








Todo acto o voz genial, viene del pueblo y vá hacia él. Cesar vallejo. “El arte que se nutre del alma de nuestro pueblo, de sus sufrimientos y esperanzas es un arte que no muere, que vive eternamente en los corazones que luchan y cantan”. Jose carlos mariategui
IMPRUDÊNCIA DIPLOMÁTICA
É preciso romper o silêncio da amabilidade para estranhar o pronunciamento público que o presidente Obama fará, da sacada do Teatro Municipal, diante da histórica Cinelândia. Afinal, é de se indagar por que a um chefe de Estado estrangeiro se permite realizar um comício – porque de comício se trata – em nosso país. Apesar das especulações, não se sabe o que ele pretende dizer exatamente aos brasileiros que, a convite da Embaixada dos Estados Unidos – é bom que se frise – irão se reunir em um local tão estreitamente vinculado ao sentimento nacionalista do nosso povo.
É da boa praxe das relações internacionais que os chefes de estado estrangeiros sejam recebidos no Parlamento e, por intermédio dos representantes da nação, se dirijam ao povo que eles visitam. Seria aceitável que Mr. Obama, a exemplo do que fez no Cairo, pronunciasse conferência em alguma universidade brasileira. Ele poderia dizer o que pensa das relações entre os Estados Unidos e a América Latina, e seria de sua conveniência atualizar a Doutrina Monroe, dando-lhe significado diferente daquele que lhe deu o presidente Ted Roosevelt, em 1904. Na mensagem que então enviou ao Congresso dos Estados Unidos, o presidente declarou o direito de os Estados Unidos policiarem o mundo, ao mesmo tempo em que instruiu seus emissários à América Latina a se valerem do provérbio africano que recomenda falar macio, mas carregar um porrete grande.
Se a ideia desse ato público foi de Washington, deveríamos ter ponderado, com toda a elegância diplomática, a sua inconveniência. Se a sugestão partiu do Itamaraty ou do Planalto, devemos lamentar a imprudência. Com todos os seus méritos, a presidência Obama ainda não conseguiu amenizar o sentimento de animosidade de grande parte do povo brasileiro com relação aos Estados Unidos.

Mientras dormía en su residencia de La Habana, Cuba falleció este sábado en horas de la mañana, el escritor argentino Alberto Granado Romero, quien fue compañero de viaje del desaparecido Ernesto Che Guevara, con quien colaboró en la organización de la Revolución cubana.
Para este día se organizan los actos fúnebres del también científico fallecido a los 88 años de edad.
Atendiendo a su voluntad, cuerpo de Alberto Granado será cremado y sus cenizas serán esparcidas en Cuba, Argentina y en Venezuela.
Nació en la localidad de Hernando en la central provincia de Córdoba, Argentina, el 8 de agosto de 1922.
Luego de cumplir 30 años de edad, el escritor decidió partir de su Argentina natal para dedicarse a viajar por toda Latinoamérica en compañía de su amigo Ernesto Che Guevara.
El ya célebre viaje por Sudamérica empezó en diciembre de 1951, a bordo de "La Poderosa", una motocicleta Norton de 1939.
Nueves meses después se separaron en Venezuela, cuando el Che regresó a Buenos Aires a dar sus últimas materias de Medicina. Granado, que ya era bioquímico, consiguió trabajo en un hospital. Conoció a Delia y se casó. En 1960, después de la Revolución, los amigos se reencontraron en La Habana.
Granado Romero vivió en Cuba desde el 23 de marzo de 1961, donde dirigió un departamento de Genética hasta su retiro, en 1994.
en la foto: alberto granado y "la poderosa"
During his presidential campaign, President Obama pledged more troops, ground intrusions and drone attacks to end the war in Afghanistan. This is a promise he has kept, but it won’t work. In this lecture Tariq Ali talks about why the war is unwinnable and can only lead to a bloody stalemate.
The eruption of Eyjafjallajökull prevented Tariq Ali from delivering this lecture at the School of Visual Arts in New York on 19 April as planned; it was instead broadcast from a studio in London.


Milhares de pessoas se reuniram em cidades dos Estados Unidos neste sábado contra um projeto do estado de Wisconsin de reduzir o poder dos sindicatos do setor público, que tem provocado esforços governamentais semelhantes em outros Estados.
Os protestantes veem as propostas como uma tentativa de tentar enfraquecer o movimento trabalhista. Outros estados que consideram propostas similares incluem Ohio, Tennessee, Idaho, Indiana, Iowa e Kansas.
"Nós estamos apoiando o povo de Wisconsin e em todo o país onde o trabalho está sendo ameaçado, e nós sabemos que a real agenda do governo (de Wisconsin) e outros é somente destruir os sindicatos, disse Judith Barbanel, de Nova York.
As pessoas mostravam cartazes que diziam "Cortem bônus, não professores", "Os sindicatos nos tornam fortes" e "Wall Street está destruindo a América", e usavam adesivos que diziam "Todos somos Wisconsin".
A Assembleia de Wisconsin aprovou na sexta-feira a proposta do governador republicano Scott Walker de retirar os sindicatos do setor público da maioria das negociações coletivas. O plano agora precisa de aprovação do Senado, mas os senadores democratas podem impedir a votação.
O plano dos republicanos de Wisconsin para tentar equilibrar o orçamento do estado revisando leis trabalhistas se transformou em um impasse nacional com os republicanos e os interesses comerciais de um lado, e os democratas e sindicatos do outro.
Mais de um terço dos funcionários públicos do Estados Unidos, incluindo professores, policiais e trabalhadores de serviços civis, pertencem a sindicatos. Apenas cerca de seis por cento dos trabalhadores privados são sindicalizados.
fonte: folha online
ps: o povo arabe acordou da sua letargia, esta tentando derrumbar governos tiranicos. Tomara que isto se espalhe pelo resto do mundo occidental. Um primeiro exemplo, uma faizca! esta acontecendo nos estados unidos, o povo saiu as rua para reclamar por seus direitos, direito a sindicalização, direito a se manifestar. Ao final o verdadeiro poder esta nas mãos do povo!!!!
Una nueva aldea de beduinos palestinos fue derribada el pasado martes por autoridades del Estado de Israel en la ciudad cisjordana de Hebrón, acción que fue apoyada por fuerzas militares israelíes sobre territorios ocupados.
El movimiento de Equipos Cristianos de Pacificación denunció que los israelíes emplearon maquinaria pesada para reducir a escombros las improvisadas viviendas de los beduinos y sepultar sus plantaciones y fuentes de abastecimiento de agua en la pequeña comunidad de Amniyr.
El referido lugar se ubica en el norte de la aldea de Susiya, a su vez situada en el sur de las colinas de Hebrón, en la ocupada Cisjordania o Ribera Occidental del río Jordán.
La demolición comenzó poco antes del amanecer con la destrucción de las tiendas, tras lo cual rellenaron de tierra y arena un pozo y una cisterna de agua.
"Ellos arrancaron varios árboles de olivo y los enterraron", describió un testigo al añadir que las 50 personas perjudicadas quedaron sin los albergues a los que se habían movido durante el invierno debido al acoso de colonos judíos en otro campamento cercano.
Recordó que hace años el mismo hostigamiento de colonos extremistas los había forzado a trasladarse a Amniyr.
Según miembros de la referida instancia de paz, lo único que quedó de la comunidad fue una cueva donde los residentes se habían refugiado durante la demolición, y un pequeño horno de piedra para hacer pan.
Los moradores afectados aseguraron que volverán a reconstruir sus precarias casas y solicitarán al Comité Internacional de la Cruz Roja que les suministre tiendas de campaña, pese a que las autoridades de la Administración Civil israelí esgrimieron supuestas ilegalidades.
El gobierno israelí habitualmente sotiene que las comunidades de beduinos palestinos viven en terrenos estatales y les giran órdenes de evacuación, a pesar de que éstos aseguran tener papeles de propiedad.
Los israelíes habían entregado el 15 de febrero órdenes de demolición en Amniyr, pero el pasado domingo el coordinador residente para Asuntos Humanitarios de la Organización de las Naciones Unidas (ONU), Maxwell Gaylard, condenó un desalojo forzado similar en la aldea de Khirbet Tana.
Pobladores de esa localidad del norte de Cisjordania sufrieron el derribo de sus casas por cuarta vez desde enero de este año, una situación que Gaylard calificó de "inhumana" y reprobó por el "impacto devastador sobre comunidades palestinas vulnerables".
ps: israel continua expadiendo su territorio aniquilando todo vestigio de vida de los pueblos arabes. Es hora que egipto esté finalmente al lado de los suyos.
Cientistas da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, resolveram o mistério de como pulgas saltam tão longe e tão rápido.
Estudos anteriores já haviam revelado que a energia necessária para catapultar uma pulga a uma distância 200 vezes maior do que o comprimento do seu corpo tinha sua origem em uma estrutura elástica, semelhante a uma mola, presente no organismo do inseto.
Mas os especialistas não entendiam como as pulgas conseguem aplicar um impulso tão rápido no chão para realizar o salto.
Filmagens feitas com câmeras capazes de capturar objetos se movendo em alta velocidade revelaram que o segredo está na forma como as pulgas usam suas pernas traseiras - como alavancas de múltiplas partes.
Esse "efeito alavanca" permite que as pulgas pressionem suas patas no chão e a liberação repentina da "mola enrolada" projeta o inseto para a frente e para cima, afirmam os cientistas na revista científica Journal of Experimental Biology.
Um dos cientistas envolvidos no trabalho espera poder utilizar mecanismos semelhantes ao da pulga na construção de máquinas.
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El fundador de WikiLeaks, Julian Assange, promete revelar un paquete de documentos secretos del disco duro de un ejecutivo de un gran megabanco estadounidense. En 2009, dijo a Computer World que ese banco es el Bank of America (BofA). En 2010 dijo a Forbes que la información era suficientemente importante para “derribar a uno o dos bancos”, pero que necesitaba tiempo para presentar la información en un formato más fácil de usar.
Nuevos informes recientes sugieren que BofA hace grandes esfuerzos para controlar los daños: creó una “sala de guerra” y compró cientos de nombres de dominio derogatorios en Internet, incluyendo BankofAmericaSucks.com y BrianMoynihanblows.com (refiriéndose al presidente y director general de BofA).
Antes de que los grandes bancos comiencen a pedir que se interne a Assange en Guantánamo, la pregunta que vale la pena considerar es ¿Qué sabe WikiLeaks del mayor banco de EE.UU.?
Responsabilidad legal por hipotecas “tóxicas”
BofA ya está bajo presión, defendiéndose contra múltiples demandas de inversores privados, así como de Fannie y Freddie [compañías gigantescas auspiciadas por el gobierno federal que poseían o garantizaban cerca de la mitad de los títulos hipotecarios en EE.UU., N. del T.] exigiendo que el banco vuelva a comprar miles de millones de dólares en valores respaldados por hipotecas tóxicas. La firma dejó de otorgar hipotecas de alto riesgo [subprime] en 2001, pero siguió asumiendo la responsabilidad financiera de valores respaldados por hipotecas subprime durante muchos años. En septiembre de 2009, por ejemplo, BofA garantizó 239 millones de dólares de valores respaldados por préstamos subprime. BofA reservó solo 4.400 millones de dólares para esos procesos legales “aplazados”. Si Assange tiene correos electrónicos que muestran que altos ejecutivos de BofA sabían que estaban vendiendo inmundicia tóxica a inversionistas, sacudiría a la firma y entregaría una tremenda munición al ejército de abogados que ya golpean a la puerta de BofA.
Desahucios temerarios e ilegales
BofA está en el centro del escándalo de robo-signing [firmas robotizadas] y ha desahuciado injustamente a innumerables familias estadounidenses. Una pobre mujer volvió a una casa de vacaciones, la encontró cerrada y todas sus posesiones habían desaparecido –incluidas las cenizas de su difunto marido-. ¿Cómo se pudo cometer un error semejante? Una empleada de BofA removida de su cargo en febrero de 2010 dijo que ella había firmado hasta 8.000 documentos de ejecución hipotecaria al mes sin examinarlos, en violación de la ley. El aumento de preguntas sobre las prácticas fraudulentas e ilegales de embargos en los grandes bancos y en las compañías de servicios hipotecarios llevaron a BofA a detener los embargos en todo el país en octubre de 2010. Si WikiLeaks puede documentar que los altos funcionarios de BofA muestran un cruel desdén por los procesos legales y los derechos de propiedad protegidos por la Constitución, puede que la creciente responsabilidad legal de BofA se haga insostenible.
Dolores de cabeza heredados de Countrywide
En 2008, BofA adquirió Countrywide, una de las entidades crediticias más agresivas y fraudulentas durante la burbuja de la vivienda. El resultado fue una catástrofe de responsabilidad legal y procesos para el megabanco que ahora tiene 1.300.000 clientes embargados. Para resolver los procesos por préstamos depredadores con Illinois, California y otros ocho Estados, BofA presentó un plan de alivio de préstamos de 8.400 millones de dólares para los poseedores de hipotecas de Countrywide. En junio de 2010, BofA pagó 108 millones de dólares para resolver un caso ante la Comisión Federal de Comercio que acusaba a Countrywide de haber cobrado honorarios excesivos a prestatarios que iban a ser embargados. BofA pagó 600 millones de dólares en agosto de 2010 para resolver demandas de accionistas a quienes Countrywide había ocultado los riesgos de su política crediticia. No hay fin a la vista para este tipo de demandas, y más. En junio de 2010, el Estado de Illinois volvió a demandar a Countrywide, esta vez por discriminación en sus prácticas prestatarias. WikiLeaks podría tener más documentación sobre las prácticas ilegales y temerarias de financiación o de fraude en curso en BofA.
Bonificaciones ilegales pagadas por los contribuyentes
Bank of America compró la empresa de corretaje Merrill Lynch por 50.000 millones de dólares en enero de 2009. El gobierno de EE.UU. favoreció la fusión con un préstamo de rescate de 20.000 millones de dólares para ayudar a BofA. Una vez que tuvo lugar la adquisición se reveló que Merrill Lynch había perdido 15.800 millones de dólares en el último trimestre de 2008 y que se habían pagado por adelantado 3.600 millones en bonificaciones a los altos ejecutivo en Merrill. Entre los beneficiarios del riego de bonificaciones estuvo el presidente-director general de Merrill John Thain, quien gastó sin freno un millón de dólares para redecorar su oficina durante el clímax de la crisis. Después del trato el Fiscal General de Nueva York Andrew Cuomo dijo: “Una pregunta inquietante que deben responder es si Merrill Lynch y Bank of America calcularon la oportunidad de las bonificaciones de manera que se obligara a los contribuyentes a pagar por ellas a través del financiamiento del acuerdo”. Si WikiLeaks tiene correos electrónicos que muestran que los altos ejecutivos utilizaron a sabiendas los dólares del rescate para bonificaciones, se podría reabrir este desagradable capítulo en la historia, provocando investigaciones del Congreso y más reacciones violentas contra el rescate.
Demasiado grande para quebrar
Aparte de los 25.000 millones de dólares en dinero del programa de rescate TARP y de los 20.000 millones de dólares para comprar Merrill, EE.UU. supo recientemente de las extraordinarias acciones emprendidas por la Reserva Federal para apuntalar al BofA durante el clímax de la crisis, detalles que habían sido mantenidos secretos. Cuando la Reserva Federal se vio obligada a hacer públicos los datos sobre sus programas de préstamos de emergencia en diciembre de 2010, vimos que BofA recurrió a unos 931.000 millones de dólares de la Fed en préstamos a corto plazo y subsidios gubernamentales. Si WikiLeaks tiene información que muestra que el mayor banco de EE.UU. sólo sobrevive mediante trucos contables y continuos subsidios del gobierno, el resultado podría ser otro rescate por el gobierno o potencialmente la disolución sistemática de una firma que es “demasiado grande para quebrar” y que todavía plantea una amenaza para la economía de nuestra nación.
“No somos tarados”
BofA no sólo quiere que sepáis que su presidente-director general Brian Moynihan no es ningún tonto, quiere que sepáis que sus máximos ejecutivos tampoco lo son. El banco ha comenzado a comprar nombres de dominios dañinos para una larga lista de ejecutivos, lo que lleva a muchos a preguntarse: ¿qué han estado haciendo esos ejecutivos, ahí en BofA?
Ojalá WikiLeaks y Julian Assange nos lo digan pronto.
Fuente: http://www.informationclearinghouse.info/article27259.htm
Traducido del inglés para Rebelión por Germán Leyens y revisado por Caty R.
PS: estados unidos usualmente acostumbra hacer críticas en derechos humanos y corrupcion a paises que no se submeten a sus intereses. hace caso omiso a paises como israel, y varios otros gobiernos pró-estados unidos, ó que estan bajo su tutela. Pero, lo peor no es eso, lo peor es que en el centro deste imperio existe corrupcion, existe el ladron de corbata, robando millones de dolares de los contribuyentes locales. em materia de derechos humanos es un de los paises que mas realiza crímenes contra la humanidade, genocidio, asesinato de opositores por encima de la soberania de otros paises, etc. Cuanta falsa moral.
Esperemos que wikileaks libere pronto esa informacion.... realmente será uma prueba de la corrupcion y podredumbre del sistema capitalista norteamericano.







Nos encontramos ante una de las cuevas más grandes del mundo (algunas fuentes la colocan en la primera posición), y consta de diversos túneles que conectan entre sí una multitud de cuevas, una jungla y un río.
La cueva mide más de 6 kilómetros de longitud y unos 200 metros de altura, llegando en algunos tramos a los 250 metros. Un descenso apasionante que, para que os hagáis una idea, sería similar a caer desde un rascacielos de 45 pisos.



Para isso, o FESTIVAL VOA VIOLA levará a quatro capitais brasileiras violeiros novatos e veteranos de todo o país. Haverá seleção de trabalhos em um processo que vai envolver também a votação popular. Podem participar todos os artistas, não importa quais forem suas tendências musicais, desde que a viola seja instrumento de destaque em sua expressão artística.