musica con sentido e sentimiento

quarta-feira, março 30, 2011

escolhambando ao bial da globo e com razão

BIG BROTHER BRASIL

Autor: Antonio Barreto,
Cordelista natural de Santa
Bárbara-BA,residente em Salvador.

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, ‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Lá está toda a família
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme ‘armadilha’.


Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Dar muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério – não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os “heróis” protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
“professor”, Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos “belos” na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.

Se a intenção da Globo
É de nos “emburrecer”
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.

Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?

Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal…
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal…

FIM

Salvador, 20 de fevereiro de 2011.


quinta-feira, março 24, 2011

wikileaks: as mutretas de manuel santos e uribe na colombia

El ex ministro de la Defensa y actual presidente de Colombia, Juan Manuel Santos, indicó al entonces embajador estadounidense William Brownfield que su gobierno "planeaba filtrar selectivamente informaciones obtenidas de los computadores de Reyes para vincular a los presidentes Chávez y Correa y sus gobiernos con el grupo terrorista", según el informe.

Un cable del 27 de marzo de 2008 de la embajada en Bogotá precisó que el viceministro de Defensa, Sergio Jaramillo, "fue designado por el gobierno colombiano para desarrollar la estrategia de uso de los computadores".

El gobierno colombiano deseaba que algún organismo con el cual no se le identificase colocara esa información en una página web, pero "esperará a que Interpol verifique la autenticidad de los documentos antes de divulgarlos en internet", refirió Brownfield.

"Al gobierno de Colombia le gustaría que Interpol, la Organización de Estados Americanos o alguna otra institución internacional reputada manejase ese sitio web. Pero Jaramillo pensaba que éstas no querrían hacerlo y que finalmente alguna ONG tendría que ocuparse de la tarea", escribió el embajador.

También pensó en entregar parte de esas informaciones a "medios de comunicación seleccionados" de Estados Unidos, Colombia, España y América Latina. Se consideró entregarla por temas: las Farc y Chávez, las Farc y Correa, las Farc y el tráfico de drogas, las Farc y los rehenes. Antes, revisaría minuciosamente el material para evitar que se filtrase algo que pudiese dañar a Colombia.

Además, Santos dio a la embajada estadounidense "toda la información de los discos duros, pero a condición de que no se divulgase nada sin previa consulta".

En cambio, dijo que proporcionaría 90 documentos al gobierno venezolano y 30 al de Ecuador. Medios de Colombia y otros países publicaron efectivamente parte de esas informaciones, lo que agrió profundamente las relaciones de Colombia con Venezuela y Ecuador.

Precisamente, fue Santos quien logró restablecer las relaciones con ambos países cuando se encontraban en su punto más crítico.

El 7 de agosto de 2010, día de su investidura presidencial, Santos entregó a Correa toda la información de los discos duros de Reyes, lo que abrió el camino al restablecimiento pleno de las relaciones a fines del año pasado.

Ecuador había roto las relaciones con Colombia luego del bombardeo al campamento de Reyes, ubicado en territorio ecuatoriano, el 1 de marzo de 2008, en el cual murió el jefe guerrillero junto a otras 24 personas.

Venezuela había roto relaciones con Colombia en julio de 2010, tras una denuncia del entonces presidente Álvaro Uribe, que afirmó que guerrilleros colombianos actuaban en Venezuela.

La llegada de Santos al poder en agosto marcó la reanudación de los nexos bilaterales. El restablecimiento de las relaciones significó la recuperación paulatina de un intenso comercio bilateral, el fortalecimiento de la seguridad en la frontera entre ambos países y el inicio del pago de la deuda venezolana a los industriales colombianos , entre otros


detalle: la interpol la dea trabajan juntos de forma muchas vezes ilegal en la américa latina, ai estas las pruebas.

sexta-feira, março 18, 2011



Protesto realizado na noite de quinta-feira (17) contra o aumento da tarifa de ônibus, no centro de São Paulo. É claro que o kassab esta fazendo farra para o empresariado do setor de transporte em detrimento dos estudantes da grande SP.

quinta-feira, março 17, 2011

obama no centro do rio de janeiro: para que??

IMPRUDÊNCIA DIPLOMÁTICA

É preciso romper o silêncio da amabilidade para estranhar o pronunciamento público que o presidente Obama fará, da sacada do Teatro Municipal, diante da histórica Cinelândia. Afinal, é de se indagar por que a um chefe de Estado estrangeiro se permite realizar um comício – porque de comício se trata – em nosso país. Apesar das especulações, não se sabe o que ele pretende dizer exatamente aos brasileiros que, a convite da Embaixada dos Estados Unidos – é bom que se frise – irão se reunir em um local tão estreitamente vinculado ao sentimento nacionalista do nosso povo.
É da boa praxe das relações internacionais que os chefes de estado estrangeiros sejam recebidos no Parlamento e, por intermédio dos representantes da nação, se dirijam ao povo que eles visitam. Seria aceitável que Mr. Obama, a exemplo do que fez no Cairo, pronunciasse conferência em alguma universidade brasileira. Ele poderia dizer o que pensa das relações entre os Estados Unidos e a América Latina, e seria de sua conveniência atualizar a Doutrina Monroe, dando-lhe significado diferente daquele que lhe deu o presidente Ted Roosevelt, em 1904. Na mensagem que então enviou ao Congresso dos Estados Unidos, o presidente declarou o direito de os Estados Unidos policiarem o mundo, ao mesmo tempo em que instruiu seus emissários à América Latina a se valerem do provérbio africano que recomenda falar macio, mas carregar um porrete grande.
Se a ideia desse ato público foi de Washington, deveríamos ter ponderado, com toda a elegância diplomática, a sua inconveniência. Se a sugestão partiu do Itamaraty ou do Planalto, devemos lamentar a imprudência. Com todos os seus méritos, a presidência Obama ainda não conseguiu amenizar o sentimento de animosidade de grande parte do povo brasileiro com relação aos Estados Unidos.

Afinal, nossa memória guarda fatos como os golpes de 64, no Brasil, de 1973, no Chile, e ação ianque em El Salvador, em 1981, e as cenas de Guantánamo e Abu Ghraid.
O Rio de Janeiro é uma cidade singular, que, desde a noite das
garrafadas, em 13 de Março de 1831, costuma desatar seu inconformismo em protestos fortes Depois do fim do Estado Novo, foi o lugar preferido das forças políticas nacionalistas e de esquerda, para os grandes comícios. A Cinelândia assistiu, da mesma forma, aos protestos históricos do povo carioca, quando do assassinato do estudante Edson Luis, ocorrido também em março (1968). Da Cinelândia partiu a passeata dos cem mil, no grande ato contra a ditadura militar, em 26 de junho do mesmo ano.
Não é, convenhamos, lugar politicamente adequado para o pronunciamento público do presidente dos Estados Unidos. É ingenuidade não esperar manifestações de descontentamento contra a visita de Obama. Além disso – e é o mais grave – será difícil impedir que agentes provocadores, destacados pela extrema-direita dos Estados Unidos,
atuem, a fim de criar perigosos incidentes durante o ato. Outra questão importante: a segurança mais próxima do presidente Obama será exercida por agentes norte-americanos, como é natural nessas visitas. Se houver qualquer incidente entre um guarda-costas de Obama e um cidadão brasileiro, as conseqüências serão inimagináveis.
Argumenta-se que não só Obama, como Kennedy, discursaram em público em Berlim. A situação é diferente. A Alemanha tem a sua soberania limitada pela derrota de 1945, e ainda hoje se encontra sob ocupação militar americana.
Finalmente, podemos perguntar se a presidente Dilma, ao visitar os Estados Unidos, poderá falar diretamente aos novaiorquinos, em palanque armado no Times Square.
Mauro
Santayana.

ps: se deve lembrar que a politica externa do governo norte americano a nível mundial somente mudou em forma, porque na esencia continua sendo a mesma. Obama com um discurso propositalmente ambíguo, manso, comparado com o discurso do governo de bush, por um lado, continua a apoiar ditadores, Reis déspotas no meio oriente desde estes sejam ser-viciais aos interesses geopolíticos dos estados unidos de norte américa e por outro lado, desestabiliza em alguns países para ganhar hegemonia e na tentativa de rachar a fortaleza de Irá, china.

não devemos esquecer também que eles criaram uma frota norteamericana para patrulhar o atlântico sul, se for necessário eles vão usar essas armas contra o Brasil, eles estão de olho no pré-sal.

na politica continuista da casa branca, na minha visão é que Obama vai se opor alguma modificação efectiva do conselho de segurança da ONU. A meu ver este conselho deve ser eliminada e se deve dar poder real à assembleia geral da ONU, e que esta passe a tomar decisões importantes numa sociedade de nações soberanas e não simplesmente ser um órgão de discursos animosos e nada mais.

terça-feira, março 15, 2011

pequeñas voces



Un filme que retrata la situación difícil que pasan muchos niños colombianos (principalmente del campo y en las barriadas de las grandes ciudades), por causa da guerra civil colombiana. Es claro que los niños de la clase dominante no son afectado en grande medida por estas dificultades que se muestra en la película. mas una ves se observa que las clases populares son los que mas sufren en este proceso de guerra civil.
Todos son participes, todos son culpados, el ejercito y los paramilitares por un lado y las farc e ELN por otro, pero también los que creen que esa guerra es de los otros, de los indiferentes. El problema es que un dia menos esperado la guerra toca la puerta de sus casas, o se atraviesa en el camino.....

Pero todos sabemos que si el estado colombiano dejase de ser un estado servil a los intereses de estados unidos, si se eliminase todas las bases militares americanas y trabaje para una verdadera redistribución de las riquezas económicas, y finalmente se junten al projecto de una comunidad de naciones de América del sur ; no habría motivo para un levante en armas contra ese gobierno. Esto resolvería también el problema social psicológico que afecta a los niños de Colombia (que trata este filme).

terça-feira, março 08, 2011

LIBIA Y LA IZQUIERDA: PRINCIPIOS E INCERTIDUMBRE

Written by Santiago Alba Rico y Alma Allende

1. Las teorías de la conspiración son convincentes porque siempre tienen un asidero en la realidad: las conspiraciones existen. La CIA, la OTAN, el Pentágono, la UE están conspirando ininterrumpidamente para asegurar sus intereses en todas las regiones del planeta. También conspira Rusia y China y Turquía y Paquistán y la India. También Cuba y Venezuela. Todo el mundo conspira porque la conspiración es uno de los instrumentos indisociables de la relación entre los Estados-Nación en un marco de luchas imperialistas, antimperialistas e interimperialistas.

2. Nadie puede poner en duda, pues, que el imperialismo está conspirando en estos mismos momentos contra todos los movimientos populares y contra los que los representan. Las conspiraciones imperialistas conspiran también con el propósito de volver paranoicos a los revolucionarios; es decir, para que acaben completamente absorbidos en la idea no revolucionaria de la omnipotencia del enemigo. La diferencia entre una teoría de la conspiración y una teoría de la revolución es que ésta considera justamente que si el imperialismo conspira es porque no controla todas las fuerzas y que eso que llamamos “pueblo” mantiene siempre su potencia “residual” respecto de todas las conspiraciones. Ese “residuo”, incluso como conciencia deformada o imprecisa, tiene que ver con la realidad misma: la pobreza, el dolor, la frustración, la represión. Mohamed Bouazizi no se quemó en Sidi Bouzid el 17 de diciembre de 2010 manipulado por la CIA sino humillado por un aliado suyo. Las teorías de la conspiración son hegelianas: el curso del imperialismo coincide con el de la realidad. Las revolucionarias son más bien leibnizianas: el imperialismo tiene que poner constantemente en hora el reloj del mundo. Al paranoico se le podría decir: “tienes toda la razón; el imperialismo lo manipula y controla todo; la prueba eres tú”.

3. Los EEUU, la UE, la OTAN hubieran preferido que no hubiese ocurrido nada de cuanto ha ocurrido en el mundo árabe. Así lo demuestran las primeras declaraciones de sostén a los dictadores amigos y sus maniobras para aplazar su caída. También en Libia hubiesen preferido mantener el estatus quo, aunque sólo fuese por no comprometer a Italia como potencia ex-colonial: al contrario de lo que pretenden algunos analistas de memoria corta, basta consultar las hemerotecas para confirmar que primero hubo silencio, luego declaraciones ambiguas, después condenas tibias y por fin escándalo moral. Las potencias neocoloniales conspiraron para que no cambiaran las cosas y, cuando no han podido evitar los derrocamientos, conspiran para tratar de utilizar los cambios en su favor. Les hubiera resultado más difícil, también en Libia, si desde el principio todas las fuerzas de izquierda hubieran hecho una declaración conjunta a favor de las revoluciones y los pueblos árabes y de su anhelo anticolonial de democracia y libertad. Los que no lo hacen así no sólo se distancian sideralmente del pulso de la calle en esta zona del mundo sino que permiten que los mismos que disparan contra la multitud en Iraq, bombardean Pakistán y Afganistán y colaboran en la aniquilación de Palestina, se presenten de nuevo -la hipocresía funciona siempre cuando se tienen medios de comunicación y de destrucción suficientes- como paladines de los DDHH y la democracia.

4. Por supuesto la OTAN quiere meter su zarpa en Libia ahora que la revuelta está en marcha y deriva hacia la guerra civil. Gadafi, al contrario que los otros canallas derrocados, no es fiable; es caprichoso, inestable, no se deja manejar y, ya seriamente amenazado y en cualquier caso descartado como interlocutor, habrá que aprovechar la ocasión para meter una cuña militar entre Túnez y Egipto, dos países de alto riesgo, y controlar directamente los recursos petrolíferos. La opinión general entre la izquierda y la población del mundo árabe es la de que no habrá invasión: estamos hablando de una de las zonas más anti-imperialistas del mundo en la que Palestina e Iraq están siempre presentes como prueba de la hipocresía criminal de las potencias occidentales. Si EEUU quiere “democratizar” el Medio Oriente y el Magreb a su manera, sería una gran estupidez correr ese riesgo. La retórica y las sanciones, junto a la división en el campo anti-imperialista, introducen ya un efecto suficientemente favorable a sus intereses. Sin descartar ninguna posibilidad, no parece, sin embargo, que de momento les convenga aspirar a más.

5. Lo que prueban las amenazas de la OTAN y EEUU, en todo caso, no es que occidente no controle a Gadafi sino que no controla a la oposición. EEUU no invadió Iraq porque Sadam Hussein fuese fuerte sino porque era débil; era débil militar y políticamente; en ese momento se estaban produciendo fuertes presiones dentro del régimen -y negociaciones con la oposición de izquierdas en el exilio- para una reforma interna que llevase a una verdadera democratización: eso no podía permitirlo EEUU. EEUU teme a los pueblos. Y el propósito de EEUU es siempre el de impedir que sean los pueblos los que acaben con sus dictadores y tomen las riendas de su destino. Lo estamos viendo: cuanto más cerca está de caer Gadafi más aumentan las amenazas; cuanto más existe el riesgo de que el pueblo acabe con Gadafi más probable es la intervención de la OTAN.

6. Las amenazas de invasión son una apuesta segura para el imperialismo. La OTAN invade países, o amenaza con invadirlos, siempre con dos propósitos: uno impedir las luchas de los pueblos. El otro obligar a los anti-imperialistas a contraerse y apoyar dictadores que no se ajustan ni a nuestros intereses ni a nuestros principios. Aquí la manipulación de los medios coopera con éxito: cuando más malo sea Gadafi más se desprestigian los que lo apoyan. Pero nosotros no debemos caer en la trampa del simplismo binario imperialista y de sus fórmulas primitivas: si atacan a Gadafi entonces es que Gadafi es bueno; si los medios ahora manipulan abyectamente es que nada ha ocurrido en Libia y todo es un montaje de la CIA. Nos gustaría que las cosas fuesen así de sencillas y los medios hegemónicos nos sirvieran de infalible brújula invertida, pero la obligación de la izquierda, junto a la de denunciar y combatir cualquier intervención, es la de abordar la situación en toda su complejidad. La imaginación, decía Pascal, es tanto más mentirosa cuanto que no miente siempre; el imperialismo es tanto más peligroso cuanto más incoherente. Lo que no nos parece aceptable como ética revolucionaria y se nos antoja contraproducente desde el punto de vista propagandístico es esta decisión: entre un dictador que no nos acaba de gustar del todo y un pueblo que no nos acaba de convencer del todo, acabamos eligiendo, imitando en esto a los imperialistas, al amigo dictador. La trampa es perfecta y una vez hemos caído en ella: para ser antimperialistas, se nos quiere obligar a no ser comunistas.

7. Por todos los motivos ya señalados, nadie mínimamente de izquierdas puede apoyar, justificar o permanecer callado ante una intervención de EEUU. Esto hay que decirlo alto y claro. Pero no menos alto y claro hay que decir que la situación nueva del mundo árabe entraña riesgos y que habrá que escoger uno de ellos. Los riesgos son tres: una intervención de la OTAN, una victoria de Gadafi y una victoria del pueblo en armas contra él. La intervención de la OTAN entraña el riesgo mayor, pero no porque pueda derrocar a “nuestro amigo” Gadafi sino porque, aparte la catástrofe humana, impugnaría el derecho inalienable del pueblo libio a derrocarlo él mismo, amenazando al mismo tiempo a todos los pueblos hermanos de la zona. En orden descendente, el segundo mayor riesgo sería una victoria de Gadafi; a la terrible represión de su pueblo habría que añadir el efecto que eso tendría sobre la región, especialmente sobre Túnez y Egipto, países vecinos cuyos procesos de cambio se podrían ver paralizados e incluso invertidos (sin descartar, como ya ha ocurrido de hecho, una intervención más o menos directa de “nuestro amigo” dictador en ellos). El tercer riesgo es grande, muy grande, pero es el menor. Es el verdadero “mal menor”: dejar a un pueblo del que sabemos muy poco que arregle cuentas con sus gobernantes en un espacio muy abierto, muy nuevo, muy inestable, en el que, en cualquier caso, también nosotros podremos conspirar. Apoyemos a ese pueblo y conspiremos con él. El temor a los pueblos es reaccionario y de derechas y, procedente de la América Latina revolucionaria, hace llegar el mensaje de una inquietante vulnerabilidad que también podría intentar aprovechar el imperialismo. Al defenderse defendiendo a un dictador, los gobiernos emancipatorios latinoamericanos se señalan absurdamente a sí mismos y llaman la atención sobre una afinidad inexistente. Sólo podemos sentir melancolía al comprobar que el imperialismo, que teme a los pueblos, acaba invocando su nombre contra los que realmente quieren defenderlo, los cuales, por eso mismo, debilitan su posición en el mundo y en los países donde gobiernan. Los levantamientos en el mundo árabe han hecho fluctuar todas las pocas referencias que nos quedaban tras el final de la guerra fría y nos ponen en dificultades a todos. Los imperialistas están reaccionando mejor. Quizás son mas fuertes, pero también son más listos. Si fuesen además justos, serían ellos los verdaderos socialistas. Por el momento, la victoria propagandística es suya: han demostrado que los socialistas no somos ni fuertes ni listos ni justos.

8. Ojalá el pueblo libio acabe con el régimen de Gadafi antes de que la intervención de los EEUU nos obligue a defender al criminal para defender a ese pueblo que se ha alzado contra él y que no aceptará ninguna intervención extranjera que le prive de su derecho a derrocarlo.

florianopolis: santa catarina: carnaval 2011

A escola da comunidade da Lagoa da Conceição, União da Ilha da Magia, de Florianópolis (SC), trouxe para avenida um tema recheado de polêmica. O enredo "Cuba sim. Em nome da verdade", ousou retratar os EUA como "monstros" e os guerrilheiros de Che e Fidel como ícones da liberdade.

Política à parte, o desfile encantou os jurados e trouxe o primeiro título para a agremiação em apenas três anos de história. A União deixou para trás escolas tradicionais da cidade, como a Copa Lord, atual campeã, e a Protegidos da Princesa, fundada em 1948 e detentora de 24 campeonatos. Unidos da Coloninha e Consulado do Samba ficaram na quarta e quinta posição, respectivamente.

As três primeiras colocadas voltarão à passarela nesta terça-feira (8) para o desfile das campeãs. A filha de Che, Aleida Guevara, permanece em Florianópolis para uma série de palestras na quarta e quinta-feira, mas ainda não confirmou presença no novo desfile.

Em uma proposta ousada, causando grande expectativa na sociedade, a escola conseguiu fazer um desfile impecável e conquistar boas notas em quase todos os quesitos. A escola ganhou com 264,8 pontos. Em segundo lugar ficou a Embaixada Copa Lord, com 261,5 pontos, e, em terceiro a Protegidos da Princesa com 261,3 pontos.

A médica e revolucionária cubana Aleida Guevara foi destaque na passarela e participou da apuração na arquibancada ao lado da comunidade da Lagoa da Conceição. A cada nota dez recebida a comunidade se levantava e comemorava a aproximação do título.

Aleida também comemorou a vitória e saudou a coragem da escola e a homenagem feita a seu povo e sua revolução. O enredo da União da Ilha da Magia (UIM) foi cantado por todos, e palavras de ordem como "Cuba sim, yankees não. Viva Fidel e a revolução" também foram ecoadas.

O destaque na pontuação foi também para a Comissão de Frente, que na Passarela Nego Quirido montou um mosaico com o rosto de Che Guevara, e para a bateria UIM, com todos os seus integrantes vestidos de guerrilheiros revolucionários.

continua protestas en el norte de eeuu

Las protestas de trabajadores y estudiantes de Wisconsin (norte de Estados Unidos) se extendieron este miércoles a los estados vecinos de Indiana y Ohio, donde también se prevé someter a votación leyes que limitarían los derechos laborales adquiridos para reducir millones de dólares en déficit estatales.

El martes miles de manifestantes salieron a las calles de Indianápolis, capital de Indiana, y se reunieron en la sede del Poder Legislativo del Estado para exigir que la mayoría republicana deje de promover el proyecto de ley presupuestaria que priva a los sindicatos de muchos de los derechos adquiridos por los trabajadores.

De aprobarse la norma, ayudaría al estado a ahorrar millones de dólares en los próximos dos años. El martes comenzaron los debates y se espera que la votación se demore algunos días.

La víspera los sindicatos llegaron a su séptimo día de protestas en Madison, capital de Wisconsin, donde miles de personas han salido a la calle para protestar por la medida propuesta por el gobernador, el republicano Scott Walker.

La autoridad amenazó con el inicio de despidos de empleados públicos la próxima semana si no cesan las protestas contra el proyecto de ley.

Para este miércoles, las fuerzas policiales aumentaron la vigilancia y anunciaron que restringirán el ingreso del público a la Cámara de Representantes, donde se realizan los debates.

La enviada especial de teleSUR en Estados Unidos, Aurora Samperio, comentó en su reporte que la discusión volvió al pleno del Senado del capitolio de Madison, Wisconsin.

Los catorce legisladores demócratas que se habían trasladado el martes al vecino estado de Illinois para impedir que hubiera el quórum necesario, volvieron este miércoles con al menos cien enmiendas para que se discutan en las sesiones plenarias.

"Los demócratas no están dispuestos a una negociación más que la que ellos proponen", informó Samperio y sostuvo que tampoco quieren ceder espacio.

"Esta batalla se prevé que tome varios días, en las calles hay manifestaciones y se incrementaron las medidas de seguridad. En otros estados hay protestas en apoyo a los trabajadores de Wisconsin", dijo.

Por su parte, Sara Sloan, coordinadora nacional de la coalición Answer explicó que el gobernador Scott Walker representa a los contribuyentes de mayores ingresos por lo que ellos serían los beneficiados de esta propuesta

domingo, março 06, 2011

Fallece Alberto Granado el compañero de viaje del Ché


Mientras dormía en su residencia de La Habana, Cuba falleció este sábado en horas de la mañana, el escritor argentino Alberto Granado Romero, quien fue compañero de viaje del desaparecido Ernesto Che Guevara, con quien colaboró en la organización de la Revolución cubana.

Para este día se organizan los actos fúnebres del también científico fallecido a los 88 años de edad.

Atendiendo a su voluntad, cuerpo de Alberto Granado será cremado y sus cenizas serán esparcidas en Cuba, Argentina y en Venezuela.

Nació en la localidad de Hernando en la central provincia de Córdoba, Argentina, el 8 de agosto de 1922.

Luego de cumplir 30 años de edad, el escritor decidió partir de su Argentina natal para dedicarse a viajar por toda Latinoamérica en compañía de su amigo Ernesto Che Guevara.

El ya célebre viaje por Sudamérica empezó en diciembre de 1951, a bordo de "La Poderosa", una motocicleta Norton de 1939.

Nueves meses después se separaron en Venezuela, cuando el Che regresó a Buenos Aires a dar sus últimas materias de Medicina. Granado, que ya era bioquímico, consiguió trabajo en un hospital. Conoció a Delia y se casó. En 1960, después de la Revolución, los amigos se reencontraron en La Habana.

Granado Romero vivió en Cuba desde el 23 de marzo de 1961, donde dirigió un departamento de Genética hasta su retiro, en 1994.

en la foto: alberto granado y "la poderosa"

telesurtv(mas detalles)

quinta-feira, março 03, 2011

alborada










alborada 2006



un estilo de fusion andina:
idioma quechua,
letra: originaria de los andes del peru
arreglo musical: andina+new age+...musica indigena norteamericana
vestuario: indios norteamericanos, vestuario inca

ecuadormanta= desde ecuador