dólares para comprar Merrill, EE.UU. supo recientemente de las extraordinarias acciones emprendidas por la Reserva Federal para apuntalar al BofA durante el clímax de la crisis, detalles que habían sido mantenidos secretos. Cuando la Reserva Federal se vio obligada a hacer públicos los datos sobre sus programas de préstamos de emergencia en diciembre de 2010, vimos que BofA recurrió a unos 931.000 millones de dólares de la Fed en préstamos a corto plazo y subsidios gubernamentales. Si WikiLeaks tiene información que muestra que el mayor banco de EE.UU. sólo sobrevive mediante trucos contables y continuos subsidios del gobierno, el resultado podría ser otro rescate por el gobierno o potencialmente la disolución sistemática de una firma que es “demasiado grande para quebrar” y que todavía plantea una amenaza para la economía de nuestra nación.

“No somos tarados”


BofA no sólo quiere que sepáis que su presidente-director general Brian Moynihan no es ningún tonto, quiere que sepáis que sus máximos ejecutivos tampoco lo son. El banco ha comenzado a comprar nombres de dominios dañinos para una larga lista de ejecutivos, lo que lleva a muchos a preguntarse: ¿qué han estado haciendo esos ejecutivos, ahí en BofA?

Ojalá WikiLeaks y Julian Assange nos lo digan pronto.

Fuente: http://www.informationclearinghouse.info/article27259.htm

Traducido del inglés para Rebelión por Germán Leyens y revisado por Caty R.



PS: estados unidos usualmente acostumbra hacer críticas en derechos humanos y corrupcion a paises que no se submeten a sus intereses. hace caso omiso a paises como israel, y varios otros gobiernos pró-estados unidos, ó que estan bajo su tutela. Pero, lo peor no es eso, lo peor es que en el centro deste imperio existe corrupcion, existe el ladron de corbata, robando millones de dolares de los contribuyentes locales. em materia de derechos humanos es un de los paises que mas realiza crímenes contra la humanidade, genocidio, asesinato de opositores por encima de la soberania de otros paises, etc. Cuanta falsa moral.

Esperemos que wikileaks libere pronto esa informacion.... realmente será uma prueba de la corrupcion y podredumbre del sistema capitalista norteamericano.

domingo, janeiro 09, 2011

cuevas de Hang Son Doong










La espectacular cueva de Hang Son Doong, en Vietnam, se dio a conocer al público hace tan solo un año, en febrero de 2009. Años atrás, en 1991, un pastor de la zona la encontró pero, temeroso del extraño silbido que provenía de sus entrañas, guardó en secreto su localización.

Nos encontramos ante una de las cuevas más grandes del mundo (algunas fuentes la colocan en la primera posición), y consta de diversos túneles que conectan entre sí una multitud de cuevas, una jungla y un río.

La cueva mide más de 6 kilómetros de longitud y unos 200 metros de altura, llegando en algunos tramos a los 250 metros. Un descenso apasionante que, para que os hagáis una idea, sería similar a caer desde un rascacielos de 45 pisos.



Voa viola brasil




VOA VIOLA é um projeto nacional que vai mostrar ao nosso país a força, a variedade e o alcance que a viola tem em diferentes segmentos da música brasileira. Vamos, junto com você, mapear a produção musical contemporânea com a viola em todo o Brasil.

Para isso, o FESTIVAL VOA VIOLA levará a quatro capitais brasileiras violeiros novatos e veteranos de todo o país. Haverá seleção de trabalhos em um processo que vai envolver também a votação popular. Podem participar todos os artistas, não importa quais forem suas tendências musicais, desde que a viola seja instrumento de destaque em sua expressão artística.




Universidade Federal da Integração Latino-Americana

Sul-americanos podem concorrer a 600 vagas, em 12 cursos de graduação, abertas pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em Foz do Iguaçu, no Paraná. As inscrições, gratuitas, devem ser feitas até 6 de fevereiro, pela internet.

A universidade oferece 300 vagas para brasileiros, sendo 25 por curso de graduação, todos presenciais, com início no primeiro semestre deste ano. As outras 300 vagas serão preenchidas por cidadãos da Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru e Colômbia, selecionados pelos ministérios de Educação de seus países, mediante critérios definidos em termos de cooperação com a Unila.

De acordo com o edital divulgado pela universidade, a seleção dos estudantes brasileiros será feita com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010 ou de 2009. Alunos que tenham feito todo ou parte do ensino médio em escolas públicas e que informem essa condição na ficha de inscrição recebem uma pontuação denominada Fator Escola Pública, que varia de 1,20 a 1,05, informa o reitor da instituição, Hélgio Trindade.

As vagas abertas pela Unila estão distribuídas em 12 cursos de graduação: antropologia – diversidade cultural latino-americana; ciências biológicas – ecologia e biodiversidade; ciências econômicas – economia, integração e desenvolvimento; ciências da natureza – biologia, física e química (licenciatura); ciência política e sociologia – sociedade, estado e política na América Latina; desenvolvimento agrário e segurança alimentar; engenharia de energias renováveis; engenharia civil e infraestrutura; geografia – território e sociedade na América Latina; história – direitos humanos na América Latina; letras – expressões literárias linguísticas; relações internacionais e integração.

A Unila, criada em janeiro de 2010, faz parte de um conjunto de universidades federais criadas no último governo para promover a integração regional e internacional. As instalações ficam em Foz do Iguaçu (PR), cidade que faz fronteira com a Argentina e o Paraguai.

Os seis primeiros cursos de graduação começaram em agosto do ano passado. Atualmente, a Unila recebe 200 alunos, sendo 100 brasileiros e 100 vindos da Argentina, Uruguai e Paraguai. Com a seleção de 2011, a instituição vai ampliar para 800 o número de alunos e passará de seis para 12 cursos.

terça-feira, janeiro 04, 2011