musica con sentido e sentimiento

Mostrando postagens com marcador eua. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador eua. Mostrar todas as postagens

domingo, fevereiro 07, 2016

O Cinema como Instrumento de Idiotização em Massa

A indústria cinematográfica norte-americana em geral, grande lixo cultural, faz apologia das drogas, da violência, da pornografia, do individualismo, do consumismo artificial e do poderio bélico norte-americano, configurando-se também forte arma imperialista dos Estados Unidos, tudo isso recheado de mensagens subliminares entre as mais explícitas, que não são poucas e em nada primam pela discrição.
Apoiado pelo Departamento de Defesa do país que, através de contrato restritivo, orienta e apoia materialmente a produção de diversos filmes de Hollywood, o cinema é justamente um dos três maiores símbolos do American Way of Life, isto é, o Estilo de Vida Norte-Americano. E a história de Hollywood, principal indústria do cinema dos Estados Unidos e do mundo, é tão suja quanto àquilo que se propõe a vender ao mundo

O surto do cinema iniciou-se nos anos de 1920 nos próprios Estados Unidos, que viviam os Frenetic Dancing Days, isto é, Dias de Dança Frenética. Tal metáfora, auto-definida pela sociedade local, deveu-se ao fato de que, emergidos da I Guerra Mundial como uma das grandes potências globais, os Estados Unidos gozavam de prosperidade que, até a Grande Depressão Econômica de 1929, parecia inesgotável e sem limites: a ordem era produzir e consumir cada vez mais, contrastando a situação do restante do mundo, de quem o país havia se isolado sob todos os aspectos. 

Foi deste modo que, aos novos produtores da cultura imperante, não importava nada do que continha fora de suas fronteiras pois os Estados Unidos, acreditavam, estavam destinados por Deus a salvar o planeta com sua cultura e a civilização do American Way of Life (crença esta que perdura até hoje, justificando até suas guerras não apenas entre norte-americanos, mas também entre as sociedades-fantoche de Tio Sam).
Neste contexto, junto do carro e do rádio o cinema obteve crescimento avassalador naqueles anos, e no final da década uma média de 100 milhões de norte-americanos frequentavam, semanalmente, os cinemas. Em todo o mundo, se conhecia os grandes ídolos do cinema dos Estados Unidos e, a partir de então, tal veículo de comunicação passou a impor às sociedades de praticamente todo o planeta, ao longo do século passado até o presente, estilos de moda, consumismo artificial, padrões de beleza, de conduta, políticos entre diversas outras imposições de acordo com o "messiânico"American Way of Life.
Contemporâneos piratas, de terno e gravata
Contudo, confirmando o velho e manjado vezo popular que "o que começa errado termina errado", Hollywood possui uma história que está à altura exata do que produz até hoje nas sociedades mundiais. No livro Cultura Livre, Lawrence Lessig mostra que, apoiada pelo governo local, a gigante das filmagens nasceu da pirataria que, aliás, não é exceção à regra nos negócios norte-americanos. Veja uma passagem do livro de Lessig (citada no jornal A Nova Democracia de dezembro de 2008):
"A indústria cinematográfica de Hollywood foi construída por piratas fugitivos. Os criadores e diretores migraram da Costa Leste para a Califórnia no começo do século 20, em parte para escapar do controle que as patentes ofereciam ao inventor do cinema, Thomas Edison. 

"Esses controles eram exercidos através de um truste monopolizador, a Companhia de Patentes da Indústria Cinematográfica, e eram baseadas na propriedade intelectual de Thomas Edison - patentes. Edison formou a MPPC (Motion Pictures Patents Company, ou Companhia de Patentes de Filmes de Movimento) para exercer os direitos que a sua propriedade intelectual lhe dava, e a MPPC era bem séria sobre o controle que exigia.

"Como um comentarista cita em uma situação dessa história: '(...) Os independenteseram companhias como a Fox. E de forma semelhante ao que acontece atualmente, esses independentes foram duramente enfrentados. As filmagens eram paralisadas pelo roubo de equipamentos, e acidentes resultavam na perda de negativos, equipamento, prédios e algumas vezes até mesmo de vidas'.

"Isso levou os independentes a fugir da Costa Leste. A Califórnia era remota o suficiente do alcance de Edison para que esses cineastas pirateassem suas invenções sem medo da lei. E os líderes do cinema de HollywoodFox entre eles, fizeram exatamente isso.

"Claro que a Califórnia cresceu rapidamente, e logo a proteção às leis federais acabou chegando ao oeste. Mas como as patentes davam ao dono delas um monopólio realmente limitado (apenas dezessete anos naquela época), quando suficientes agentes federais apareceram, as patentes haviam expirado. Uma nova indústria nasceu, em parte por causa da pirataria da propriedade intelectual de Edison."
Departamento de Defesa dos EUA: "É nosso interesse participar da produção de filmes"
A fim de exaltar a superioridade militar do Estados Unidos, de favorecer a política local de recrutamento, exercer censura e passar a ideia de que a guerra é uma solução necessária, o Departamento de Estado do país participa diretamente da produção de muitos filmes desde o nascimento do cinema, exercendo sempre papel fundamental em suas empreitadas militares: cineastas, visando economizar, procuram a ajuda do Pentágono que lhes fornece imagens de arquivo, assessoria técnica, acesso a equipamentos de última geração, autorização para filmar em instalações militares etc.
Em troca, os produtores de Hollywood submetem seu trabalho aos escritórios do Pentágono responsáveis em auxiliar as produções cinematográficas militares, cujos termos estão inscritos em contrato restritivo, que diz: 

""A produção deverá ajudar os programas de recrutamento das Forças Armadas.

"(...) A companhia produtora consultará o Departamento de Defesa para todas as cenas militares durante a preparação, filmagem e montagem". Segundo Philip Strub, assessor especial de mídia e entretenimento do Departamento de Defesa, "é nosso interesse participar da produção de filmes" (fonte: Victor Battaggion, em Hollywood a Serviço do Pentágono, no seguinte sítio:
Em 1917, quando os EUA entraram na I Guerra Mundial, o Comitê de Informação ao Público do então presidente Wodroow Wilson contou com o auxílio da indústria do cinema, a fim de produzir filmes que gerassem apoio à "batalha norte-americana" junto à sociedade. 

O pacto entre o governo do país e o cinema cresceu durante a II Guerra Mundial, através da ampla propaganda fornecida por Hollywood e, após esta que foi a guerra mais devastadora da história da humanidade, Washington retribuiu com enormes subsídios à maior indústria cinematográfica do globo, com verbas especiais do Plano Marshall (bilhões de dólares despejados nos países europeus a fim de trazê-los para o lado dos EUA em sua Guerra Fria com a ex-União Soviética) e persuasão para abrir mercados europeus resistentes.

Desde a segunda metade do século XX, Hollywood tem tratado de ridicularizar o povo árabe e persa, além de colocá-los como potencialmente terroristas bem como a religião predominante deles, o Islã, a fim de justificar também as imperialistas, sucessivas e sangrentas ocupações militares de seus padrinhos da Casa Branca no norte da África e Oriente Médio, região mais rica em petróleo do mundo.
Mais recentes evidências dessa podre parceria de sucesso, corrupta aliança histórica entre a Casa Branca e Hollywood, são os filmes Zero Dark, que passa a ideia de que os métodos de tortura praticados pela CIA, sob os governos de George Bush filho (2001-2009) e Barack Obama hoje, ajudaram a capturar Osama bin Laden (paupérrima história mesmo na vida real), e Argo, o qual repete a velha propaganda cinematográfica colocando o mundo islamita como terrorista e carente da intervenção messiânica dos EUA.
No caso particular de Argo, trata do Irã, motivo de obsessão invasora dos tomadores de decisão de Washington desde que a Revolução Iraniana de 1979 derrubou o presidente xá Reza Pahlevi, pró-Ocidente, e nacionalizou o petróleo.

Pois tal produção trata exatamente dos primeiros anos daquela revolução e, não por coincidência, Argo foi vencedor do Oscar' 2013, prêmio entregue pessoalmente pela primeira-dama norte-americana, Michelle Obama, ao diretor Ben Affleck.
Do imperialismo nas telas do cinema à contracultura norte-americana na vida real, em abril de 2009 a Embaixada dos Estados Unidos na Síria enviou telegrama secreto revelado por WikiLeaks em abril de 2012, em que a embaixadora-espiã Maura Connelly dizia enquanto o cenário para a tal "Primavera" síria era arquitetada nos bastidores dos porões do poder global:
"A atratividade da cultural dos EUA ainda é um mecanismo poderoso para a mudança da Síria. É revelador que, quando o SARG buscou punir os EUA por seu suposto papel no ataque em Abu Kamal em 26 de outubro de 2008, eles evitavam objetivos políticos mas, ao invés disso, fecharam as três principais fontes da cultura norte-americana em Damasco: o Centro de Cultura Americana (ACC), o ALC e a Escola da Comunidade de Damasco.
"Contar com mais programação cultural, mais programas com alto-falante e o IV programa de intercâmbio, continuam sendo nossas melhores ferramentas para ter um efeito direto sobre a sociedade civil" (tradução exclusiva desse telegrama ao português, que inclui injeção secreta de 12 bilhões de dólares por parte de Washington de 2005 a 2010 para instalação de canal de TV via satélite a ser transmitida dentro da Síria, aqui
Vamos ao cinema ou comer pipoca?
Quanto à barbárie cultural do cinema ao longo de todos estes anos, na era do lucro não importando como e nem para quê, uma boa evidência do fato de que ele se propõe a alienar as pessoas, além de todas as evidências nas próprias telas, são as citações de E. J. Epstein, autor do livro O Grande Filme, reproduzindo a filosofia cultural de um executivo de cinema estadunidense (citado por Emir Sader no artigo Vamos ao Cinema ou Comer Pipoca?, na revista Caros Amigos):

"'O segredo para uma boa cadeia de multiplexes bem sucedida está naquela porção extra de sal acrescentada à pipoca', disse o executivo. A alta produtividade de pipoca produz grande quantidade com uma porção relativamente pequena de grãos - favorece esses ganhos.

"Por isso projetam as novas salas para que os espectadores passem antes pela lanchonete: 'Nosso negócio se baseia na movimentação das pessoas. Quanto mais pessoas conseguimos fazer passar pela pipoca, mais dinheiro ganhamos', afirmou um dono de cinema norte-americano. Ele caracteriza o porta-copo em cada cadeira das salas como 'a inovação tecnológica mais importante desde a sonorização'(!). Daí o peso essencial que o público jovem tem, como consumidor concentrado de pipoca e refrigerantes.

"A economia política da pipoca, que comanda a indústria cinematográfica, influencia até na extensão dos filmes. Os muitos longos - de mais de 128 minutos - diminuem uma sessão diária e, com isso, o consumo de pipoca, sal e refrigerante."

Emir Sader conclui sua matéria: "Difícil seguir chamando de arte o cinema - pelo menos o estadunidense, submetido á lógica da pipoca". Acrescente-se a isso a lógica da imposição de valores e a pilhagem da riqueza alheia
Hollywood e cigarro: Macabra e bilionária parceria de sucesso
Em seu livro O Cigarro (2001, Publifolha, 88 pp.), o jornalista Mario Cesar Carvalho evidencia que a indústria do cigarro não apenas sabia, desde a década de 1950 (anos em que o fumo foi amplamente difundido como jamais antes na história se transformando em "coqueluche" mundial, grande ícone da moda vendido pela publicidade e pelas telas do cinema norte-americano), que o que ela produzia causava câncer, como também foi apoiada justamente por Hollywood para esconder tal fato das sociedades mundiais até os anos de 1990, enquanto colocavam (assim como fazem ainda hoje em grande medida) o cigarro como expressão de liberdade, imponência, contemplação de novos horizontes, muito charme e, paradoxalmente com um sopro macabro de saúde (!).

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), no século XX o cigarro, "droga lícita" segundo os governos ocidentais, matou mais de 100 milhões de pessoas e mata atualmente 3,5 milhões de pessoas no mundo ao ano. De acordo com pesquisas doAtlas do Tabaco lançado pela Sociedade Americana do Câncer e pela Fundação Mundial do Pulmão, apenas em 2010 o tabagismo levou à óbito 6 milhões de pessoas em todo o mundo, com tudo isso se configurando o cigarro na maior causa de mortes evitáveis na história da humanidade - sob as bênçãos de Hollywood rendendo, assim, bilhões de dólares à indústria do tabaco, da publicidade, aos governos (por meio dos impostos) e, é claro, à própria Hollywood.
E formar idiotas por quê?
A esperteza que levou os piratas à Califórnia permanece na indústria do cinema hoje, que não receberia apoio direto do Estado norte-americano para investir bilhões e bilhões de dólares em tanta fezes moral e intelectual, caso não houvesse bons motivos para isso, os quais vão muito além dos exorbitantes lucros conforme vimos.
A mais eficiente arma para as forças corruptas de dominação seguirem ganhando terreno, mentes e corações se dá através da aniquilação da cultura e do senso crítico (*), sendo que tal supressão, muitas vezes de maneira sutil, é via de regra na história imperialista mundial, e sua prática é nata em qualquer indivíduo com mentalidade reacionária. 

À "civilização" norte-americana e sua política coercitivo-expansionista, por sua vez, é fundamental que as sociedades (inclusive a sua) estejam idiotizadas, excluindo delas a necessidade de pensar, de questionar e de ter memória, submetendo a tudo e a todos aos princípios "superiores" e "salvadores" dos Estados Unidos.

Rambo foi produzido no início da década de 1980 para cicatrizar as feridas norte-americanas da vexatória derrota no Vietnã em 1973, na qual foram usadas pelos Estados Unidos até bombas químicas (o agente laranja, caracterizando crime de guerra).

E quando o país mal havia  se recuperado moralmente dessa derrota, os escândalos de corrupção envolvendo os presidentes Richard Nixon (1969-1974) e Ronald Reagan (1981-1989), somados à derrota no Irã em 1979, configuraram-se em outros duros golpes que colocaram definitivamente em xeque a democracia do país perante o mundo. Desses seguidos vexames veio o herói-justiceiro do cinema.

Pois Rambo, escolhido com toda sua robustez justamente para passar ao mundo uma imagem de poder dos Estados Unidos, é um personagem "artístico" que representa bem a rapinagem que só cresce naquele país, bem como a estatura intelectual e moral, e a truculência dos Estados Unidos, tanto dentro do país quanto em sua política externa.
Mas você não precisa ser o que querem que você seja

Nunca houve tanto conhecimento científico e tecnológico, nem nunca houve tanta informação e em tempo real como hoje, assim como nunca também o ser humano esteve tão afastado da realidade e da sua própria existência, quanto atualmente.

A violência, a corrupção, a alienação como instrumento de dominação psicológica, a fome, a degradação ambiental e as guerras só aumentam e as sociedades não só não questionam como mal percebem tudo isso, havendo uma consequente inversão de valores: assiste-se telenovela como se fosse real, e o real como se fosse telenovela.

Diante dessa barbárie cultural e moral, se for o caso reconsidere profundamente ideias e costumes ainda que estes sigam a corrente predominante: siga sua consciência e suas paixões, não aquilo que impõem a você muitas vezes de maneira sutil, com aspecto sedutor mas mofado e escravizante na essência. Mude de canal, troque o DVD, renove a programação com os amigos, preserve sua cultura como o patrimônio mais precioso que possui.
Biografia:
Edu Montesanti é professor de idiomas, autor de Mentiras e Crimes da "Guerra ao Terror" (Scortecci Editora, 2012), colaborador do Diário Liberdade (Galiza), de Truth Out (Estados Unidos), tradutor do sítio na Internet das Abuelas de Plaza de Mayo (Argentina), da ativista pelos direitos humanos, escritora e ex-parlamentar afegã, Malalaï Joya, ex-articulista semanal do Observatório da Imprensa(Brasil), e editor do

 www.edumontesanti.skyrock.com



 http://port.pravda.ru/mundo/27-01-2016/40261-historia_hollywood-0/

quarta-feira, setembro 30, 2015

Russia desmacara, intençoes dos gringos no oriente medio e asia.



O problema dos refugiados sírios vinha amadurecendo lenta e continuadamente e teria sido o pretexto perfeito para uma 'intervenção humanitária' comandada pelos EUA ["Bombardear para Proteger"] na Síria.  Mas a Rússia chegou antes, e o róseo plano norte-americano pode ter gorado. - See more at: http://port.pravda.ru/russa/17-09-2015/39487-russia_expoe-0/#sthash.jBOxT7Oi.dpuf



As políticas dos EUA para o Oriente Médio vêm-se mantendo obcecadamente fixas em 'mudança de regime' na Síria há pelo menos uma década, desde a invasão do Iraque em 2003. (A agenda neoconservadora original planejava 'mudar' regimes no Iraque, Irã e Síria, mas deu em nada, quando os campos de matança no Iraque começaram a ditar a geopolítica.)

Não é difícil entender e acreditar que a inteligência russa, sim, pôs fim à trama diabólica dos EUA para criar um fato consumado em solo, na Síria. O pactofaustiano entre Washington e a Turquia e a autorização do presidente Barack Obama para ataques aéreos na Síria (inclusive contra o Exército Árabe Sírio), o frenesi com que Grã-Bretanha e Austrália uniram-se às missões de bombardeios norte-americanos contra a Síria, declarações da OTAN, os incansáveis esforços dos EUA, por baixo dos panos, para minar o trabalho de Moscou para iniciar e pôr em andamento um processo de paz entre os próprios sírios - de todos os lados abundavam os indícios daquele sinistro plano político-militar.

Mas o suspense subiu à estratosfera, quando a inteligência russa entrou claramente em cena. Numa rara cena de 'revelação', domingo à noite, durante entrevista ao canal estatal de televisão - provavelmente pré-arranjada deliberadamente - o ministro de Relações Exteriores da Rússia semeou 'pistas' crucialmente importantes sobre a agenda norte-americana clandestina para a Síria escondida por trás da chamada luta para 'degradar e derrotar' o Estado Islâmico. Disse Lavrov:
  • "Espero não estar cometendo alguma indiscrição, se disser que alguns de nossos contrapartes, membros da coalizão, dizem que às vezes recebem informação sobre as posições de alguns grupos do Estado Islâmico, mas o comandante da coalizão - nos EUA, naturalmente - nunca entende que seja boa hora para atacar.
  • Ou nossos contrapartes norte-americanos, nunca, desde o início, contaram com coalizão muito coesa, ou, na verdade sempre quiseram atingir outros alvos, diferentes dos declarados. A coalizão formou-se de modo muito espontâneo: em apenas uns poucos dias, declararam que estava tudo pronto, alguns países já se haviam unido, e começaram alguns ataques.
  • Quem analise a aviação da coalizão verá coisas bem estranhas. O que suspeitamos é que, à parte os objetivos declarados de dar combate ao Estado Islâmico, há algo mais nos planos da coalizão. Não quero oferecer conclusões precipitadas - ainda não se entende claramente que impressões, informações ou superiores ideias o comandante acalenta - mas há sinais desse tipo e não param de chegar.

Lavrov é diplomata experiente e brilhantíssimo. De modo algum teria feito esses comentários movido por impulso instantâneo. Verdade é que a guerra à distância dos EUA contra a Síria ganhou um toque de terrível beleza.

Lavrov disse aos EUA, polidamente, que desistam de tentar impedir a Rússia de saltar na jugular do Estado Islâmico. E que, se não desistirem, choverá lama na cabeça de Obama.

Em palavras simples, Lavrov sinalizou a Washington que Moscou já sabe sobre o plano dos EUA de meter os terroristas do Estado Islâmico como sua pata de gato, mais dia menos dia, no baixo ventre macio da Rússia na Ásia Central e no norte do Cáucaso.

É claro que a inteligência russa sabe que centenas de combatentes viajaram da Rússia para se unirem ao EI. (De fato, Abu Omar Shishani, checheno étnico, é alto comandante do EI.) Dada essa sombria realidade, Moscou decidiu traçar sua linha vermelha. Concluiu que o EI é ameaça significativa às regiões russas de maioria muçulmana no norte do Cáucaso.

A seriedade com que Moscou está tratando a ameaça incipiente à sua segurança nacional está evidente na decisão do presidente Vladimir Putin de ir à Assembleia Geral da ONU no final desse mês, para fazer conclamação planetária a favor de os países cooperarem para derrotar o EI.

As duas vias paralelas - aprofundar o envolvimento militar na Síria também em solo e abrir uma via diplomática até o pódio da ONU - visam a derrotar a ação dos EUA que tenta repetir a estratégia da guerra fria, de blindar Washington e jogar o Islã militante contra a Rússia.

A diplomacia russa no passado recente trabalhou para desenvolver extensiva rede pelo Oriente Médio muçulmano. O esforço parece ter valido a pena. Interessante: Lavrov praticamente revelou, durante a entrevista pela televisão, ontem, em Moscou, que os aliados regionais dos EUA no Oriente Médio, eles mesmos, também já suspeitam das reais intenções de Washington quanto ao EI. É revelação deveras espantosa.

Lavrov também ergueu outra pontinha do véu, ao fazer saber aos norte-americanos que a inteligência militar russa está não apenas monitorando as operações da força aérea militar norte-americana no Iraque, mas, além disso, já analisou cientificamente os planos de voo dos aviões dos EUA e coisa-e-tal. Em resumo, os russos parecem já ter cacife de inteligência para comprovar algo que os iranianos dizem há muito tempo, a saber - que a aviação norte-americana está regularmente fornecendo suprimentos para o Estado Islâmico.

Fato é que o firme movimento militar russo na Síria colheu Washington de surpresa. A menos que ponha coturnos norte-americanos em solo sírio, as opções de Washington para forçar os russos a recuar são mínimas. Grécia e Irã já fizeram saber aos russos que garantirão direito de trânsito aéreo aos aviões russos em voo para a Síria. (Washington fez de tudo para que Atenas não autorizasse o trânsito dos aviões russos.)

Mas o mais duro golpe que está sofrendo a estratégia norte-americana de contenção contra a Rússia na Síria está vindo da dramática mudança na opinião pública de países europeus, obrigados a lidar com a questão dos refugiados sírios. O sistema de vistos Schengen, que era orgulho e símbolo da União Europeia, foi engavetado do dia para a noite, e reapareceram os postos de controle de fronteira
 (Ver aqui e aqui).

A conclamação feita pela chanceler alemã Angela Merkel de que Europa e Rússia devem cooperar no caso da Síria é sinal claro do que está por vir. Obviamente, Moscou deve estar sentindo que o humor europeu vai-se tornando cada dia mais desfavorável a que os EUA mantenham a estratégia para conter a Rússia - e não só na Síria, como também na Ucrânia (Vide no meu blog Ukraine tensions easing, but EUA won't let go easily [Diminuem as tensões na Ucrânia, mas EUA não admitirão facilmente nenhuma solução].)

O ponto é que os europeus não podem aceitar que estejam sendo convocados pelos EUA para dar conta dos cacos que voam para todos os lados do que restou da estratégia dos EUA de fomentar e insuflar uma guerra civil para derrubar o governo estável e democrático do presidente Bashar Al-Assad na Síria. O presidente Obama tem planos para preparar os EUA para aceitarem quota de 10 mil refugiados sírios no próximo ano - mas é menos que uma gota no oceano, considerando que 4 milhões de pessoas, 1/5 da população síria, foi obrigada a deixar o país desde o início da guerra em 2011.

Tudo isso parece estar-se convertendo no maior desastre de política exterior de toda a presidência de Obama. Os EUA estão presos entre a espada e o paredão. A Rússia dificilmente mudará um passo, apesar dos EUA, porque há interesses centrais da segurança nacional russa envolvidos na luta contra o EI, luta para a qual a Rússia precisa da participação da força militar do governo sírio.

Por outro lado, os aliados regionais dos EUA e os neoconservadores em casa pressionam Obama a 'fazer alguma coisa', ao mesmo tempo em que os aliados europeus já deixaram claro que querem o imediato fim do conflito na Síria.

A única via aberta para os EUA seria detonar, de vez, o EI; e enterrar o projeto de manipular grupos militantes islamistas como se fossem ferramentas naturais das políticas dos EUA na região e recursos para inflar estratégias de contenção contra a Rússia. Mas... cortar na carne da própria carne não há de ser assim tão fácil.
*****
14/9/2015, MK Bhadrakumar, Indian Punchline 
Ler original
 
http://blogs.rediff.com/mkbhadrakumar/2015/09/14/Rússia-exposes-EUA-hidden-agenda-in-syria/

- See more at: http://port.pravda.ru/russa/17-09-2015/39487-russia_expoe-0/#sthash.jBOxT7Oi.dpuf


segunda-feira, maio 04, 2015

13 experimentos macabros con humanos perpetrados por EE.UU.


13 experimentos macabros con humanos perpetrados por EE.UU. 
Cámaras de gas, experimentos con seres humanos, infección de personas de otras razas con las enfermedades peligrosas. Aunque parezcan métodos empleados por los nazis durante la Segunda Guerra Mundial, son algunos de los experimentos realizados por EE.UU. a lo largo de la historia.
Un artículo publicado en el portal globalconflict.ru recuerda los 13 peores experimentos con seres humanos realizados por EE.UU.

MKULTRA, Subproyecto 68 

documento Fotografía de dominio público 
MKULTRA fue un proyecto de la CIA que buscaba encontrar maneras de controlar la mente, para lo que contrató al doctor Donald Ewen Cameron para que encabezara experimentos.

En en el marco del Subproyecto 68, el doctor sometía a los pacientes de su Instituto Memorial Allen en Montreal con depresión bipolar o trastornos de ansiedad a una 'terapia' que les dejó serios daños y alteró sus vidas de forma irreparable.

Así, entre 1957 y 1964, Cameron sometió a sus pacientes a una terapia que sobrepasaba entre 30 y 40 veces las normas establecidas. Inducía a sus pacientes a estado de coma con drogas durante meses y reproducía cintas con declaraciones simples o ruidos repetitivos una y otra vez. Las víctimas olvidaron cómo hablar, se olvidaron de sus padres y sufrieron amnesia grave. 

Los experimentos se realizaban en ciudadanos canadienses, probablemente porque la CIA consideraba demasiado arriesgado realizar estas prácticas en estadounidenses. 

Para lograr que el proyecto siguiera siendo financiado, Cameron involucró a niños en los experimentos, induciendo en una ocasión a un niño a mantener relaciones sexuales con un alto funcionario gubernamental, para luego utilizar la grabación de esta escena en chantajes.

Soldados en cámaras de gas mostaza 

A medida que se intensificaba la investigación de armas químicas en los años 40 y para probar la eficacia de las armas y métodos de defensa, el Gobierno de EE.UU. no vaciló a la hora de involucrar a personal militar en sus experimentos, durante los que utilizaba gas mostaza y otros productos químicos que dejaban quemaduras en la piel y destruían los pulmones de los soldados, que ni siquiera sabían que formaban parte del experimento.

En una práctica que evoca las imágenes de la Alemania nazi, encerraban a los soldados en cámaras de gas para probar máscaras antigás y ropas de protección.

Entre los agentes utilizados se encontraba la lewisita, compuesto que fácilmente penetra la ropa e incluso la goma y que, al contactar con la piel, inmediatamente provoca un dolor extremo, picor, hinchazón y erupción. La inhalación del gas provoca sensación de ardor en los pulmones, estornudos, vómitos y edema pulmonar.

En cuanto al gas mostaza, sus efectos son asintomáticos hasta aproximadamente 24 horas después de la exposición, y sus efectos primarios incluyen quemaduras graves que se convierten con el tiempo en ampollas llenas de fluido amarillo. El gas mostaza tiene propiedades mutágenas y cancerígenas que han costado la vida a muchas personas expuestas.
Lea también: Militares de EE.UU., conejillos de indias en la guerra fría

Inmunidad para el monstruo da la cirugía

Unidad 731 y Shiro Ishii Fotografía de dominio público 
Algunos de los experimentos más crueles con humanos durante la Segunda Guerra Mundial fueron realizados por la Unidad 731 japonesa al mando del comandante Shiro Ishii.
En el marco de dichos experimentos, perpetrados en el nombre de la investigación biológica, extremidades de cuerpos humanos fueron amputadas y luego cosidas en otras partes del cuerpo; las extremidades de las víctimas fueron congeladas y volvieron a descongelarse, resultando en gangrena; diversas bacterias y enfermedades se inyectaron en prisioneros para estudiar sus efectos, etc.
Después de la Segunda Guerra Mundial, Ishii fue arrestado, pero nunca llegó a pagar por sus crímenes, ya que el general estadounidense Douglas MacArthur le concedió la inmunidad a cambio de información bacteriológica obtenida mediante estos experimentos macabros.

Pulverización de ciudades con agentes químicos

Para investigar los posibles efectos de un ataque químico, las Fuerzas Armadas de EE.UU. y la CIA realizaron una serie de simulaciones de ataques químicos y biológicos contra varias ciudades estadounidenses a mediados del siglo pasado, entre ellos los siguientes:

- La CIA dispersó el virus de tos ferina en la bahía de Tampa, usando barcos. Como consecuencia estalló una epidemia que dejó 12 muertos.

- La Marina de guerra roció San Francisco con bacterias patógenas. Muchos ciudadanos padecieron neumonía.

- El Ejército soltó millones de mosquitos portadores de la fiebre amarilla y dengue sobre Savannah, estado de Georgia, y Avon Park, Florida. El enjambre produjo a sus ciudadanos muchos problemas respiratorios, fiebre tifoidea, y algunos niños nacieron muertos.

Después de los ataques, a las zonas afectadas llegaban militares disfrazados de trabajadores sanitarios, con la intención secreta de estudiar los efectos a largo plazo de todas las enfermedades mientras ayudaban a las víctimas.

Infección de guatemaltecos con enfermedades venéreas  

En los años 40 miles de guatemaltecos fueron infectados con sífilis, gonorrea o cancroide sin su conocimiento en el marco de una serie de experimentos dirigidos por el médico estadounidense John Cutler y destinados averiguar si la penicilina podía ser usada "para prevenir enfermedades de transmisión sexual".
Para realizar sus experimentos, el Gobierno de EE.UU. envió prostitutas sifilíticas a los presos, enfermos mentales y soldados de Guatemala. Si alguien lograba evitar la infección, la enfermedad le era inoculada. Una vez infectadas, algunas víctimas eran tratadas con penicilina y otras no, para estudiar las diferentes reacciones. Alrededor de un tercio de las víctimas no recibió penicilina. Más de 80 'participantes' en el experimento murieron.

Experimentos secretos para estudiar los efectos de la bomba atómica

En el marco de un programa secreto para estudiar el efecto de elementos radioactivos, el Gobierno de EE.UU. inyectaba a sus 'participantes' sustancias altamente tóxicas como plutonio.
Estos experimentos incluyeron la inyección de microgramos de plutonio a soldados en el marco del proyecto Oak Ridge, e inyecciones posteriores a tres pacientes del Hospital de Chicago. De los 18 pacientes que fueron utilizados para el experimento, solo cinco vivieron más de veinte años después de la inyección.

Además de plutonio, también se realizaron experimentos con uranio. Así, entre 1946 y 1947, el doctor William Sweet inyectó uranio a 11 pacientes del hospital de Massachusetts, bajo la financiación del Proyecto Manhattan.
Sepa más: "El Gobierno de EE.UU. inyectó uranio a sus ciudadanos bajo un programa secreto"

Inyecciones de 'agente naranja' a los presos

Además de usar ampliamente el 'agente naranja' como defoliante durante la Guerra de Vietnam (lo que produjo varias enfermedades y mutaciones genéticas en generaciones subsecuentes), el Gobierno de EE.UU. probó el peligroso producto tóxico en presos voluntarios de una cárcel de Filadelfia, haciéndolo pasar por una "investigación dermatológica".

Los experimentos, que se realizaron entre 1951 y 1974, fueron encabezados por el doctor Albert Kligman. Los presos recibían pagos por permitir la aplicación de inyecciones de dioxina, uno de los componentes del 'agente naranja'. Entre los efectos que sufrieron los presos figuran las erupciones (cloracné) en las mejillas, detrás de las orejas, axilas e ingle.  

Operación 'Paperclip'

La denominada 'Operación Paperclip' se remonta al fin de la Segunda Guerra Mundial, cuando la derrota del Tercer Reich ya se presentía en el horizonte. La CIA, sin el conocimiento ni la aprobación del Departamento de Estado, trasladó a EE.UU., junto con sus familias, a más de 700 científicos nazis especializados en cohetes, armas químicas y experimentación médica.
Para limpiar su nombre y hacer posible su entrada en EE.UU., fueron reescritos numerosos documentos, y gran parte de la información relacionada con la operación aún está clasificada en absoluto secreto.
Lea también: EE.UU. contrató a científicos nazis para probar LSD en espías soviéticos

Infección de puertorriqueños con cáncer

En 1931 el doctor Cornelius Rhoads recibió la financiación del Instituto Rockefeler para realizar una serie de experimentos en Puerto Rico. Durante la investigación, Rhoads infectó a cientos de ciudadanos puertorriqueños con células cancerígenas. Trece de ellos murieron.
En noviembre de 1931, en una carta a su compañero de Boston, describía a los puertorriqueños como "la raza más sucia, más perezosa, más degenerada y más ratera que jamás haya habitado este planeta".
"Yo he hecho lo mejor que he podido para adelantar el proceso [del exterminio de la población] matando a 8 y trasplantándoles el cáncer a varios más. Esto último no ha causado muertes todavía… La cuestión de la consideración por el bienestar de los pacientes no juega papel alguno aquí —de hecho, todos los médicos se deleitan en el abuso y tortura de los desafortunados sujetos", rezaba la carta.

Tratamiento de cáncer con dosis extremas de radiación

Entre 1960 y 1971, Eugene Saenger, radiólogo de la Universidad de Cincinnati (Ohio, EE.UU.), llevó a cabo un experimento consistente en exponer a 88 pacientes con cáncer, pobres y en su mayoría negros, a radiaciones en todo el cuerpo. Las víctimas no firmaron ningún formulario de consentimiento, ni fueron informados de que el Pentágono financiaba el estudio. Simplemente les dijeron que recibirían un tratamiento que les podría ayudar.
En una hora recibieron el equivalente a cerca de 20.000 radiografías, sufriendo en resultado náuseas, vómitos, dolor de estómago severo, pérdida del apetito y confusión mental. Un informe de 1972 concluyó que hasta una cuarta parte de los pacientes murieron a causa de la radiación.

LSD

Entre los años 1953 y 1964, la CIA realizó experimentos en los que suministraban a miles de civiles y militares estadounidenses  la droga alucinógena LSD y otras sustancias sin que los pacientes lo supieran.
Prostitutas pagadas por la CIA atraían a los clientes a los burdeles, donde estos eran tratados con LSD y otras sustancias, y monitoreados después a través de espejos de un solo sentido.
Otros experimentos se llevaron a cabo en playas, bares y restaurantes donde los agentes supuestamente colocaron la droga en las bebidas de los clientes.
Algunas de las víctimas que participaron en las pruebas sufrieron convulsiones y paranoia, mientras que otros murieron.

Proyecto 4.1

El Proyecto 4.1 fue un estudio médico realizado en los nativos de las islas Marshall, que en 1952 fueron expuestos a lluvia radioactiva tras una prueba nuclear en el atolón de Bikini.
bomba United States Department of Energy
En lugar de informar a los residentes de la isla de su exposición y de tratarlos mientras eran estudiados, EE.UU. prefirió simplemente esperar y ver los resultados de la exposición. Después de la primera década, la cantidad de los niños con cáncer de tiroides creció significativamente por encima de los índices normales. En 1974, casi un tercio de los isleños habían desarrollado tumores.

Experimento Tuskegee

Experimento Tuskegee National Archives and Records Administration
En 1932 médicos financiados por el Gobierno de EE.UU. realizaron en Tuskegee, Alabama, un experimento que tenía como objetivo estudiar la progresión natural de la sífilis sin la ayuda de tratamiento. A lo largo de 40 años, 399 pacientes sifilíticos, la mayoría de ellos pobres, negros y analfabetos, creyeron que se les estaba proporcionando asistencia médica estatal gratuita, mientras que, en realidad, no recibían tratamiento alguno y ni siquiera sabían que tenían sífilis. Al mismo tiempo, los médicos seguían controlando su estado de salud para ver si se daba algún caso de autocuración de la enfermedad.
Al final del estudio, solo 74 personas de los enfermos seguían con vida, mientras que 28 pacientes murieron directamente a causa de la sífilis, otros 100 murieron a causa de complicaciones relacionadas con la enfermedad, 40 esposas de los pacientes resultaron infectadas y 19 niños nacieron con sífilis congénita.

fonte

domingo, março 29, 2015

As intenções dos gringo em relação ao pre-sal começa transparecer

O que fazia o líder do “Vem pra Rua” na lista da Stratfor, que o Wikileaks vazou em 2012?

28 de março de 2015 | 15:07 Autor: Fernando Brito
wiki
Em fevereiro de 2012 – muito antes que nascesse o “Vem pra Rua” – o nome de Rogério Chequer apareceu na lista de e-mails da empresa de “inteligência global” Statfor, conhecida como “the Shadow CIA”.
A lista foi hackeada dos computadores da empresa  e divulgada pelo Wikileaks e, é claro, sua autenticidade nunca foi confirmada. O arquivo do Wikileaks onde consta seu nome pode ser baixado do site do Wikileaks aqui.
Chequer, que até então não teria nenhuma razão para ser envolvido em assuntos políticos, está na 13a. linha do arquivo e  aparece identificado com a companhia “cyranony”.
E existe, de fato, uma companhia Cyrano NY, LLC , registrada como “companhia estrangeira” no Estado de Delaware, um paraíso fiscal dentro do  território americano, e assim reconhecido até pela Receita Federal brasileira.
Não é possível saber, por isso, se a empresa tem a algo a ver com Chequer para ser assim mencionada nos arquivos da Stratfor.
De nada o acusamos, embora ele, como figura pública que é, agora, talvez pudesse explicar o que fez desde que seus negócios saíssem de um estado glorioso que tinha como dono de um fundo de investimento nos EUA e viesse, em 2012, se tornar sócio dos primos numa agência de publicidade especializada em produzir  apresentações de “power point”.
Porque, até 2008, tudo ia de vento em popa para Chequer nos EUA, que lançava novos produtos financeiros e apresentava um categorizado “Advisory Board” de sua Atlas Capital Manegment, que tinha entre os integrantes até um ex-diretor do Banco Central, Luiz Augusto de Oliveira Candiota, que se demitiu do cargo rebatendo denúncias, feitas pela Istoé, de ter uma conta não declarada no exterior.
Mas neste meio tempo, algo aconteceu e não sei se por razões econômicas ou por saudades do Brasil, Chequer se desfez de tudo, inclusive de sua bela mansão de cinco quartos no chique entorno de Nova York, em White Plains, considerado um dos dez melhores lugares para se viver perto da Big Apple.
Repito: ao contrário do que a mídia costuma fazer, aqui não se acusa de nenhuma ilegalidade o sr. Rogério Chequer. Tudo o que está publicado aqui está em documentos públicos, oficiais, na Internet, ao alcance de qualquer cidadão.
Não é transparência o que o “Vem pra Rua” apregoa?

fonte

sexta-feira, junho 06, 2014

esclavitud moderna, 1 dolar por dia (en estados unidos)


fig 6
 Eduardo Zuniga, que passou seis meses no centro de detenção da Georgia em 2011, antes de ser deportado, em frente a casa de seus pais, na Cidade do México. O governo federal dos EUA conta com milhares de imigrantes ilegais para fornecer serviços fundamentais -- geralmente por um dólar por dia, ou menos -- em centros de detenção onde são mantidos pelas autoridades. Zuniga afirma que trabalhou na cozinha, mas que rompeu ligamentos depois de cair em um chão encerado, o que o deixou incapaz de andar sem a ajuda de muletas

fig1
Detenta sentada na sala de espera do centro de detenção temporária, em Houston. O governo federal dos EUA conta com milhares de imigrantes ilegais para fornecer serviços fundamentais -- geralmente por um dólar por dia, ou menos -- em centros de detenção onde são mantidos pelas autoridades

 fig2
Detento da Alfândega e Inspeção Aduaneira dos Estados Unidos trabalha na lavanderia do centro de detenção de Houston. O governo federal dos EUA conta com milhares de imigrantes ilegais para fornecer serviços fundamentais -- geralmente por um dólar por dia, ou menos -- em centros de detenção onde são mantidos pelas autoridades

fig3
Detentos da Alfândega e Inspeção Aduaneira dos Estados Unidos trabalham no Centro de Detenção de West County, em Richmond, Califórnia. O governo federal conta com milhares de imigrantes ilegais para fornecer serviços fundamentais -- geralmente por um dólar por dia, ou menos -- em centros de detenção onde são mantidos pelas autoridades

fig4
Detento da Alfândega e Inspeção Aduaneira dos Estados Unidos, Anthony Karia prepara a cozinha no Centro de Detenção de West County, em Richmond, Califórnia. O governo federal conta com milhares de imigrantes ilegais para fornecer serviços fundamentais -- geralmente por um dólar por dia, ou menos -- em centros de detenção onde são mantidos pelas autoridades

fig5
Detenta da Alfândega e Inspeção Aduaneira dos Estados Unidos trabalha no centro de detenção de Houston. O governo federal conta com milhares de imigrantes ilegais para fornecer serviços fundamentais -- geralmente por um dólar por dia, ou menos -- em centros de detenção onde são mantidos pelas autoridades

sábado, agosto 31, 2013

armas químicas y los estados unidos


El flamante premio nobel de la paz barack obama (quien diría, con que meritos?)  decidió realizar un ataque militar a siria un país estratégico geográficamente, muy cerca de irán y  Rusia. Cuáles son las disculpas?  Un supuesto ataque del dictador de siria a un grupo de ciudadanos de su propio país con armas químicas.

Supuestos  motivos.
Según el periódico, la voz de Rusia, los satélites  indican que el ataque partió de un barrio dominado por rebeldes, rebeldes que tienen apoyo militar de la rede al quaeda, mercenarios financiado pela otan y estados unidos.
Cuál sería el objetivo del dictador sirio de realizar una matanza de niños y familiares sirios en un momento crucial, cuando está realizando victorias militares frente a los rebeldes?. Esto  no tiene sentido. Esto es más una indicación que el supuesto ataque fue proposital sino por ordenes de agentes occidentales para dar un motivo a una intervención militar inmediata en una guerra civil  entre el gobierno sirio (aliado de Irán), y los rebeldes constituidos por “pro” occidentales y miembros de la rede (enemiga?) de estados unidos , la red alqaeda .
Está claro que, la alianza entre estados unidos y  la red alqaeda es estratégica, solo vale hasta el  momento de la caída del dictador sirio, o hasta el momento en que este grupo sirva a los intereses norteamericanos, caso contrario serán también eliminados.
Esta historia no  es nueva, ya se vio en Afganistán, cuanto el caudillo osama bin laden  era llamado cariñosamente de “el guerrero de la libertad”, desde que este luchaba contra el invasor soviético. Pero cuando estados unidos decidió permanecer en Afganistán y en arabia saudita, osama bin laden  estuvo contra esta decisión , para él, fue un magnicidio observar que las botas ianques  estuvieran andando en su tierra natal, como si fuese el jardín trasero de los estados unidos. Entonces  es allí que se volvió el enemigo número uno y fue eliminado sin derecho  a hablar una palabra, claro podría dar mucha información sobre la complicidad en el pasado, y así fue, una quema de archivo.
Los verdaderos motivos.
Ya se sabe que por medios políticos y puniciones militares  e económicas  no  se puede detener más la soberanía  y el avance técnico militar  de Irán.  Irán avanza bien en su deseo por la independencia  militar y económica y política, y a cada día realiza suceso en su deseo de controlar  la fisión nuclear, que ellos dicen ser para aplicaciones  pacificas, y no militares ( y si  fuese?, ellos  son soberanos). Es esto que incomoda al gobierno  de estados unidos. Aun existe más un motivo, controlar siria  con un gobierno títere y realizar un ataque definitivo a Irán y cercar por el occidente  a Rusia  un enemigo declarado de la actual administración de la casa blanca.
Rusia sabe de esto, y está dispuesto a disuadir al occidente para que  estados unidos no esté tan cerca de su frontera.


Armas químicas.
Estados unidos, no se importó cuando Saddam Hussein (asesinado por los ianques=quema de  archivo)  en Irak realizo ataques químicos a los kurdos, no solo esto,  agentes americanos asesoran militarmente y entregaron estar armas al dictador Saddam Hussein, siendo así, los norteamericanos son cómplices de la aplicación de armas de destrucción en masa contra población civil.
En la guerra irán Irak existen pruebas que estados unidos participó en el ataque químico de Irak contra de irán. (http://www.hispantv.com/DisplayNews.aspx?id=238231 )
Es claro,  a la ONU dominada por pros americanos, esto no interesa, mucho  menos la salud  y la muerte de millares de kurdos por armas químicas . Se sabe que muchos países son coaccionados para votar en apoyo a estados unidos.
Sin sentido.
Porque  estados unidos se importaría  tanto con la muerte de  centenas de niños y mujeres en la siria?
Que dice la historia?
Como se ve, a lo largo de la historia, a los estados unidos y la ONU  nunca les interesó la población civil. Así fue en Vietnam, para derrotar a los vietcong de Ho chi min, no dudaron en lanzar napalm a población civil, campos de cultivos , en un acto cobarde y deshumano por parte de militares norteamericanos.
En la propia segunda guerra mundial, la guerra estaba ganada por parte de los aliados, pero utilizaron mismo así las dos bombas nucleares, para demonstrar que ahora ellos iban a decidir los destinos del mundo.

El ex dictador Hosni Mubarak (hoy  hospitalizado)  mato millares de jóvenes y padres de familia, pero, por que no  estados unidos  movió un dedo en defensa de esta gente? Porque ese dictador fue un aliado de estados unidos.
La actual junta militar que derrumbo al gobierno egipcio, asesino ya millares de opositores y  miembros de la hermanad musulmana ya fueron muertos e detenidos, de nuevo hacemos la pregunta, porque estados unidos no punió al actual régimen de facto  de Egipto? De nuevo la respuesta, en realidad al gobierno norteamericano, no les interesa la vida de esta gente, lo que importa es que Egipto continúe  siendo un aliado militar en la región, y por esto la entrega de millones de dólares al régimen,  por parte del gobierno  de casa blanca continua.

Doble moral(inmoralidad)
El discurso de la casa blanca continúa siendo una apología a la inmoralidad, a la manipulación de su propia población,  y  de los ciudadanos del mundo, desde que ellos tienen el control de  los medios de información digital.  Por un lado  supuestamente hablan de libertad de expresión, hablan de democracia, hablan de justicia, pero todo lo que hacen en la práctica,  y que hoy en día salen a luz, hasta evento de hace 50 años atrás, indica que esto es solo discurso, ellos apoyaron y apoyan todo tipo de gobiernos, todo tipo de régimen, en su mayoría dictaduras que jamás respetaron vidas, poblaciones, justicia, democracia, mucho menos la libertad de se expresar de opinar.  La lista es enorme.
Desde que voces de otros países están realizando contra información a la información controlada por estados unidos, ellos  decidieron actuar. Y claramente ha avanzado para limitar voces discordantes provenientes de otras partes del mundo. La transmisión de canales   televisivos y digitales Iranianas fue cancelada año pasado por parte de satélites occidentales, quien ordeno? Claramente Israel y los estados unidos.  (http://www.hispantv.com/DisplayNews.aspx?id=234658, http://www.hispantv.com/DisplayNews.aspx?id=237278 )
Y ahora ultimo esta semana, fue cancelada la transmisión de un canal  ruso en los estados unidos (http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_08_30/EUA-bloqueiam-canal-Russia-Today-7092/).
Como en toda guerra, para quien hace la guerra, en realidad no importa cuántos niños o familias murieron. En realidad están  aprovechando una oportunidad para aplicar sus planes geopolíticos, como debilitar el gobierno de siria, o colocar un gobierno pro-americano y finalmente hacer el ataque a irán, y cercar a su archi enemigo Rusia
Finalmente
Porque estados unidos se siente con el derecho de hablar a  nombre de toda la humanidad?
Porque estados unidos tiene con el derecho de pasar fronteras, invadir la privacidad  de personas de todo el mundo?.
La respuesta es clara, ellos no tienen derecho,  nadie le dio ese poder, ese  derecho.
Puede hablar solamente a nombre de su país, inclusive hay mucha gente dentro de estados unidos  en contra de esta actitud  beligerante, acaso será los manotazos de un imperio en decadencia?.

.


foto: el  napalm  en la poblacion civil vietnamita, quien hizo esto? los norteamericanos.

fotos nefastas=obra dos ianques