Todo acto o voz genial, viene del pueblo y vá hacia él. Cesar vallejo. “El arte que se nutre del alma de nuestro pueblo, de sus sufrimientos y esperanzas es un arte que no muere, que vive eternamente en los corazones que luchan y cantan”. Jose carlos mariategui
musica con sentido e sentimiento
sábado, maio 07, 2011
sexta-feira, julho 23, 2010
Pronunciamento de um veterano de guerra estadunidense, sobre o Iraque:
"E eu me esforcei para ter orgulho do meu serviço, mas tudo o que conseguia sentir era vergonha.
O racismo não podia mais mascarar a realidade da ocupação eles eram gente, eram seres humanos.
Desde então passei a sentir culpa toda vez que via homens idosos, como o que não podia andar e carregamos com uma maca, até que a polícia iraquiana pudesse levá-lo.
Sentia culpa toda vez que via uma mãe com suas crianças, como a que chorava histericamente gritando que nós éramos piores que Saddam, enquanto a obrigávamos a sair de sua casa.
Eu sentia culpa toda vez que via uma garota jovem, como a que eu agarrei pelo braço e arrastei para a rua.
Disseram-nos que lutaríamos contra terroristas. O verdadeiro terrorista era eu, e o verdadeiro terrorismo é essa ocupação.
O racismo nos militares tem sido, durante muito tempo, uma ferramenta importante para justificar a destruição ou ocupação de outro país. Tem sido usado muito tempo para justificar a morte, subjugação ou tortura de outro povo. Racismo é uma arma vital usada por este governo.
É uma arma mais poderosa do que um rifle, um tanque, um bombardeiro, ou um navio de guerra. É mais destrutivo do que um projétil de artilharia, um anti-bunker ou um míssil Tomahawk.
Apesar de nosso país fabricar e produzir essas armas, elas são inofensivas sem pessoas dispostas a usá-las.
Aqueles que nos mandam para a guerra não têm que apertar um gatilho ou lançar morteiros. Eles não precisam lutar na guerra, sua função é vender a guerra.
Precisam de um público que esteja de acordo em mandar seus soldados para o perigo. Precisam de soldados dispostos a matar e serem mortos sem questionar.
Eles podem gastar milhões em uma única bomba, mas essa bomba só se torna uma arma quando as divisões militares estão dispostas a seguir as ordens de usá-la. Eles podem enviar um soldado a qualquer parte da Terra, mas só haverá guerra se um soldado concordar em lutar.
E a classe dominante, de bilionários que lucram com o sofrimento humano, se preocupa somente em expandir sua riqueza, em controlar a economia mundial.
Compreendam que seu poder consiste somente na habilidade de nos convencer de que a guerra, a opressão e exploração são de nosso interesse. Eles sabem que a riqueza deles depende da habilidade de convencer a classe operária a morrer, para controlar o mercado de outro país.
E nos convencer a matar e a morrer, é baseado na habilidade deles de nos fazer pensar que somos de alguma forma, superiores.
Soldados, marinheiros, marines, aviadores, não têm nada a ganhar com essa ocupação. A grande maioria das pessoas vivendo nos EUA, não tem nada a ganhar com essa ocupação.
Na verdade, nós não somente não temos o que ganhar, como sofremos mais por causa disso. Nós perdemos braços e pernas e damos nossas vidas de forma traumática. Nossas famílias têm que ver caixões cobertos com bandeira descendo a terra.
Milhões nesse país, sem assistência médica, trabalho ou acesso à educação, e nós vemos o governo gastar 450 milhões de dólares por dia nessa ocupação.
Pessoas pobres e trabalhadoras deste país são mandadas para matar pessoas pobres e trabalhadoras de outro país, e fazer os ricos ficarem mais ricos. Sem o racismo, os soldados perceberiam que têm muito mais em comum com o povo do Iraque, do que com os bilionários que nos mandam para a guerra.
Eu joguei famílias para a rua no Iraque, somente para chegar em casa e encontrar famílias jogadas às ruas neste país, nessa trágica e desnecessária crise imobiliária.
Devemos acordar e perceber que nosso verdadeiro inimigo não está em alguma terra distante, e não são pessoas cujos nomes não conhecemos ou cuja cultura não compreendemos.
O inimigo é gente que conhecemos muito bem, e que podemos identificar. O inimigo é um sistema que declara guerra quando é lucrativo, o inimigo é uma corporação que nos demite quando é lucrativo, é uma seguradora que nos nega assistência quando é lucrativo, é o banco que toma nossas casas quando é lucrativo.
Nosso inimigo não está a cinco mil milhas de distância, está bem aqui.
Se nos organizarmos, e lutarmos juntos com nossos irmãos e irmãs, nós podemos parar essa guerra, nós podemos parar esse governo, e nós podemos criar um mundo melhor."
"If tyranny and opression come to this land, it will be in the guise of fighting a foreign enemy... The loss of Liberty at home is to be charged to the provisions against danger, real or imagined, from abroad..."
- James Madison
quinta-feira, março 26, 2009
Ola de suicidios entre los soldados yanquis
Psicólogos y médicos militares opinan que combatir el estrés puede ser un factor de ayuda, pues muchos de los suicidios se producen después del retorno a los hogares. Algunas causas son los problemas financieros, los de pareja y el abuso de sustancias tóxicas.
Debido a las preocupantes cifras, en Bagdad se dictan cursos para enseñar a los soldados a controlar el estrés en el campo de batalla, además de ofrecer consejos para que intenten permanecer mentalmente sanos luego de regresar a casa.
segunda-feira, outubro 27, 2008
Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK),
Fotos: Matt Corner
Um nome proibido. Durante o ano todo, seu nome é sussurrado nas reuniões clandestinas e nas esquinas escuras. Ninguém pode carregar sua foto, mesmo que seja uma 3 x 4 escondida lá no fundo da carteira. É uma imagem proibida, como é proibido carregar a bandeira com as cores verde, amarela e vermelha. Essas cores juntas simbolizam o partido que ele lidera e o partido está proibido. Se alguém, por azar do destino, for apanhado pela polícia ou pelo exército desrespeitando essas normas, será preso.
Mas existe um dia, apenas um dia no ano, em que a imagem e o nome de Abdullah Ocalan são celebrados em alta voz. É 21 de março, quando os curdos – a maior etnia sem Estado no mundo, estimada em 25 milhões de pessoas – comemoram o Newroz, o Ano Novo. Os curdos vivem em uma região riquíssima em petróleo, localizada entre as fronteiras da Turquia, Iraque, Irã e Síria. Abdullah Ocalan, o Apo, o nome proibido, a imagem proibida, é o líder do povo curdo na Turquia.
Ocalan é o “comandante” do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), fundado na década de 70 e que logo se tornaria a mais conhecida representação política e militar do Curdistão. Em 1984, o partido inicia um movimento separatista e entra em guerra contra o governo de Ancara. Conforme relatório da Human Rights Watch, durante as duas décadas de conflito o exército turco não fez distinção entre civis e militantes armados, destruindo 3.000 vilarejos e deixando cerca de 100.000 famílias sem casa. Desde então, o confl ito já matou mais de 37.000 pessoas.
Em 1999, Ocalan foi condenado à morte pela Justiça, acusado de “traição e separatismo”. Porém, antes que fosse executado, a Turquia aboliu a pena capital, como parte de uma série de reformas para se aproximar das normas da União Européia. Ocalan cumpre prisão perpétua na penitenciária da ilha de Imrali, próxima a Istambul. A condenação rendeu críticas da comunidade internacional, a ponto de o Tribunal Europeu de Direitos Humanos, com sede na França, afirmar que o julgamento teria sido injusto por “falta de independência e de imparcialidade”, indicando a necessidade de revisão do processo, coisa que nunca aconteceu. Detalhe: Ocalan é o único detento na ilha de Imrali.
O motivo da luta dos curdos parece simples. Na Turquia, com algumas concessões aqui e ali, sua língua é proibida nos espaços públicos estatais, como escolas, hospitais e prisões. As músicas são censuradas. Parte de sua representação política vive na ilegalidade. Detenções arbitrárias, desaparecimentos e execuções são bastante comuns, tão comuns que já não despertam a atenção do resto do mundo. Segundo a organização Humans Rights Association, uma das mais importantes da Turquia, apenas no ano passado 708 pessoas foram torturadas e 67 desapareceram. Nesse mesmo período, 344 morreram em combate, entre militares e rebeldes.
Fogueira
A cidade de Diyarbakir, no sudeste da Turquia, é a mais importante do Curdistão. É aqui, a 200 quilômetros da fronteira com o Iraque, às margens do rio Tigre, que se reúne o maior número de curdos para comemorar o Ano Novo, no equinócio da primavera. É dia de festa, mas o conflito cotidiano está na paisagem: milhares de militares turcos estão perfilados às margens da estrada que leva ao evento. Tanques, tropas de choque, tropas de elite. Fuzis, metralhadoras, bombas de gás. Oficialmente, a guerra terminou. O PKK, seguindo orientação de Ocalan, depôs as armas no final do ano passado, pela quinta vez. O primeiro ministro turco Recep Tayyip Erdogan afi rmou às agências internacionais que não se pode fazer trégua com organizações terroristas, “cessar-fogo acontece entre países”. Tempos atrás, o governo dissera que a guerra só terminaria quando os membros do PKK tivessem sido todos rendidos ou eliminados. Acredita-se que o grupo, considerado terrorista pelos Estados Unidos, União Européia e Nações Unidas, tenha mais de 5.000 integrantes, vivendo principalmente no norte do Iraque.
Antes de entrar no centro de eventos, grande parque a céu aberto, os participantes do Newroz são revistados pelos militares. As pessoas que estão na fila, todas elas, nasceram na Turquia e, ao mesmo tempo, pertencem à etnia curda. Muitas ainda sonham com a grande pátria do Curdistão, mas outras, talvez a maioria, depois de tanta guerra e de tantas derrotas consecutivas, querem apenas que sua identidade e seus direitos sejam reconhecidos. Querem continuar vivendo neste país sem, entretanto, abrir mão de sua cultura.
A festa de Ano Novo começa às 10 da manhã. Os músicos se apresentam num palco de quase 50 metros de boca e tudo lembra um mega-show de rock. A diferença é que a motivação é política e não há bebida alcoólica: mais de 90 por cento dos curdos são mulçumanos, a maioria sunita. As mulheres usam túnicas brancas cobertas por tecidos e véus de diversas cores, alguns bordados, outros com lantejoulas. De braços dados, fazem uma espécie de cordão de isolamento entre o palco e o público. Na frente delas, apenas as crianças – uma infinidade – com o mesmo figurino. Os homens usam calças largas até os joelhos e apertadas nas canelas, as salvars. Todos dançam. Duas grandes fogueiras completam o cenário. As músicas são cantadas com força, como se essa gente quisesse compensar um ano inteiro de silêncio.
Apesar da ostensiva revista militar, muitos conseguem entrar com os símbolos proibidos – bandeiras, lenços e faixas de todos as dimensões. As cores verde, amarela e vermelha vão aparecendo aqui e ali. No telhado de uma fábrica próxima, dezenas de jovens estendem uma faixa com fotos de presos e desaparecidos. Alguém, rosto coberto por um kaffieh, tradicional lenço palestino, ergue no meio do povo um retrato de Ocalan. Outra pessoa, do outro lado, faz a mesma coisa e mais um outro e de repente a imagem está por todos os lados. O público amarra fotografias do líder curdo em balões de gás e a imagem ganha o céu. Um avião militar sobrevoa o local.
Abdurrahman e Reseat: contam a história do seu povo na Turquia
Milhões de pessoas – em várias cidades do Curdistão – participam do Newroz. Só em Diyarbakir são 500.000. No meio da multidão estão os primos Abdurrahman e Resat, ambos de 11 anos. Eles, anfitriões de improviso, fazem – em inglês – um resumo da história da Turquia. Dizem que no país, ponte entre a Europa e a Ásia, vivem 70 milhões de pessoas, sendo que 12 milhões são curdos. Falam da Primeira Guerra Mundial e da dissolução do Império Otomano, falam de Mustafá Kemal, o Ataturk, primeiro presidente da Turquia. Ataturk, “o pai dos turcos”, é uma imagem onipresente no país, a começar por todas as cédulas de dinheiro. É nome de praça, aeroporto, avenidas, ruas, pontes, escolas e hospitais.
Foi ele quem começou a aproximação com o Ocidente, introduzindo o alfabeto latino, a igualdade de gênero e substituindo as cortes islâmicas por tribunais civis.
Para os turcos, Ataturk é o grande herói nacional. Mas, para os curdos, de uma maneira geral, ele é um líder militar e político que quis criar um Estado homogêneo, principal álibi para a repressão contra todas as minorias. Abdurrahman e Resat falam da fogueira, o grande símbolo do Newroz. “Peguem as canetas e os bloquinhos porque essa sim é uma história importante”, diz Resat, um dos meninos. Conselho aceito, o “guia” continua: “A fogueira retoma uma história de 2.600 anos. Nesta terra vivia um operário curdo que, para defender o seu filho, derrotou um tirano. Quando ele venceu a luta, fez uma imensa fogueira para avisar ao resto do povo que os dias de escuridão e medo tinham terminado”.
As preparações para a festa deste ano ganharam uma dose extra de tensão. No início de março, advogados de Ocalan, em entrevista coletiva na Itália, apresentaram evidências de que ele estaria sendo envenenado na prisão. A denúncia, feita com base na análise de fios de cabelo, mostra que o nível de estrôncio e cromo no organismo estaria muito acima do normal, indicando uma “intoxicação crônica”. Mahmut Sakar, um dos advogados, afirma que ele corre risco de morte e que vive sob tortura. “Nada disso é verdade”, rebate o governo turco, “o prisioneiro está bem e faz check-ups regulares.”
A festa acaba às 4 da tarde. Bandeiras e imagens de Ocalan são cuidadosamente escondidas. E acontece o previsto: provocações entre curdos e militares. Pedras de um lado, balas de borracha de outro. Trinta e duas pessoas são presas. Depois, tudo volta ao normal. Rotina. Tanques do exército cruzam as esquinas. Um soldado, metralhadora em punho, dedo no gatilho, observa o movimento.
Guerra ao terror
A intenção da Turquia em ingressar na União Européia parecia ser um trunfo nas mãos do povo curdo. Desde 1999, quando o Conselho Europeu de Helsinque afirmou que o país poderia se candidatar à adesão, teve início uma série de reformas. Mas as repetidas recusas à integração mexeram com o orgulho do país e fizeram com que o sentimento nacionalista turco, sempre tão presente, aumentasse ainda mais nos últimos tempos. Além disso, qualquer tentativa de avanço em direção à efetividade dos direitos humanos esbarra no artigo 301 do Código Penal, que considera crime qualquer “insulto à identidade turca”. Poucas pessoas acreditam que as eleições deste ano, para presidente e primeiro-ministro, sejam capazes de mudar esse cenário.
O presidente da Human Rights Association, Bengi Yildiz, 42 anos, explica que o artigo 301, utilizado como subterfúgio para todo tipo de arbitrariedade, pune qualquer pessoa que critique as instituições do Estado, incluindo as forças de segurança. “O problema de fundo”, revela Bengi, “é que os verdadeiros donos do poder, aqui, são os militares.” Para Heinz Kramer, professor de relações internacionais, citado em reportagem publicada no jornal Le Monde Diplomatique, “o comando militar constitui um centro de decisão autônomo que escapa amplamente ao controle civil”.
O vencedor do Nobel de Literatura do ano passado, o turco Orhan Pamuk, foi processado com base no artigo 301. Em entrevista a um jornal suíço, ele disse que 1 milhão de armênios teriam sido mortos, além de 30.000 curdos, em terras turcas.
Bengi Yildiz: problema são os militares turcos
Por escrever artigos sobre esses mesmos fatos, o jornalista turco, de origem armênia, Hrant Dink, de 52 anos, foi assassinado a tiros em Istambul em janeiro deste ano. O principal suspeito do crime é um garoto de 17 anos, ligado a uma organização ultranacionalista. Ao ser questionado sobre o motivo do crime, afirmou: “Hrant insultou a identidade turca”.
“O artigo“ continua o presidente da Human Rights Association, “nos deixa sempre com as mãos atadas.” E com as mãos atadas ficam também os partidos pró-curdos. O Partido Social-Democrata, o DTP, já teve quatrocentos integrantes presos, acusados, quase sempre, de violar o artigo 301. Na sede do partido em Batman, cidade ao lado de Diyarbakir, há na parede doze fotos de membros do partido. Todos foram assassinados ou estão desaparecidos. O presidente e o vice estão presos. O motivo? A polícia descobriu um retrato de Ocalan exposto na sede. O retrato, pequeno, havia sido recortado de um jornal. Tempos atrás, Cihan Sincar, o prefeito de Kiziltepe, perto da fronteira com a Síria, foi condenado a seis meses de prisão por ter falado em curdo durante um comício na campanha eleitoral de 2004.
Apesar desses fatos recorrentes, Bengi Yildiz reconhece que algumas coisas têm mudado. “Se um curdo fosse preso há quatro, cinco anos, a família não podia nem questionar o seu desaparecimento. Não era possível visitá-lo e muito dificilmente contratar advogados. Hoje é diferente.” E isso é fruto da pressão da União Européia? Ele sorri: “A União Européia tem a atenção voltada para as questões econômicas, os desrespeitos aos direitos humanos são vistos apenas como um incômodo detalhe”.
Diante desse cenário, solo fértil para o fanatismo, surge em 2004 o grupo terrorista Falcões da Liberdade do Curdistão (TAK). A organização pró-curda tem realizado atentados por toda a Turquia, centrando suas ações em locais turísticos. Esse tipo de violência serve de pretexto para o aumento da repressão, fortalecendo ainda mais o Estado militar. Acredita-se que os Falcões sejam dissidentes do PKK, porque o grupo aparece no mesmo ano em que o partido de Ocalan anuncia o primeiro cessar-fogo.
O que pode ser, de fato, um trunfo nas mãos dos curdos da Turquia é a guerra no Iraque. A ocupação americana fortaleceu ainda mais o poder que os curdos iraquianos detinham desde 1991, quando passaram a controlar uma região autônoma no norte do país. Ano passado, diante da guerra civil entre xiitas e sunitas, eles formaram o Governo Regional do Curdistão (KRG), com participação de todas as três províncias. Essa região, hoje, é a mais segura do Iraque, conforme relato do jornalista Zuhair Al Jezairy, diretor da agência de notícia Aswat al Iraq: “A cidade de Sulymania (norte) e Bagdá parecem fazer parte de países e épocas diferentes”. O norte não vive o caos. Os curdos iraquianos nunca estiveram tão fortes. Evidentemente, tal situação não é vista com bons olhos por Ancara.
Por isso, parece óbvio que a afirmação do comandante das Forças Armadas da Turquia, Yasar Buyukanit, no dia 12 de abril, menos de um mês depois do Newroz, não tenha sido dita ao acaso. Foi um aviso, claro e direto: “Nós precisamos realizar uma operação militar no norte do Iraque”. Buyukanit referia-se aos rebeldes curdos do PKK que atuam no país vizinho e que, segundo as autoridades turcas, apesar do anunciado cessar-fogo, ainda usam a região como um campo de treinamento, onde organizam atentados e ações separatistas.
Uma operação militar da Turquia no norte do Iraque pode ser a gota de água que falta para espalhar a guerra por toda a região. A resposta das autoridades iraquianas, já no dia seguinte, deu o tom da gravidade da situação: “Não permitiremos que ninguém interfira em nossos assuntos”, avisou o presidente do Parlamento iraquiano, Mahmoud al-Mashadan, “e cortaremos a mão de quem se intrometer, se não for hoje, será amanhã”.
A Turquia também está com os olhos voltados para a cidade iraquiana de Kirkuk, a 250 quilômetros de Bagdá. Em novembro será realizado um referendo para decidir se a cidade, a quarta maior do país, deve ou não fazer parte da região autônoma do Curdistão. Kirkuk, com uma população formada principalmente por árabes, turcomanos e curdos, é o grande pólo petroleiro da região, com reservas estimadas em 16 bilhões de barris. Além disso, ela é a “ponte” que liga os oleodutos do Iraque com o porto de Ceyhan, na Turquia. O presidente do Governo Regional do Curdistão, Massoud Barzani, em meio à polêmica provocada pela declaração do chefe das forças armadas, asseverou: “Se os turcos interferirem em nossos negócios em Kirkuk, seremos obrigados a interferir nos negócios deles em Diyarbakir”.
A ligação dos curdos iraquianos com Washington não impede a parceria de Ancara com os Estados Unidos. Em 1997, por exemplo, segundo Noam Chomsky no livro O Império Americano – Hegemonia ou Sobrevivência, o envio de armas dos EUA à Turquia superou o total de armamento enviado durante toda a Guerra Fria. Todo esse equipamento, diz o autor, teria sido usado na repressão contra o povo curdo. Com a escalada das atrocidades, a Turquia tornou-se, naquele período, o maior receptor de armas dos EUA, à frente de Israel e Egito.
Há muitos anos, os curdos da Turquia são vítimas do que hoje se costuma chamar de “Guerra ao Terror”. E a guerra ao terror, nesse caso, se dá em nome da unidade nacional. Ela exige obediência. Qualquer um que não seguir as regras será acusado de traição ou de terrorismo. Apesar disso, entre julho de 2005 e maio de 2006, uma campanha recolheu assinaturas para afirmar à comunidade internacional que – mesmo que o governo não permita e meio mundo o considere um criminoso – Ocalan continua sendo o líder do povo curdo. O documento, simples, dizia: “Eu, fulano de tal, reconheço Abdullah Ocalan como representante político no Curdistão”. Foram mais de 3 milhões de assinaturas. Nome e sobrenome registrados, a despeito das conseqüências. Um ato de coragem, como daquele operário que enfrentou o tirano há 2.600 anos.
fonte (Da revista caros amigos)
quinta-feira, outubro 09, 2008
Noticias más silenciadas por la prensa
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El genocidio en Iraq, con 1,2 millones de civiles muertos por las tropas estadounidenses desde que comenzó la invasión hace cinco años es el tema que encabeza el ranking anual de las 25 noticias más ocultadas por la gran prensa de EEUU y del mundo en 2007/2008, según “Censored 2009”, el informe del Proyecto Censurado de la Universidad Sonoma State de California.
Además de las 25 historias más censuradas, el libro contiene valiosos trabajos académicos sobre la situación actual del periodismo, nuevas visiones del cambiante mapa de la gran concentración de la propiedad mediática y análisis de contenido sobre lo sesgado de la información en diversos temas.
El Proyecto Censurado, que dirige el sociólogo Peter Phillips, indaga desde hace 33 años las 25 noticias más relevantes que nunca fueron puestas a disposición del público por los grandes medios de comunicación corporativos que hoy ejercen el control mediático mundial.
América Latina está presente en varios trabajos. Por ejemplo, los periodistas Laura Carlsen, Stephen Lendman y Constance Fogal investigaron cómo el espacio económico del Tratado de Libre Comercio de América del Norte o NAFTA, que incluye a EEUU, México y Canadá, se está convirtiendo en un espacio militarizado a cargo del Comando Norte estadounidense.
Otra noticia absolutamente desatendida por los grandes medios es el posible nuevo cambio del mapa político de América Latina que puede darse en 2009 en favor de las ideas progresistas.
Matanza de civiles
Éste es un resumen de las 10 primeras historias más censuradas expuestas en el mismo orden del Proyecto Censurado:
1) La ocupación de EEUU mata a más de un millón de iraquíes (por Michael Schwartz, Joshua Holland, Luke Baker, Maki al-Nazzal y Dahr Jamail): Las tropas estadounidenses han dado muerte a 1,2 millones de civiles iraqueses desde que comenzó la invasión hace cinco años, según el grupo británico de investigación Opinion Research Business (ORB).
Estas cifras hacen rivalizar la invasión y ocupación de Iraq con las grandes matanzas del siglo pasado, como el terrible balance de hasta 900,000 seres humanos que se cree mataron en el genocidio de Ruanda en 1994 y está acercándose al 1’700,000 que murió en Camboya bajo el Khmer Rouge, en los ‘70.
2) EEUU, Canadá y México militarizan el NAFTA (por Laura Carlsen, Stephen Lendman y Constance Fogal): El espacio económico del Tratado de Libre Comercio de América del Norte, que agrupa a EEUU, Canadá y México se está convirtiendo en un espacio militarizado controlado por el Comando Norte estadounidense, “seguro para los negocios” e inmune al terrorismo, llamado Sociedad de la Seguridad y la Prosperidad (SPP, en inglés).
Las corporaciones transnacionales promotoras de esta conjunción de apariencia trinacional, pero verdaderamente “supranacional”, son viejas conocidas: la General Electric, Ford Motors, General Motors, Wal-Mart, Lockheed-Martin, Merck, Chevron y otras mega compañías. La SPP, que apunta a integrar a las tres naciones en un solo bloque político, económico y de seguridad al mando de Washington.
Licencia para matar
3) El FBI ofrece licencia para matar (por Matthew Rothschild): El gobierno estadounidense recluta negocios e individuos que se integran a InfraGard, una importante pieza en la compleja estructura de un panóptico industrial destinado a acechar a la sociedad de la vigilancia que construye Washington.
Más de 23,000 pequeños y medianos empresarios del comercio y la industria estadounidense trabajan silenciosamente con el FBI y el departamento de Seguridad de la Patria (DHS, en inglés) en la recolección y suministro de información sobre las amistades de los estadounidenses. En recompensa, los miembros de InfraGard, que es el nombre de este grupo, reciben advertencias secretas sobre amenazas terroristas mucho antes que el público y, ocasionalmente, antes que ciertos funcionarios.
4) ILEA: ¿Resurgen las guerras sucias de EEUU en América Latina? (por Comunidad en Solidaridad con el Pueblo de El Salvador, Wes Enzinna y Benjamin Dangl): La vieja Escuela de las Américas revivió en El Salvador como Academia Internacional de Aplicación del Derecho (ILEA, en inglés), con una base satélite en el Perú y 16,5 millones de dólares del presupuesto federal 2008 de EEUU.
La ILEA, con inmunidad ante probables crímenes contra la humanidad, entrena anualmente en "técnicas antiterroristas" a 1,500 oficiales de policía, jueces, fiscales y otros “funcionarios de la ley” de América Latina, mientras el viejo militarismo de EEUU amenaza de nuevo la paz y la democracia en la región y aumenta la ayuda militar, que en 2005 creció 34 veces respecto a 2000.
Requisa de bienes
5) Apoderándose de los bienes de los manifestantes contra la guerra (por Michel Chossudovsky y Matthew Rothschild): Bush firmó dos órdenes ejecutivas que facultan al Departamento del Tesoro para apoderarse de los bienes de quien sea percibido como amenaza para las operaciones en Oriente Medio, inclusive sus niños.
La primera, "Bloqueando las propiedades de personas que amenazan los esfuerzos de estabilización en Iraq", firmada el 17 de julio de 2007, autoriza al Departamento de Hacienda, en consulta con el Departamento de Estado y el Pentágono, a confiscar bienes de ciudadanos y organizaciones de EEUU que "directa o indirectamente" amenacen las operaciones en Iraq. La segunda, "Bloqueando la propiedad de personas que minan la soberanía del Líbano, sus procesos e instituciones democráticas", del 1 de agosto, es casi idéntica pero más severa. Sin el derecho al debido proceso, la secretaría de Hacienda puede apoderarse de las propiedades de cualquiera que se oponga vagamente a la agenda de EEUU o arbitrariamente se le atribuya riesgo de violencia.
6) Derrota de la ley contra el “terrorismo doméstico de cosecha propia” (por Jessica Lee, Lindsay Beyerstein y Matt Renner): Una buena noticia es que parece haber fracasado otra ley “antiterrorismo doméstico”, esta vez contra ciudadanos de ascendencia árabe o que profesen la fe islámica, sectores opuestos a la globalización y también críticos de la versión oficial del desplome de las Torres Gemelas y del Edificio Nº 7 el 11 de septiembre de 2001 en Nueva York.
La legislación, que también es una afrenta a las libertades estadounidenses de expresión, al uso libre de Internet, a la privacidad y asociación, fue aprobada por 404-6 –casi por unanimidad– en la Casa de Representantes, pero el Senado la dejó de lado, contrariando a sus dos principales promotores bipartidarios: la congresista demócrata por California Jane Harman, jefa del Subcomité de Inteligencia, Información Compartida y Riesgo de Terrorismo, y el senador republicano por Connecticut Joseph Lieberman, presidente de los comités de Seguridad de la Patria y Asuntos Gubernamentales. Entretanto, Lieberman ha tratado de llevar la censura al popular YouTube, de Google.
Como esclavos
7) Guest Workers Inc.: fraude y tráfico humano (por Mary Bauer, Sarah Reynolds, Felicia Mello y Chidanand Rajghatta): El sistema del “trabajador invitado” que emigra a trabajar a EEUU contratado en sus países de origen resulta lo más parecido a la esclavitud del siglo 21, según el congresista demócrata por Harlem Charles Rangel. El programa, que victimiza a los trabajadores inmigrantes pero ha sido elogiado y recomendado por Bush, es probable que sirva de plantilla para futuras reformas de la inmigración.
Bush y las órdenes secretas
Otro artículo se refiere a que las órdenes presidenciales pueden cambiarse en secreto (por Sheldon Whitehouse [Senador de EEUU] y Marcy Wheeler): El senador Sheldon Whitehouse, demócrata por Rhode Island y miembro del Comité de Inteligencia del Senado, informó haber desclasificado tres documentos jurídicos de la Oficina de Consejos Legales del Ministerio de Justicia que revelan que el presidente Bush gobierna con Órdenes Ejecutivas secretas que tienen preeminencia sobre el Congreso, el Poder Judicial, el Ministerio de Justicia y todo el sistema jurídico estadounidense.
Ernesto Carmona
(Especial para ARGENPRESS.info)
terça-feira, novembro 06, 2007
quarta-feira, agosto 15, 2007
La guerra civil y brutal en irak afecta a todos, inclusive a la minoria kurda que inicialmente apoyó a estados unidos contra sadam hussein. Pero todos saben incluso europa y estados unidos, que los kurdos estan siendo masacrados por los turcos desde hace mucho tiempo. A tal punto que incursiones militares turcas entraron a territorio irakiano, varias veces para bombardear poblaciones enteras kurdas, obviamente com "permision" del gobierno americano . Es asi, que las ultimas críticas de estados unidos y francia contra el ataque perpetrado contra los kurdos en territorio iraki por supuestas fuerzas de alquaeda son hipocritas y carecen de moral, es decir si el ataque a los kurdos, fuera por parte de turcos esta ok, pero si es por parte de los movimientos insurgentes contra la ocupacion norteamericana, esta mal. "dos pesos dos medidas".
sábado, maio 05, 2007
" Há atualmente uma extranha charada no mundo inteletual e en whashinton, baseada nas revelações de richard clarke, paul o´neill, ex secretario de tesouro, e outros, de que os neo conservadores do governo de bush filho considerabam a invasao ao Irak mais importante que a luta contra o 'terror' (1). A unica coisa surprendente a respeito dessas revelações é que as pessoas tenham se sorprendido. Como vc poderia sorprenderese, al final, eles invadiram o Irak sabendo que era muito provavel que a ameaça do terrorismo aumentasse. Isso demostra as prioridades deles. Além disso, são prioridades perfeitamente razoáveis, do ponto de vista deles, que nao se importam muito com o terrorismo. O que les interessa, como assinala corretamente chalmers johnson, é dispor as bases militares nun estado cliente e dependente no coração da mior região produtora de petroleo do mundo. Isso é importante. Não porque os estados unidos queiram propiamente o petroleo - conseguiran petróleo no mercado de uma ou outra forma -, mas porque pretendem controlar o petroleo, o que é um assunto completamente diferente. Desde a década de 1940 comprendeu-se que o controle do petroleo é uma importante alavança contra os inimigos. E os inimigos de estados unidos sao europa e asia (2). Sao esas as regiões do mundo capazes de caminhar para a independência. Uma das formas de impedir isso é manter as maos na torneria(3). ... "
fragmento do livro ambições imperiais de Noam chomsky, pagina 106.
1.- O governo norteamericano, tenta de todas as formas esconder a verdade. Atravez do seus burocratas e a midia quase-guvernamental (CNN, BBC, Fox) etc, convenceram a meio mundo que irak foi invadida para libertar-a de um tirano e que eles eram perigosos supuestamente ao povo norteamericano, alem do mais supuestamente irak tinha conexao com o grupo al queada.
o resto do mundo sabia e sabe que nada de isso é verdade. Todo mundo sabe (excepto americanos, ingleses e agora australianos.) que hoje irak esta muito pior que com o ditador no poder.
2.- cada vez está mais claro que os gringos estão de olhos na China, e o estao cercando, como rapozas famintas, prestes a devorar a sua presa. Alem de dominar a politica externa japonesa, e obviamente ter o controle quase total de Taiwan, agora tem acordo militar en tecnologia militar com a India, e por ultimo semeu a sua semente imperialista no governo de um pais quetinho, mansinho, chamado australia; que antes ficaba danzando com seus cangurus e seus reportagems de cazadores de cocodrilos, hoje estao na guerra, na terceira linha de comando apos inglaterra, com presença militar no irak e continuamente repetindo as palavras de orden do imperio.
3.- Isto seja uma leição para o povo brasileiro, posto que, aqui se esclarece as verdadeiras intenções dos gringos no brasil, o controle dos paises e regiões onde tem fontes de energia, neste caso o bio-combustivel; para levantar a moral de lula e a sua equipe jumenta, repetem em todos os jornais que é porque o alcool brasileiro e melhor que os deles ( o que nao significa que esta ultima afirmação do alcool seja falsa, simplesmente faz bem pra os interesses deles).
terça-feira, abril 10, 2007


Povo iraquiano repudia ao invasor.
Logo de 4 anos apos a invasão pelas tropas estrangeirais, lideradas por estados unidos, Inglaterra, e seus aliados menores, o povo iraquiano saiu às ruas maciçamente, mostrando a sua forca e pedindo a imediata saída dos invasores. O invasor ainda tem controle militar político de grande parte do país, através da presença maciça de militares e mercenários do mundo "ocidental e civilizado" (pagos pelos americanos). A invasão americana e a atual guerra civil já causaram dos milhões mortos no povo iraquiano. O quadro é pior pois tem centos de mil de feridos na população civil, problemas psicológicos, por causa das bombas, dos enfrentamentos armados, do genocídio instaurado no país. Mais ainda tem mies de refugiados nos paises visinhos e em outros paises. Os iraquianos denunciam a falta de luz, água, hospitais destruídos, muitas delas destruídas pelas bombas americanas (impacto certeiro pelo uso do direcionamento vía satélite, e não foram erros cometidos). Existe limpeza étnica em muitas regiões do país, por parte de esquadrões da morte (que tem aval do governo títere imposto por estados unidos) da etnia xiita tentando eliminar a minoria sunita que estava no poder nos tempos de sadam Hussein. Obviamente esta guerra civil fratricida somente interessa aos estados unidos, pois desta forma a resistência armada contra o invasor enfraquece, por isso não é terrível pensar que eles estejam alimentando esta guerra civil. Inclusive os lideres xiitas que organizaram a massiva manifestação de repudio a invasão americana falaram claramente sobre a necessidade de renunciar a guerra civil e mas bem atacar ao invasor. Nestes 4 anos o invasor esta espoliando, as riquezas petrolíferas do povo iraquiano, principalmente pelas empresas norte-americanas e dentro delas a empresa do vice- presidente norte-americano dick cheney, é por isso que este ultimo sujeito está tentando a todo custo manter a invasão porque sabe que nas atuais condições esta ganhando milhões de dólares. Para a classe conservadora no poder em casa branca e donas das multinacionais não importa a perda de mas de 3270 soldados norte-americanos. Muitos destes soldados são latinos, são negros e a maioria pertence a classes mas pobres dos estados unidos, muitos jovens decidiram ir a Irak induzidos a cambio de estudos pagos nas universidades de estados unidos (1), e no caso de latinos a cambio do green card.
Mas a principal revelação atual é a confirmação oficial da falsidade da principal suposta causa da invasão : o suposto nexo entre al queda e o ditador sadamm Hussein; ésta, estava totalmente errada. Esta semana o pentágono se viu na obrigação de reconhecer que tal nexo nunca existiu; é claro dick cheney continua afirmando que tal nexo existiu e é uma pena que se tenha tantos ignorantes nos estados unidos e no mundo que continuam acreditando também nisso e apoiando a invasão. Pelo anterior o enforcamento das autoridades do regimen anterior assim como o enforcamento de sadam hussein nao tem validade legal e moral, tal ato foi uma decisao unilateral do governo irakiano sobre clara pressão do invasor, mais ainda se comparamos os centos de miles de mortos no perido da atual invasão, seja ésta por parte do invasor ou por parte dos grupos militares e paramilitares do governo empenhados em limpeza etnica em muitas regioes de irak.
Finalmente, está mais claro que nunca, que as verdadeiras intenções da invasão era geopolíticas, ou seja, controlar uma região vital para dominar o mundo; e as imensas zonas petrolíferas de irak (não satisfeito com o petróleo de Kuwait que já está nas mãos dos norte-americanos).
1.- quem deseja saber mais sobre os ataques do 11 de setembro e a posterior invasão a irak, pode ver o documentário “Fahrenheit 9/11” de Michael Moore.
2.- veja o vídeo das manifestações em irak contra o invasor (vídeo)
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
La oficina del control de gobierno federal de EUA, descubrió fraude en valor de aproximandamente 10,000 milloes de dolares (solo éso, sic) de los fondos destinados a la llamada reconstruccion de irak (donde...). Inclusive la multinacional petrolera Halliburton diriga anteiormente por el vice presidente de eua D. cheney seria responsable del 25 % de esa fraude.
Mas informacíon aqui.
Todo el mundo sabe que Irak esta cada vez peor, no existe tal reconstrucción, todo el mundo ya sabia también que la invasión fué por petroleo, y no satisfecho con esta grandiosa apropiacion de recursos energéticos elllos estaban robando a sus propios ciudadanos. Claramente el govierno americano no tiene moral para criticar a ningun pais sobre corrupcion.
