musica con sentido e sentimiento

terça-feira, dezembro 15, 2009

O poderoso chefão : berlusconi



Se divirrta socando virtualmente ao poderoso chefão da italia.

sábado, dezembro 05, 2009

hay chabela, bellisima ranchera mejicana



Al mirar tus lindos ojos y al mirar tus lindas formas,
Yo me digo: ay! Chabela.
Y al saber que no me quieres y al saber que me desprecias
Yo me digo: ay! Chabela.

Cuando paso caminando debajo de tu ventana,
Echo un grito: Chabela!
Más después sale tu hermano y tu máma y tu pápa
Y me dicen: ay! Chabela.

Ay! Chabela, Chabela, Chabela,
Es el nombre que yo llevo.
En mis días y en mis noches
Yo me duermo y me despierto
Y en mis sueño de contento
Y te digo: Ay! Chabela.

Cuando pasas caminando con tus curvas enseñando,
Yo me digo: Ay! Chabela.
Después te veo vacilando y con otros coqueteando
Y me digo: Voy, voy muy Cleopatra no, greñuda, Chabela.

Más si al fin me hicieras caso y me dieras un abrazo,
Te dijera: "Pero qué bárbara mujer, como te has puesto," ay! Chabela.
Más tu amor es un fracaso, mejor me doy un balazo
Y te digo: adiós Chabela.

Ay! Chabela, Chabela, Chabela,
Es el nombre que yo llevo...

Campeones mundiales de ajedrez 2009:Deysi y Jorge Cori


Felicitaciones muchachos !!

El año pasado, en Singapur, se proclamaron campeones mundiales sub-13 y sub-15.

Los hermanos campeones del mundo juveniles sub-16 y sub-14 (año 2009)


(aqui una entrevista con ellos)

segunda-feira, novembro 30, 2009

seca na amazonia







A seca de 2005 na Amazônia teve um impacto de 5 bilhões de toneladas extras de dióxido de carbônico na atmosfera terrestre, o que supera as emissões anuais de Europa e Japão, segundo estudo coordenado pela Universidade de Leeds, no norte da Inglaterra, divulgado na nova edição da revista Science.

Os cientistas afirmam que o fenômeno excepcional reverteu drasticamente o processo de absorção de carbono pela floresta, o chamado "sequestro de carbono", que vinha ocorrendo há pelo menos 25 anos e que ajudava na redução dos efeitos das mudanças climáticas.

Normalmente, a Amazônia absorve cerca de 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano. Mas, de acordo com o estudo, por causa da morte de árvores, a seca de 2005 fez com que essa quantidade de gás permanecesse na atmosfera e ainda levou a floresta a gerar outros 3 bilhões de toneladas.

A partir dos dados colhidos no estudo, os pesquisadores observaram que a Amazônia é "surpreendentemente sensível" à seca.

"A floresta vem ajudando a reduzir a velocidade das mudanças climáticas, mas agora vemos que confiar nesse 'subsídio' da natureza é extremamente perigoso", disse um dos coordenadores da pesquisa, Oliver Phillips, da Universidade de Leeds.


Seca 2009

A seca na região do rio Manaquiri levou a morte milhares de peixes. O rio Manaquiri, é um afluente do rio Solimões e fica na cidade de mesmo nome, Manaquiri, no Estado do Amazonas.

A falta de oxigênio na água fez com que os peixes buscassem por ar na superfície, contudo cansados, morreram aos milhares neste mês de novembro na Amazônia. É justamente pela interferência do homem no meio ambiente, e na Amazônia, que acontecem secas na região e a consequente mortes de peixes. Não foi só pela falta de chuva.

terça-feira, novembro 24, 2009

A Guerra Contra a Democracia (documentário)


Neste documentário John Pilger mostra a perseguição histórica dos Estados Unidos, não pela democracia, mas CONTRA ela. Os EUA, ao contrário de levar a democracia ao mundo (como sempre propagam…), na verdade tem feito de tudo para que isso não aconteça. Viajando para vários países (Guatemala, Nicarágua, El Salvador, Chile, Bolívia, Venezuela), John Pilger mostra as repetidas vezes na história do continente onde os EUA usou as armas para suplantar governos democraticamente eleitos.

O documentário tem um nível de detalhamento e atualidade profundo, indo fundo em cada caso. Contendo entrevistas com o presidente Hugo Chávez, com pessoas comuns nos “barrios” de Caracas organizadas nas “misiones” que lêem sua constituição; com pessoas torturadas pela ditadura chilena (e também pessoas que defendem Pinochet!); com uma sobrevivente dos “esquadrões da morte” em El Salvador; e até com um ex-agente da CIA, que revela como eles propagam sua guerra particular na América Latina… O filme faz revelações surpreendentes e inquestionáveis, da tragédia e violência imputada pelos EUA e seus aliados locais ás pessoas da América Latina.

John Pilger, é um reconhecido jornalista e escritor australiano, que se dedica á contra-informação e á denúncia das falsidades da democracia capitalista, e das atrocidades cometidas em seu nome. Produziu vários documentários, sendo este um dos melhores dele.

quinta-feira, novembro 19, 2009

EUA desmascarada

Um documento enviado pela Força Aérea dos Estados Unidos ao Congresso americano diz que a futura base militar a ser instalada na Colômbia fornece “uma possibilidade de conduzir operações de amplo espectro na América Latina”. A cidade de Planquero, na parte central do país, é citada como localidade escolhida.

O relatório foi obtido pelo deputado federal José Genoino (PT-SP) e serviu para justificar parte do orçamento militar do país para o ano de 2010.

O documento, ao qual o R7 teve acesso, também aponta que a base dos Estados Unidos na Colômbia daria apoio a “missões de mobilidade, fornecendo acesso ao continente inteiro, com exceção da região do Cabo Horn”.

O relatório diz, ainda, que a América do Sul é uma “sub-região crítica”, onde a “segurança e a estabilidade estão permanentemente ameaçadas pelo narcotráfico patrocinado por insurgências terroristas, governos anti-Estados Unidos, pobreza endêmica e desastres naturais recorrentes”.

Para Genoino, o fato de o relatório constar do orçamento militar, e não da pasta de combate ao tráfico de drogas, também deve ser questionado:

- Se ele está na pasta da Força Aérea, é porque o foco das bases é a intervenção política e militar. O narcotráfico é apenas um detalhe, ou até um pretexto.

O deputado afirma, ainda, que o documento deve servir de incentivo para que os países da América do Sul se unam para pedir explicações a Estados Unidos e Colômbia

fonte (R7)

Ps1: Eu digo mais, com as intenções de ter base militar no peru, e agora que ja tem na colombia, os norteamericanos (e logo a intenção de bases militares frustrada no paraguay) é fazer um cerco ao brasil. Principalmente os recursos hidricos da amazonia, os recursos naturais (agua,ar, plantas, hervas medicinais, etc)
Considerando o problema de aquecimento, daqui a 20 anos teremos guerra pela agua, pelo ar que respiramos, entao, a amazonia com seus recursos fundamentais está na mira dos buitres do pentangono. Unica forma de parar desde ja ese processo de INTERVENÇÃO QUIRURJICA é o brasil junto com a comunidade de nações da sudamerica (unasur). Um plano continental que exiga a imediata retirada debases norteamericanas da regiao sudamericana.

PS2 Chavez sempre teve razão ao respeito!

quinta-feira, novembro 05, 2009

sicuri 2009



Casarasiri

Que lindo es casarse por vida,
entre ofrendas y cantares; (bis)
pero la vida que ahora paso,
ya no es lo mismo como esa vez. (bis)
Por eso imploro
eternidad en la juventud. (bis)

Ahora nos queda como esperanza,
las melodías de Conima; (bis)
que escucharás de los sicuris,
como encanto inolvidable. (bis)
Por eso queremos,
a los sicuris de Conima. (bis)

musica nordestina na voz de Ze Ramalho



chao de giz

Seis indicios de que se aproxima el prematuro fin del imperio usamericano




Traducción del inglés para Rebelión y Tlaxcala de Atenea Acevedo

Memorándum para la CIA: tal vez no estén preparados para viajar en el tiempo, pero... ¡les doy la bienvenida al año 2025! Puede que encuentren sus habitaciones un poco pequeñas, que el privilegio de exigir un alojamiento mejor se haya esfumado y que las instalaciones no sean de su gusto, pero más vale que se acostumbren. Así serán las cosas de ahora en adelante.

Bien, vayamos a la versión seria del párrafo anterior: en noviembre de 2008 el Consejo Nacional de Inteligencia (NIC), una filial de la CIA, publicó el más reciente volumen de una serie de publicaciones futuristas pensada para orientar al gobierno entrante de Obama. Con la mirada fija en su bola de cristal, el NIC predijo en un informe titulado Tendencias mundiales 2025 que el predominio usamericano en el globo desaparecería gradualmente en el transcurso de los próximos 15 años al tiempo que surgirían nuevas potencias mundiales, particularmente China y la India. El informe analiza muchas facetas del futuro entorno estratégico, pero su conclusión más extraordinaria y digna de convertirse en noticia fue la proyectada erosión del dominio usamericano en el largo plazo y el surgimiento de nuevos rivales mundiales: “Aunque es probable que Usamérica siga siendo la única superpotencia [en 2025], su fuerza relativa menguará, incluso en el ámbito militar, y su influencia se verá limitada”, afirma de manera lapidaria.

Aquellos fueron otros tiempos. Hoy, tras 11 meses de aquel “futuro”... vaya, que la situación es otra. Las predicciones futuristas tendrán que ajustarse a los vertiginosos cambios que marcan la realidad del momento. Aunque el informe se publicó después del inicio de la debacle económica mundial, los contenidos se redactaron antes de que la crisis alcanzara sus proporciones reales y, por ende, enfatiza que la caída del poder usamericano será gradual y se dará en un lapso de 15 años. Sin embargo, la crisis económica y los hechos que la han acompañado han afectado drásticamente los plazos de ese pronóstico. El viraje del poderío mundial que predice el informe se ha acelerado como consecuencia de las colosales pérdidas económicas que ha sufrido Usamérica en el último año y de la apabullante recuperación económica de China. A todos los efectos prácticos, ya estamos en el año 2025.

En realidad, muchas de las predicciones generales y de largo alcance del informe Tendencias mundiales 2025 ya son hechos consumados. Brasil, Rusia, la India y China (países conocidos en conjunto como BRIC) ya desempeñan un papel mucho más asertivo en la economía mundial, tal como el informe citado afirmó que sucedería en el transcurso de aproximadamente diez años. Al mismo tiempo, el papel dominante en la escala mundial que alguna vez monopolizó Usamérica con la ayuda de las grandes potencias industrializadas occidentales (conocidas en conjunto como el G-7) se desvaneció a un ritmo sorprendente. Los países que alguna vez buscaron la guía de Usamérica ante problemáticas internacionales de peso ahora hacen caso omiso de la asesoría de Washington y crean sus propias redes políticas autónomas. Usamérica se muestra cada vez más reacia a desplegar sus fuerzas militares en el extranjero a medida que las potencias rivales incrementan sus propias capacidades y los actores no estatales confían en medios “asimétricos” de ataque para vencer la ventaja usamericana en la contienda convencional.

Parece que nadie habla de esto en voz alta (todavía), pero digámoslo sin ambages: no ha transcurrido ni un año del período de 15 del informe Tendencias mundiales 2025 y los días del predominio de Usamérica en el mundo ya llegaron a su fin. Tal vez tengan que pasar diez o veinte (o treinta) años para que los historiadores, con su mirada retrospectiva, afirmen con seguridad “Ese fue el momento en el que Usamérica dejó de ser la potencia dominante del planeta y se vio obligada a actuar como cualquier otro actor importante en un mundo de múltiples potencias rivales”. En todo caso, hay que prestar atención a los indicadores de esta gran transición.

Seis estaciones de paso camino a la tierra de las naciones comunes y corrientes

He aquí mi lista de seis acontecimientos recientes que marcan el adelantado inicio de “2025” al día de hoy. Se trata de hechos reseñados en las noticias en las últimas semanas, aun cuando no se hayan recopilado en un solo medio. Estos y otros acontecimientos similares representan un patrón y moldean, de hecho, una nueva era en ciernes.

1. Tras la cumbre mundial económica de Pittsburgh los días 24 y 25 de septiembre, los mandatarios del G-7, las principales potencias industrializadas (G-8 si incluimos a Rusia) acordaron turnar la responsabilidad de la supervisión de la economía mundial a un grupo más amplio: el G-20, que incluye, entre otros países en desarrollo, a China, la India, Brasil, y Turquía. Si bien han surgido dudas en cuanto a la capacidad de liderazgo mundial efectivo de este numeroso grupo, la decisión ciertamente revela un viraje en la ubicación del poder económico internacional de Occidente hacia el Este y el Sur globales. Dicho viraje indica, además, el sísmico declive del predominio económico de Usamérica.

“La verdadera relevancia del G-20 no radica en haber recibido el relevo de manos del G-7/G-8, sino del G-1: Usamérica”. Así lo escribió Jeffrey Sachs, de la Columbia University, en el Financial Times. “A lo largo de los 33 años de vida del foro económico del G-7 Usamérica tuvo la sartén económica por el mango”. Sachs también destaca que el deterioro del liderazgo usamericano en los últimos decenios se vio maquillado por su temprana delantera en el campo de la informática y por el colapso de la Unión Soviética, pero ahora es evidente que el poderío económico se desplaza de Usamérica hacia China y otros dínamos económicos emergentes.

2. Según las noticias, los rivales económicos de Usamérica realizan reuniones secretas y no tan secretas en las que analizan el papel menor del dólar usamericano (y la rápida caída de su valor) en el comercio internacional. Hasta ahora, el uso del dólar como medio internacional de intercambio le ha dado una ventaja económica importante a Usamérica: le basta imprimir billetes para cumplir con sus obligaciones por todo el mundo, mientras otros países deben convertir su moneda al dólar, lo que suele implicar un coste añadido nada desdeñable. Sin embargo, ahora muchos países con grandes volúmenes de comercio (entre ellos China, Rusia, Japón, Brasil y los países petroleros del Golfo Pérsico) están considerando migrar al euro o a una “canasta” de divisas como nuevo medio de intercambio. De adoptarse un plan de este tipo se aceleraría la estrepitosa caída del valor del dólar y se erosionaría aún más la influencia usamericana en la economía mundial.

Se dice que una reunión de ese tipo tuvo lugar este verano durante una cumbre de los denominados países BRIC. Un mero concepto hace un año, cuando la idea misma del BRIC fue concebida por el economista en jefe de Goldman Sachs, el consorcio BRIC se convirtió en una realidad tangible en junio pasado con la reunión inaugural convocada por los cuatro mandatarios de estos países en Yekaterinburg, Russia.

El mero hecho de que Brasil, Rusia, la India y China decidieran conformar un grupo resultó significativo: estos países poseen, en conjunto, alrededor de 43% de la población mundial y se espera que hacia 2030 representen 33% del PIB mundial, es decir, el mismo porcentaje que Usamérica y Europa Occidental tendrán para entonces. Si bien los mandatarios del BRIC han decidido no constituir por el momento una entidad permanente como el G-7, sí han acordado la coordinación de esfuerzos para trabajar en alternativas al dólar y reformar el Fondo Monetario Internacional con miras a que los países no occidentales tengan más peso en dicho organismo.

3. En el ámbito diplomático, Washington ha sido rechazado tanto por Rusia como por China en lo que respecta a su búsqueda de apoyo a fin de incrementar la presión internacional para que Irán detenga su programa de armamento nuclear. Un mes después de que el presidente Obama cancelara los planes de instalar un escudo antimisiles en Europa del Este a guisa de aparente intento de asegurar el respaldo ruso de una postura más firme hacia Teherán, la clase política rusa ha dejado claro que no pretende refrendar nuevas y rígidas sanciones en contra de Irán. “No tenemos la menor duda de que, en la situación actual, las amenazas, las sanciones y las advertencias de presión serían contraproducentes”, declaró Sergei V. Lavrov, ministro de Exteriores de Rusia, después de reunirse el 13 de octubre en Moscú con Hillary Clinton, secretaria de Estado usamericana. Al día siguiente, el primer ministro ruso, Vladimir Putin, comentó que amenazar con sanciones era “prematuro”. Dados los riesgos políticos en los que incurrió Obama al cancelar el escudo antimisiles (medida ampliamente reprobada por el ala republicana en Washington), el rápido rechazo de Moscú a las peticiones usamericanas de cooperación en el tema del armamento iraní solo puede interpretarse como una señal más del debilitamiento de la influencia usamericana.

4. Lo mismo puede inferirse de la reunión de alto nivel celebrada en Pekín el pasado 15 de octubre entre Wen Jiabao, Primer Ministro chino, y Mohammed Reza Rahimi, primer vicepresidente iraní. “La relación entre China e Irán acusa una rápida evolución en la que los dirigentes de ambos países mantienen intercambios frecuentes y amplían y profundizan sus lazos de cooperación comercial y energética”, afirmó Wen Jiabao en el Gran Palacio del Pueblo. En un momento en el que Usamérica está enfrascada en decididas maniobras diplomáticas a fin de persuadir a China y a Rusia, entre otros países, de suavizar sus vínculos comerciales con Irán a modo de preludio de sanciones más rígidas, las declaraciones del gobierno chino no pueden sino considerarse como un claro revés para Washington.

5. Desde el punto de vista de Washington, los esfuerzos por afianzar el apoyo internacional en favor de una guerra de aliados en Afganistán también han topado con una respuesta por demás decepcionante. En un gesto que no puede considerarse más que un trivial voto a regañadientes para apoyar la guerra liderada por Usamérica, Gordon Brown, primer ministro británico anunció el 14 de octubre que su país añadiría más tropas al contingente británico en Afganistán... pero únicamente 500 soldados siempre y cuando otros gobiernos europeos incrementaran su participación militar, condición que, sabía, difícilmente se cumplirá. Hasta ahora, este pequeño contingente provisional representa el total de tropas adicionales que el gobierno de Obama ha conseguido exprimir de sus aliados europeos a pesar de su ímpetu diplomático para reforzar las fuerzas multinacionales de la OTAN en Afganistán. En otras palabras, hasta el aliado más leal y obsecuente de Usamérica en Europa ha dejado de parecer dispuesto a sobrellevar la carga de lo que tiende a verse como otra costosa y extenuante aventura más de Usamérica en la región de Oriente Medio.

6. Por último, con una decisión de destacada relevancia simbólica, el Comité Olímpico Internacional (COI) pasó por alto a Chicago (y a Madrid y a Tokio) y eligió a Río de Janeiro como sede de los Juegos Olímpicos 2016. Se trata de la primera ocasión en que un país sudamericano es objeto de tal honor. Hasta el momento de la votación se pensaba en Chicago como aspirante con grandes posibilidades, sobre todo tras la presencia de Barack Obama, ex residente de esa ciudad, en Copenhague para cabildear al COI. No obstante, los acontecimientos se sucedieron de una manera que desconcertó al mundo, pues Chicago no solamente perdió, sino que fue eliminada en la primera ronda de votaciones.

“Brasil pasó de ser un país de segunda a un país de primera, y hoy empezamos a recibir el respeto que merecemos”, afirmó el presidente brasileño Luiz Inácio Lula da Silva al celebrar la victoria tras la votación en Copenhague. Y añadió: “Podría morir ahora mismo y saber que ha valido la pena”. Pocos lo dijeron, pero en el transcurso de las deliberaciones para definir la sede olímpica Usamérica fue sumaria y significativamente degradada de única superpotencia a contendiente instantánea del montón. Todo un símbolo en un planeta que se adentra en una nueva era.

artículo completo Fonte (la rebelion)



terça-feira, novembro 03, 2009

poesia de juan gonzalo rose

GEOGRAFÍA IMPLACABLE
Mi corazón limita con el mar,
por las noches; con tu amor, por mi cuerpo.
Entre islas fragantes y tus manos pequeñas mi distancia se extiende.
A veces en los vientos marineros me pierdo, a veces en los actos de tu vida me encuentro.
A veces yo confundo tus brazos en la sombra con un blanco archipiélago,
a veces en tus ojos diviso el mar abierto.
Si me ausento no vayan a las altas montañas:
buscadme entre las algas de la mar más cercana, o en los bosques de sombra que derrama su pelo.
Si me muero, buscadme en las altas montañas.
Cual un ave sombría me hallaréis en la nieve largamente dormido,
sin saber si me han muerto de la mar las nostalgias,
o la gran marejada que desata su olvido.

juan gonzalo rose

fraude electoral en afganistan: EUA e Europa dan aval

Tras el retiro del aspirante presidencial opositor Abdullah Abdullah y la cancelación de la segunda vuelta electoral que debía realizarse el próximo 7 de noviembre, el panorama político de Afganistán ha entrado en un nuevo tramo de crisis: el relecto Hamid Karzai carece de legitimidad, habida cuenta de que en la primera vuelta de los comicios sus operadores realizaron un fraude masivo, y para todo mundo, dentro y fuera del territorio afgano, resulta claro que debe su permanencia en el cargo al gobierno de Estados Unidos -el cual no ha tenido más remedio que reconocerlo como presidente- y no a los votantes del convulsionado país centroasiático.
Si las trampas perpetradas por Karzai y sus seguidores persuadieron a su principal rival de la inutilidad de participar en una segunda vuelta, la anulación de ésta y la relección automática del actual gobernante han terminado de desnudar la extrema inutilidad de los empeños occidentales por disfrazar al régimen títere de Kabul de democracia institucional consolidada. La realidad es inocultable: el régimen que encabeza Karzai es sólo una débil bisagra civil entre los señores de la guerra que ejercen el control de las zonas no dominadas por el talibán y los gobiernos que participan en la ocupación militar extranjera.
En la medida en que el pasado proceso electoral fue un intento por legitimar al régimen y justificar así la renovada y aumentada presencia bélica de Washington y la OTAN en territorio afgano, la impresentable relección de Karzai como resultado de ese proceso deja al gobierno de Barack Obama en una situación aún más comprometida y vulnerable que antes de los comicios del 20 de agosto.
El presidente estadunidense apostó el futuro de su política exterior en Asia Central a la concentración de los esfuerzos bélicos de su país en Afganistán, y en el teatro de operaciones tal apuesta ha tenido, hasta ahora, resultados negativos para Washington: las milicias del talibán, lejos de debilitarse, han cobrado una fuerza insospechada, han adquirido presencia en el vecino Pakistán -donde ayer se perpetró un atentado con explosivos en el que murieron 35 personas, y la ONU anunciaba el retiro de su personal extranjero del noroeste del país- y se han multiplicado los ataques terroristas en las ciudades Kabul incluida, lo que deja al desnudo la debilidad y la impotencia de la coalición militar -la más poderosa del mundo, en principio- que opera como fuerza de ocupación en el país centroasiático.
Ahora Obama y su equipo no tienen siquiera el pretexto de respaldar a un gobernante legítimo, representativo y democráticamente electo: han aceptado el fraude y han empezado a recurrir a la práctica políticamente riesgosa de la mentira: elecciones históricas, legalidad y dirigente legítimo son palabras claramente equívocas cuando se trata de calificar lo sucedido en las urnas afganas y su resultado, y tales ejercicios de simulación contaminan de ilegitimidad y descrédito el conjunto de la política exterior del presidente demócrata.
En Afganistán el mandatario de Estados Unidos se enfrenta, en suma, a la disyuntiva de echar a perder sus lineamientos diplomáticos globales o abandonar el empecinamiento injerencista en ese remoto país, sacar a las tropas y reconocer que la superpotencia que preside no tiene la menor posibilidad de normalizarlo, democratizarlo o estabilizarlo.

editorial la jornada

PS1: que la no realizacion del segundo turno podria llevar a mas inestabilidad es solo una disculpa para la continuidad del actual gobierno pro-occidente (eua e europa). Un ese pais sitiado por fuerzas militares occidentales. En este juego, claramente el responsable de la ONU dió el sello de aprovacion a un gobierno impopular, corrupto que fraudó las últimas elecciones.
PS2: Donde está el discurso pro democracia del actual gobierno democrata de Obama y sus aliados europeos. queda evidente que cuando se trata de interes propios, ellos continuan apoyando fraudes, dictaduras, golpes de estado como sucedio en honduras y agora en afganistan.
ps3: esta claro que en el caso de honduras algunos miembro del actual gobierno de obama, del partido republicado y el aparato militar norteamericano dieron aval y apoyo logistico al golpe de estado en honduras. En este golpe tambien tuvo participacion el gobierno peruano de alan garcia con ajuda de pertechos militares de represion.
ps4. Deste modo el gobierno de peru y colombia son los nuevos sartrapas que obedecen fielmente a los interes norteamericano en la region.

domingo, outubro 04, 2009

Diario de puño y letra del "Che" Guevara será editado en Bolivia

El gobierno publicará el diario que el legendario guerrillero cubano-argentino Ernesto "Che" Guevara escribió durante su campaña en territorio boliviano, se informó el domingo oficialmente.

El ministro de Culturas, Pablo Groux, dijo a la televisora estatal que el diario, con el facsímil de "puño y letra" de Guevara, será lanzado durante la VII Cumbre del ALBA a celebrarse en Bolivia el 16 y 17 de octubre con la presencia de seis presidentes.

mercedes sosa, la negra



llego al topo de la musica popular latinamericana, no solamente gracias a su voz extraordinaria sino principalmente al movimento de resistencia contra todas las dictaduras en nuestra america latina. es el pueblo que llevó a la negra mercedes al pedestal donde se encontró por varias generaciones. Algo que se olvido en los ultimo años de su vida, pues cambio las calles, las universidades, los actos culturales; por hoteles y casas de show a donde frecuentan la clase media alta y la elite conservadora.

terça-feira, setembro 22, 2009

Portal de arquivos: texto,som,video,livros

http://www.dominiopublico.gov.br

aproveitem e podem baixar tudo de graça
muito util, e foi desenvolvido com software livre

domingo, setembro 20, 2009

Pre-sal: os entreguistas

Os repórteres Ranier Bragon, Fernanda Odilla e Valdo Cruz - da "Folha"- fizeram a parte deles. Mostraram, de forma irretocável, como três deputados da oposição apresentaram emendas - com redação idêntica - ao projeto do pré-sal apresentado por Lula.

Mais que isso: as emendas atendem aos interesses das empresas petrolíferas que se opõem à Petrobrás.

Ou seja: é batom na cueca.

Nos anos 60/70, era comum chamar de "entreguistas' os políticos que se opunham aos interesses nacionais. Nos anos 80/90 (especialmente durante o governo tucano de FHC) ficou "fora de moda" chamar alguém de entreguista, como ficou fora de moda se definir como nacionalista.

Pois bem: que nome dar ao que fizeram esses três deputados? São entreguistas ou não? Em tempo: dois deles são filiados ao DEM, e um ao PSDB.

DEM e PSDB, como se sabe, formam a neo-UDN.

A velha UDN (comandada por Carlos Lacerda, "O Corvo") tinha como uma de suas características denunciar "escândalos" - como fazem hoje em dia PSDB e DEM. Assim, desviam atenção do que interessa, e além disso sobra mais tempo pra fazer bons negócios.

A reportagem deixa claro porque a oposição (com apoio de vários colunistas da chamada "grande imprensa") fez campanha tão barulhenta contra a "urgência" que Lula pedia na aprovação do pré-sal. Sem a "urgência", sobra mais tempo pra negociar os interesses das empresas petrolíferas.

Mas eu abri esse texto falando dos repórteres da "Folha". Fizeram o trabalho deles. O que chama a atenção é o seguinte: o jornal não destacou o caso como manchete principal na capa.

Claro, a "Folha" também é UDN. Preferiu destacar, pela enésima vez, a história dos atos secretos no Senado.

A UDN segue firme em sua marcha para a desmoralização. 2010 terá dois partidos em disputa: UDN x trabalhistas. Como nos velhos tempos.

Só que os entreguistas hoje em dia perderam a vergonha. Ficaram mais descarados. Os anos de tucanato fizeram mal a eles. Nem sabem mais dissimular.


fonte(blogg periodista rodrigo viana)

domingo, setembro 06, 2009

Revolucion en el seno del Imperio

Joshua Simpson y Benjamin Lewis, ex combatientes en Irak:




En entrevista exclusiva al sitio en Internet de teleSUR, los uniformados explicaron que tal hecho se evidenció una vez más en los últimos comicios. "Con la elección del presidente Barack Obama, mucha gente lamentablemente se está desilusionando al no ver los cambios que esperaban", afirmó Joshua Simpson.

Lewis fue en dos oportunidades a Irak como miembro de las tropas de invasión estadounidenses y actualmente está resistiendo una orden de la marina para ser enviado una vez más a combatir en contra de su voluntad.

Simpson, fue agente de inteligencia para las Fuerzas Armadas estadounidenses por seis años, combatió en Mosul, Irak, de septiembre de 2004 a septiembre de 2005. Dejó las Fuerzas Armadas en noviembre del 2007, después de haber sido informado que regresaría a Irak por segunda vez.

Ambos como ex combatientes, insisten en que "nadie puede ganar a través de una ocupación militar".

Simpson relató que en EE.UU. "tenemos un grupo de solados, como mi compañero y como yo, que nos resistimos a combatir allá, también hay un grupo de solados que se rehúsan y se ponen a discutir cosas como los efectos del imperialismo".

La invasión estadounidense a Irak inició el 20 de marzo de 2003. La Organización No Gubernamental Body Count, aseguró en marzo de este año, al cumplirse un aniversario más de la ocupación, que durante el conflicto cerca de 91 mil iraquíes han perdido la vida.

A continuación, se presenta una entrevista en la que estos dos estadounidenses comparten un poco de sus experiencias en combate y muestran parte de la realidad de lo que se vive en las tierras ocupadas.

- ¿Cuáles son los motivos por los que se resisten a volver a combatir?

BJ: Eso es una pregunta muy dura, hay muchas razones, por lo cual, es difícil dar una respuesta. En primer lugar tengo que decirte que lo que se nos había dicho antes de ir y lo que luego estábamos haciendo en el terreno era una cosa completamente distinta.

Además a nosotros se nos dijo inicialmente que teníamos objetivos de proporcionar ayuda humanitaria pero incluso las mismas órdenes que teníamos impedían que lleváramos a cabo este tipo de trabajo.

Particularmente, en mi segunda ida a Irak, trabajé en una unidad vehicular que se encargaba de hacer controles de seguridad, incluso teníamos allí personal del FBI (Buró Federal de Investigación, en inglés Federal Bureau of Investigation) llevando a cabo la verificación y acreditación de personas que podían ingresar al área de Faluya, entonces me sentí muy mal porque básicamente hacíamos una labor fascista, osea hacíamos los mismo que hacían los nazis durante la segunda guerra mundial.

JS: Mira en primer lugar quisiera decirte que una vez que ya se está en el terreno, las cosas que hacíamos no tenían justificación, es decir, llevamos a cabo detenciones sin razón alguna, podíamos detener gente simplemente porque tuviera alguna apariencia sospechosa o a mitad de la noche romper la puerta de alguien para una verificación.

Un ejemplo, en un país libre, no se supone que tu veas cosas de este tipo, entonces nosotros arrestábamos gente simplemente por exhibir propaganda en contra de la ocupación estadounidense en Irak.

- ¿A propósito de que usted menciona con énfasis la frase "un país libre", creen ustedes posible una revolución en Estados Unidos (EE.UU.) que acabe con las concepciones guerreristas?

JS: Yo creo que en EE.UU. desafortunadamente la mayoría de los ciudadanos están un poco embelesados por los privilegios que te da ser ciudadano de una nación imperialista. En ese sentido debo decirte que los estándares de vida en EE.UU, como nación imperialista, son muy altos, y la mayoría de los ciudadanos o ignoran este hecho o se hacen los locos.

Pero bueno, no todo es malo, incluso dentro de las cosas importantes que hay que resaltar, además de ese lamentable hecho de las bases militares de EE.UU. en Colombia, es que tenemos un grupo de solados como mi compañero y como yo que nos resistimos a combatir allá, también hay un grupo de solados que se rehúsan y se ponen a discutir cosas como los efectos del imperialismo.

Y bueno en este momento somos muy pocos, pero igual como pasó en Vietnan, ya empezamos a ver las cicatrices de la guerra y cada vez más y más gente se va a rehusar a involucrarse en este conflicto.

En cuanto a la revolución debo decirte, mira, ahorita con la elección del presidente Barack Obama, mucha gente lamentablemente se está desilusionando al no ver los cambios que esperaban.

No tengo miedo de afirmar esto, de hecho creo firmemente que la única forma de cambiar las cosas en Estados Unidos es a través de una revolución, porque lamentablemente debo decirte que, como vimos en esta última experiencia, los votos no van a cambiar nada.

- ¿Si no es a través de los votos, de qué manera cree usted que puede impulsarse esa revolución?

JS: Es una pregunta muy dura y por supuesto que todos quisiéramos ver una evolución pacífica de las cosas.

Hay mucha gente en EE.UU que se opone a políticas gubernamentales, que se opone a la ocupación, que espera tener un sistema de salud accesible y decente, de hecho incluso mucha gente tiene una idea de lo buena que serían políticas similares a un socialismo en muchos aspectos, lo que pasa es que lamentablemente nosotros ahorita estamos viviendo una realidad que ustedes vivieron durante la llamada Cuarta República, es decir una política bipartidista, tienes por un lado demócratas, por otro lado republicanos y son al final lo mismo.

BJ: Y eso persiste en la actual estructura gubernamental.


etrevista completa aqui

domingo, julho 05, 2009

honduras

o cardenal de tegucigalpa, deu apoio aos golpistas, como sempre a igresia catolica se posiciona a favor da oligarquia e a direita hondurenha. Na historia das americas esta posição não é casualidade, ja á tradicional. Por um lado pedem a colaboração monetaria a seus fieis a maioria pobres, e por outro lado qual judas da as costas e apoio posições politicas contrarias aos interesses da mesma gente.

sábado, julho 04, 2009

Homenage a los caido en la selva peruana

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En los años 90, los gobiernos de garcia perez y posteriormente fujimori utilizaron como carne de cañon a los indigenas de la selva peruana (ashanincas) y a los indigenas e campesinos de los andes, dandoles viejas armas de mandera, para enfrentarse a la guerrilla maoista. Despues de aniquilar a la subersion armada, el gobierno peruano y la clase burguesa se olvidaron de nuevo de esa masa de indigenas y campesinos que les sirvio de escudo. el pueblo volvio a la miseria, a la explotacion, al hambre. En su nuevo gobierno alan garcia gobierna con la mente y la tactica de un fascista, la que otrora fué el APRA ( alianza anti-imperialista e indoamericana..?) hoy constituye el brazo armado e ideologico en la region del imperialismo norteamericano. hoy el aprismo de alan garcia es PRO-imperialista, fascista y genocida, peor que en el gobierno anterior. En defensa de los intereses de los grandes hacendados, burgueses y transnacionales, no se intimidó en matar decenas de campesinos e indigenas de la region amazonica del peru. Utilizo para esta masacre a pobres y malpagos policiales y militares de bajo escalon. De nuevo, en el teatro de la lucha de classes, el gobierno fascista y opressor asiste por la television el confronto de dos sectores del pueblo. Por un lado; hombres y mujeres que defienden los intereses de sus hijos y de su pueblo a una vida digna, una vida que deve ser con respeto a la madre naturaleza; y por otro lado gente pobre tambien pero con alma de esclavo, pues en la practica defienden intereses de sus patrones: el gobierno y la clase politica que tiene el poder en las manos.

la historia se repite y se repetirá hasta la victoria final del hombrecolectivo en equilibrio con su entorno y la naturaleza.

recordemos lo que paso en huanta en 1969, tambien el gobierno masacró a estudiantes y campesinos que defendian la gratuidad de la enseñanza en los andes de ayacucho-huanta.



http://ayacucho.blogcindario.com/2007/10/00026-video-flor-de-retama.html

quarta-feira, julho 01, 2009

o governo de "cavernicolas" não pode voltar jamais


Militar não serve para estar no poder, ele tem que estar construindo escolas, estradas, portos, hospitais. somente isso justifica a sua existencia.
Unicamente o povo que pode verdadeiramente defender os interesses de um pais, a sua soberania.
Olhando historias antigas e recentes, pelo menos na américa latina, fica evidente que os militares serviram interesses da burguesia, da classe dominante, os seus privilégios. E pior ainda, sempre usaram os jovens filhos do povo (aqueles que não tem trabalho, que não conseguiram ingressar a uma universidade), como carne de canhão para enfrentar o povo que saía as ruas para defender seus direitos. Em resumo, uma obra teatral trágica onde a classe dominante e os altos mandos militares ficaban olhando pela TV o efrentamento sangrento e fratricida entre um setor da classe dominada: estudantes, trabalhadores, proletarios, sindicalistas e por outro soldados de baixa categoria (os mulas) . Os primeiros defendendo seus direitos a vida, a uma melhor educação, qualidade de vida; e os segundos defendendo ao patrão, ao burgues, a classe dominante. Neste sentido podemos dizer que este soldados que se atreveram a levantar a mão contra o povo sempre tiveram alma de escravo.

terça-feira, junho 30, 2009

o golpe de estado em hoduras segundo a rede globo

golpe de estado m honduras, fechamento de radios e meios de comunicacao.
o congreso e um setor das forcas armadas deram este golpe, ainda nao esta totalmente esclarecido o papel de estados unidos, desde que o presidente eleito e deposto pelos golpistas tem claro linhamento com o projeto de ALBA e os governos progresistas como venezuela, equador nicaragua etc.

Entre tanto o fraude eleitoral que acontece no Iran foi noticiada pela rede "o globo" todos os dias com editoriais e noticias de primeiro plano, sendo caixa de ressonancia da midia mundial como a bbc, cnn, reuters e outros (lembrando que estes meios de comunicacao servem aos interesses economicos, politicos do sistema que adinda domina o mundo). No entanto a rede globo pasou a noticiar o golpe de estado em honduras, de uma forma tenue, nao foi noticia de primeiro plano como o era os confrontos entre manifestantes de apoio e os contra ao governo de irã. esta terça feira de manha, a noticia de honduras foi la no meio do jornal de manha, rapidamente o locutor mudou para a noticia da argentina. sera que a globo torce para que o governo de irã seja derrubado e o golpista de Honduras seja reconhecida e formalizada pelos governos do mundo?para mim a resposta é evidente. Isto leva a concluir claramente o papel parcial da "o globo", como manipulador de informações, uma midia claramene alinhado aos interesses dos estados unidos na região. ou seja para o globo, entidades que servem aos interesses das grandes capitais, a burguesia hondurenha, os setores mais conservadores deste pais, podem dar golpe de estado, exiliar ao presidente, fechar meios de comunicacao (TV, radio) que isso nao é grave. na epoca da eleições no irã, teve na selva peruana genocidio de indigenas por parte militares ao serviço do governo peruano, mais de 60 pessoas morreram nos confrontos, na defesa dos interesses economicos e de subsistencia da poblação local . A morte de um estudante iraniana apos as eleições no irã foi noticiada todos os dias enquanto a massacre na selva foi quase esquecida. sera porque o governo peruano é servil ao imperio norteamericano?. Alias o governo de garcia perez veleja em contra dos ventos progressistas na america latina e não realizou nehuma atitude condenatoria forte ao golpe militar en honduras.

Devemos lembrar tambem que a estrategia dos democratas na sua politica externa sempre foi de face dupla, um discurso na midia e outra na pratica (as encondidas). Ainda acredito que o golpe de estado em honduras tem alguma ajuda dos buitres da america do norte com conhecimento ou nao de obama.

ps: o alinhamento da globo com os interesses do imperio norteamericano nao somente é afinidade politica, mas tambem económica, ou seja a globo deve receber milhoes de dolares para ser a caixa de resonancia dos estados unidos, tanto na questão cultural, mais tambem na edição e a manipulação de informação conveniente os interesses dos eua.

quarta-feira, junho 03, 2009

Vargas Llosa quien te conoce, conoce tu espiritu servil

Libertarios, se busca Mario Vargas Llosa y su hijo Álvaro suelen fungir de apasionados defensores de la libertad de expresión. Para ellos Hugo Chávez, por ejemplo, es un enemigo de esa libertad porque en marzo de 2007 no renovó la licencia a Radio Caracas Televisión (RCTV), un medio de comunicación tercamente golpista.

Esa emisora privada apoyó el golpe que en abril del 2002 derogó la Constitución de Venezuela, cerró La Asamblea Nacional, suprimió el Tribunal Constitucional y, de paso, “destituyó” al presidente Hugo Chávez.

Cuando Chávez, en uso de un atributo legal, negó en el 2007 la ampliación de licencia para la televisora subversiva, los libertarios profesionales protestaron en coro múltiple, rápido y simultáneo. El Washington de Bush empuñó la batuta.

Pero ahora que Alan García decide apoderarse de Canal 5, televisora privada, sorprende el silencio de esos implacables demócratas.

Tras acudir en Caracas a una cita organizada por el Centro de Divulgación del Conocimiento Económico para la Libertad (Cedice), cuya gerenta general, Rocío Guijarra, integró la conjura golpista del 2002, los libertarios guardan sepulcral silencio respecto del manotazo en Canal 5.

Seamos optimistas, sin embargo. Concedamos una tregua a los libertarios. Deben de haber quedado exhaustos después de la hazaña cometida en Caracas, donde el presidente Chávez tuvo la insolencia de no aceptar un debate con Mario Vargas Llosa, debate que no había sido pactado.

Confiemos en que, transcurridas 48 horas de la captura, arbitraria y sin precedentes, de una empresa privada so pretexto de una deuda a SUNAT, los guerreros de la libertad saquen de su vaina el machete verbal.

Como revela Raúl Wiener en esta edición, el acuerdo de intervención en Canal 5 surgió de una reunión en Palacio celebrada el sábado último entre Alan García, Luis Carranza, ministro de Economía, y Manuel Velarde, jefe de SUNAT.

La fórmula extraída del sombrero viola principios constitucionales, códigos, leyes y funciones. Interrumpe -y es muy, muy grave- un proceso judicial en su fase final.

Lo que se dibuja en el fondo es una maniobra política, que apunta, por un lado, a nutrir el ogro egocéntrico de García y fortalecer su dictadura unipersonal, sospechosa de servir para fines inconfesables, y, por otro, a apuntalar la alianza derechista con miras al 2011 y después.

Por algo el fujimorismo rehúsa condenar esta arbitrariedad del poder.

Los periodistas que van a ingresar en Canal 5 confirmarán lo que sostenemos: su adulación al gobernante, y las descargas de odio contra los opositores no van a herir la sensibilidad de un personaje como Roque Benavides, gran minero y enemigo jurado de los derechos de los trabajadores.

Los hechos están allí. El de los libertarios de salón es un silencio que grita muy alto.

tomado del diario la primera (excepto el titulo)

Ps: Cientos de periodistas fueron muertos en el peru en la decada de los 70-80 e 90 principalmente por parte del Gobierno peruano, contra todo aquel que denunciaba la violacion de derechos humanos, que denunciaban corrupcion en las esferas del poder politico e militar.
Muchos periodistas y lideres sindicales fueron muertos por fuerzas paramilitares y militares disfrazados de campesinos, culpando asi alos movimientos de guerrilla en el pais andino.
En todo ese tiempo Vargas Llosa siempre fue inmune, guardo silencio complice. Pero ahora resurgio para defender nada menos que la libertade de prensa de empresarios (de la burguesia de caracas) que continuan intentando derrumbar ao gobierno de H. Chavez.

domingo, maio 03, 2009

Flores del mal

La epidemia de influenza que aterroriza al mundo tiende a retroceder, al mismo tiempo que avanzan las ventas de Tamiflu, un específico contra el mal.

Ayer, el presidente de México, Felipe Calderón, agradeció al jefe de la Casa Blanca, Barack Obama, “por el importante donativo del antiviral Tamiflu”, “que ha demostrado su efectividad en la recuperación de los pacientes contagiados por este virus”.

Hay, pues, que reconocer la eficacia del medicamento. Salvo mejor parecer de la ciencia médica.

Lo qué sí está probado es la prosperidad adicional que ello significa para los fabricantes del producto.

Informaciones fidedignas recuerdan que el Tamiflu es un antiviral controvertido, lanzado a los mercados años atrás, cuando, según versión interesada, la gripe aviar amenazaba matar a la mitad del género humano.

Muchos países compraron entonces cantidades ingentes del remedio, que al final no les sirvió para nada.

Ahora el Tamiflu hace su segundo debut. Y de nuevo es un floreciente negocio.

Por esto, los investigadores han empezado a averiguar quiénes están detrás del mostrador. Pues bien: resulta que el laboratorio Gilead Sciences, cuya sede está en California, tiene la patente.

Y ¡oh sorpresa! directivo de esa compañía es Donald Rumsfeld, ex Secretario de Defensa de George W. Bush.

Rumsfeld es famoso por su falta de escrúpulos cuando de negocios se trata. Como hombre de empresa, ha ganado muchos millones con la guerra de Irak. Es además, un reaccionario fundamentalista. Entre sus amigotes estuvo el general asesino y ladrón Augusto Pinochet.

Debe de haber sido él quien, para justificar la agresión contra Irak, inventó que Saddam Hussein poseía armas de destrucción masiva. En realidad, es él, Rumsfeld, quien profesa admiración fanática por tales armas. En la teoría y en la práctica.

La carrera belicista de Rumsfeld se inició con la conspiración contra el gobierno sandinista, para lo cual no vaciló en injerirse en el tráfico de drogas. Se conoce también su pasión racista, que, bajo el régimen de Richard Nixon, lo llevó a encarcelar y asesinar a líderes negros radicales.

Algunos analistas creen que la gripe porcina es fruto de manipulaciones genéticas en laboratorios vinculados al aparato industrial-militar de Estados Unidos. La científica Lori Price ha señalado, en la web Globalresearch.ca, que el virus pudo haber salido de un laboratorio militar.

Se evoca aquí el papel siniestro y el poder de Rumsfeld en la estructura estadounidense.

De los hechos se desprende que hay que afrontar el peligro sanitario; pero asimismo vigilar que desalmados como Rumsfeld y sus empresas no se aprovechen de nuestro susto y nuestro atraso. Debería haber una investigación médica y biológica independiente, nacional, sobre el carácter del mal, sus alcances y su tratamiento.

fuente (diario la primera-peru)

sexta-feira, abril 10, 2009

Túpac Katari

BOLÍVIA: A PROFECIA SE REALIZOU

“Matam apenas a mim. Voltarei e serei milhões.”

Assim disse antes de ser executado o líder aymara Túpac Katari, 228 anos antes que 2 milhões de bolivianos aprovassem sua nova Constituição e assistissem dias depois à promulgação, diante do povo “e não mais entre quatro paredes”, como discursou o presidente Evo Morales Ayma, um descendente de Túpac Katari.

Por Marcelo Salles

Primeiro levaram toda a prata que puderam, começando por Potosí. As famílias dos escolhidos para as minas os acompanhavam entoando canções fúnebres – dificilmente voltariam a vê-los. Com a insalubridade, a maioria morria em dez anos com os pulmões enegrecidos e duros feito pedra.

A escravização dos indígenas foi sustentada pelo método do terror. Francisco Pizarro, um dos líderes da colonização espanhola, passou à história como um dos maiores facínoras de que se tem notícia. Uma de suas diversões era apostar com os soldados quem furava mais índios com uma só espadada.

A opressão enfrentou a resistência dos povos originários. Os líderes aymaras Túpac Katari e Bartolina Sisa comandaram dois cercos a La Paz, em 1781, com 40 mil guerreiros, e estremeceram o domínio espanhol. Apesar da valentia, o levante foi derrotado.

Os povos se recolheram, mas jamais abandonaram sua cultura e até hoje preservam hábitos e costumes dos ancestrais. Ao contrário de outras regiões, na Bolívia a maioria da população é indígena. Há lugares onde os idiomas aymara, quéchua e guarani são mais falados que o castelhano.

Outras rebeliões populares vieram até a independência em 1825. Simon Bolívar liderou a vitória sobre o domínio espanhol e semeou o sonho da Pátria Grande.

Queriam privatizar até água da chuva

A exploração não cessou, porém, nesta terra de imensas riquezas. Simón Patiño, o Magnata do Estanho, chegou a terceiro homem mais rico do planeta na década de 1920. Assim como no Brasil, a Inglaterra passou a principal beneficiária dos recursos naturais bolivianos – depois dividiria o botim com os Estados Unidos. Os sucessivos saques fizeram da Bolívia o país mais pobre da América do Sul.

A Revolução de 1952 reacendeu a esperança. As minas de estanho foram nacionalizadas, os hidrocarbonetos. Iniciou-se um projeto de integração nacional, mas não durou muito. A era neoliberal que varreu a América Latina teve início na Bolívia em 1985, quando se pôs em prática todos os ajustes recomendados pelo FMI e Banco Mundial, arruinando a proteção social, privatizando empresas e abrindo terreno para a especulação financeira – a mesma que provocou a atual crise mundial.

domingo, março 29, 2009

Día del Joven Combatiente

Carabineros chileno ha detenido a nueve personas en el incidente ocurrido en San Bernardo (18 kilómetros al sur de Santiago de Chile), en donde hay instaladas algunas barricadas.

En la víspera de la conmemoración del "Día del Joven Combatiente", fecha que se recuerda el asesinato de los hermanos Rafael y Eduardo Vergara Toledo, el 29 de marzo de 1985.

Los hermanos Vergara se convirtieron en un símbolo de la lucha juvenil contra la dictadura y el fascismo, desde que fueron ajusticiados por participar en una manifestación pacífica.

Dos años después, el hermano mayor, Pablo Vergara muere víctima de un atentado, y ya es tristemente tradicional que algun joven pierda la vida en los actos conmemorativos de esta fecha.

Aún se se encuentran en libertad los asesinos, aunque fueron condenados y procesados a penas irrisorias.


fuente(telesurtv)

quinta-feira, março 26, 2009

Entrevista a eduardo galeano

'Los mapuches llevan cinco siglos siendo víctimas del terror de Estado'

A muchos nos parece un escándalo que se siga aplicando la Ley Antiterrorista a las víctimas del terror de Estado y a las víctimas del terror del gran capital -el gran terrorista del mundo, el que está acabando con el planeta- los atentados más feroces contra la gente y contra el mundo los cometen los que después son recompensados y en cambio se consideran terroristas a sus víctimas.

entrevista a eduardo galeano na telesur TV (en castellano)

Ola de suicidios entre los soldados yanquis

El Ejército de EE.UU. continúa preocupado por la ola de suicidios que afecta a los soldados que participaron en los conflictos de Irak y Afganistán, señaló el diario USA Today, que revela que los 128 casos producidos en el 2008 dejó perplejos a los expertos del alto mando.

Psicólogos y médicos militares opinan que combatir el estrés puede ser un factor de ayuda, pues muchos de los suicidios se producen después del retorno a los hogares. Algunas causas son los problemas financieros, los de pareja y el abuso de sustancias tóxicas.

Debido a las preocupantes cifras, en Bagdad se dictan cursos para enseñar a los soldados a controlar el estrés en el campo de batalla, además de ofrecer consejos para que intenten permanecer mentalmente sanos luego de regresar a casa.

domingo, março 22, 2009

Guantánamo: una historia de violaciones de DD.HH.




A finales del siglo XIX, en un momento de altas tensiones para la historia universal, y sobre todo la cubana, Estados Unidos (EE.UU.) instaló en Cuba la Base Naval de Guantánamo, en el año de 1898. El país caribeño se vio obligado a aceptar la instalación, ya que EE.UU. amenazaba con desconocer la independencia y tomar el territorio por completo.

Cuba, bajo presión, firma un acuerdo bilateral, denominado la Enmienda Platt, que permitió la instalación de Guantánamo a 920 kilómetros de La Habana. Para ese momento, España perdía parte de su "poder potencial" al concluir la Guerra hispano-estadounidense, que poco a poco fue adquiriendo el país norteamericano.

Tal como manifestó el internacionalista venezolano, Xoan Noya en entrevista exclusiva para el equipo Web TeleSUR, "ya para mediados del siglo XIV Estados Unidos se estaba empezando a perfilar como una potencia imperialista en la regiónÂ… justamente al darse cuenta de que el Imperio español se estaba debilitando notablemente en América del Sur".

La concesión perpetua, iniciada el 23 de febrero de 1903, fue otorgada por el primer presidente de la República de Cuba, Tomás Estrada Palma.

Los estadounidenses, continuó Noya, "condicionan la independencia a los cubanos al advertirles que EE.UU. no reconocería su independencia a menos que introdujeran la reconocida Enmienda PLATT en su Constitución".

En dicho apéndice de la Carta Magna cubana, se resaltan los intereses norteamericanos frente al poder sobre el país antillano. Esto ocurre en la primera ocupación militar estadounidense a la Isla.

"En ese momento se estaba llevando a cabo una especie de Asamblea Constituyente, ya era 1901, y los norteamericanos reiteraron que desconocerían la Independencia a menos que introdujeran la enmienda, que plantea, entre otras cosas, que la política exterior de Cuba va a estar controlada por los EE.UU. y donde se estipula que ciertas partes de ese país pueden ser arrendadas por distintos usos".

Así se produce un "arrendamiento de perpetuidad de la Bahía de Guantánamo, y de manera subsiguiente la instalación por parte de los norteamericanos de una Base Militar allí" nos cuenta Noya.

En principio, la región "era una especie de territorio donde se explotaba carbón, pero consecutivamente los norteamericanos se dieron cuenta que ese era un punto estratégico para instalar una Base Militar que les permitiese tener una especie de control en el Caribe".

La existencia de Guantánamo, con 117,6 kilómetros cuadrados de extensión, de los que sólo 49,4 son de tierra firme, se mantiene incluso con la oposición tanto del Gobierno cubano, como de la población.

Sin embargo, EE.UU. con apoyo del bloqueo que aplica a la Isla desde hace más de 40 años, mantiene activa la Base, cuya línea costera abarca 17,5 kilómetros.

Guantánamo, además de la cárcel activada en el año 2002, se constituye de dos aeropuertos, un dique flotante, un puerto, un emplazamiento de cohetes tierra – aire, estación de comunicaciones, escuadrones de patrulla, destacamento de reabastecimiento, un polígono de impacto de la artillería, un puesto de mando y otro de observación.

También tiene almacenes, un hospital y campamentos para las tropas. Recibe permanentemente una dotación de 435 "marines" que coinciden con otros militares y civiles norteamericanos. Por lo que, el uso de esta base por parte de la marina estadounidense, es fundamentalmente un punto logístico para sus barcos de guerra y de guardacostas que navegan por el Caribe.


informe completo aqui telesur tv

A guerra do caucaso, uma armação do governo da Goergia

Fué el gobierno de Georgia, aliado y subordinado al Gobierno de estados unidos que inicio las hostilidades en plena olimpiada de Pekin. Hipocritamente, se hizo pasar por victima ante el mundo.

Según investigación de la prestigiosa revista alemana “Der Spiegel”. Mijaíl Saakashvili se hizo pasar por víctima ante el mundo.

http://www.larepublica.pe/archive/all/larepublica/20090322/33/node/182423/todos/10

Descubren nueva figura antropormofa en el desierto de Ica


Un piloto peruano descubrió una nueva figura antropomorfa en los valles de Ica y Ocucaje mientras realizaba su rutinario vuelo turístico sobre las líneas de Nazca.

Según han confirmado los especialistas se trataría de una nueva figura del período Paracas-Cavernas (200 años a.C.) que ha sido develada gracias a las continuas lloviznas registradas entre el 18 y 30 de enero en los valles de Ica y Ocucaje, y que se encargaron de “lavar” estos cerros, dejando expuesto un ser antropomorfo que muestra un felino como cabeza.

Hernán confirmó que a este nuevo hallazgo se suma a otra imagen descubierta recientemente en donde se aprecia un mosaico de personajes que muestran en las cabezas diversos penachos y que según las primeras investigaciones, se trataría de un ritual que practicaron los antiguos hombres paracas.

Las fotos de estos novedosos hallazgos fueron mostradas a especialistas del Instituto Nacional de Cultura (INC), quienes han confirmado un estudio más profundo de este nuevo hallazgo

quinta-feira, março 19, 2009

Revelan que soldados israelíes mataron civiles en Gaza intencionalmente

Extractos de conversaciones de soldados israelíes revelan que cientos de palestinos fueron asesinados intencionalmente sin que representaran ninguna amenaza, en lo que fue la operación "Plomo Fundido" donde las fuerzas de Israel invadieron al pueblo de Gaza entre diciembre y enero pasados.

De acuerdo a lo publicado este jueves por el diario isrealí "Haaretz", los soldados de ese país mataron a civiles y destruyeron propiedades palestinas siguiendo órdenes de combate "laxas" (sin firmeza).

El rotativo adelanta extractos que dan cuenta de escalofriantes sucesos en los que murieron civiles palestinos que no suponían amenaza alguna a la seguridad de las tropas israelíes, lo que contradicen la postura oficial del Ejército israelí de que sus fuerzas siguieron un alto comportamiento moral durante la operación.

En dicha ofensiva más de un mil 400 palestinos murieron y más de cinco mil resultaron heridos, según datos del Ministerio de Sanidad en Gaza.

Entre los soldados que cita el diario figuran pilotos de combate y soldados de infantería, y sus revelaciones serán publicadas este fin de semana. Los oficiales aparecen en el boletín de un curso de graduados militares.

Los testimonios incluyen la descripción de un líder de un pelotón de infantería sobre un incidente en el que un tirador de élite disparó erróneamente contra una madre palestina y sus dos hijos.

El militar revela que el comandante de otro un pelotón dejó que una familia abandonara un edificio en el que había estado retenida en un primer momento por soldados bajo su mando.

"Les dijeron que se marcharan por la derecha. Una madre y sus dos hijos no entendieron (al comandante) y giraron a la izquierda, pero se olvidaron de decirle al tirador de élite en el tejado que les dejara ir, que todo estaba en regla y que no debía disparar y él... hizo lo que se suponía que debía hacer, cumplía órdenes", explicó.

Según el militar, "el tirador vio a la mujer y a los dos hijos aproximándose a él más allá de las líneas que nadie debía atravesar. Los disparó. En cualquier caso, lo que sucedió es que los mató".

Fonte: Telesur TV (online)

quarta-feira, março 18, 2009

Direitos humanos: EE.UU., telhado de vidro

Tal qual um cidadão que joga pedras em seu vizinho apesar de ter telhado de vidro, os Estados Unidos voltaram a incluir Cuba em seu tradicional informe de países que considera violadores dos direitos humanos, texto muito desacreditado em nível internacional.

O documento, divulgado pelo Departamento de Estado, lança acusações contra mais de 190 nações e regiões, mas faz total silêncio acerca das violações dos direitos cidadãos em seu próprio território.

Entre outros países, as páginas do informe ingerencista arremetem contra China e Venezuela, cujos governos recordaram a Washington o rosário de fatos que congestionam seu expediente na matéria.

No caso de Cuba, a atual administração estadunidense esqueceu que no recente exame ante o Conselho de Direitos Humanos da ONU, o país caribenho recebeu o respaldo majoritário dos integrantes desse fórum, do qual está excluído os Estados Unidos.

Ao prestar conta ao organismo em Genebra, foram evidentes os êxitos de Cuba nas esferas dos direitos econômicos, sociais e culturais de seus cidadãos, assim como a cobertura universal, a gratuidade e a excelência dos sistemas de saúde e educação da ilha, que receberam reiterados elogios.

A cooperação internacional cubana em matéria de saúde e educação emergiram como paradigmas de solidariedade internacional.

Uma vintena de delegações ressaltaram ditas iniciativas e alentaram o povo cubano a continuar seus esforços na matéria. O método de alfabetização Eu sim Posso, posto por Cuba a disposição de várias nações, foi felicitado.

Igual reconhecimento recebeu a emblemática Operação Milagre, graças à qual milhares de cidadãos na América Latina recobraram a visão.

No fórum de Genebra os participantes apontaram como exemplo de participação popular, inclusão e justiça social o sistema político, econômico e social eleito pelo povo cubano.

As leis, instituições e funções do Estado se sustentam no exercício do poder das grandes maiorias de trabalhadores, intelectuais, profissionais e artistas.

Existe uma ampla e ativa sociedade civil. Os cubanos participam de modo efetivo e sistemático nos processos de adoção de decisões, não só no âmbito político e eleitoral, senão que também nas esferas econômica, política, social e cultural.

Em que pese as condições de subdesenvolvimento que a Ilha herdou de um passado colonial e neocolonial e do férreo bloqueio econômico, comercial e financeiro que lhe impõe Estados Unidos, Cuba pode avançar significativamente com o objetivo de construir uma sociedade cada vez mais justa, livre, independente, equitativa, democrática, solidária e participativa.

Sem embargo, o expediente de Washington em matéria de direitos humanos se torna cada vez mais obscuro, como evidencia o informe difundido na véspera pela China como réplica às acusações do Departamento de Estado.

Com o título de Estados Unidos, ponham sua própria casa em ordem, o documento denuncia os casos de racismo flagrante, de abusos policiais, de negação dos direitos culturais das minorias e as torturas a presos no cárcere da base naval norte-americana de Guantânamo, território cubano ilegalmente ocupado por Washington.

Ao fazer referência ao direito à vida e à segurança pessoal, e baseado em fontes norte-americanas, o detalhado relatório chinês sinaliza que a proliferação de crimes violentos nos Estados Unidos supõe uma séria ameaça à vida, à propriedade e à segurança pessoal de seu povo.

De acordo com um informe publicado em setembro de 2008 pelo Birô Federal de Investigação, durante o ano de 2007, o país registrou 1,4 milhões de delitos violentos, incluindo 17 mil assassinatos e 9,8 milhões de delitos contra a propriedade.

Na base naval de Guantânamo permanecem enjaulados cerca de 250 réus, detidos à margem de toda assistência legal. Os confinados não têm direito a advogados nem a receber notícias de seus familiares e amigos, segundo confirmam testemunhos de pessoas que foram liberadas após anos de encarceramento ali, sem acusação alguma contra elas.

Um recente estudo do Centro para os Direitos Constitucionais (CCR) denunciou que os presos estão trancados num círculo vicioso de isolamento que lhes causa danos psicológicos.

"Os detidos em Guantânamo continuam sofrendo confinamento solitário, abusos psicológicos, alimentação forçada abusiva de grevistas de fome, abusos religiosos, e abusos físicos e ameaças de violência de parte de guardas e de equipes da Força de Reação Imediata", assinala o informe.

Mais além de Guantânamo, no próprio Estados Unidos, um de cada 100 cidadãos está no cárcere.

A estatística foi difundida em meados do ano passado pelo Pew Center on the States, ao revelar que dois milhões 319 mil 258 pessoas estavam na prisão. Ou seja, em termos per capita ou em simples números, se trata do país com a maior população penal.

Escândalos por escutas telefônicas sem permissão judicial, mortes de mexicanos na fronteira com os Estados Unidos, ressurgimento dos grupos de ódio na sociedade, reiteradas denuncias pelas torturas a prisioneiros e o amparo a terroristas, entre outros fenômenos, completam as lacunas no expediente do gigante nortista em matéria de direitos humanos.

"Não há que ter grandes esperanças com este novo governo dos Estados Unidos, que seguirá sendo um império, e o império atropela os povos, esse que agora nos acusa irresponsavelmente de violar direitos humanos", afirmou na véspera o presidente venezuelano, Hugo Chávez.

O mandatário reiterou a Washington a petição de extradição do terrorista internacional Luis Posada Carriles, prófugo da justiça venezuelana e responsável pela explosão em pleno voo de um avião civil cubano, em 1976, com 73 pessoas a bordo.

Fonte: Agência Prensa Latina (publicado em 28/02/2009)





domingo, março 15, 2009

Morales, devolve terras a seus donos

na globo online saiu uma noticia com o seguinte titulo

"Morales repassa aos indígenas terras confiscadas de ricos.
Foi uma nova demostração de força do presidente da Bolivia"

Que se saiba antes dos 500 anos da invasão e genocidio por parte dos espanhois na America morena, esssas terras foram dos indigenas, os colonizadores se apropiaram. Desde a época da conquista até os ultimos anos, se apropiaram do poder, para beneficio propio, para acumular riquezas e grandes extesões de terras. Os novos imigrantes europeios que estão em santa cruz de la sierra e a nova elite boliviana (provenientes dos espanhois que se fixaram na bolivia, é claro), são donos dos principais meios de informação, de fazendas, etc.

Morales não esta cometendo algum ato contra a lei, esta agindo com a lei e com causa justa, devolvendo essas terras (apropiadas a força pelos invasores desde seculos, ate as ultimas decadas) a seus verdadeiros donos.
Por tanto, a informação que aparece na globo deste domingo é intencional, no sentido de mostrar um Morales "injusto" com os supostos donos de essas terras. Não é demostração de força, posto que a "nueva constitucion" da republica garante terra para quem quer trabalhar, para aqueles indigenas com terras diminutas ou sem terra, terra que tem a cor da sua sangre, da sua pele, onde o usurpador são os latifundiarios antigos e os novos (aqueles brasucas que realizam monocultivos, de soja de milho, etc).


sábado, março 07, 2009

Uribe exportando mercenarios

O governo norte americano que domina a estrutura governamental da Colômbia, esta conseguindo que o lacaio de uribe autorize o envio de jovens colombianos...a morte no Afeganistão. se for o caso, jovens alheios a política imperialista e expansionista norte-americana vão derramar a sua sangre para combater com a resistência afegã, numa luta que não tem nada a ver com colombia e américa latina. mais uma vês o império norte americano,dirigido agora pelos democratas, vão tentar conseguir seu propósitos geopoliticos. Esta-se derramando a sangre inutil de outros povos : latinos, asiáticos, europeias, estão morrendo no irak e no Afeganistão para defender interesses políticos e militares dos gringos e seus aliados. Devemos enfatizar que esta gente não são heróis, libertários são simples mercenários que estão em terra alheias por uma migalha de dólares. Um dos motivos ou o motivo principal que leva a seduzir ao governo colombiano pra enviar soldados colombianos a Afeganistão é que muitos jovens norte-americanos
estão desistindo de fazer o serviço militar obrigatório, existe alta taxa de deserção de militares norte americanos, alta taxa de suicídio e problemas mentais, após participar de genocídios, de morte de inocentes. Então eles inventaram uma farsa, que os militares colombianos
tem alta experiência militar de combate para desta forma levantar a moral deles, e assim ir a morrer la na acidentada geografia de Afeganistão. Os militares colombianos são os mais corruptos junto aos militares peruanos na América latina, eles tem vinculo direto com paramilitares, narcotraficantes (alias o mesmo uribe foi financiado pelos narcos para entrar no poder, e estados unidos tem e tinha conhecimento de isso, os gringos colocaram ele no poder, para iniciar o seu plano militar na América latina o plano Colômbia), e se dedicam a desviar milhões de dólares dos cofres públicos. Se os militares colombiano fossem tão preparados assim já teriam derrotado militarmente a Farc e o outro grupo de guerrilha da Colômbia. A farc controla uma grande parcela de territorio colombiano. Os militares colombianos só conseguiram libertar a ingrid betancourt unicamente pela mentira e enganação, usando o emblema da cruz vermelha, algo que nenhum pais e militar com honor e honra faria.
Por isso devemos alertar ao povo colombiano, a não aceitar a farsa norte americana que permitira centos de jovens colombianos a morrer pela causa dos outros em terras alheias.

sábado, fevereiro 28, 2009





Voy rolando por la gran ciudad, viendo a miles de gentes pasar,
unos van sonriendo, otros van muy serios y otros van corriendo
como queriendo escapar,

De pronto veo a los ni�os en la esquina estan, pidiendo pa un taco,
pidiendo pa un pan, sus caritas reflejan la nececidad y el vacio
que se siente cuando tu no estas,

Mas prendido que el sol, mas oscuro que la negra noche, mas profundo
que el mar, mas absurdo que la realidad, mas ardiente que el fuego
infernal, mas inmenso que el eternidad, asi es el vacio que se siente
cuando tu no estas,

La gente pasa sin voltear a ver, a los pobres ni�os que no tienen que
comer, algunos les dan algo pero la mayoria no da nada y su triste
mirada me hace sentir,

Mas prendido que el sol, mas oscuro que la negra noche, mas profundo
que el mar, mas absurdo que la realidad, mas ardiente que el fuego
infernal, mas inmenso que el eternidad, asi es el vacio que se siente
cuando tu no estas,

Mas prendido que el sol, mas oscuro que la negra noche, mas profundo
que el mar, mas absurdo que la realidad, mas ardiente que el fuego
infernal, mas inmenso que el eternidad, asi es el vacio que se siente
cuando tu no estas,

Mas prendido que el sol, mas oscuro que la negra noche, mas profundo
que el mar, mas absurdo que la realidad, mas ardiente que el fuego
infernal, mas inmenso que el eternidad, asi es el vacio que se siente
cuando tu no estas,

Cuando tuu nooo estaaas,

domingo, fevereiro 15, 2009

O Sionismo Nazista

A grande mídia ocidental, subordinada a grande mídia ianque, é muito influenciada pelos judeus-israelenses e os não-israelenses desde o término da 2ª Guerra Mundial. Note, por exemplo, o tema nazista, que é explorado com centenas de milhares de filmes todos os anos, ao ponto que um judeu-não israelense, o professor universitário ianque Norman G. Finkelstein da Universidade de Nova Iorque, cujos pais estiveram no campo de concentração de Varsóvia, escrever um livro denunciando a Indústria do Holocausto, construída a partir da Guerra dos 6 Dias:

"(...)...as atrocidades nazistas transformaram-se num mito americano que serve aos interesses da elite judaica, sendo que nesse sentido, o holocausto transformou-se em Holocausto (com h maiúsculo), ou seja, numa indústria que exibe como vítimas o grupo étnico mais bem sucedido dos Estados Unidos e apresenta como indefeso um país como Israel, uma das maiores potências militares do mundo, que oprime os não judeus em seu território e em áreas de influência".

Nele, o autor aponta que o número de sobreviventes foi exagerado com intuito de chantagear grandes corporações, países e bancos como forma de aumentar recursos financeiros na guerra contra os árabes, demonizados, que buscariam novamente a "solução final".

De fato, Israel é um dos poucos países do mundo com programa nuclear, conta com nada menos que 200 bombas atômicas, afora possuir um dos maiores e mais bens preparados exércitos, posto ser obrigatório tanto para homens como mulheres e que, uma vez por ano, o reservista deverá se apresentar a serviços de guerra.

Foi interessante a posição britânica de entregar o problema palestino a ONU, em 1948, isentando-se da responsabilidade, por ela permitida, da invasão sionista no Oriente Médio desde o fim do século XIX, que compravam as melhores terras palestinas e cujo lema era (e continua sendo) "Uma terra [Palestina] sem povo [os palestinos] para um povo [judeus] sem terra.".

Para os donos da ONU, os EUA, cabe a defesa irrestrita de Israel, como "Estado" - que não existe como tal, uma vez que até hoje não conseguiu definir suas fronteiras - e como uma suposta "democracia" — apesar de ser tão fundamentalista quanto são os vizinhos islâmicos, já que baseia seus argumentos na Lei Judaica, ou seja, nas interpretações de ortodoxos do livro religioso Torá e de não possuir uma constituição civil. Essa defesa faz-se importante, não só como modo de lavar a alma ocidental das atrocidades nazistas cometidas contra os judeus, permitida e ocultada pelas nações européias da época, mas também como modo de ter um "país" ocidental na região mais petrolífera do mundo, zona estratégica entre três continentes, e que possui a 4ª bacia de água potável do planeta (Iraque, antiga Mesopotâmia).

Desde a primeira invasão ianque no Iraque, criou-se um mito que o armamento militar ocidental de hoje é tão automatizado que é possível encontrar e atingir um inimigo dentro de uma caverna profunda, sem atingir civis ao redor. O mesmo mito ainda hoje permanece, principalmente quando se trata do povo escolhido de Deus, há quatro mil anos e portanto, superior e merecedor da terra palestina: os israelenses.

Israel supostamente luta contra o terrorismo praticado pelo braço armado do Hamas, e no entanto, o primeiro tipo de terrorismo que possa ser definido como tal é o de Estado, que através do terror e do assassinato, da humilhação e tirania de populações civis impõe seus objetivos políticos, militares e sociais. No caso da Palestina, o terror israelense é acompanhado da profunda corrupção da Autoridade Palestina, que deixou de representar seu povo aliando-se às políticas perpetradas por israelenses.

Os nossos jornais dizem que até agora apenas morreram 900 palestinos e 2500 estão feridos, o que é mais uma piada ocidental, se pensarmos numa população de 1,5 milhão e meio de habitantes que vive numa das regiões mais densamente povoadas do mundo, algo em torno de 4000 pessoas por metro quadrado; isolada, rotulada e marcada como gado por Israel e Egito; sem controle marítimo e espaço aéreo em seu próprio território; não reconhecido como Estado até hoje pela mesma ONU que reconhece Israel; sem eletricidade, sem comunicação com o mundo exterior e ajuda humanitária (graças ao bloqueio israelense); sem educação e saúde, com 80% de sua população na miséria; com sistema de saneamento básico falido etc.

Esta informação do número de vítimas é as que os jornais ocidentais têm acesso, graças ao vínculo com as mídias ianques. No entanto, quem garante a veracidade de tal número se os jornais do mundo inteiro estão proibidos de entrar em Gaza pelos terroristas israelenses? Esta veracidade é a de Israel, o povo opressor. O outro lado do Holocausto é contado por meio de blogs de palestinos sitiados em Gaza (que são ameaçados de morte por isralenses), é retratado por Carlos Lattuf (cartunista brasileiro, já condenado por extremistas), e é claro, pela única mídia que o mundo ocidental não tem acesso: a Al-Jazeera.

Quase todas as guerras israelenses-árabes desde a invasão judia na região foram ganhas por Israel, com apoio militar e econômico dos EUA. Os governos fantoches do Egito e da Arábia Saudita tiveram que se render ao fato de não possuírem bombas atômicas e de não poderem negociar num caso de embargo econômico por lutarem contra Golias - e seu marionete de estimação, os EUA. Este também foi o caminho seguido pela Jordânia, em tempos mais atuais. Assim, o senso comum tem razão quando diz que o mundo árabe também não se importa com a causa palestina, já que os regimes locais ou são ditaduras ou monarquias, em geral fantoches, apoiados pelos EUA. Por outro lado, o Irã, membro permanente do "Eixo do Mal", não é um país árabe, é persa, apesar de ser muçulmano de maioria xiita (ao contrário da maioria dos países da região que são sunitas), e não mantém relações diplomáticas com os EUA desde a Revolução Iraniana, em 1979. Não reconhece Israel como Estado e agora sofre com embargos da ONU em virtude de seu programa nuclear.

A crise palestina nunca foi religiosa, e sim política, econômica, militar (geopolítica) e, portanto, étnica-cultural. O Egito isola Gaza de um lado, impedindo seu acesso ao mundo árabe (desde os primórdios dos acordos de paz), e esta guerra israelense é financiada pela Arábia Saudita. Sendo assim, não é a questão religiosa que importa, trata-se de um massacre muçulmano-judaico, com armas ianques, de um mísero povo árabe e muçulmano. Estes dois países árabes são vistos como traidores no Oriente Médio porque apoia um "estado" terrorista ocidental favorecido totalmente pelo Império, que está amarrado na imunidade conquistada pelos judeus desde a 2ª Guerra.

Naturalmente a ONU como qualquer grande jornal do mundo não está nem aí para os palestinos, ainda que não possam dizer isso abertamente, já que estes não possuem origem étnica e religiosa européia (como no caso dos povos da Ex-Iugoslávia) e ainda não sofreram um Holocausto — talvez somente assim os processos de paz de fato ocorram. Eis a evolução israelense, de oprimido a opressor, do Gueto de Varsóvia ao Gueto de Gaza. E Israel se aproveita, também disso, ao ponto de se isentar e de impor isenção por suas ações.

No entanto, independente de governos ou estados, e também de religiões, os humanos tendem a se identificar com os povos oprimidos e/ou suas guerrilhas, caso dos tibetanos, dos bascos, dos irlandeses, dos zapatistas, das FARC, do MST e, da bola da vez, os palestinos, incriminados e aterrorizados por um povo hoje imune e/ou intocável (e que outrora, participava nas mesmas trágicas condições). Ser contra os israelenses é ser anti-semita, na visão ocidental, em virtude do tabu criado na era nazista e perpetuado em filmes. Daí, os palestinos serem Davi, ainda que atirar pedras num gigante como Golias, que palita os dentes com bombas atômicas e, independente dos julgamentos de terceiros faz o que bem entender, não seja viável.

A grande ironia é que somente a bomba atômica pode trazer a paz entre os países. Sou a favor de que todo e qualquer país tenha acesso a isso, só assim é possível negociar neste mundo. O resto do mundo não se mete com a Coréia do Norte, por exemplo, nem com a China. As relações políticas entre a Índia e o Paquistão sobre a Caxemira são obrigatoriamente resolvidas no diálogo, já que ambos os países também possuem bomba atômica. Sou a favor da bomba atômica da paz, e não a paz sem bomba e sem armas restritas a conversas inúteis na ONU. Quer a paz, prepara-te para a guerra, disse um romano.

Se esse mundo fosse sério e ético, Israel sofreria sanções ou um embargo econômico mundial pelo apartheid que usa contra os palestinos, seria condenado num tribunal internacional por crime de guerra pelos pogrom realizados e pela tentativa de genocídio de um povo imensamente mais fraco político, econômico e militarmente. É o nazi-sionismo imperando, com apoio mundial.