musica con sentido e sentimiento

quinta-feira, junho 12, 2014

Dudu e Marina: um casamento de inconveniências

Uma hóspede sem teto chega à casa de seu anfitrião, que a recebe com as melhores condições possíveis de sobrevivência e abrigo, luxo até, estendendo-lhe o tapete vermelho e abrindo para ela o arsenal de foguetório. Aquela que está ali alojada na casa alheia, depois de curto período de gratidão, começa a voltar-se contra o salvador, e para isso tudo é pretexto. Da decoração da estalagem ao ciúme pela forma cordial como ele recebe também o séquito da viajante de passagem. Acusa-o de ter extremo mau gosto, critica seu sofá alaranjado e impõe que o troque por um esverdeado, mais a seu gosto. Avisa que ali se instalará por apenas quatro meses, mas nessa fase não aceita cruzar com nenhum dos antigos amigos do dono da casa e exige que seu desejo seja uma ordem, como se direito fosse, até que consiga terminar a reforma da sua própria casa para se mudar em segurança. O hospedeiro, feliz com a chegada de quem acreditava possuidora de uma varinha de condão para realizar seus sonhos, vai aceitando as imposições, aparentemente como ossos do ofício. Um ou outro dos amigos do hospedeiro se rebela e aparece no recinto, apesar das proibições, ousadia que enfurece a hóspede. É o que detona o ataque ao próprio dono do alojamento. Marina Silva é a hóspede, Eduardo Campos, candidato do PSB à presidência, o hospedeiro. Candidata a vice, está alí abrigada, alegadamente apenas por um curto tempo, junto com seu pequeno séquito mais próximo de militantes ambientalistas e religiosos, enquanto continua a montar e registrar a sua própria agremiação, o Rede Sustentabilidade, de que será finalmente dona e de onde não precisará sair a cada vez que tiver uma de suas exigências recusadas pelos anfitriões que a receberam vida política afora. Quando a abrigou, o candidato certamente imaginava ver transferidos votos que ela obteve na eleição de 2010 (19,3%), pelo menos aquela parte dos que não foram considerados de protesto. Isso não ocorreu, e, ao contrário, as atitudes da candidata a vice só reforçaram a sangria do apoio que Eduardo já possuia. Marina chegou reduzindo: tirou o agronegócio, a candidata melhor situada no Rio Grande do Sul, Ana Amélia, por ser do PP, para fazer aliança com o PMDB de José Sarney, protagonista nos ataques do candidato a presidente do PSB, chapa na qual é vice. Ambiguidade, confusão, incoerência. Tentou emplacar postes do Rede nas disputas de São Paulo e Minas Gerais, e não conseguindo promete sabotar. De sua região, a Amazônia, não se tem notícias de vantagens. Esse desfazer foi sempre acompanhado de declarações reducionistas, deselegantes, arrogantes, como se líder de uma ONG em campanha presidencial fosse. Quem apostava na candidatura para valer não entende o descompromisso. Apenas Marina Silva é o agente causador desse constrangimento na campanha de Eduardo? Não, o candidato a presidente é o maior responsável. Escancarou as portas sem que, como se faz em qualquer pensão, apresentasse à assinatura da hóspede as suas regras. Parece que nada combinaram. Apresentar como básico a manutenção das alianças históricas do seu partido, as soluções dadas pelos diretórios regionais, a manutenção das condições para fazer uma boa bancada, nada disso parece ter constado do decálogo de praxe. O PSB não estava à venda, tinha seu rumo e seus métodos, e o ainda inexistente Rede, com o traquejo de um diretório estudantil, tomou-o de assalto, mas apenas por uns meses. Eduardo Campos podia conhecer a personalidade de Marina e seu grupo restrito, mas não achou necessário armar redes de proteção. Faltou até agora, na sua campanha, um seguro planejamento. Sofre, também, a ausência de uma equipe profissional com experiência nacional. Hoje quem comanda é o sociólogo e marqueteiro argentino Diego Brandy, autor das campanhas de eleição e reeleição para o governo de Pernambuco. E falta também uma administração forte, hoje diluída, inclusive para gerir o problema Marina. Que poderia ser um patrimônio da campanha, mas tem sido fator de desestabilização. Poucos artigos, na grande imprensa, descreveram tão bem o “estranho casal” formado por Eduardo Campos e Marina Silva. Uma hóspede sem teto chega à casa de seu anfitrião, que a recebe com as melhores condições possíveis de sobrevivência e abrigo, luxo até, estendendo-lhe o tapete vermelho e abrindo para ela o arsenal de foguetório. Aquela que está ali alojada na casa alheia, depois de curto período de gratidão, começa a voltar-se contra o salvador, e para isso tudo é pretexto. Da decoração da estalagem ao ciúme pela forma cordial como ele recebe também o séquito da viajante de passagem. Acusa-o de ter extremo mau gosto, critica seu sofá alaranjado e impõe que o troque por um esverdeado, mais a seu gosto. Avisa que ali se instalará por apenas quatro meses, mas nessa fase não aceita cruzar com nenhum dos antigos amigos do dono da casa e exige que seu desejo seja uma ordem, como se direito fosse, até que consiga terminar a reforma da sua própria casa para se mudar em segurança. O hospedeiro, feliz com a chegada de quem acreditava possuidora de uma varinha de condão para realizar seus sonhos, vai aceitando as imposições, aparentemente como ossos do ofício. Um ou outro dos amigos do hospedeiro se rebela e aparece no recinto, apesar das proibições, ousadia que enfurece a hóspede. É o que detona o ataque ao próprio dono do alojamento. Marina Silva é a hóspede, Eduardo Campos, candidato do PSB à presidência, o hospedeiro. Candidata a vice, está alí abrigada, alegadamente apenas por um curto tempo, junto com seu pequeno séquito mais próximo de militantes ambientalistas e religiosos, enquanto continua a montar e registrar a sua própria agremiação, o Rede Sustentabilidade, de que será finalmente dona e de onde não precisará sair a cada vez que tiver uma de suas exigências recusadas pelos anfitriões que a receberam vida política afora. Quando a abrigou, o candidato certamente imaginava ver transferidos votos que ela obteve na eleição de 2010 (19,3%), pelo menos aquela parte dos que não foram considerados de protesto. Isso não ocorreu, e, ao contrário, as atitudes da candidata a vice só reforçaram a sangria do apoio que Eduardo já possuia. Marina chegou reduzindo: tirou o agronegócio, a candidata melhor situada no Rio Grande do Sul, Ana Amélia, por ser do PP, para fazer aliança com o PMDB de José Sarney, protagonista nos ataques do candidato a presidente do PSB, chapa na qual é vice. Ambiguidade, confusão, incoerência. Tentou emplacar postes do Rede nas disputas de São Paulo e Minas Gerais, e não conseguindo promete sabotar. De sua região, a Amazônia, não se tem notícias de vantagens. Esse desfazer foi sempre acompanhado de declarações reducionistas, deselegantes, arrogantes, como se líder de uma ONG em campanha presidencial fosse. Quem apostava na candidatura para valer não entende o descompromisso. Apenas Marina Silva é o agente causador desse constrangimento na campanha de Eduardo? Não, o candidato a presidente é o maior responsável. Escancarou as portas sem que, como se faz em qualquer pensão, apresentasse à assinatura da hóspede as suas regras. Parece que nada combinaram. Apresentar como básico a manutenção das alianças históricas do seu partido, as soluções dadas pelos diretórios regionais, a manutenção das condições para fazer uma boa bancada, nada disso parece ter constado do decálogo de praxe. O PSB não estava à venda, tinha seu rumo e seus métodos, e o ainda inexistente Rede, com o traquejo de um diretório estudantil, tomou-o de assalto, mas apenas por uns meses. Eduardo Campos podia conhecer a personalidade de Marina e seu grupo restrito, mas não achou necessário armar redes de proteção. Faltou até agora, na sua campanha, um seguro planejamento. Sofre, também, a ausência de uma equipe profissional com experiência nacional. Hoje quem comanda é o sociólogo e marqueteiro argentino Diego Brandy, autor das campanhas de eleição e reeleição para o governo de Pernambuco. E falta também uma administração forte, hoje diluída, inclusive para gerir o problema Marina. Que poderia ser um patrimônio da campanha, mas tem sido fator de desestabilização. Disso surgem os boatos de deserção precoce da candidata a vice, de preparação do embarque do candidato a presidente na candidatura Lula, se vier o ex-presidente a trocar de lugar com Dilma. Desrespeito político do qual Eduardo e Marina não podem se queixar, pois está óbvio que a campanha de Eduardo não se preparou para o descompromisso de Marina com a vitória. As engrenagens para alavancar Eduardo estão emperradas, mas a pesquisa Datafolha do último sábado, confirmada ontem pelo Ibope, completa um panorama eleitoral em que apenas o candidato do PSDB, Aécio Neves, está em situação de melhora, devagar, é verdade. . . texto completo aqui (tijolaço)

terça-feira, junho 10, 2014

Democracia al estilo norteamericano

Una estadounidense pretende demandar a una prisión del estado de Indiana (EE.UU.) donde sus guardias de seguridad la desnudaron a la fuerza y la encerraron en una celda llena de gas pimienta durante largo tiempo. . Tabitha Gentry, madre de cuatro hijos, fue detenida por la Policía el pasado 30 de marzo por alteración del orden público y resistencia a la autoridad, por lo que fue trasladada hasta la prisión del condado de Floyd, informa el canal local de noticias WDRB. Ya en el centro de reclusión, cuatro agentes de seguridad tomaron a Gentry por el cuello, la arrojaron al piso y la despojaron de toda su ropa. Luego de un largo proceso judicial, la abogada de Tabitha logró obtener los videos de las cámaras de seguridad de la prisión, donde se puede constatar el violento procedimiento de los guardias. . RT en español . Ps: si una ciudadana norteamericana es torturada e hummillad desta manera, por tan poca cosa, imaginese que es lo que no harán cuando es un ciudadado extranejero. sin duda estados unidos e a convertido a mucho tiempo en un estado policiaco, del mismo estilo de la pelicula V.

domingo, junho 08, 2014

monarquia no mas!!!

está en la hora de finalmente la monarquia y el franquismo decir adios a españa.

sexta-feira, junho 06, 2014

niña de mi tierra-kjarkas




una musica sensacional, llena de nostalgia por los momentos que pasaron, que vive solo en el recuerdo...

esclavitud moderna, 1 dolar por dia (en estados unidos)


fig 6
 Eduardo Zuniga, que passou seis meses no centro de detenção da Georgia em 2011, antes de ser deportado, em frente a casa de seus pais, na Cidade do México. O governo federal dos EUA conta com milhares de imigrantes ilegais para fornecer serviços fundamentais -- geralmente por um dólar por dia, ou menos -- em centros de detenção onde são mantidos pelas autoridades. Zuniga afirma que trabalhou na cozinha, mas que rompeu ligamentos depois de cair em um chão encerado, o que o deixou incapaz de andar sem a ajuda de muletas

fig1
Detenta sentada na sala de espera do centro de detenção temporária, em Houston. O governo federal dos EUA conta com milhares de imigrantes ilegais para fornecer serviços fundamentais -- geralmente por um dólar por dia, ou menos -- em centros de detenção onde são mantidos pelas autoridades

 fig2
Detento da Alfândega e Inspeção Aduaneira dos Estados Unidos trabalha na lavanderia do centro de detenção de Houston. O governo federal dos EUA conta com milhares de imigrantes ilegais para fornecer serviços fundamentais -- geralmente por um dólar por dia, ou menos -- em centros de detenção onde são mantidos pelas autoridades

fig3
Detentos da Alfândega e Inspeção Aduaneira dos Estados Unidos trabalham no Centro de Detenção de West County, em Richmond, Califórnia. O governo federal conta com milhares de imigrantes ilegais para fornecer serviços fundamentais -- geralmente por um dólar por dia, ou menos -- em centros de detenção onde são mantidos pelas autoridades

fig4
Detento da Alfândega e Inspeção Aduaneira dos Estados Unidos, Anthony Karia prepara a cozinha no Centro de Detenção de West County, em Richmond, Califórnia. O governo federal conta com milhares de imigrantes ilegais para fornecer serviços fundamentais -- geralmente por um dólar por dia, ou menos -- em centros de detenção onde são mantidos pelas autoridades

fig5
Detenta da Alfândega e Inspeção Aduaneira dos Estados Unidos trabalha no centro de detenção de Houston. O governo federal conta com milhares de imigrantes ilegais para fornecer serviços fundamentais -- geralmente por um dólar por dia, ou menos -- em centros de detenção onde são mantidos pelas autoridades

la midia mundial occidental sin valor sin ética

en particular los medios de comunicacion del peru, en un 98% todos estan alineados a la midia occidental, rpp, la republica, comercio, canal 5,4,9, etc todos tem um padron de editorial, ciegos sordos y mudos, lo unico que hacen es repetir como ventrilocos lo que les manda cnn, reuter, fox, bbc. de ai, es facil ver que casi todas las clases sociales que usualmente asiste estas noticias de nivel internacional,tienen una opinion unilateral, sin fundamento, porque solamente tuvieron acceso un ponto de vista, como si esta fuese la unica manera de ver un acontecimiento mundial. es claro tambien que dentro de estes medios de comunicion existem operadores (periodistas mercenarisos) que plantas noticias en todo el mundo para manipular opiniones, tergiversar hechos reales. esto deve un dia mudar, por bien de la humanidad. . . usted vio esta noticias de ucrania por algun medio de comunicacion?

quarta-feira, junho 04, 2014

Activista: El Sector Derecho pegó a madres de una ONG que buscaban proteger a sus hijos

massacre na praça da Paz Celestial em Pequim

os médios de informação controlados por estados unidos e europa, tipo uol,yahoo, cnn, e seus lacaios tipo band, globo, record recordaram o aniversario da revolta contra o governo chinês a 25 anos. as imagem confirmam que houve sim essa massacre, quantos morreram, ninguém sabe, os meios de comunicação ocidentais supõem que foram mais de mil. entre tanto, desde aquela época ate agora tiveram múltiplas massacres, e está acontecendo massacre na ucrania por parte de um governo fantoche de estados unidos, na síria, África,etc, talvez em número muito maior que o que aconteceu na China, mas esses médios de comunicação, não colocam e não colocaram no status de noticia importante o aniversario de essas massacres que aconteceram em varias partes do mundo por obra de estados unidos, otan e países europeios. Logo fica evidente o caráter unilateral, hipócrita da suas críticas ao governo chinês. claramente o governo chinês conduz um sistema capitalista com controle forte da sua economia e política do pais. não é segredo que já tem tem muitos milionários hoje em dia, não é mais um sistema comunista (como alguns propositalmente tentam ainda associar ao governo chinês). Mas reitero que a mancha de sangue que o governo chinês tem contra seu povo, em nada se compara com o mar de sangue que foi derramada pela obra do governo de estados unidos em todos os cantos do mundo. irak, iran, palestina, africa, yugoslavia??, afeganistao, os milhares de mulheres que foram sistemática mente esterilizadas por fujimori com dinheiro dos estados unidos no peru, etc. A lista é interminable, desde os governos de bush pai e filho, clinton e agora obama. mais uma vês eles tentam tampar suas própias tragedias de horror e tentam apontar uma mancha do gov chines. esta noticia, é um claro exemplo de que os meios de comunicação do mundo virtual e das redes televisivas ocidentais, trabalham abertamente a favor dos interesses políticos e econômicos de estados unidos e Europa ou trabalham de forma encoberta. é claro que ai tem a mão e o dinheiro gasto, pela administração obama, pra que esses médios atingem todo aquele governo que tenta ter uma postura propria em relação a diversos temas de nível mundial. também fica evidente que eses médios sao fartamente carentes de honestidade e senso critico da realidade mundial. são verdadeiras armas de propaganda da política norte americana. O governo norte-americano e sua propaganda global, tentas de qualquer forma desestabilizar a china, desde que este pais esta se afiançando na política internacional, construindo um poder militar tanto quanto no nível de estados unidos. A ideia é clara, criar focos de separação, criar descontentamento na população em relação ao governo, atualizar a luta de classes, criar focos de inimizade com países vizinhos como Vietam, filipinas etc. Todos os médios de comunicação ocidentais, fazem ouvidos surdos aos bombardeios de civis no leste da ucrania, não tem nenhuma critica aos neo nazistas que circulam livremente na ucrania, nenhum editorial contra um governo que não respeita a decisão de uma região a se tornar autônoma. mais uma ves esta demonstrado que estados unidos e europa, nao são democraticos, se for do seu interesse tanto faz se for monarquia, ditadura, ou governo fantoche. olhem... enquanto civis são mortos, estados unidos mente abertamente..

terça-feira, janeiro 28, 2014

Noam Chomsky: La política de EE.UU. se ha convertido en "salvajismo puro

Chomsky afirma que la polémica del Congreso sobre la ampliación de las prestaciones por desempleo es evidencia de que la política de EE.UU. "ha caído en la locura". Estos problemas están vinculados con el "asalto neoliberal a la población mundial".

Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/116506-chomsky-politica-eeuu-salvajismo-puro
Chomsky afirma que la polémica del Congreso sobre la ampliación de las prestaciones por desempleo es evidencia de que la política de EE.UU. "ha caído en la locura". Estos problemas están vinculados con el "asalto neoliberal a la población mundial".

Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/116506-chomsky-politica-eeuu-salvajismo-puro
 


"La negativa a proporcionar el nivel de vida más básico a las personas que se encuentran atrapadas en esta monstruosidad es simplemente puro salvajismo", declaró Chomsky en una entrevista concedida a 'The Huffington Post'. "No hay otra palabra para describirlo", añadió el pensador político progresista. Chomsky dijo que los problemas económicos recientes, sin embargo, no son fenómenos aislados, sino, más bien, el producto de décadas de políticas económicas aplicadas por las élites estadounidenses. Algunos de los principales cambios incluyen la firma de tratados de la Organización Mundial del Comercio, el Tratado de Libre Comercio de América del Norte y la desregulación de las industrias más importantes, dijo el intelectual. "El problema general y muy grave de la economía que nos está mirando a la cara no tiene nada que ver con las manzanas podridas en el Congreso", afirmó Chomsky. "Estos son problemas estructurales profundos tienen que ver, en efecto, con el asalto neoliberal a la población, no solo de EE.UU., sino del mundo, que ha llevado a cabo la última generación. Hay zonas que se han escapado, pero es bastante amplio", señaló el activista. Además, Chomsky dijo al diario que los intereses corporativos dominan la agenda política del Partido Demócrata y citó la observación del erudito conservador Norma Ornstein de que el Partido Republicano se ha "desplazado fuera del espectro" y ya no funciona como una entidad parlamentaria seria. "Hace años se decía que EE.UU. es la nación del partido único –el partido económico– con dos facciones: demócratas y republicanos", señaló Chomsky. "Eso ya no es cierto. Sigue siendo la nación de partido único –el partido económico–, pero ahora tiene solo una facción. Y no es la demócrata, es de los republicanos moderados. Los llamados nuevos demócratas, que son la fuerza dominante en el Partido Demócrata, son más o menos lo que solían ser los republicanos moderados hace un par de décadas. Y el resto del Partido Republicano solo se ha desviado fuera del espectro", concluyó el analista. El Partido Republicano de EE.UU. bloqueó un acuerdo para extender los beneficios de desempleo durante las negociaciones presupuestarias en diciembre. Este martes, algunos republicanos se unieron a los demócratas del Senado para avanzar en un proyecto de ley de los beneficios, pero el acuerdo se enfrenta a una dura batalla en la Cámara de Representantes, controlada por los republicanos. Actualmente en EE.UU. hay alrededor de tres personas que buscan un empleo por cada oferta de trabajo.


fonte


terça-feira, janeiro 14, 2014

população de bahia.. abandonada por um serviço de saude mal administrado



No município de Jacobina, na Bahia, os 80 mil moradores deveriam usufruir de um hospital com 203 leitos, ortopedia e maternidade, mas um desentendimento com a prefeitura resultou em portas fechadas para a população. O repórter Jésus Mosquera foi até a cidade e cobrou explicações do prefeito.

terça-feira, setembro 24, 2013

la amburguesa bionica de mcdonalds



mas informacion en esta página de noticias.

http://actualidad.rt.com/sociedad/view/106463-mcdonalds-hamburguesas-pudrir-comida-chatarra



observe los ingredientes secretos!! al final del video

quinta-feira, setembro 19, 2013

o exepcional gobierno americano.....

A reação ao artigo de Vladimir Putin publicado no jornal americano The New York Times superou todas as expectativas. “A América não é excepcional por fazer o bem. Ela faz o bem por ser excecional” – esta é, resumida, a lógica irrefutável de muitos comentários indignados. Na sua mensagem aos norte-americanos, o líder russo escreveu que Moscou e Washington devem regular em conjunto a situação na Síria. Mas, por qualquer razão, foi o último parágrafo que irritou a maioria do seu público-alvo. Neste Putin apenas recordava à liderança dos EUA uma das disposições da sua própria Declaração de Independência, a qual afirma que todos os homens são iguais perante Deus. Também o senador John McCain não deixou de reagir. Tal como prometeu, ele publicou a sua resposta ao presidente russo.

Barack Obama recordou a excepcionalidade dos EUA no fim do seu discurso à nação, quando o líder norte-americano tentou garantir o apoio dos eleitores a um possível ataque à Síria. A referência à “excepcionalidade” não provocou nenhuma reação especial por parte dos seus ouvintes, exceto talvez de alguém mais sentimental que tenha vertido uma lágrima ao ouvir falar mais uma vez da “missão especial” da América.
A polêmica teve início depois de o presidente Vladimir Putin ter acentuado esse conceito no seu artigo. “É muito perigoso inspirar as pessoas a sentirem-se excepcionais, sejam quais forem as intenções. Há países grandes e pequenos, ricos e pobres, os que têm profundas tradições democráticas e os que ainda procuram o seu caminho para a democracia. A sua política também é diferente. Nós somos todos diferentes, mas quando pedimos que Deus nos abençoe não nos devemos esquecer que Deus nos criou iguais”, escreveu o presidente russo.
Mas afinal se verificou que a América está realmente convencida da sua excepcionalidade e que agora lhe “pisaram nos calos”. A maioria dos políticos, e a mídia na sua esteira, irrompeu em reprimendas iradas. Afinal toda a História nos ensina que uma América forte é a fonte do Bem no mundo. Nenhum país libertou mais pessoas e fez tanto para elevar o nível de vida – também em todo o mundo. E é claro que os Estados Unidos continuam a ser o “farol da esperança” para as pessoas – de todo o mundo, naturalmente.
Sim, é verdade que a História ensina, mas só aqueles que querem aprender e não os que querem adaptá-la às suas necessidades, sublinha a perita da Academia Russa de Serviço Público Kira Sazonova:
“A História demonstra que os países que escolheram a via da sua especificidade, o que é perfeitamente normal, mas precisamente a via da excepcionalidade, acabavam na via do expansionismo e da agressão externa. Têm visão os políticos que percebem que os tempos da expansão e da excepcionalidade, se ainda não passaram completamente, já estão passando. Hoje o protagonismo é de um princípio completamente diferente – o da cooperação. É por isso que o artigo de Vladimir Putin veio mesmo a propósito para recordar que o princípio da cooperação é fundamental para o direito internacional moderno.”
Aliás, o próprio Barack Obama é um refém do mito americano. Durante a sua campanha eleitoral o candidato a presidente defendia um ponto de vista algo diferente. Na altura Obama afirmava que acreditava na excepcionalidade americana, mas que esta em nada era diferente da “excepcionalidade britânica”, da “excepcionalidade grega” ou de qualquer enaltecimento patriótico idêntico de qualquer outro país. O candidato foi então bastante criticado e por isso mudou rapidamente de discurso.
As raízes dessa ilusão inocente que vivem os cidadãos dos EUA remontam aos tempos dos primeiros colonos. A ideia de “excepcionalidade” obteve depois um novo fôlego nos anos de 1980 com Ronald Reagan. Ele falava da América como de “uma cidade luminosa no cume de um monte” e estava convencido que ela era um exemplo único da vitória da liberdade e da esperança. Já nos últimos 20 anos, com o desmoronamento da URSS, a “singularidade” dos EUA já não podia ser contrariada por ninguém, refere o vice-diretor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos Vilen Ivanov:
“A liderança dos Estados Unidos e a elite americana acreditaram na sua excepcionalidade porque o mundo se tornou unipolar e os EUA se tornaram no país mais poderoso no plano econômico e militar. Por outro lado, a experiência histórica não de todo tida em conta. A Alemanha hitleriana, nomeadamente: o nacional-socialismo, que com Hitler ascendeu ao poder, propagandeava precisamente essa excepcionalidade do povo alemão com todos os seus meios. Isso acabou por levar a Alemanha a sofrer a derrota e a ficar manchada perante todo o mundo por ter permitido que essa camarilha chegasse ao poder.”
Realmente, a seu tempo o famigerado doutor Goebbels introduziu com sucesso nas mentes dos alemães o conceito da sua excepcionalidade e da sua superioridade. Aliás, também na América muitos avisam a liderança do perigo dessa ideologia. Assim, Daniel Ellsberg, conhecido por ter, numa certa altura, divulgado documentos secretos do Pentágono, publicou recentemente um artigo nas páginas do The Guardian. Segundo Ellsberg, “os EUA são agora um Estado policial”. Na sua opinião, para que aí se estabeleça uma ditadura completa só é necessária “uma guerra… ou mais um atentado terrorista com a dimensão do 11 de setembro”. Enquanto que as recentes denúncias do antigo colaborador da NSA Edward Snowden, conclui Ellsberg, só ajudam a salvar os americanos.
Ainda mais direto foi, nas suas declarações, o ex-candidato à presidência dos EUA e republicano Ron Paul. Ele está convencido que a liderança dos EUA se está afastando dos princípios de uma verdadeira república e está evoluindo para a formação de um sistema fascista, em que o país é liderado em conjunto pelos políticos e pelos maiores homens de negócios.
O artigo de Vladimir Putin não podia, é claro, deixar indiferente um “fã” tão especial da Rússia como é o senador John McCain. Tal como prometeu, ele respondeu ao líder russo com o seu artigo que o jornal Pravda publicou no dia 19 de setembro. Eis o seu teor resumido: McCain afinal não é anti-russo, mas sim pró-russo e por isso está muito preocupado com o martirizado povo russo que tem de sofrer horrores como o Caso Magnitsky, as perseguições das Pussy Riot, a discriminação dos homossexuais e a amizade das autoridades com “regimes ditatoriais”.
Uma lista estandardizada que demonstra, mais uma vez, a fé de McCain pelo menos na sua própria excepcionalidade. O presidente da Rússia, ao se dirigir ao povo americano, não começou a ensiná-lo como se deve viver nos EUA, mas já o senador americano sabe, com toda a certeza, como devem viver os russos e até está disposto a oferecer-lhes esses valores liberais já amanhã, mas Putin não deixa.
Talvez a maioria dos habitantes dos EUA terão dificuldade em acreditar, mas o resto do mundo vê a singularidade americana de forma algo diferente. Do ponto de vista dos não-americanos, essa excepcionalidade se manifesta no bombardeamento de países que têm no poder regimes incômodos para Washington, nas revoluções coloridas, na Primavera Árabe e na ingerência despudorada e “correção do rumo” de países soberanos. As palavras de Obama no seu último discurso foram precisamente uma clara ilustração da integridade americana. “Se com um pequeno esforço e com uma pequena dose de risco nós pudermos evitar a morte de crianças pelo gás, garantindo dessa forma a segurança a longo prazo dos nossos próprios filhos, então acho que devemos fazê-lo”, disse o presidente dos EUA.
O pequeno esforço são umas centenas de mísseis Tomahawk. Evitar a morte de crianças pelo gás: depois de um ataque com mísseis dificilmente ficará alguém capaz de respirar o gás. Se bem que não se trata das crianças sírias, mas das perspectivas das crianças “excepcionais” americanas.

sábado, agosto 31, 2013

armas químicas y los estados unidos


El flamante premio nobel de la paz barack obama (quien diría, con que meritos?)  decidió realizar un ataque militar a siria un país estratégico geográficamente, muy cerca de irán y  Rusia. Cuáles son las disculpas?  Un supuesto ataque del dictador de siria a un grupo de ciudadanos de su propio país con armas químicas.

Supuestos  motivos.
Según el periódico, la voz de Rusia, los satélites  indican que el ataque partió de un barrio dominado por rebeldes, rebeldes que tienen apoyo militar de la rede al quaeda, mercenarios financiado pela otan y estados unidos.
Cuál sería el objetivo del dictador sirio de realizar una matanza de niños y familiares sirios en un momento crucial, cuando está realizando victorias militares frente a los rebeldes?. Esto  no tiene sentido. Esto es más una indicación que el supuesto ataque fue proposital sino por ordenes de agentes occidentales para dar un motivo a una intervención militar inmediata en una guerra civil  entre el gobierno sirio (aliado de Irán), y los rebeldes constituidos por “pro” occidentales y miembros de la rede (enemiga?) de estados unidos , la red alqaeda .
Está claro que, la alianza entre estados unidos y  la red alqaeda es estratégica, solo vale hasta el  momento de la caída del dictador sirio, o hasta el momento en que este grupo sirva a los intereses norteamericanos, caso contrario serán también eliminados.
Esta historia no  es nueva, ya se vio en Afganistán, cuanto el caudillo osama bin laden  era llamado cariñosamente de “el guerrero de la libertad”, desde que este luchaba contra el invasor soviético. Pero cuando estados unidos decidió permanecer en Afganistán y en arabia saudita, osama bin laden  estuvo contra esta decisión , para él, fue un magnicidio observar que las botas ianques  estuvieran andando en su tierra natal, como si fuese el jardín trasero de los estados unidos. Entonces  es allí que se volvió el enemigo número uno y fue eliminado sin derecho  a hablar una palabra, claro podría dar mucha información sobre la complicidad en el pasado, y así fue, una quema de archivo.
Los verdaderos motivos.
Ya se sabe que por medios políticos y puniciones militares  e económicas  no  se puede detener más la soberanía  y el avance técnico militar  de Irán.  Irán avanza bien en su deseo por la independencia  militar y económica y política, y a cada día realiza suceso en su deseo de controlar  la fisión nuclear, que ellos dicen ser para aplicaciones  pacificas, y no militares ( y si  fuese?, ellos  son soberanos). Es esto que incomoda al gobierno  de estados unidos. Aun existe más un motivo, controlar siria  con un gobierno títere y realizar un ataque definitivo a Irán y cercar por el occidente  a Rusia  un enemigo declarado de la actual administración de la casa blanca.
Rusia sabe de esto, y está dispuesto a disuadir al occidente para que  estados unidos no esté tan cerca de su frontera.


Armas químicas.
Estados unidos, no se importó cuando Saddam Hussein (asesinado por los ianques=quema de  archivo)  en Irak realizo ataques químicos a los kurdos, no solo esto,  agentes americanos asesoran militarmente y entregaron estar armas al dictador Saddam Hussein, siendo así, los norteamericanos son cómplices de la aplicación de armas de destrucción en masa contra población civil.
En la guerra irán Irak existen pruebas que estados unidos participó en el ataque químico de Irak contra de irán. (http://www.hispantv.com/DisplayNews.aspx?id=238231 )
Es claro,  a la ONU dominada por pros americanos, esto no interesa, mucho  menos la salud  y la muerte de millares de kurdos por armas químicas . Se sabe que muchos países son coaccionados para votar en apoyo a estados unidos.
Sin sentido.
Porque  estados unidos se importaría  tanto con la muerte de  centenas de niños y mujeres en la siria?
Que dice la historia?
Como se ve, a lo largo de la historia, a los estados unidos y la ONU  nunca les interesó la población civil. Así fue en Vietnam, para derrotar a los vietcong de Ho chi min, no dudaron en lanzar napalm a población civil, campos de cultivos , en un acto cobarde y deshumano por parte de militares norteamericanos.
En la propia segunda guerra mundial, la guerra estaba ganada por parte de los aliados, pero utilizaron mismo así las dos bombas nucleares, para demonstrar que ahora ellos iban a decidir los destinos del mundo.

El ex dictador Hosni Mubarak (hoy  hospitalizado)  mato millares de jóvenes y padres de familia, pero, por que no  estados unidos  movió un dedo en defensa de esta gente? Porque ese dictador fue un aliado de estados unidos.
La actual junta militar que derrumbo al gobierno egipcio, asesino ya millares de opositores y  miembros de la hermanad musulmana ya fueron muertos e detenidos, de nuevo hacemos la pregunta, porque estados unidos no punió al actual régimen de facto  de Egipto? De nuevo la respuesta, en realidad al gobierno norteamericano, no les interesa la vida de esta gente, lo que importa es que Egipto continúe  siendo un aliado militar en la región, y por esto la entrega de millones de dólares al régimen,  por parte del gobierno  de casa blanca continua.

Doble moral(inmoralidad)
El discurso de la casa blanca continúa siendo una apología a la inmoralidad, a la manipulación de su propia población,  y  de los ciudadanos del mundo, desde que ellos tienen el control de  los medios de información digital.  Por un lado  supuestamente hablan de libertad de expresión, hablan de democracia, hablan de justicia, pero todo lo que hacen en la práctica,  y que hoy en día salen a luz, hasta evento de hace 50 años atrás, indica que esto es solo discurso, ellos apoyaron y apoyan todo tipo de gobiernos, todo tipo de régimen, en su mayoría dictaduras que jamás respetaron vidas, poblaciones, justicia, democracia, mucho menos la libertad de se expresar de opinar.  La lista es enorme.
Desde que voces de otros países están realizando contra información a la información controlada por estados unidos, ellos  decidieron actuar. Y claramente ha avanzado para limitar voces discordantes provenientes de otras partes del mundo. La transmisión de canales   televisivos y digitales Iranianas fue cancelada año pasado por parte de satélites occidentales, quien ordeno? Claramente Israel y los estados unidos.  (http://www.hispantv.com/DisplayNews.aspx?id=234658, http://www.hispantv.com/DisplayNews.aspx?id=237278 )
Y ahora ultimo esta semana, fue cancelada la transmisión de un canal  ruso en los estados unidos (http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_08_30/EUA-bloqueiam-canal-Russia-Today-7092/).
Como en toda guerra, para quien hace la guerra, en realidad no importa cuántos niños o familias murieron. En realidad están  aprovechando una oportunidad para aplicar sus planes geopolíticos, como debilitar el gobierno de siria, o colocar un gobierno pro-americano y finalmente hacer el ataque a irán, y cercar a su archi enemigo Rusia
Finalmente
Porque estados unidos se siente con el derecho de hablar a  nombre de toda la humanidad?
Porque estados unidos tiene con el derecho de pasar fronteras, invadir la privacidad  de personas de todo el mundo?.
La respuesta es clara, ellos no tienen derecho,  nadie le dio ese poder, ese  derecho.
Puede hablar solamente a nombre de su país, inclusive hay mucha gente dentro de estados unidos  en contra de esta actitud  beligerante, acaso será los manotazos de un imperio en decadencia?.

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foto: el  napalm  en la poblacion civil vietnamita, quien hizo esto? los norteamericanos.

fotos nefastas=obra dos ianques

sexta-feira, agosto 23, 2013

liberdade de expressão: nunca mais....

A moderna advertência de Miranda

Bradley Manning, espionagem, inteligência, eua

A principal fonte de informações do site WikiLeaks, o ex-praça do Exército dos EUA Bradley Manning, de 25 anos de idade, ao saber que tem pela frente uma pena de prisão 10 anos mais longa que toda sua vida anterior, se declarou mulher. “Me chamem Chelsea Manning”, pediu ele a seus correligionários afirmando a sua intenção de passar a respectiva terapia hormonal.

Outro denunciador, um brasileiro chamado David Miranda, namorado do repórter Glenn Greenwald do jornal The Guardian (que publicou os materiais do ex-agente da CIA e da NSA Edward Snowden), foi inesperadamente detido no aeroporto de Heathrow em Londres. A razão foi a alegada implicação de Miranda na publicação de vazamentos de Snowden. Nem a aura “não-tradicional”, nem a sua pertença à parte ativa da sociedade civil, aparentemente amada no Ocidente, salvaram os dois defensores da verdade de terem que passar algum tempo atrás das grades.
O mais interessante na situação de Miranda foi a reação dos jornalistas britânicos. Os cavalheiros das margens do Tamisa, invariavelmente homens de princípios, não perdem uma chance de criticar, por exemplo, a Rússia pelos problemas dos jornalistas russos ou, Deus nos livre, de jornalistas britânicos em controles fronteiriços nos aeroportos. Mas, no interrogatório de nove horas do brasileiro e no confisco de todas suas mídias eletrônicas, eles viram de repente uma justiça superior. Eis a opinião de Milo Yiannopoulos, editor-chefe do recurso de mídia britânico Kernel:
“A detenção desse David Miranda foi perfeitamente legal, porque ele participou na investigação jornalística do jornal The Guardian, que lhe tinha pago o bilhete. Ele era uma espécie de mula de carga para transportar documentos destinados a seu namorado. Ele devia ser detido. E se foi aplicada a lei certa ou errada para a sua detenção – pouco importa. No final, em vez da lei sobre o terrorismo poderiam ter sido aplicadas muitas outras leis.”
Como diziam em outros tempos num outro país, “desde que haja uma pessoa, haverá uma lei” para a condenar. É justamente esse tipo de situação que parece ter acontecido com Miranda. Mesmo se os dados eletrônicos que ele transportava foram obtidos por algum meio não muito legal, que tem isso a ver com terrorismo, por suspeita de envolvimento no qual Miranda foi detido?
Ironicamente, nos Estados Unidos, existe desde 1966 um precedente básico – a Advertência de Miranda. Um certo homônimo do brasileiro referido agora não foi, na altura, informado de seus direitos durante a detenção, e por isso seu testemunho foi excluído do processo. Trata-se do direito de não se autoincriminar, do direito a um advogado e de outras limitações importantes de arbitrariedade policial.
Em filmes de Hollywood, cenas como: “Você pode permanecer em silêncio...” parecem comoventes. Mas na vida real, o Estado já há muito que não segue essas regras – nem nos EUA nem no Reino Unido. Como se vê, uma pessoa não tem sequer de dizer uma única coisa.
Eis o que argumenta o advogado de Manning, o jurista David Coombs:
“O caso do praça Bradley Manning é um ponto de viragem para a liberdade de imprensa. Precisamos de reformas para que jornalistas não sejam sujeitos a processo criminal por obtenção de informação – ou seja por eles estarem fazendo corretamente seu trabalho de protetores da nossa democracia. Para que os jornalistas recebam tais informações são necessárias pessoas como o praça Manning. Pessoas que não têm medo de se levantar e estão dispostas a arriscar sua liberdade para que nós saibamos o que está acontecendo.”
A julgar pela sentença de 35 anos aplicada a Manning, bem como a atual caça a seus correligionários – a ativista de direitos humanos Laura Poitras, o ex-agente da CIA Edward Snowden, e agora David Miranda – tudo isso aponta para uma intenção muito clara das autoridades norte-americanas e britânicas, tanto judiciais como executivas. É a intenção de intimidar futuros buscadores da verdade, mostrar que, uma vez que você entra no “clube de denunciantes”, sua vida nunca mais será pelo menos normal.
“É como uma dor de dentes”, diz Laura Poitras. Se você não pode ser processado por ensinar os outros – e foi esse o objetivo declarado pelos promotores no julgamento de Bradley Manning – sua vida pode ser transformada em um inferno ao seu nome ser inserido em listas negras. Hoje já é óbvio que nos EUA e na Grã-Bretanha estas listas funcionam tanto em aeroportos, onde pessoas podem ser verificadas durante horas, como quando alguém se candidata a um emprego. Assim, muitos dos que permanecem em liberdade em breve terão inveja dos presos.
Em tal situação, não são surpreendentes nem as inesperadas as “flutuações” de sexo de Manning nem a inconsistência em suas ações: ora uma confissão de culpa em relação a todas as acusações, exceto uma, ora a proclamação numa carta ao presidente Obama da intenção de cumprir uma “sentença pela liberdade”. Lembro-me quando há vinte anos chamei a atenção de um dos membros do Comitê de Emergência russo para as inconsistências em seu depoimento, ele respondeu: “Na entrada da prisão você irá cantar ainda mais.”
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2013_08_23/A-moderna-advertencia-de-Miranda-5185/


ps:  se você pensa diferente que o sistema, ou se vc faz a crítica da sua moralidade ou da sua i-legalidade, você vira um anormal.  se você engolhe tudo, sem direito de opinar, se vc é domesticavel, você é o normal.
 isto é um claro sinal, que não tem mais democracia  nestes paises que se pratica tais atos, propios de um sistema fundamentalista.

domingo, julho 14, 2013

O ódio no brasil...

O Ódio no Brasil – Leandro Karnal from instituto cpfl | cultura on Vimeo.
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é uma boa reflexão sobre  o ódio no brasil, bem que poderia se referir a qualquer outra sociedade.

quarta-feira, julho 10, 2013

Para los momentos de hoy

 
 
 
lider de los humildes
 
 
Un dia salio un hombre
En busca de libertad
Con sus hermanos de clase
El mundo quizo cambiar

Alzando contra el imperio
A los pobres del lugar
Librara su guerra de hambre
Trtas muerte y rebelion

Luchando contra un sistema
Que quisieron derrunbar
Muchos obreros cayeron
Defendiendo su verdad

Con los pobres y oprimidos
Con los hijos sin fututro
Buscaban para los justos
La vida con dignidad

En los tiempos de cambiar
Los sueños tienen lugar
Vamos vamos
Vamos buscando el mundo ideal
Forjando sueños a los hijos que vendran

Zampoña

Luchanod contra el imperio
No dejaron de soñar
Ahora los de la miseria
No quisieron renunciar

Acusado perseguido
Por los todo poderosos
Estuvo siempre dispuesto
A morir sin claudicar

En los tiempos de cambiar
Los sueños tienen lugar
Vamos vamos vamos buscando
Buscando el mundo ideal
Vamos vamos forjando sueños
A los hijos que vendran

segunda-feira, julho 08, 2013

prevenção ou conserto tardio da saude publica

A classe médica brasileira tem medo de quê?

Em artigo, médico colombiano escreve sobre as dificuldades para atuar no Brasil e critica a postura reativa da categoria à vinda de profissionais cubanos
por Ricardo Palacios — publicado 07/07/2013 10:49, última modificação 07/07/2013 13:06
Valter Campanato/Agência Brasil
Protesto de médicos
Cerca de 200 médicos se concentraram em frente ao Ministério da Saúde e ao Palácio do Planalto para protestar contra a "importação" de profissionais estrangeiros sem prova de revalidação
A exploração por parte do capital é uma novidade para o grêmio médico no Brasil. Recentemente um dos setores mais conservadores da sociedade viu sua condição de profissão liberal ser extinta pelos operadores dos planos de saúde que exploram a mais-valia obtida através da prestação dos serviços. Assim, aqueles que foram selecionados através de provas excludentes nas escolas de medicina e que sonham algum dia virar burgueses estão hoje na rua para lutar por reivindicações trabalhistas. Sim, os médicos agora fazem parte da classe trabalhadora, mesmo que não tenham consciência dessa nova relação com os meios sociais da produção.
No site dos Conselhos Regionais e do Conselho Federal de Medicina aparecem destacados apelos mais apropriados para sindicatos que para órgãos fiscalizadores de uma profissão, hipertrofiando sua função secundária de zelar “pela valorização do profissional médico”.
Mobilizações para exigir aumento dos honorários pagos pelos planos de saúde e campanhas para promover carreira de Estado são pautas frequentes nesses órgãos durante os últimos meses. Isso demonstra que os temas trabalhistas ganharam uma notoriedade insuspeita dentre os médicos.
Mas a última dessas batalhas do grêmio médico é, de longe, a mais complexa: o convite a médicos estrangeiros para trabalhar no território nacional. Esse assunto é particularmente sensível porque atinge ao mesmo tempo o status outorgado pelo ingresso às escolas médicas, posturas políticas, questionamento da liderança e o temor de concorrentes novos no mercado de trabalho.
O ingresso às escolas médicas no Brasil acontece através de um penoso processo que visa excluir aqueles provenientes de camadas com menores recursos e oportunidades. Na visão oposta, trata-se da seleção dos “melhores”, como se nessa lógica inversa a qualidade de um médico fosse garantida pela seleção que teve para entrar, e não pela formação adquirida dentro da escola médica.
Os médicos estrangeiros representam um desafio a esse paradigma: muitos países têm processos de seleção muito mais acessíveis para o ingresso. A seleção real acontece dentro da escola de medicina. Os alunos são constantemente avaliados, reprovados e jubilados, se necessário, durante o processo de formação médica. Diferentemente do que acontece no Brasil, entrar na escola de medicina não significa que o aluno será médico seis ou sete anos mais tarde.
A ênfase em outras latitudes é dada ao resultado final da educação; mais que o exame de ingresso, a avaliação crucial está na saída. Aqui, só o Conselho Regional de Medicina de São Paulo, CREMESP, avaliou os formandos de forma obrigatória em 2012. Menos da metade dos médicos foi aprovada nesse exame.
Mas não há consequências. O exame documentou a falsidade do mito de seleção dos “melhores”, inclusive com um terço dos egressos de faculdades públicas reprovados, mas o mito permanece intacto. As paixões exacerbadas contra médicos brasileiros formados no exterior, particularmente em Cuba, estão relacionadas ao fato de eles encontrarem um atalho para ultrapassar a barreira de entrada nas faculdades de medicina.
A seleção de candidatos brasileiros para ingressar nas escolas de medicina para estrangeiros em Cuba foi canalizada no Brasil por movimentos sociais e partidos políticos ligados à esquerda. A ascensão do governo comandado por Luiz Inácio Lula da Silva foi a esperança dos egressos de Cuba que queriam regularizar sua situação no país.
A resposta dos médicos não se fez esperar: as portas desses que não foram submetidos à seleção das faculdades brasileiras foram fechadas pelas próprias faculdades via revalidação.
Com algumas exceções, as universidades públicas, obrigadas por lei a atender essas revalidações, se omitiram, não respondiam ou criavam penosas vias sacras para quem ousasse seguir em frente com o processo.
Os médicos formados no exterior formaram um curioso bando de peregrinos que se encontravam em cada estado que finalmente voltava a receber a documentação ou realizava uma prova. A pressão dentro dos próprios aliados de esquerda do governo fez com que os ministérios da Saúde e da Educação criassem uma alternativa à qual podiam se adequar às universidades públicas para padronizar a revalidação.
O viés da primeira edição do exame, em 2010, foi vergonhoso. Chamado de Revalida, o exame acontece em duas etapas, uma teórica e outra prática. O nível de dificuldade foi tão grande que só dois, entre mais de 600 inscritos, formados em diferentes escolas médicas do mundo, foram chamados para a segunda fase. Os organizadores reconheceram que o nível de exigência foi além do necessário e prometeram reformular o exame.
Não existe nenhum critério para estabelecer algum grau de isonomia, como testar previamente o nível de dificuldade das perguntas em formandos de escolas brasileiras ou fazer um exame de igual teor ao realizado pelo CREMESP em 2012.
Cabe anotar que a peregrinação para os que queiram fazer o Revalida continua: por exemplo, o exame não é oferecido no estado de São Paulo porque nenhuma universidade pública paulista aderiu a ele, mas o CREMESP obriga ao formado no exterior a ter seu diploma revalidado por esse exame numa norma prescrita para atender o clamor de seus fiscalizados nas ruas.
Nesse panorama, aparece um novo elemento: a distribuição desigual dos médicos na geografia nacional atinge níveis insustentáveis e se transforma em elemento político. Os médicos do Brasil, assim como os dos Estados Unidos ou outros países, se desinteressam pelo serviço nas cidades do interior e nas periferias das grandes cidades.
Há muitas razões para esse desinteresse: a formação médica acontece em ambientes tecnologicamente complexos muito diferentes da realidade desses locais carentes de recursos; as possibilidades de retorno financeiro parecem ligadas a especialidades que demandam mais recursos técnicos; e o atrativo natural que exercem as grandes cidades em sociedades individualistas em detrimento da vida bucólica do interior pode ser contada entre outras causas.
Mas a realidade da falta de atendimento médico fala mais alto. Os prefeitos se organizaram para pressionar por uma solução que trouxesse dividendos eleitorais e finalmente o governo comprou a causa.
Houve várias tentativas. Inicialmente o governo ofereceu aos médicos recém-formados dinheiro e pontos a mais para os disputados exames de acesso à residência médica no programa Provab.
O estamento médico criticou a iniciativa, colocando argumentos como o de que o uso de pontos no exame seria uma chantagem para deixar um médico recém-formado abandonado à sorte no interior e sem nenhum tipo de supervisão.
Talvez estejam certos.
O problema pode ser deixar os pacientes abandonados a um médico recém-formado que não tem capacitação adequada para esses locais de atenção básica de baixa tecnologia. Locais em que a medicina cubana é especialista.
A medicina em Cuba usa um modelo diferente ao brasileiro. Está fundamentado em atenção básica e prevenção, com médicos acessíveis morando nas mesmas comunidades e um avanço tecnológico quase congelado após a queda da Cortina de Ferro.
Combinação contrastante que consegue atender a maioria de pacientes e obter excelentes estatísticas de saúde, comparáveis a qualquer país desenvolvido, a custo muito mais baixo. Mas, para a minoria dos pacientes, aqueles casos que requerem maior tecnologia, a receita pode ser insuficiente. A formação em grande escala de médicos permitiu que o país criasse as chamadas “Missiones” internacionais, que levaram atendimento médico a regiões carentes e remotas em dezenas de países.
Nos últimos anos, a exportação de serviços médicos se tornou a primeira fonte de divisas da ilha, principalmente pelas ações na vizinha Venezuela. A solução parece conveniente para todas as partes, médicos cubanos que estão dispostos a trabalhar no interior do Brasil e nas periferias para ajudar seu país e a população, que veria fim em sua espera por atendimento médico e estaria disposta a votar por quem fez isso acontecer. Mas há um obstáculo a vencer: a resistência do grêmio médico brasileiro.
Como vimos antes, os médicos brasileiros estavam ocupados em questões trabalhistas com seus principais empregadores, os planos de saúde e o governo. Em sua nova condição de classe trabalhadora, relativamente bem paga, mas trabalhadora, sua condição de fonte de ideias e de liderança dos tempos de classe média se extinguiram sob sua nova classe.
Em papel reativo, os médicos não conseguem elaborar contrapropostas para solucionar os problemas de falta de atendimento de saúde que sofre a maior parte da população.
A sua única resposta é que não trabalham no interior porque não tem plano de carreira nem condições de trabalhar. Uma continuação do repertório trabalhista anterior. Nenhuma proposta real para contrastar com as ideias do governo, que continua na liderança através de uma organizada campanha de mídia para angariar apoios e anunciando que estenderá os convites também a médicos espanhóis, portugueses e argentinos.
A própria presidenta empenha sua palavra de trazer os médios como parte de sua estratégia para melhorar a saúde e acalmar as manifestações que tomaram conta do país.
O ministro da Saúde promete que as vagas só serão oferecidas a estrangeiros após serem recusadas por médicos brasileiros, promessa de quem tem certeza da recusa. As vagas, há tempos, aguardam por médicos brasileiros que as ocupem. Nesse cenário saem os médicos às ruas para protestar.
Os médicos estrangeiros a serem importados são o principal alvo em um protesto com pesado caráter trabalhista, de proteção de mercado. Porque a pior ameaça que os cubanos representam é que podem dar certo. Porque os cubanos podem demonstrar que a população não necessita de grandes hospitais de alta tecnologia, mas de médicos acessíveis que estejam ao seu lado.


*Ricardo Palacios é médico, formado no exterior com o diploma devidamente revalidado no Brasil, foi consultor temporário para projetos de pesquisa da Organização Mundial da Saúde e agora estuda Ciências Sociais na Universidade de São Paulo". As opiniões expressadas neste artigo não representam a posição de instituição alguma